- EUA cai e Canadá,
Alemanha, Espanha Itália lideram o ranking como destinos preferidos pelos
brasileiros
- Para 2026 a tendência é crescimento em experiências mais curtas orientadas para carreira global em diferentes faixas etárias;
- experiência internacional entra na agenda do
público 45+
- Ásia é novo destino e
hub global de intercâmbio especialmente em áreas como TI e Agronegócio
A educação
internacional vem se consolidando como parte do planejamento de carreira de
famílias e de estudantes brasileiros em diferentes fases da vida. Levantamento
do STB, consultoria em educação internacional, revela que os programas de
graduação, pós e especialização no exterior cresceram 21%. O ensino médio
avançou 14% e o pre-college (cursos curtos que permitem vivência antes do
ensino superior) registrou alta de 18% em 2025 https://www.stb.com.br
Para
Christiana Bicalho, vice-presidente do STB e responsável pelas análises, 2026 é
um ano em que a educação internacional ocupará relevância ainda mais
estratégica dentro do mercado global de viagens. “A combinação de maior
competitividade no mundo do trabalho, transformações tecnológicas, novos
comportamentos de consumo educacional e mudanças nas políticas públicas internacionais
têm contribuído para que famílias e profissionais sigam priorizando o
investimento em educação no exterior”, diz.
Dentre os
programas como o Higher Education (graduação, pós, especialização), o
crescimento é atribuído à velocidade das transformações digitais, o que fez
registrar alta em programas ligados à tecnologia e inovação, como inteligência
artificial, engenharia de dados, marketing digital e gestão da inovação.
O
levantamento também aponta mudanças no mapa de destinos. EUA vêm em declínio ao
longo dos últimos tempos e, no último ano, registraram queda de 11%, por
questões relacionadas ao câmbio e maior rigor na concessão de vistos. Em
contrapartida, o Canadá avança com alta de 48% em 2025, impulsionado por
políticas migratórias mais abertas e boa relação custo-benefício, e a tendência
para 2026 é que o país permaneça com a sua política de valorização
educacional.
A Europa se
consolidou como um dos destinos preferidos em 2025 dos brasileiros para
estudar, especialmente Alemanha, Espanha e Itália. Programas bilíngues,
iniciativas de incentivo à internacionalização, maior abertura e receptividade
para estudantes estrangeiros posicionam a região como estratégica para a
internacionalização. “Esses países são acolhedores com os brasileiros e estudantes
que possuem dupla cidadania, por exemplo, têm a possibilidade de estudar com
equivalência financeira, em alguns casos, mais acessível comparada ao Brasil”,
explica Bicalho.
Para 2026,
outra tendência que vale colocar na lista para quem deseja a experiência lá
fora é a Ásia, que desponta como hub global de intercâmbio. A executiva explica
que universidades da Coreia do Sul, Japão e Singapura despontam como destinos
emergentes. “A China, por exemplo, é o país que mais forma doutores,
ultrapassando os EUA. Os recentes acordos firmados entre os governos dos dois
países também estimulam. Apesar da distância e do custo aéreo, o interesse
cresce entre universitários e profissionais do setor agro e tecnologia”, diz a
vice-presidente do STB.
A educação
internacional vai além do conhecimento técnico e especializado e alcança o
público 45+ que busca combinar atualização profissional com experiências de
vida cultural e bem-estar. “Nossa missão é ajustar a logística para
proporcionar a melhor vivência, seja para quem quer conhecer os museus da
Itália e aperfeiçoar o italiano, até mesmo para quem busca conexão individual e
busca imersão no Nepal. Hoje, o intercâmbio está cada vez mais conectado com o
projeto pessoal e fase da vida: amplia repertório, fortalece habilidades e
conecta as pessoas com o mundo externo e consigo mesmo”, finaliza. Mais
informações: https://www.stb.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário