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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

CORRERIA DE FIM DE ANO AUMENTA FRAUDES EM HOSPEDAGENS; PERITO EXPLICA COMO EVITAR PREJUÍZOS

Perito em crimes digitais alerta que até viajantes experientes podem ser enganados, veja dicas.


Com o calendário já em dezembro e a correria das viagens de fim de ano começando, o cenário para golpes fica ainda mais perigoso. Só no primeiro semestre deste ano, segundo a Febraban, foram registradas 174 mil ocorrências de fraudes online, muitas delas envolvendo páginas falsas que imitam e-commerces e promoções inexistentes enviadas por e-mail, SMS e WhatsApp.Na pressa de garantir uma hospedagem “boa e barata”, muitos viajantes acabam clicando nesses links e caindo em armadilhas cada vez mais sofisticadas, especialmente agora, quando a demanda sobe e a atenção diminui.

Os golpes vão desde anúncios falsos de casas e apartamentos de temporada até fraudes elaboradas que envolvem reservas inexistentes, links maliciosos e interceptação de dados em redes públicas de Wi-Fi. Wanderson Castilho, perito internacional em crimes digitais e CEO da Enetsec, explica que o final do ano é praticamente um prato cheio para os golpistas: “Em dezembro, as pessoas têm pressa e estão emocionalmente envolvidas com a ideia de viajar. Os criminosos sabem disso e investem tempo, tecnologia e estratégias mais elaboradas para fazer tudo parecer legítimo, de sites a documentos perfeitos”, afirma.

Ele lembra que até viajantes experientes podem ser enganados. “Hoje, 85% das compras são feitas online. Quanto mais dependemos da internet, mais fácil fica para o golpista criar uma narrativa convincente. Por isso é tão importante redobrar a atenção”, reforça

Para ajudar quem vai viajar, principalmente quem deixou tudo para a última hora, Wanderson Castilho lista as principais atitudes que podem impedir que um golpe transforme as férias em dor de cabeça.

Verifique se o site é verdadeiro: Antes de fazer qualquer reserva, o viajante precisa olhar além do cadeado e do “https”. Criminosos têm criado páginas falsas praticamente idênticas às originais, com o mesmo layout, cores e até falsos selos de segurança. Para evitar cair nesse tipo de armadilha, Castilho orienta que o usuário pesquise o nome da hospedagem no Google Maps e confirme se o endereço realmente existe, compare fotos para ver se não são imagens de bancos gratuitos e leia avaliações recentes, comentários repetidos, muito genéricos ou publicados todos no mesmo dia costumam indicar fraude. Outra regra essencial é nunca clicar em links enviados por mensagem ou redes sociais. “Quanto mais o site parece perfeito, mais atento você deve estar. Os golpistas são especialistas em copiar detalhes que passam despercebidos”, alerta o perito.

Fuja de ofertas boas demais: Ofertas irresistíveis são o anzol número um dos golpistas. Castilho explica que, no final do ano, os criminosos exploram justamente a ansiedade do viajante que deixou tudo para a última hora. Hospedagens luxuosas por valores muito abaixo do mercado, “última vaga disponível” ou contagens regressivas falsas são estratégias comuns para criar urgência e fazer a vítima agir por impulso. O recomendável é comparar o preço em diferentes plataformas e checar se a diferença entre os valores não é exagerada. Valores muito fora da realidade, principalmente em semanas de alta temporada, quase sempre indicam golpe. “Se a oferta parece uma oportunidade única, respire. Na maioria das vezes, é só um golpe muito bem montado”, afirma.

Use métodos de pagamento seguros: Outra orientação fundamental é optar por pagamentos que ofereçam possibilidade de contestação, como cartão de crédito ou plataformas reconhecidas. Golpistas raramente aceitam esse tipo de método; em vez disso, pedem PIX imediato, depósito bancário ou transferência para supostos “gerentes de reserva”. Quando isso acontece, é quase certo que se trata de fraude. Castilho reforça, ainda, que o consumidor nunca deve enviar fotos de documentos, dados de cartão de crédito ou informações pessoais por WhatsApp, e-mail ou mensagens diretas, já que esses canais são facilmente interceptados ou manipulados. “Golpe muito comum hoje é o falso atendimento do hotel pedindo confirmação via PIX. Parece profissional, mas é fraude”, explica.

Evite Wi-Fi público ao concluir reservas: A pressa e a conveniência fazem muitos viajantes realizarem reservas ou pagamentos usando Wi-Fi de aeroportos, shoppings ou cafés, mas essa prática pode abrir as portas para criminosos. Hackers conseguem criar redes falsas com nomes parecidos com os oficiais como “Hotel_FreeWiFi” ou “Aeroporto_WiFi” e, ao se conectar nelas, o usuário acaba entregando logins, senhas e até números de cartão. O ideal é usar a rede móvel do celular ou uma VPN confiável. Caso a conexão pública seja inevitável, nunca finalize compras, nem coloque informações pessoais.

