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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Obesidade e seu pedágio emocional: já no primeiro grau de obesidade, as crianças são mais propensas a serem excluídas



Crianças com problemas de peso lutam social e emocionalmente... É preciso ampliar a compreensão sobre a obesidade infantil, demonstrando que os problemas decorrentes do excesso de peso aparecem cedo e são piores entre as crianças com obesidade grave


A obesidade infantil quase quadruplicou entre crianças de 6-11 anos desde 1980. Hoje, cerca de uma em cada 20 crianças nos Estados Unidos é severamente obesa e esta ameaça à saúde pública custa bilhões de dólares anualmente ao governo dos EUA. “Um novo estudo descobriu que, já em seu primeiro grau, crianças severamente obesas são mais propensas a mostrar sinais de depressão. Elas também são menos queridas por seus pares, e mais frequentemente, são tema de piadas sobre peso do que seus colegas de peso saudável”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski (CRM-SP 36.349).

O estudo foi publicado na revista Child Development. Enquanto a maioria das pesquisas anteriores usou histórias sobre colegas obesos hipotéticos para determinar como as crianças obesas são tratadas, este estudo coletou informações de várias crianças reais em diferentes grupos de peso.

De acordo com os pesquisadores, a obesidade severa é um risco psicossocial claro para as crianças, mesmo aos 6 anos de idade. “As crianças que são hostilizadas, como as com excesso de peso, no estudo, sofrem graves danos psicológicos, com sentimentos de solidão, depressão e agressividade, são mais propensas a ir à escola e a desistirem dos estudos mais tarde”, informa o médico.

Os pesquisadores analisaram dados de 1.164 alunos da primeira série de 29 escolas rurais em Oklahoma para examinar as vidas sociais e emocionais das crianças obesas. Elas viviam em 20 cidades, em oito municípios, tinham taxas de obesidade de adulto, em sua maioria eram de baixa renda e de famílias brancas, cerca de um quinto dos estudantes eram de famílias de índios americanos.

Quanto mais excesso de peso as crianças tinham, piores as consequências, segundo o estudo. “Crianças severamente obesas eram mais provocadas do que as com excesso de peso. O estudo descobriu que as obesas não foram mencionadas pelos colegas quando as crianças foram convidadas a relatar com quem gostavam de brincar mais e menos”, diz Moises Chencinski.

Crianças severamente obesas foram ativamente rejeitadas por seus pares; elas eram frequentemente mencionadas por seus companheiros como menos favoritas e raramente mencionadas como as mais favoritas. “Em termos de saúde emocional, as crianças gravemente obesas apresentaram mais sintomas de depressão do que as que estavam acima do peso e com peso saudável. Além disso, em comparação com crianças com sobrepeso, ambas, tanto as crianças gravemente obesas, quanto as obesas, apresentaram mais sintomas físicos (por exemplo, queixas de dor e visitas à enfermaria da escola) que podem ter sido resultado de estresse ou preocupações psicológicas”, afirma o médico, que é membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Os autores do estudo dizem que ser provocado e rejeitado pelos pares e ficar deprimido, como resultado pode exacerbar as dificuldades das crianças de brigarem contra o excesso de peso ao longo do tempo. As crianças obesas podem se envolver no comer emocional e compulsivo para lidar com a dor da rejeição, podem evitar os exercícios físicos com os colegas para evitar provocações, comportamentos que levam ao ganho de peso adicional.

“As intervenções que abordam o comportamento dos grupos de pares podem limitar a exclusão e as provocações, além de ajudar as crianças obesas a formarem laços de amizades. Professores, pais e médicos precisam pensar juntos sobre o tema”, defende o médico.


Moises Chencinski - http://www.drmoises.com.br

Bayer doa quatro mil coleiras carrapaticidas para o projeto “Moradores de Rua e Seus Cães”


Projeto de fotógrafo Eduardo Leporo leva doações para moradores de rua de São Paulo, sem se esquecer das necessidades de seus companheiros de quatro patas

A relação de moradores de rua com seus animais de estimação transcende as dificuldades que ambos passam por não possuir um abrigo próprio para descanso ou uma alimentação em quantidade suficiente para as suas necessidades diárias. O ato principal dessa relação é o companheirismo existente entre o ser humano e o animal, em situações clicadas rotineiramente pelo fotógrafo Eduardo Leporo, que também mantém carreira dedicada a ensaios fotográficos com pets para retratos de família e publicidade. Conhecido pelo seu projeto “Moradores de Rua e Seus Cães” (MRSC), Eduardo comenta sobre como essa ideia foi concebida.  “Além de buscar auxílio para concretizar o projeto de clicar o relacionamento dos humanos com pets para transformar as peças em exposições ou livros especiais, percebi que não eram somente as pessoas em situação de rua que precisavam de ajuda, mas também os animais que os acompanhavam. Nesse momento, a parceria com a Saúde Animal da Bayer surgiu para a doação de cerca de quatro mil unidades de KILTIX® para proteger os cães que se encontram nessa situação”, destaca Eduardo.

Indicada para cães jovens, idosos ou fêmeas em qualquer fase da gestação e da lactação, a coleira KILTIX® da Bayer possui foco no tratamento e controle das infestações por carrapatos. Dentre seus diferenciais está a ação prolongada por até sete meses. “Percebemos que o KILTIX® era o produto ideal para essa doação, uma vez que é indicado para animais que ficam em ambientes abertos e pouco controlados contra a presença desse parasita. Além disso, como esses cães estão na rua junto de seus tutores, a marca é ideal também por ter uma longa duração, sendo, inclusive, um produto que age eficazmente em animais que possuem histórico de recorrência de carrapatos, como acontece com a maioria desses cachorros”, comenta Rafael Andrade, gerente de produtos da Saúde Animal da Bayer.

Na ação, normalmente realizada aos finais de semana em função de outros compromissos dos participantes do projeto, o próprio fotógrafo, acompanhado por sua equipe de voluntários, realiza a distribuição das unidades do produto aos moradores de rua em São Paulo, fazendo a aplicação da coleira e registrando o momento. Mas os cuidados com os tutores não são esquecidos, a cada encontro da equipe voluntária para a entrega da coleira carrapaticida e de produtos como ração e petiscos para os pets, também são distribuídas, em média, cem kits compostos por lanches, itens de higiene pessoal, roupas e calçados para os moradores de rua acompanhados, ou não, por cães.

Muito além do clique
O projeto MRSC começou em 2012, quando Eduardo Leporo resolveu sair pelas ruas de São Paulo para captar a rotina dos cães que vivem nas ruas. Lançar a luz sobre esses seres quase invisíveis e aproximá-los dos olhares apressados da cidade foi a escolha desse artista que resolveu apostar suas fichas em uma visão nada tradicional, indo além da fotografia e destacando esses seres que passam desapercebidos todos os dias. A beleza das imagens captadas traz a memória cenas comuns, mas que não são vistas com atenção no dia a dia paulistano.

E após inúmeras captações, o fotógrafo começou a divulgar o projeto em todo o País em 2015, sendo o primeiro passo a realização de seis exposições na capital paulista, seguido do lançamento de um livro que compila diversos cliques, além da apresentação de seus materiais em Lisboa, Portugal. Para 2016, está entre os planos de Eduardo uma nova edição do livro MRSC com fotos de animais de diferentes Estados brasileiros, a realização de exposições em outras cidades e a fundação do projeto social MRSC, uma iniciativa que será ainda maior que histórias e fotografias.

Confira o vídeo da última ação realizada pelo grupo MRSC, no dia 17 de julho, domingo: 



 

Sobre a Saúde Animal da Bayer
Proteger os animais e beneficiar as pessoas. É com esta missão que a Bayer pesquisa e desenvolve desde 1919 produtos farmacêuticos e de higiene para uso veterinário tanto para animais de companhia, quanto para animais de produção. Atualmente, aproximadamente 100 diferentes produtos são comercializados ao redor do mundo. No Brasil, a área de Saúde Animal atua em duas unidades de negócios: Animais de Companhia (cães e gatos) e Animais de Produção (Aves; Suínos e Aquacultura e Bovinos).
No segmento de Animais de Companhia, a Bayer oferece soluções eficazes e práticas para a saúde e bem-estar dos pets. O portfólio de produtos antiparasitários destinados para cães e gatos tratam e previnem parasitas como pulgas, carrapatos e mosquitos sem que os mesmos precisem picar o animal, evitando assim a transmissão de doenças e ajudando a proteger a saúde dos pets e de toda a família. A Saúde Animal mantém ainda uma linha completa de soluções inovadoras como vermífugos, antimicrobianos e suplementos nutricionais para cães e gatos.

