Um
país hiperconectado gera novas demandas nutricionais
Diante dos desafios da era digital, ANVISA amplia o uso da luteína da flor de Tagetes erecta para crianças e adolescentes, dos 9 aos 18 anos, no Brasil
Ingrediente
natural amplamente estudado por seu papel na nutrição ocular e reconhecido por
sua presença na mácula — região da retina associada ao conforto visual e ao
esforço constante gerado pelo uso de telas — não era autorizado no Brasil.
O anúncio chega em um
momento em que o país vive um dos cenários mais intensos de exposição às telas
no mundo, no qual a luteína passa a ter um papel ainda mais relevante diante
dos hábitos digitais da população.
O brasileiro está entre os maiores usuários de telas do planeta. O relatório digital global1, produzido pela We Are Social em parceria com a Meltwater, revela no recorte de outubro de 2025, que 98,4% dos brasileiros com 16 anos ou mais usam o celular para acessar a internet, o que coloca o país no topo do ranking neste indicativo.
Outros dados do mesmo estudo revelam que nessa nova realidade marcada pelos nativos digitais, o Brasil figura entre os 10 países com maior intensidade de uso em diferentes categorias:
● Primeiro colocado, com 30,9% no uso de ferramentas online
relacionadas a cuidados com a saúde e 47,2% via telefone celular;
● Segundo no uso de ChatGPT, com 49,1% da sua população por mês;
● Quarto no ranking de horas de consumo de vídeos online e
primeiro no tempo passado assistindo televisão, ambos com mais de 17
horas por semana, com maior intensidade nas idades mais jovens;
● Quinto no ranking das populações mais conectadas no mundo, com
185 milhões de pessoas;
● Quinto colocado no consumo de qualquer tipo de conteúdo online,
com 98% da sua população.
Esse conjunto de dados
comprova: nossa rotina está cada vez mais mediada por telas, especialmente
entre crianças e adolescentes, e isso traz novas perguntas sobre nutrição,
desempenho cognitivo e saúde ocular.
Luteína FloraGLO®:
liderando com ciência e segurança
A baixa ingestão de
frutas e vegetais ainda é uma realidade no país.
Um estudo conduzido por
pesquisadoras brasileiras mostrou2 que 95% das crianças avaliadas
em idade escolar consumiam quantidade de frutas e vegetais abaixo do necessário
- 5 vezes ao dia. Esse déficit nutricional está associado a baixas
concentrações no plasma sanguíneo dos carotenoides, componentes essenciais para
a filtragem da luz azul proveniente das telas, e para a proteção natural dos
olhos.
Complementando o robusto
histórico científico da luteína, a Kemin apresentou neste ano, no congresso Brain
and Ocular Nutrition (BON), os resultados do mais recente estudo LuTEEN.
As evidências sugerem que a suplementação com Luteína FloraGLO®, em doses
diárias baixas e em crianças saudáveis na pré-adolescência e adolescência, pode
desempenhar um papel importante no apoio ao desempenho cognitivo e à saúde
ocular, bem como na redução da fadiga visual digital.3
Este estudo completa o
papel essencial da luteína em todas as idades e fases da vida, em especial,
entre jovens cuja alimentação moderna não supre adequadamente esse nutriente
devido a baixa ingestão de frutas e vegetais. Saiba mais aqui!
Uma decisão regulatória
que reconhece segurança, ciência e consistência
Com quase três décadas
dedicadas à pesquisa da luteína e mais de 100 estudos científicos publicados, a
Kemin consolidou uma trajetória exemplar de rigor, segurança e inovação. Nesse
contexto, a decisão da ANVISA de ampliar o uso da Luteína da flor de Tagetes
erecta para crianças e adolescentes, entre 9 e 18 anos, reforça a
relevância científica do ingrediente e posiciona a empresa como pioneira no
país ao oferecer uma solução segura e baseada em evidências para todos.
Assista ao vídeo sobre o mecanismo de ação da luteína: Link
Referências bibliográficas:
1 Maddalena, Sofia, and
Sofia Maddalena. “Digital 2026 - We Are Social UK.” We Are Social UK, 15 Oct.
2025, wearesocial.com/uk/blog/2025/10/digital-2026/.
2 Augusto, Rosangela
Aparecida, et al. “Associations between Low Consumption of Fruits and
Vegetables and Nutritional Deficiencies in Brazilian Schoolchildren.” Public
Health Nutrition, vol. 18, no. 5, 25 June 2014, pp. 927–935, Link.
3 Brain and Ocular Nutrition Conference 2025, Lecture Abstracts June 17th – 20th 2025, Endicott College, Massachusetts, USA. Journal of Alzheimer’s Disease. 2025;106(1_suppl):S1-S33. doi:10.1177/13872877251345099
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