A ação, em conjunto com o Instituto Natura e o Movimento pelo Cuidado das Mamas, promove o diálogo sobre o autocuidado e a atenção à saúde feminina.
Neste Outubro
Rosa, a Avon apresenta sua nova marca social, a Avon Por Elas, e lança a
campanha "Se tem mama, tem conversa". Criada pela VML Brasil em
parceria com o Instituto Natura e apoiada pelo Movimento pelo Cuidado das
Mamas, a iniciativa tem como objetivo incentivar a conversa sobre o cuidado com
a saúde das mamas e o acesso ao diagnóstico precoce do câncer.
A campanha parte
de um dado: segundo o Panorama
do Câncer de Mama, estudo da marca e do Instituto
junto a parceiros, a cobertura mamográfica no Brasil em 2025, considerando
apenas as mulheres na faixa etária alvo para o rastreio do câncer de mama,
ficou em 22,1%, enquanto a cobertura mínima recomendada pela OMS é de 70%. Além
disso, o Índice
de Conscientização sobre Saúde das Mamas mostra que,
apesar do aumento das buscas por informação sobre o tema, muitas mulheres ainda
desconhecem seus direitos e o acesso ao exame pelo SUS. O medo do exame e do
resultado e a falta de conversa sobre o assunto ainda levam muitas delas a
adiar o cuidado.
A resposta da Avon
e do Instituto Natura é um convite à conversa: se o medo passa de mulher para
mulher, a confiança também pode passar. A campanha mostra que um lembrete, um
acompanhamento, uma troca ou um convite podem ser o primeiro passo para que
mães, avós, filhas, amigas e colegas cuidem da saúde das mamas.
A iniciativa chega
às mulheres por várias frentes. Nas redes sociais, os conteúdos combinam
informação sobre direitos, mensagens para compartilhar e relatos reais de
criadores de conteúdo, que contam suas próprias experiências com os exames para
estimular a conversa. A ação ganha ainda mais força com a rede de Consultoras
Avon, que atuam como influenciadoras divulgando a campanha no WhatsApp e
direcionando as pessoas para o site informativo do Instituto Natura.
"Quando o
assunto é cuidado, nenhuma mulher deveria se sentir sozinha. Neste Outubro
Rosa, usamos a força dessa conexão entre mulheres para transformar a conversa
em cuidado. Uma pergunta, um lembrete ou um convite entre amigas, mães e filhas
pode ser o primeiro passo para o diagnóstico precoce", afirma Stella Pirani CSO da VML Brasil.
“A
conscientização, em paralelo a políticas públicas eficientes, é fundamental
para que as mulheres consigam acessar seus direitos garantidos por Lei, como o
prazo máximo de 30 dias para a realização da mamografia após a suspeita do câncer
e de 60 dias a partir do diagnóstico para início do tratamento. O tempo é um
fator fundamental para um bom prognóstico do câncer de mama, já que a sua
chance de cura é de 95% quando diagnosticado no início”, afirma Maria
Slemenson, superintendente do Instituto Natura Brasil.
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