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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Planejamento financeiro é estratégia indispensável para conquistar a casa própria

 Organização, disciplina e informação ajudam famílias a transformar o sonho do imóvel próprio em meta possível ainda em 2026

 

Realizar o sonho da casa própria está entre as principais metas financeiras dos brasileiros, especialmente no início de um novo ano. Com organização e planejamento, juntar dinheiro para comprar um apartamento pode deixar de parecer algo distante e se tornar um objetivo viável, inclusive para quem pretende financiar o imóvel ou utilizar programas habitacionais.

De acordo com especialistas do setor imobiliário, o primeiro passo é entender claramente qual é a meta financeira. Em geral, os bancos exigem uma entrada que varia entre 20% e 30% do valor do imóvel, percentual que deve orientar o planejamento inicial. “Ter clareza sobre o valor do imóvel desejado e o quanto será necessário para a entrada evita frustrações e permite traçar um plano realista”, afirma Simone Vieira, Superintendente de Operações Comerciais da HM Engenharia, referência em soluções imobiliárias acessíveis e de qualidade.

A organização do orçamento mensal é outro ponto decisivo. Anotar todos os gastos, desde despesas fixas, como moradia, transporte e alimentação, até pequenos custos do dia a dia, ajuda a identificar excessos e oportunidades de economia. 

A recomendação é dividir o orçamento em categorias, incluindo um valor fixo mensal destinado exclusivamente à compra do apartamento. “Mesmo que o valor reservado inicialmente seja pequeno, a constância faz toda a diferença ao longo do tempo”, reforça o porta-voz da HM Engenharia.

Separar o dinheiro destinado ao imóvel das finanças do dia a dia também é fundamental. Aplicações seguras e com liquidez, como Tesouro Selic e CDBs com resgate diário, são alternativas indicadas para quem busca proteger o valor guardado e ainda obter algum rendimento. Para perfis mais conservadores, a poupança pode ser uma opção inicial, embora ofereça menor rentabilidade.

Outro aliado importante no planejamento é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O saldo pode ser utilizado para compor a entrada, amortizar parcelas do financiamento ou reduzir o saldo devedor. 

“O FGTS é uma ferramenta valiosa para quem trabalha com carteira assinada e pode acelerar significativamente a conquista do imóvel”, explica Simone, ressaltando que existem regras específicas para o uso do recurso, como limites de valor do imóvel.

Além da entrada, o comprador precisa considerar custos adicionais, como escritura, registro em cartório e ITBI, que costumam representar entre 3% e 5% do valor do imóvel. No caso do primeiro imóvel, vale verificar a possibilidade de isenção do ITBI e do registro em cartório, conforme as regras do município e do enquadramento do comprador, o que pode reduzir significativamente os custos iniciais. Também é importante reservar recursos para mobília, eventuais reformas e uma reserva de emergência, garantindo tranquilidade no período pós-mudança.

Para quem busca facilidades, o mercado imobiliário oferece alternativas que ajudam a viabilizar a compra. “Hoje, existem condições que permitem parcelar a entrada e adequar o pagamento à realidade financeira de cada família, tornando o processo de compra mais acessível”, destaca Simone.

Segundo ele, com planejamento, disciplina e informação, o objetivo de comprar um apartamento pode sair do papel ainda em 2026. “Mais do que juntar dinheiro, é questão de criar uma estratégia e manter o foco, com orientação adequada e disciplina”, conclui.

 

HM Engenharia
www.maishm.com.br


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