Crie senhas fortes e ative dupla autenticação: Com o aumento das compras online, sobretudo em dezembro, senhas fracas se tornam um caminho rápido para prejuízos. Para o perito, é essencial usar combinações fortes, longas e diferentes para cada plataforma, além de ativar a verificação em duas etapas sempre que possível. Isso impede que o criminoso acesse suas contas mesmo que consiga sua senha por meio de vazamentos ou golpes de phishing. Outra recomendação é evitar salvar senhas automaticamente em computadores públicos ou no notebook do trabalho. “Uma única senha vazada pode abrir o caminho para golpes em cadeia”, ressalta

Por fim, priorize reservas em plataformas oficiais: Mesmo com tantas opções, reservar diretamente em plataformas grandes ou no site oficial do hotel ainda é a forma mais segura de viajar. Além de maior credibilidade, esses canais oferecem política de cancelamento clara, suporte eficiente e histórico de avaliações reais. Caso o viajante decida tratar diretamente com o proprietário, é fundamental pedir vídeos do imóvel feitos na hora, perguntar detalhes específicos sobre o local e verificar se o mesmo anúncio aparece em outras plataformas, muitas fraudes usam fotos roubadas de sites estrangeiros. Quando o anunciante insiste para finalizar a negociação “por fora” para “economizar taxas”, o alerta precisa ficar ainda maior. Esse é um dos modelos de golpe mais comuns hoje.

“A tecnologia evolui, mas os golpes também. O viajante precisa entender que a responsabilidade pela segurança digital não é apenas das plataformas. Parte dela está no comportamento: checar, confirmar e não agir no impulso”, finaliza o perito. 

 

Wanderson Castilho - Com mais de 5 mil casos resolvidos, o perito cibernético e físico, utiliza estratégias de detecção de mentiras e raciocínio lógico para interpretar os algoritmos dos crimes digitais. Autor de quatro livros importantes no segmento e há 30 anos no mercado, Wanderson Castilho refaz os passos dos criminosos virtuais para desvendar a metodologia empregada no crime digital. Certificado pelo Instituto de Treinamento de Análise de Comportamento (BATI) da Califórnia, responsável por treinar mais de 30 mil agentes policiais, entre eles profissionais do FBI, CIA e NSA. Também possui certificados em Certified Computing Professional – CCP – Mastery, Expert in Digital Forensics, é membro da ACFE (Association of Certified Fraud Examiners). E sua recente certificação como Especialista em investigação de criptomoedas pelo Blockchain Intelligence Group, ferramenta usada pelo FBI, o coloca hoje em um patamar de um dos maiores profissionais em crimes digitais do mundo sendo um dos especialistas mais cotados para resolver crimes cibernéticos.


Quando a compra sem serviço pode se tornar uma armadilha

Tempo, proprietária da plataforma de serviços e conveniências MMS (Muito Mais Serviços), ressalta a importância de os consumidores checarem se a montagem ou a instalação dos produtos está contemplada na hora da compra de ofertas anunciadas

 

Com o fim de ano se aproximando, o varejo brasileiro se prepara para a maior corrida de consumo da temporada. A Black Friday, ocorrida na última semana, movimentou no setor do e-commerce, de acordo com dados da consultoria Confi Neotrust, um total de R$ 4,76 bilhões. A Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que deve registrar o melhor desempenho da última década no Natal, e projeta R$ 72,71 bilhões em vendas no período. 

Contudo, em meio a esse volume recorde de bens duráveis e artigos para o lar, a Tempo, líder nos segmentos de assistências, conveniências e serviços especializados, faz um alerta crucial: a jornada não termina no checkout da compra. É necessário que o consumidor esteja atento na hora de aproveitar as ofertas, verificando se a aquisição do produto inclui o serviço de montagem ou instalação. 

É nesse momento que a plataforma Muito Mais Serviços (MMS) da companhia entra em cena para preencher a lacuna da conveniência e garantir que a instalação ou a montagem sejam bem executadas e proporcionem conveniência, segurança e tranquilidade ao consumidor. 

A plataforma MMS atua como uma robusta central de intermediação, conectando lojas físicas e virtuais a uma rede de parceiros de serviço altamente qualificados, com abrangência nacional. Ela foi desenhada para desonerar varejistas e fabricantes – que enfrentam custos e complexidade ao lidar com atividades fora do seu core business – e oferecer ao consumidor final uma experiência moderna de agendamento, acompanhamento e comunicação, do momento da compra até a finalização do serviço. 

Para garantir alta qualidade, a MMS investe continuamente em tecnologia, governança e no desenvolvimento de sua rede de profissionais. Os parceiros passam por rigorosa seleção, são submetidos a treinamentos com vídeos de instrução e pílulas de reforço de procedimento. O diferencial para manter altos padrões de prestação desses serviços está na aferição da satisfação do cliente, que é medida por pesquisa NPS, sendo que o algoritmo de distribuição prioriza os técnicos com melhor desempenho, o que assegura que o cliente final receba o melhor serviço disponível. 

“Nesta época de superdescontos e alto consumo, é fácil focar apenas no preço e esquecer que a experiência real de um novo produto começa quando ele está instalado e funcionando. O consumidor deve ser exigente e perguntar ao lojista se os serviços de montagem, instalação e assistência são garantidos por uma plataforma de alta governança. Um desconto só é vantajoso se não se tornar uma dor de cabeça no pós-compra. Nossa missão na MMS é transformar esse momento em uma experiência fluida e satisfatória”, ressalta Andreas Warkentin, Diretor da MMS.

 

Gemini Generator


Fundada em 1994 e consolidada como líder em assistência para grandes seguradoras e montadoras, a Tempo identificou, em 2019, a necessidade de expandir sua expertise em gestão operacional para o mercado de serviços de conveniência. Esse setor, historicamente marcado por informalidade e alta fragmentação, carecia de capilaridade e tecnologia para atender à complexidade logística exigida pelos grandes varejistas. Para solucionar esse desafio e assegurar a satisfação completa do cliente, a Tempo criou a MMS.
 

O portfólio de clientes da MMS reflete seu reconhecimento no mercado por atender gigantes do setor. Esses parceiros utilizam a plataforma para oferecer uma vasta gama de soluções que incluem montagem de móveis, instalação de TVs, utensílios da chamada linha branca (como lavadoras e lava-louças) e até serviços mais específicos, como instalação de fechaduras eletrônicas e conserto de eletrodomésticos, além de cobrir todo o ciclo de vida do produto. 

Com a Black Friday e o Natal ditando o ritmo do consumo de itens como móveis, eletrodomésticos e eletrônicos, a MMS se posiciona não apenas como um plus na venda, mas como um serviço essencial que eleva a competitividade do varejo. Ao oferecer soluções de montagem de móveis, instalação de linha branca e marrom, assistência técnica e conservação (incluindo serviços de higienização e impermeabilização de colchões e sofás), a Tempo garante a longevidade dos bens adquiridos e torna a conveniência um padrão, não uma exceção, na experiência de compra do consumidor brasileiro. 

"Mais do que apenas montar um móvel ou instalar uma TV, a MMS oferece um ecossistema completo de conveniência. O consumidor de hoje deve exigir do varejista soluções que garantam a longevidade do seu investimento – na instalação de uma coifa ou de um refrigerador French Door, na assistência técnica de eletroeletrônicos e até em serviços de conservação, como a impermeabilização de estofados e colchões. A Black Friday deve ser a porta de entrada para uma experiência completa no lar e na empresa, onde o serviço de ponta é a extensão natural da qualidade do produto”, completa o executivo.

 

Trabalho opcional: liberdade real ou privilégio de poucos?


Você trabalharia se não precisasse? Essa pergunta sempre soou como fantasia futurista, mas voltou ao centro do debate depois que Elon Musk afirmou, dias atrás, que em 10 a 20 anos o trabalho será opcional. Segundo ele, viveremos em um cenário onde robôs cuidarão de tudo, e ter um emprego será mais parecido com cultivar uma horta ou jogar videogame do que com uma obrigação econômica. 

A imagem pode fascinar, uma “abundância sustentável”, com renda básica universal elevada, acesso pleno à saúde, moradia e transporte, e humanos libertos da engrenagem produtiva. Mas é justamente aí que mora a provocação: estamos falando de liberdade de escolha ou do luxo reservado a uma elite tecnológico-financeira? 


Porque, sejamos honestos: abundância para quem? 

A história mostra que revoluções tecnológicas raramente distribuem riqueza de forma igual. Alguns países e grupos surfam a onda; outros, simplesmente afundam. Não é coincidência que metade dos estudantes de Harvard já tema que a IA torne suas futuras carreiras irrelevantes. O medo de se tornar descartável não é teoria, é sentimento geracional. 

E mesmo que governos adotem modelos como a Renda Básica Universal, isso resolve apenas parte do problema. Renda substitui salário. Mas não substitui o propósito. A ausência de pertencimento gera um risco real: o de formar o que Yuval Harari chama de uma “geração de inúteis”, não por incapacidade, mas por irrelevância econômica. Ninguém quer viver num futuro estilo Idiocracy: tecnologia de sobra, humanidade em falta. 

Do outro lado dessa discussão está Jensen Huang, CEO da NVIDIA, que prevê algo bem mais pé no chão: não vamos parar de trabalhar, vamos trabalhar diferente e talvez até mais. A IA abrirá novas ideias e projetos, e nosso tempo será preenchido por atividades que ainda nem conseguimos imaginar. Ou seja, o futuro do trabalho permanece uma briga de narrativas: libertação pela tecnologia ou intensificação do esforço humano? 

O fato é que, enquanto projetamos 2050, o presente já dá sinais de turbulência. Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, alertou que a criação de empregos nos EUA está “perto de zero”. Empresas gigantes congelam contratações e fazem demissões em massa citando IA como justificativa, ao mesmo tempo em que investem bilhões em automação. É o famoso “tira com uma mão e coloca com a outra”, mas, por enquanto, quem está sentindo a dor são os trabalhadores, especialmente os de funções repetitivas e de entrada. 