A Petrobras precisa (voltar a) ser uma empresa



Pedro Parente assumiu há pouco mais de um mês a presidência da Petrobras para vencer o desafio de sair do atoleiro ao qual a empresa foi atirada pelos desgovernos consecutivos de Lula e Dilma Rousseff. É a hora, de uma vez por todas, de encarar a Petrobras como uma empresa que é estatal sim, mas também integrante do mercado mundial, sujeita às regras internacionais e livre de influências político-partidárias. É hora de voltar a ser uma empresa de fato.

Ao assumir o cargo, o novo presidente anunciou três pilares que guiarão sua gestão. O primeiro é a consolidação da nova governança, que seja capaz de garantir a plena recuperação da credibilidade junto aos acionistas, os credores, o mercado e, por último, mas não menos importante, o conjunto da sociedade, nas palavras do próprio Parente.

O segundo é a noção de responsabilidade econômica e financeira em absolutamente todos os planos da empresa, com capacidade de gerar retorno econômico adequado. O terceiro inclui abertura de parcerias, fortalecimento da gestão de riscos e tratamento e monitoramento dos riscos aos quais está sujeita. Não só riscos estratégicos e operacionais, mas também de mercado, de imagem, além de redobrada atenção para os operacionais e socioambientais.

Indicado pelo presidente interino Michel Temer para substituir Aldemir Bendine, Pedro Parente integra uma nova equipe que tem agradado o mercado financeiro, com nomes respeitados como Henrique Meirelles (Ministério da Fazenda), Ilan Goldfajn (Banco Central) e Maria Silvia Bastos Marques (BNDES).

O novo presidente da empresa tem entre os principais desafios reduzir o endividamento e comandar o plano de desinvestimentos da petroleira – por meio da venda de ativos. É preciso também definir qual será a política de preços de combustíveis em meio à queda dos preços internacionais do petróleo e fazer a companhia voltar a operar no azul.

São desafios que devem ser enfrentados para recuperar o valor de mercado da Petrobras. Ela chegou a valer R$ 510,3 bilhões em 2008, número que caiu abaixo de R$ 100 bilhões no ano passado, retornando para o patamar de R$ 120 bilhões no fechamento de maio.

Medidas que precisam ser tomadas para reverter a desvalorização do preço das ações da empresa, que fecharam junho cotadas a R$ 9,42, acumulando queda próxima a 25% em um ano. Em 2016, entretanto, as ações subiram 37% considerada a cotação dos últimos dias, mas ainda seguem distantes das máximas, atingidas na passagem de 2007 para 2008, quando chegaram a superar R$ 33.

Essas mudanças positivas devem ser guiadas sempre por critérios empresariais, por uma visão de uma Petrobras orgulho nacional enquanto empresa, e não facilitadora de propinas em contratos públicos, financiadora de esquemas de corrupção. É preciso deixar para trás esse triste período de superfaturamentos e desvios.

Agora estes fatos devem ser página virada e assunto para Polícia Federal, Ministério Público Federal e os devidos processos legais. A Petrobras precisa sim ter suas ingerências passadas investigadas, seus culpados punidos e os maus exemplos sempre lembrados, mas sem que isso retarde seus passos para o futuro.

É preciso lucidez para focar os esforços e as atenções em fatos que urgentemente precisam ser revertidos. O endividamento líquido da Petrobras passou de um patamar de R$ 100 bilhões, no fim de 2011, para mais de R$ 390 bilhões, no fim de 2015. Segundo o último balanço da companhia, o valor recuou para R$ 369,5 bilhões no fim de março, sendo que R$ 62 bilhões se referem à dívida de curto prazo.

A dívida bruta da Petrobras atingiu no 3º trimestre de 2015 o nível recorde de R$ 506,5 bilhões, o que levou a companhia a perder o grau de investimento (selo de bom pagador) e a ganhar o título de petroleira mais endividada do mundo e a 2ª empresa de capital aberto mais endividada da América Latina e Estados Unidos. O endividamento bruto, entretanto, recuou, passando para R$ 492,849 bilhões no final de 2015, e para R$ 450,015 bilhões no final de março deste ano.

Centro da Operação Lava-Jato, em abril de 2014, a companhia calculou em R$ 6,194 bilhões as perdas por conta da corrupção sistêmica instalada em seu cotidiano como se fosse algo natural. Sem falar no prejuízo acumulado por três trimestres seguidos.

No 1° trimestre, reportou um prejuízo líquido de R$ 1,246 bilhão. Em 2015, a empresa registrou perda recorde de R$ 34,836 bilhões, superando o resultado negativo de R$ 21,587 bilhões de 2014. Com essa sucessão, decidiu não pagar a acionistas dividendos referentes a 2014 e 2015.

Pedro Parente anunciou que em pouco menos de 90 dias apresentará um plano completo para tirar a empresa do lamaçal ao qual foi atirada. É preciso lembrar sempre que a Petrobras não é uma vergonha para o Brasil, pelo contrário, sempre foi motivo de orgulho e símbolo da nossa capacidade. Vergonha é o que fizeram com ela e agora precisa, urgentemente, ser desfeito.





Arnaldo Jardim - deputado federal licenciado (PPS-SP) e secretario de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
E-mail: arnaldojardim@arnaldojardim.com.br
Site oficial: www.arnaldojardim.com.br
Twitter: @ArnaldoJardim

Advil convida população para mutirão de acessibilidade




Mapeamento de lugares preparados para receber pessoas com mobilidade reduzida acontece no dia 28 de julho

Trabalhar, passear, fazer compras ou estudar. A rotina está repleta de atividades e compromissos que não podemos deixar de cumprir. Só percebemos a importância da mobilidade para realizar essas tarefas quando algum obstáculo atrapalha nosso caminho. Idosos, gestantes, pais com carrinhos de bebê, obesos ou pessoas com deficiência física também precisam ter seu direito de ir e vir garantido. Dessa forma, por acreditar que facilitar a vida é também pensar na necessidade de todos os cidadãos e, principalmente, para inspirar as pessoas a realizarem o que elas desejam, Advil – o analgésico mais vendido no mundo - promove a campanha #Nada Atrapalha Meu Caminho e incentiva o movimento pela mobilidade.

A marca acredita que empoderar as pessoas com informação e acesso permite que elas tenham mais autonomia e qualidade de vida. Por isso, uma das iniciativas da campanha é o apoio ao aplicativo Biomob, uma ferramenta que promove o compartilhamento da informação, acessibilidade e mobilidade urbana para todos.

O gerente de grupo de produtos da Pfizer Consumer Healthcare, Elio Dilburt, destaca que #Nada Atrapalha Meu Caminho “é uma inspiração para que as pessoas não desistam de seus objetivos por causa de obstáculos, sejam eles originados pela dor ou, neste caso, pela dificuldade de mobilidade”. Essa temática tem sido usada pela marca desde o início de 2015, reforçando que a dor pode e deve ser combatida, para que ela não atrapalhe o caminho das pessoas. “Por isso, faz todo sentido Advil apoiar essa iniciativa. Nem a dor, nem a mobilidade podem impedir que as pessoas tenham autonomia e sigam com suas rotinas”, resume Dilburt.

O arquiteto especialista em acessibilidade Mario Cezar da Silveira destaca que acessibilidade é uma necessidade que todos teremos no futuro, devido ao envelhecimento, perdas funcionais, deficiência adquirida ou até mesmo uma gravidez. Por isso, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente acontece quando não há barreiras e os espaços são pensados para todas as pessoas, por toda a vida. De acordo com o IBGE, o Brasil possui hoje 13 milhões de pessoas com deficiência motora, mais de 20 milhões de idosos, quase 19 milhões de obesos e 800 mil gestantes por ano. A previsão é que, em 2040, 27% da população tenha mais de 60 anos, ou seja, 55 milhões de pessoas.

Dessa forma, promover ações que gerem a autonomia e promovam a mobilidade, como essa apoiada por Advil, é uma forma de garantir que todos tenham uma vida ativa e de qualidade. “Um local acessível é mais confortável para todos e a adaptação de um estabelecimento deve ser vista como investimento, já que incentiva a frequência de novos clientes”, reforça, Silveira.

Mutirão da acessibilidade
Para mapear lugares acessíveis e valorizar boas iniciativas, será realizado um mutirão em São Paulo, no dia 28 de julho. A população está convidada a participar, avaliando a acessibilidade de estabelecimentos por meio do aplicativo Biomob e, assim, promover cidades melhores para todos. Após um pequeno treinamento, todos sairão às ruas juntos, para visitar lugares acessíveis e, em tempo real, dar uma nota para cada item de acessibilidade.

Quem não puder comparecer à ação presencial ou estiver em qualquer outra cidade do Brasil pode contribuir mesmo assim. Ao visitar um local, basta procurá-lo no aplicativo e fazer a avaliação, a qualquer momento. O Biomob também detecta a localização do usuário e sugere lugares próximos - que atendam à necessidade específica dele – e também permite a busca por nome ou tipo de estabelecimento. Bares, restaurantes, academias, teatros, shoppings, hotéis e parques são avaliados com base na norma NBR 9050 – que estabelece as regras de acessibilidade para edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos - e recebem notas de 0 a 5 para todos os itens (calçada, entrada, banheiro adaptado, sinalizações etc.).

A participação da sociedade na iniciativa é fundamental para que a informação seja compartilhada. “O projeto Biomob cresce por meio dos voluntários, que multiplicam a ideia e incluem a mobilidade na pauta de todo cidadão”, explica Rodrigo Credidio, um dos criadores da ferramenta.

O aplicativo é gratuito para os usuários e também para as empresas que quiserem incluir seus estabelecimentos, desde que apresentem um nível mínimo de acessibilidade. Biomob é uma iniciativa da Goodbros e da BioMais, empresas que atuam para melhorar o bem-estar das pessoas com deficiência, e tem o apoio de Advil.

Dor atrapalha atividades pessoais e profissionais

A dor também é um dos motivos que dificultam a realização de tarefas do dia a dia. O impacto na rotina chega a ser tão expressivo que três em cada quatro brasileiros relatam que a dor atrapalha alguma atividade diária. O dado é da Pesquisa “A Dor no Cotidiano”, feita pelo IBOPE CONECTA em parceria com Advil no final de 2015.

A enquete mostrou que dor de cabeça e enxaqueca (65%), a dor nas costas (41%) e a dor muscular (40%) foram as mais frequentes para homens e mulheres nos três meses anteriores à pesquisa. Mas a dor de cabeça ainda é a grande “vilã”. Quando perguntados sobre qual dessas dores mais atrapalhou sua rotina, ela foi a mais citada.

O médico neurologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Daniel Ciampi ressalta que a dor é muito prevalente na população e tem um impacto enorme na vida das pessoas. “A perda pode ser medida inclusive de forma financeira, com faltas ao trabalho ou diminuição de rendimento, e impacta também o lado pessoal, com aumento da ansiedade, dificuldades no sono e atenção reduzida”, explica.

A pesquisa “A Dor no Cotidiano” confirma que realizar as tarefas diárias e objetivos não é nada fácil quando se tem dor. Para 63% dos entrevistados o trabalho é a principal atividade impactada, seguida do sono (32%), atividades domésticas (30%) e até mesmo o lazer (29%). No momento da dor, o que as pessoas mais buscam é o alívio rápido para que possam retomar as atividades do dia a dia. Essa solução pode ser encontrada com Advil, analgésico em cápsula líquida com ação rápida, a partir de 10 minutos.


Serviço:
Mutirão da acessibilidade - São Paulo:
Data: 28/07
Local: R. Machado Bittencourt, 361 na Vila Mariana
Vagas limitadas. Inscrições: https://goo.gl/tym21S

Treinamento será realizado antes do mutirão.

Para baixar o aplicativo, basta acessar o Google Play ou a Apple Store.
Informações disponíveis também em: www.biomob.com.br
Para saber mais sobre Advil acesse: www.advil.com.br

 


Sobre Advil
Analgésico mais vendido do mundoi, Advil é indicado para o alívio das dores, como dor de cabeça, nas costas e muscularesii. Há oito anos no mercado brasileiro, o produto se diferencia nesse segmento pela moderna apresentação em cápsula líquida, com início de ação rápido, a partir de 10 minutosiii.


Pfizer
A Pfizer Consumer Healthcare, divisão de consumo do grupo Pfizer, atua em mais de 90 países e comercializa produtos isentos de prescrição médica que promovem saúde e bem-estar para mais de 4 bilhões de consumidores em todo o mundo. No Brasil, a empresa atua nas categorias de analgésicos, antiácidos, multivitamínicos e nutricosméticos, representados pelas marcas Advil, Centrum, Caltrate, Clusivol, IMEDEEN, Magnésia Bisurada e Stresstabs. Hoje, o crescimento da PCH é impulsionado por três marcas globais: Centrum, o multivitamínico número 1 do mundo; Advil, o analgésico mais vendido globalmente, e Caltrate, a marca número 1 no mundo entre os suplementos de cálcio. Fundada em 1849 e instalada no Brasil desde 1952, a Pfizer está comprometida em fazer o melhor para colaborar para a qualidade de vida das pessoas em todas as etapas da vida, oferecendo opções terapêuticas para prevenção e tratamento de uma variedade de doenças. A companhia também mantém e acompanha projetos sociais voltados para educação, saúde e sustentabilidade no país.


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