Select Operadora de Saúde destaca onde o atendimento remoto ajuda de verdade — e quando não substitui a consulta presencial
A telemedicina deixou de ser tendência para se consolidar
como parte da rotina assistencial no Brasil. Regulamentada e incorporada por
operadoras e serviços de saúde, a modalidade amplia o acesso e dá agilidade ao
cuidado, desde que utilizada com critério. O desafio, segundo especialistas, é
compreender onde ela funciona melhor e em que situações o atendimento presencial
continua indispensável.
Para Select Operadora de Saúde, que já oferece
telemedicina aos seus beneficiários como parte do cuidado integral, o
atendimento remoto é uma ferramenta estratégica quando integrada à atenção
primária e à prevenção. “A telemedicina não veio para substituir o médico
presencial, mas para qualificar o acesso e organizar melhor o cuidado. Usada da
forma correta, ela reduz riscos, evita atrasos e melhora a experiência do
paciente”, afirma Luiz Dornelles, superintendente corporativo da Select
Operadora de Saúde.
Onde a telemedicina ajuda de verdade: 5 usos
corretos
1. Triagem e orientação inicial
A teleconsulta é eficiente para avaliar sintomas
iniciais, histórico e fatores de risco, ajudando a definir o próximo passo:
autocuidado, acompanhamento remoto ou encaminhamento presencial. “Ela orienta o
paciente desde o início e evita tanto a negligência quanto a procura
desnecessária por pronto atendimento, que poderia expor o paciente a outras
doenças, além de enfrentar filas de espera”, explica Dornelles.
2. Acompanhamento de doenças crônicas estáveis
Pacientes com condições já diagnosticadas, como
hipertensão ou diabetes, podem ser acompanhados remotamente para revisão de
metas, adesão ao tratamento e ajustes pontuais, sem perder o vínculo com a
equipe de saúde.
3. Leitura e explicação de exames já realizados
Com exames laboratoriais ou de imagem em mãos, a
telemedicina permite discutir resultados, esclarecer dúvidas e decidir, de
forma compartilhada, os próximos passos. “É um ganho de tempo e compreensão
para o paciente”, diz o executivo.
4. Saúde mental e atendimentos conversacionais
Quando clinicamente indicado, o atendimento remoto
favorece a continuidade do cuidado em saúde mental, ampliando o acesso e a
regularidade das consultas.
5. Acompanhamento pós-consulta ou
pós-procedimento
Check-ins de evolução, revisão de orientações e
identificação precoce de sinais de alerta são usos eficazes do atendimento
remoto.
Onde a telemedicina não substitui o presencial:
5 armadilhas comuns
1. Situações de urgência e emergência
Dor no peito, falta de ar intensa, sinais neurológicos
súbitos ou sangramentos importantes exigem avaliação imediata presencial. A
telemedicina não deve atrasar o atendimento de emergência.
2. Casos que dependem de exame físico detalhado
Avaliações que exigem palpação, ausculta, exame
neurológico completo ou inspeção clínica minuciosa têm limitações no ambiente
remoto.
3. Riscos à privacidade e ao sigilo
Plataformas improvisadas ou ambientes sem
confidencialidade comprometem a segurança da informação e a relação
médico-paciente. “Telemedicina exige prontuário, proteção de dados e
responsabilidade profissional”, ressalta Dornelles.
4. Falta de continuidade do cuidado
Atendimentos fragmentados, sem histórico clínico
integrado, aumentam o risco de decisões incompletas. A coordenação do cuidado é
essencial para a segurança do paciente.
5. Banalização do atendimento remoto
Usar a teleconsulta apenas como atalho para receitas ou
atestados, sem critério clínico, compromete a qualidade assistencial e a
confiança no modelo.
Telemedicina como parte do cuidado integral
Na avaliação da Select Operadora de Saúde, o sucesso da
telemedicina está na integração com a atenção primária, na prevenção e no
acompanhamento contínuo dos beneficiários. “O extenso atendimento faz parte da
espinha dorsal da Select. A telemedicina é uma aliada estratégica, mas sempre
conectada a uma rede assistencial preparada para acolher o paciente
presencialmente quando necessário”, afirma Luiz Dornelles.
Na Select, todos os teleatendimentos são feitos por
médicos qualificados, desde a primeira consulta. Segundo o superintendente, o
futuro do cuidado passa pelo equilíbrio entre tecnologia e contato humano. “A
boa medicina é aquela que usa a ferramenta certa, no momento certo, para cada
pessoa. E isso vale tanto para o atendimento remoto quanto para o presencial”,
completa.
A telemedicina também tem se consolidado como uma
importante ferramenta de apoio para pais e responsáveis no cuidado com a saúde
infantil. Com acesso rápido a orientações médicas e atendimentos
especializados, é possível esclarecer dúvidas, avaliar sintomas e receber
direcionamentos sem sair de casa. “Essa facilidade, disponível literalmente na
palma da mão, contribui para decisões mais seguras, agilidade no cuidado e
maior tranquilidade no dia a dia das famílias”, conclui.
Select Operadora de Planos de Saúde

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