E se Musk está pintando uma utopia no horizonte, não podemos ignorar o cenário mais provável: trabalho opcional pode virar sinônimo de privilégio. Como disse Ali Gohar, “a maior divisão será entre aqueles que poderão se dar ao luxo de não trabalhar e os que não poderão”.

 

O que fazer, então? Esperar o futuro chegar? Nem pensar

O único caminho realista é a preparação: individual, corporativa e social. 

Nas empresas, vencerá quem transformar sua força de trabalho em “supertrabalhadores” aumentados por IA, em vez de substituí-los por algoritmos. Isso significa tornar reskilling e upskilling partes estruturantes do negócio, não campanhas motivacionais de fim de ano. Exige parcerias com universidades, hubs de tecnologia, organizações sérias e até o poder público. Inovar sozinho é brincar de futuro e perder. 

No plano individual, a agenda é ainda mais clara: 

·         Aos 20 anos, o desafio é não afogar-se no excesso. A geração Z entendeu que carreira linear acabou. Polyworking virou norma, e 60% dos brasileiros têm dois ou mais trabalhos. Isso traz autonomia, sim, mas também burnout, se mal administrado.

·         Aos 40, é hora de reinvenção consciente. Quem cresceu acreditando em estabilidade precisa entender que atualização constante virou questão de sobrevivência. Misturar experiência com ousadia não é opção; é exigência.

No futuro, cada pessoa será quase uma startup de si mesma, negociando, construindo marca pessoal e encontrando nichos onde humanos ainda fazem diferença. E isso inclui preparação financeira. Requalificar-se, mudar de área, pausar para aprender… tudo isso custa. Transições bem-sucedidas não são atos impulsivos, são estratégias planejadas com orçamento, reserva e visão de médio prazo.


 

E é aqui que deixo a reflexão final provocativa, mas necessária.

 

Se o trabalho do futuro for mesmo opcional, apenas os relevantes poderão escolher não trabalhar. Os demais serão empurrados para a irrelevância econômica, social e até emocional.

 

A linha que separa utopia de pesadelo não será traçada pela tecnologia. Será traçada pela nossa postura.

 

Robôs podem fazer quase tudo. Mas relevância, propósito e humanidade continuam, e espero que sempre continuem, sendo tarefas exclusivamente nossas.

 

 

Adriana Melo - mentora financeira, especialista em finanças e tributação, com mais de 20 anos de experiência em finanças corporativas, planejamento, controladoria e uma especialização estratégica em tributação - diferencial raro entre executivos da área.


Terapia tripla passa a integrar o novo protocolo de tratamento da DPOC aprovado pelo Ministério da Saúde

Atualização do protocolo reforça diagnóstico padronizado com espirometria e aproxima o SUS das recomendações internacionais
 

O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União1 a versão atualizada do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), oficializando a adoção de novas recomendações diagnósticas e terapêuticas para os pacientes atendidos pelo SUS. Entre as mudanças, está a inclusão da terapia tripla em dispositivo único como opção de tratamento para pacientes graves e exacerbadores, a despeito da broncodilatação dupla de longa duração de ação, alinhando o cuidado prestado no sistema público às diretrizes da GOLD (Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease), referência internacional para diagnóstico e manejo da doença.

Para especialistas, a publicação representa um avanço na modernização do tratamento da DPOC no país e amplia as possibilidades terapêuticas de acordo com o perfil clínico de cada paciente. “A incorporação da terapia tripla representa uma ampliação relevante das opções terapêuticas. O tratamento tende a ser cada vez mais personalizado, considerando o perfil e a evolução clínica de cada pessoa”, afirma o pneumologista Roberto Stirbulov, Coordenador da Comissão de DPOC da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

Mais comum após os 50 anos, a DPOC está relacionada principalmente ao tabagismo, à inalação de fumaça da queima de lenha, poluição ambiental e produtos químicos, além de fatores como prematuridade e baixa função pulmonar no início da vida. Os sintomas mais comuns incluem falta de ar, tosse crônica e produção de muco — quadros que exigem avaliação com pneumologista e confirmação por espirometria, especialmente em fumantes ou ex-fumantes. Um dos pontos reforçados pelo novo PCDT é a padronização do diagnóstico, que deve obrigatoriamente incluir a determinação dos fluxos de ar pelas vias aéreas por meio da espirometria. O exame deve ser realizado precocemente em todos os pacientes sob risco da doença, pois além de determinar o grau do acometimento da função pulmonar, reduz sub e superdiagnósticos e encurta a jornada até o início do tratamento adequado.


O que muda com o novo PCDT

A atualização publicada prevê a recomendação de novas tecnologias, incluindo medicamentos mais modernos para o manejo da doença. As diretrizes seguem princípios atualizados da GOLD, reforçando boas práticas diagnósticas e terapêuticas. O processo de revisão contou com consultas públicas — a mais recente realizada em junho de 2025. O documento também orienta a busca de alternativas terapêuticas quando houver suspensão de medicamentos, sempre de acordo com a conduta médica. Com a publicação no Diário Oficial1, os medicamentos previstos no novo PCDT devem ser disponibilizados no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) e nas redes municipais, conforme a organização local.


