Um setor em pleno aquecimento e expansão. É o que tem acontecido com o segmento das canetas emagrecedoras em todo o mundo. Com a proximidade do fim de exclusividade de algumas patentes e as discussões sobre o licenciamento de novas tecnologias, o cenário brasileiro de saúde se prepara para mais avanços no acesso a tratamentos modernos.
Nesse novo cenário, o mercado deve observar dois movimentos simultâneos: o estímulo à competitividade e o desafio de manter o investimento em inovação. Por um lado, a entrada de novos fabricantes pode acelerar melhorias em design e usabilidade dos dispositivos. Por outro, o setor precisa garantir que a busca por custos menores não comprometa a eficácia clínica comprovada. O que isso significa na prática? A redução do preço das canetas emagrecedoras.
“É claro que a redução de
valores é essencial e tornará o mercado ainda mais atrativo. Mas o ponto
principal que queremos reforçar é a questão da segurança. Com a diversificação,
a fiscalização da ANVISA e o acompanhamento médico tornam-se ainda mais
fundamentais para coibir ofertas que não possuam evidências científicas
sólidas”, afirma Marcos Caringi, Diretor de Growth e Marketing da Voy. Para o
executivo, o papel das empresas de saúde neste momento é atuar como uma
curadoria técnica para o consumidor final.
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