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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Lactose pode ser nociva à saúde da pele




A lactose, substância presente no leite e derivados, pode causar problemas de pele. Por ser um alimento onde a proteína é encontrada em grande quantidade, o leite sempre foi visto como algo insubstituível nas dietas, principalmente para crianças e adolescentes.

Segundo o cirurgião plástico Dr. Marco Cassol, a pele é um dos primeiros órgãos a sofrer com os alimentos inadequados, “o leite, diferente do que a maioria das pessoas pensa, é um alimento nocivo pela difícil metabolização e isso pode causar diversos problemas na pele, como por exemplo, a acne”.

De acordo com o médico, o leite provoca aumento da secreção de insulina, hormônio que pode ampliar processos inflamatórios cutâneos, piorando o aspecto da pele. Há também casos em que a pessoa descobre a intolerância à lactose e, são nestes episódios, que os primeiros sintomas são notados na pele. “Coceiras, local áspero e bolinhas avermelhadas são sinais de rejeição ou alergia. O conselho é evitar alimentos com lactose na sua composição”, explica o médico. 

Porém, o teor de gordura do leite ou de seus derivados não influência o quadro da cútis. “Mesmo produtos sem gordura, ou seja, desnatados ou parcialmente desnatados, podem gerar picos de insulina. O aspecto e o agravamento dependerão de cada organismo”, finaliza. 




Dr. Marco Cassol - cirurgião plástico especialista em face feminina. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o cirurgião plástico, pode responder sobre botox, fios de sustentação da face absorvíveis, silicone nos seios, cirurgia para reduzir as mamas, criolipólise, microlipoaspiração, cirurgia íntima, novidades da área clínica, procedimentos estéticos, entre outros assuntos. Com mais de 15 anos de experiência, é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Site: www.marcocassol.com.br.

Estudo aponta risco em adoçante à base de sucralose em bebida quente - Cuidado com o adoçante!



Unicamp aponta risco em adoçante à base de sucralose em bebida quente Uma pesquisa realizada pela Unicamp, em Campinas (SP), mostra que o uso de adoçante à base de sucralose pode fazer mal quando misturado com alimentos quentes. Pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas descobriram que quando aquecida, a molécula sofre mudança na estrutura e libera susbtâncias tóxicas.

A sucralose é um derivado do próprio açúcar da cana, mas com moléculas modificadas através de processos químicos. Ela é um dos adoçantes mais consumidos no mundo. No entanto, apesar dos rótulos informarem que ela pode ser utilizada em bebidas quentes como chás e cafés, os pesquisadores descobriram que quando aquecida a 90ºC por mais de 15 minutos, sua composição se transforma.


Transformação
Isso acontece porque existe um processo de combustão de matéria orgânica. Se decompôs, carbonizou, e nessa carbonização, nessa decomposição os compostos foram então transformados. Os testes realizados em laboratório mostraram que a sucralose aquecida liberou substâncias tóxicas e cumulativas no organismo. As principais foram os "HPAs", que são os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias semelhantes as encontradas na gordura do churrasco e com grande potencial cancerígeno.


Cuidado com o adoçante!

Os adoçantes são utilizados em substituição ao açúcar, com o objetivo de emagrecer, ou até mesmo reduzir os níveis de glicose na corrente sanguínea. Contudo, é necessário alertar que eles são produtos artificiais e podem trazer uma ação tóxica para o organismo. O uso em excesso desse produto e a escolha da substância pode ocasionar alguns efeitos adversos na saúde. Na verdade, tudo que é consumido pelo indivíduo deve basear-se no equilíbrio, na relação de proporção entre o que é ingerido.

Paula Castilho, nutricionista da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, dá dicas de como usar e substituir o adoçante. “As pessoas que necessitam do uso dos adoçantes por questões de obesidade, alguma patologia como diabetes ou preocupados com a estética, geralmente o utilizam sem nenhuma restrição e acreditam que essa atitude não poderá prejudicá-lo futuramente”, explica Paula.

Existem vários tipos de substâncias que compõem os adoçantes artificiais, entre elas podemos destacar a sacarina, o ciclamato e o aspartame.

A sacarina é um dos mais conhecidos entre os tipos de adoçantes presentes no mercado. Ela é composta por enxofre e nitrogênio. No passado, pesquisadores alertaram para o perigo no uso dessa substância, uma vez que esta poderia estar relacionada com o surgimento de câncer de bexiga em ratos. Além de, conter sódio e devem ser evitados por pessoas hipertensas.

Já o uso do aspartame pode estar associado ao surgimento de doenças como Mal de Alzheimer e doenças de Parkinson. Ainda pode-se relacionar o uso de adoçantes ao surgimento de câncer. Obesos: o aspartame faz com que deseje carboidrato e engorde. Grávidas: o aspartame causa malformação fetal. Pais: podem oferecer adoçantes a crianças com diabetes ou com sobrepeso, porém o seu consumo é calculado de acordo com peso. Cuidado.

Além disso, o “açúcar” contido nos adoçantes acaba por mascarrar a quantidade real de calorias ingeridas pelo nosso corpo, dessa forma o organismo passa a associar o sabor doce com uma baixa ingestão de calorias, sendo que o correto seria associá-lo a um aumento no número de calorias ingeridas.

Consequentemente o efeito emagrecedor dos adoçantes pode ser revertido em um ganho de peso. Porém, deve-se destacar a importância dos adoçantes para diabéticos, por exemplo.

O consumo de adoçantes não deve ser em excesso, o usuário deve levar em consideração as quantidades recomendadas e as indicações quanto ao uso do produto, dessa forma evita-se possíveis problemas relacionados ao uso dos adoçantes.

O consumo de açúcar é extremamente restrito e deve ser controlado. Proibido para diabéticos- devido ao aumento da insulina- e usado com cautela para quem quer perder peso.

A sacarina, também conhecida de açúcar para diabéticos foi o primeiro substituto artificial do açúcar. Ela é feita da destilação do carvão, e é sintetizada do ácido toluenossulfônico (derivado da indústria petrolífera). Ciclamato e sacarina de sódio são derivados do ciclo hexioamina (um dos compostos do petróleo). O ciclamato foi proibido nos estados unidos por suspeitar ser a causa de câncer na bexiga. Sem comprovação científica, o produto voltou a ser consumido.


Adocantes Naturais
Opte sempre pelosadoçantes naturais, são extraídos das frutas, do mel, plantas. São derivados da frutose (frutas e mel), sorbitol (frutas e algas).

Estévia: é o mais indicado, porém sem aditivos com esteviosídios. Consumir o mais puro possível.

Sucralose: Adoçante de baixa caloria, não causa cárie, indicado para crianças e grávidas.

Açúcar mascavo: açúcar integral, com vitaminas e sais minerais derivados do caldo de cana. Quanto mais escuro for, mais rico em nutrientes é.  Não possui aditivos derivados do intenso refinamento tornando-o mais compacto e natural.

New Sugar: Criado pela equipe da faculdade de engenharia de alimentos da Unicamp, além de não ter calorias, não causa cáries e ainda melhora a flora intestinal. O adoçante tem sabor semelhante ao açúcar refinado e pode ser usado da mesma forma.

Preste mais atenção nos rótulos dos produtos às vezes têm produtos muito semelhantes no mercado, mas quando olhamos sua composição, eles são totalmente diferentes. Faça a escolha certa. Seu organismo agradece!




Paula Castilho- Nutricionista da Sabor Integral


Paula Fernandes Castilho
Nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Nutrição Clínica pelo GANEP Capacitada em Fitoterapia em Nutricosméticos. Diretora da Sabor Integral Consultoria em Nutrição


Saiba mais sobre a sífilis congênita



De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, em 2015, o número de casos de sífilis apresentou o expressivo aumento de 603% nos últimos seis anos. Os índices dos quadros congênitos também mostrou crescimento, chegando a 135% - todavia, o valor nas gestantes é o mais impressionante, de 1.047%.

Causada pela bactéria Treponema pallidum, a sífilis manifesta-se em até três estágios, com mais sintomas nos dois primeiros. A principal via de transmissão é através do contacto sexual, mas a infecção também pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez ou no momento do nascimento. O quadro primário, chamado cancro duro, é caracterizado por úlcera genital, geralmente indolor, que ocorre no local de contato com a bactéria. Muitas mulheres não percebem a existência da lesão. Adriana Campaner, Primeira Tesoureira da Associação de Obstetrícia Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP) explica que “essa fase desaparece após cerca de duas a três semanas, sendo que a mulher pode evoluir para a sífilis secundária, com lesões de pele que favorecem o diagnóstico; além disso, também é comum queda de cabelo, manchas e condiloma plano, cuja aparência é similar ao condiloma verruco do HPV, bem como outros sintomas clínicos”.

Se não tratada, muitas vezes os sintomas  desaparecem e o indivíduo entra na fase latente; ou seja, só vai ser descoberta a sífilis quando fizer um exame de sangue. Após um ano, é considerada forma tardia. Existe também a sífilis terciária, com lesões vasculares e neurológicas, bem como gomas sifilíticas, dentre outros, que são formas raras.

Congênita

Controlar a doença durante a gestação é um fator primordial para se evitar a transmissão para o recém-nascido. Uma das medidas para tanto é o tratamento com penicilina benzatina, que passa pela barreira placentária e protege o feto concomitantemente.

“O acompanhamento pré-natal deve ser feito por meio de dois exames (VDRL e FTA-ABS) no primeiro trimestre e, caso positivo, já se inicia o tratamento. Alguns também recomendam a triagem no segundo e terceiro trimestre, além de sua realização na hora do parto”, informa. “Inclusive, coordeno um grupo de pós-graduação, no qual fizemos um trabalho de rastreio de DST no puerpério. Dentre as mil mulheres que participaram do estudo, apenas 30% tinham a sorologia no primeiro e segundo trimestre de gestação. No terceiro, o índice chegava a 70%”, continua.

Em casos de sífilis congênita, pode ocorrer aborto, má formação do feto ou morte no nascituro. O cuidado deve ser especial no momento do parto, a fim de evitar sequelas no bebê como cegueira, surdez e deficiência mental.

Seus sinais podem surgir após o nascimento até os primeiros dois meses de vida. Ao nascer, a criança pode ter pneumonia, feridas pelo corpo e problemas ósseos, por exemplo. Para se evitar complicações, o recém-nascido permanece internado por cerca de dez dias para tratamento.

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