Impacto da terapia tripla incorporada ao SUS e aumento de casos em indivíduos jovens

Com a terapia tripla oficialmente contemplada no novo PCDT, pacientes em acompanhamento poderão precisar de reavaliação médica para eventual ajuste da prescrição às diretrizes atualizadas. Essa adequação evita descontinuidade terapêutica e garante que o manejo da doença siga o protocolo vigente. Embora a DPOC seja mais prevalente em pessoas acima dos 40 anos¹, especialistas têm alertado para o aumento de diagnósticos em faixas etárias mais jovens. Alterações no desenvolvimento pulmonar, maior exposição a poluentes, uso de cigarros eletrônicos e o diagnóstico tardio — muitas vezes confundido com asma ou quadros respiratórios inespecíficos — têm antecipado o início dos sintomas. As mudanças no desenvolvimento pulmonar e o envelhecimento precoce do pulmão também podem influenciar a manifestação da doença mais cedo, reforçando a necessidade de protocolos que identifiquem casos fora do perfil tradicional.


Sobre a DPOC

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) engloba o enfisema pulmonar e a bronquite crônica, afetando cerca de 10,1% da população e 15,8% dos adultos acima de 40 anos na cidade de São Paulo. Mais comum após os 50 anos, a doença está ligada principalmente ao fumo e à inalação de outras fumaças, poluição, poeira e produtos químicos, além de fatores como prematuridade e baixa função pulmonar no início da vida adulta. Os sintomas típicos incluem falta de ar, tosse crônica e produção de muco — sinais que exigem avaliação com pneumologista e confirmação por espirometria, especialmente em fumantes ou ex-fumantes. A DPOC é progressiva e pode limitar atividades cotidianas. Entre as medidas essenciais estão interromper a exposição causadora — geralmente o tabagismo — e manter a vacinação em dia, incluindo contra Influenza, pneumococo, VSR, COVID-19 e coqueluche (DTP)¹.

  


Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia - SBPT


Referências:

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Dia da Justiça: por que a data importa e o que simboliza no Brasil


Celebrado em 8 de dezembro, o Dia da Justiça é uma data para homenagear o Poder Judiciário e todos os profissionais que atuam na promoção da justiça no país. Também reforça a importância de discutir o acesso aos direitos: mais de 70 milhões de brasileiros ainda não contam com atendimento adequado da Defensoria Pública, segundo dados divulgados pela DPU, o que evidencia como a garantia ainda está longe de alcançar toda a população.

 

Essa ocasião foi escolhida para coincidir com a festa da Imaculada Conceição, que é uma celebração católica em honra à Virgem Maria. Essa escolha reflete a ideia de justiça divina e proteção, conferindo à um simbolismo de integridade e moralidade. Ao longo do tempo, passou a representar não apenas a celebração do Poder Judiciário, mas também a reflexão sobre a importância da equidade e dos direitos para todos os cidadãos.

 

Instituído pelo Decreto-Lei nº 8.292/45, o Dia da Justiça é considerado feriado forense, e, por isso, não há expediente nos tribunais. Segundo normativas do próprio Judiciário, todos os prazos processuais que vencerem nesse marco são automaticamente prorrogados para o próximo dia útil, o que reforça o caráter oficial e nacional da celebração.

 

A justiça é um pilar fundamental para a estabilidade social, garantindo direitos e promovendo a equidade. Em um país como o Brasil, a importância do sistema judiciário se evidencia não apenas na resolução de conflitos, mas também na proteção dos direitos de milhões de cidadãos. Em 2024, o Judiciário brasileiro recebeu mais de 38 milhões de novos processos, evidenciando a alta demanda e a pressão sobre o sistema.

 

Assim como o Direito Previdenciário busca a justiça social ao garantir a manutenção do segurado, o sistema de Justiça é a ferramenta crucial para a efetivação de todos os direitos. A missão é dupla, defender as pessoas, assegurando que direitos como aposentadoria, auxílio-doença e pensão por morte sejam respeitados, e lutar pela equidade, garantindo que a lei seja aplicada de forma justa e corrigindo desigualdades. 


Dessa forma, a efeméride nos convida a refletir sobre a importância de fortalecer as instituições e os mecanismos que garantem a efetivação dos direitos. Mais do que uma celebração, reforça a necessidade de promover um sistema mais acessível, transparente e eficiente, capaz de responder às demandas da sociedade e reduzir desigualdades. 

 

Ao reconhecer o papel central da justiça na construção de uma sociedade mais equilibrada, somos chamados a renovar o compromisso com práticas que valorizem a equidade, a responsabilidade e a proteção dos cidadãos. É esse olhar atento e comprometido que fortalece o direito como um instrumento de transformação social.

 

Dra. Raquel Fabiana - advogada na Bosquê & Grieco Advogados Associados.



Enel alerta para cuidados com decorações de Natal e orienta como evitar acidentes elétricos.


Com a chegada do clima de Natal, muitas famílias começam a decorar suas casas com luzes, enfeites, e pisca-piscas para celebrar a época festiva. Nesse período, cresce o uso de itens elétricos e iluminados, o que exige atenção redobrada para garantir uma decoração segura. Por isso, a Enel Distribuição São Paulo reforça orientações simples que ajudam a prevenir acidentes elétricos e a evitar desperdício de energia.

A empresa destaca que grande parte dos incidentes envolvendo eletricidade está relacionada ao uso inadequado de materiais ou à falta de atenção durante a instalação. Luzes conectadas por longos períodos, fiações ressecadas e ligações improvisadas estão entre as principais causas de curtos-circuitos e princípios de incêndio.


Antes de instalar

Produtos guardados de anos anteriores, como pisca-piscas e extensões, devem ser verificados com atenção. Caso apresentem fios ressecados, partes rompidas, lâmpadas quebradas ou mau contato, o ideal é descartar e substituir por itens novos. A Enel reforça ainda que o uso de adaptadores tipo “T” deve ser evitado, já que concentra corrente em um único ponto, aumentando o risco de superaquecimento.


Instalações externas

Na área externa, a atenção deve ser redobrada. Sol, chuva e umidade aceleram a deterioração da fiação e ampliam o risco de choque elétrico e curto-circuito. Os enfeites não devem ser instalados próximos a locais que possam alagar, estruturas metálicas ou áreas de grande circulação de crianças e pets.


Economia de energia

Na hora da compra, é importante observar a potência indicada na embalagem: quanto maior o valor em watts (W), maior o consumo. A distribuidora recomenda produtos com tecnologia LED, que além de mais seguros, podem reduzir em até 80% o gasto de energia. Definir horários para o funcionamento das luzes, por exemplo, das 18h à meia-noite, também contribui para o uso eficiente da energia elétrica.


Dicas rápidas de segurança

  • Desligue o pisca-pisca da tomada antes de trocar lâmpadas.
  • Revise a instalação elétrica da residência antes de montar a decoração.
  • Prefira produtos certificados pelo Inmetro.
  • Evite luzes próximas a enfeites feitos de papel ou materiais inflamáveis.
  • Não passe fios por baixo de tapetes ou atrás de cortinas.
  • Mantenha os cabos fora do alcance de crianças e animais.
  • Nunca instale luzes sobre superfícies metálicas ou pontiagudas.
Outras dicas e orientações sobre o uso adequado da energia elétrica, segurança com instalações e cuidados com equipamentos podem ser encontradas no site da distribuidora.


Vai viajar para os EUA? Confira 6 perguntas da imigração que vale a pena treinar em inglês

Para muitos brasileiros, a entrevista de imigração nos Estados Unidos é um dos pontos de maior tensão da viagem, sobretudo pelo receio de não entender o agente ou travar na hora de falar inglês. Normalmente, a conversa é uma checagem direta sobre o motivo da viagem, tempo de estadia, hospedagem, ocupação e recursos financeiros. Especialista explica como treinar respostas simples e objetivas em inglês pode reduzir o nervosismo e tornar a passagem pela imigração mais segura. 

 

 A entrevista de imigração nos Estados Unidos não é uma prova de vocabulário sofisticado, e sim uma checagem rápida de informações básicas: motivo da viagem, tempo de permanência, onde o viajante vai se hospedar e como pretende se sustentar durante o período no país. Em geral, as perguntas feitas pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), seguem um roteiro parecido, com frases simples e diretas.

“O agente precisa entender quem é você, por que entrou no país e se sua situação está de acordo com o visto. Quando o passageiro conhece o tipo de pergunta que costuma aparecer e ensaia respostas objetivas em inglês, a conversa fica mais natural e o nervosismo diminui”, afirma Reginaldo Kaeneêne, CEO e fundador da KNN Idiomas. Segundo ele, o treino prévio ajuda o viajante a focar no conteúdo, e não apenas na tradução mental de cada palavra.

Confira seis perguntas frequentes na imigração dos EUA, com exemplos de resposta e dicas de vocabulário para responder com mais segurança, segundo o especialista.


  1. “What is the purpose of your trip?” – Qual é o motivo da sua viagem?

É, quase sempre, a primeira pergunta. O agente quer saber se a viagem é de turismo, negócios, estudo ou visita a familiares.

Sugestões de resposta:

  • “I’m here for tourism.” (Estou aqui a turismo.)
  • “I’m here on vacation with my family.” (Estou de férias com a minha família.)
  • “I’m here for a business conference.” (Vim para uma conferência de negócios.)

Dica: use palavras claras, sem explicações longas. Termos como tourism, vacation, business trip, conference, family visit resolvem a maioria dos casos.


  1. “How long will you stay in the United States?” – Por quanto tempo você vai ficar nos Estados Unidos?

Aqui, o agente confere se o tempo de estadia combina com o tipo de visto e com a passagem de volta.

Sugestões de resposta:

  • “I will stay for ten days.” (Vou ficar dez dias.)
  • “I will stay for two weeks.” (Vou ficar duas semanas.)
  • “I will stay for one month.” (Vou ficar um mês.)

Leve anotado o período exato da viagem e treine números, dias e meses em inglês para responder com firmeza.


  1. “Where will you be staying?” – Onde você vai se hospedar?

O agente verifica se o viajante tem hospedagem definida. Pode ser hotel, casa de amigos ou aluguel de temporada.

Sugestões de resposta:

  • “I’ll be staying at a hotel in Orlando.” (Vou ficar em um hotel em Orlando.)
  • “I’ll be staying at an Airbnb in Miami.” (Vou ficar em um Airbnb em Miami.)
  • “I’ll be staying at my cousin’s house in New York.” (Vou ficar na casa do meu primo em Nova York.)

Dica prática: tenha o endereço em papel ou no celular e, se possível, saiba pronunciar o nome da cidade. Caso não entenda a pergunta, você pode mostrar a confirmação da reserva.


  1. “Do you have a return ticket?” – Você tem passagem de volta?

A pergunta verifica se o visitante planeja sair do país dentro do prazo permitido.

Sugestões de resposta:

  • “Yes, my return flight is on January tenth.” (Sim, meu voo de volta é em 10 de janeiro.)
  • “Yes, I’m returning to Brazil on the thirtieth.” (Sim, volto ao Brasil no dia 30.)

Deixe a data gravada em inglês e, se o agente pedir, mostre o bilhete no celular.


  1. “What do you do for a living?” – O que você faz profissionalmente?

Nesse momento, o agente checa o vínculo do viajante com o país de origem: emprego, negócio próprio, estudos.

Sugestões de resposta:

  • “I’m a teacher.” (Sou professor.)
  • “I’m a student.” (Sou estudante.)
  • “I run my own business.” (Tenho meu próprio negócio.)

  1. “How much money are you carrying?” – Quanto dinheiro você está trazendo?

A pergunta pode incluir não só dinheiro em espécie, mas também cartões de crédito e pré-pagos.

Sugestões de resposta:

  • “I have about one thousand dollars in cash and a credit card.” (Tenho cerca de mil dólares em espécie e um cartão de crédito.)
  • “I have a travel card and some cash.” (Tenho um cartão de viagem e um pouco de dinheiro.)

Não é necessário informar valores exatos, mas a resposta precisa ser compatível com o tempo de estadia e o tipo de viagem.

“Em uma viagem internacional, falar inglês deixa de ser um diferencial e passa a ser condição básica de autonomia. Não é decorar frases prontas, é entender o que está sendo perguntado e ter segurança para responder. Quando o viajante consegue se comunicar em situações como a imigração, transporte ou imprevistos do dia a dia, toda a experiência muda de patamar, porque ele ganha independência e tranquilidade para resolver o que for preciso”, afirma Reginaldo Knn.

 


KNN Idiomas
www.knnidiomas.com.br

 

Nova opção para o empreendedor: fintechs conquistam preferência de 1 em cada 4 pequenos negócios

Pesquisa do Sebrae aponta que as empresas financeiras inovadoras estão remodelando o mercado e desafiando a hegemonia dos bancos convencionais 

 

Em pouco mais de dez anos de atuação no Brasil, as fintechs e os bancos digitais (empresas que oferecem serviços financeiros digitais inovadores) têm conquistado cada vez mais espaço no mercado antes dominado pelos bancos. Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), essas plataformas já são as preferidas por 26% dos donos de pequenos negócios, atrás apenas das instituições financeiras tradicionais (31%). 

De acordo com o levantamento, as fintechs e os bancos digitais lideram entre os microempreendedores individuais (33%), na única categoria em que os bancos convencionais ficam em segundo lugar (26%). Já entre as microempresas e empresas de pequeno porte, as fintechs e os bancos digitais figuram atrás das instituições tradicionais com 20% e 13% das preferências, respectivamente. 

Ainda segundo a pesquisa, os fatores idade e escolaridade são determinantes na escolha do tipo de instituição financeira preferida pelos empreendedores. No aspecto etário, a preferência pelas fintechs e os bancos digitais é maior entre os mais jovens, em especial na faixa de 25 a 44 anos, onde as plataformas superam os bancos tracionais (32% contra 27%). Já para os donos de negócios com 60 anos ou mais, as instituições convencionais lideram com larga vantagem (43%) sobre as fintechs e os bancos digitais (14%). 

Enquanto isso, as fintechs e os bancos digitais demonstram maior aderência entre os empreendedores com nível superior (28%), ficando neste grupo logo atrás dos bancos (32%). Para os donos de pequenos negócios com nível fundamental, a diferença entre os bancos convencionais e as fintechs e os bancos digitais é maior (26% contra 17%, respectivamente). 

O presidente do Sebrae, Décio Lima, comenta que os empreendedores brasileiros têm sido ágeis na incorporação de inovações. “A digitalização é uma realidade que não tem mais volta. Os donos de pequenos negócios entenderam isso e conseguiram se adaptar com rapidez.  

Para ele, é importante assegurar alternativas cada vez mais acessíveis e com custos financeiros viáveis aos donos de pequenos negócios. “São os pequenos que acordam todo dia e colocam a nossa economia em movimento, gerando a maior parte dos empregos formais do país. Nesse mercado que não foi feito para eles, é fundamental garantir um crédito seguro, que não se torne uma armadilha no futuro”, avalia.


Herbalife lança Gelato Proteico com 11 g de proteínas por porção



Com whey protein na composição, o Protein Ice Cream chega nos sabores baunilha e chocolate como uma opção deliciosa de sobremesa ou lanche

 

A Herbalife, marca n° 1 no mundo em nutrição para o bem-estar e um estilo de vida ativo*, inova mais uma vez em seu portifólio de produtos e acaba de lançar o Protein Ice Cream1 — um pó para o preparo de um delicioso gelato proteico, perfeito para quem quer se refrescar e, ao mesmo tempo, cuidar do seu bem-estar com muito prazer e sem peso na consciência, pois é baixo em calorias vazias!

 

Vegetariano, o produto traz whey protein em sua composição e oferece 11 gramas de proteína por porção de 100 gramas (2 bolas) — 160% a mais que a média do mercado — além de ter 25% menos calorias. Isso porque possui 90% menos açúcares adicionados e 42% menos gordura saturada em relação à média dos gelatos convencionais. Também é rico em fibras (12 g) e não contém glúten, além de garantir uma textura cremosa e muito sabor.

 

A novidade, que chega nos sabores baunilha e chocolate, é muito fácil de preparar: basta bater no liquidificador 260 gramas do pó do Protein Ice Cream com 240 ml de água gelada até obter uma mistura homogênea. Então, é só dividir em cinco porções individuais ou colocar em formas de picolé e levar ao freezer por, no mínimo, 4 horas.

 

Também é possível criar diferentes versões combinando o gelato com os sabores de Shake Herbalife. Basta bater no liquidificador a proporção de 2 xícaras de chá (208 g) do pó do Ice Cream Protein (208 g) para 5 colheres de sopa do pó do shake (52 g) com 285 ml de água e seguir os demais passos.

O Protein Ice Cream foi desenvolvido para ser oferecido pronto nos Espaços Vida Saudável gerenciados por Distribuidores Independentes da marca (busque no Google Maps o mais perto de você) ou para consumidores cadastrados no programa Cliente Premium ao valor de R$ 450,00** (a embalagem de 1.040 g, que rende 2 kg de gelato pronto ou 20 potinhos de 100 gramas) — cerca de R$ 22,50 cada potinho.

 

Proteínas e Sorvetes: mercados em expansão


Segundo relatório da Grand View Research, o mercado de sorvetes no Brasil movimentou US$ 6,66 bilhões em 2024 e deve chegar a US$ 9,48 bilhões até 2033, prometendo avançar a uma taxa média de crescimento anual de cerca de 4,1% no período entre 2025 e 2033.

 

Já o consumo de proteína ganhou espaço definitivo na rotina alimentar dos brasileiros. Segundo levantamento recente da Mintel, 16% afirmaram ter seguido alguma dieta rica em proteína nos últimos meses, ainda que por um período curto. Além disso, 67% demonstram interesse por produtos com benefícios adicionados, como alimentos ricos em vitaminas, minerais, fibras e, principalmente, alto teor proteico.

 

Essa tendência é especialmente forte entre os jovens adultos, sendo que mais da metade desses consumidores de 25 a 34 anos (54%) afirma buscar snacks que ajudem a aumentar a ingestão diária de proteína, percentual que chega a 50% entre os brasileiros de 16 a 24 anos.


Com um mercado de sorvetes em expansão e a crescente busca por opções com benefícios nutricionais, abre-se espaço para produtos que unam sabor e funcionalidade. “Nesse cenário, a Herbalife apresenta um produto inovador — gostoso, nutritivo e alinhado ao que o consumidor procura hoje: mais conveniência e escolhas que contribuam para o bem-estar no dia a dia”, afirma Jordan Rizetto, Vice-presidente de Marketing para as Américas Central e do Sul.

 

*Fonte: Euromonitor; de acordo com CH2025ed, nutrição para o bem-estar e um estilo de vida ativo definido por controlo de peso e bem-estar, nutrição desportiva e vitaminas e suplementos alimentares; quota de mercado combinada em % a preços de venda a retalho por proprietário de marca, dados de 2024"

 

**Preços de catálogo aplicáveis ao Estado de São Paulo.

 ¹Mistura para sopa instantânea sabor creme de cebola.

 

Como adquirir os produtos Herbalife 

Os produtos Herbalife são comercializados exclusivamente por distribuidores independentes. Eles também estão disponíveis nos EVSs (Espaços Vida Saudável) – procure o mais próximo de você – e para compra online direto da Herbalife por meio do programa Cliente Premium, que oferece descontos progressivos, entrega em domicílio, promoções exclusivas e todo o serviço personalizado do distribuidor independente (para quem se interessar).  Para se cadastrar como Cliente Premium, acesse o site https://clienteherbalife.com.br ou fale com um distribuidor independente Herbalife. O distribuidor independente é livre para definir seu próprio preço de venda para os clientes.



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