E-book destaca postura conservadora no início do
ano, oportunidades na queda de juros e o papel do dólar global como amortecedor
de riscos domésticos
A Genial Investimentos, um dos maiores conglomerados financeiros do Brasil, lança o "Melhores Investimentos 2026", guia que resume a estratégia da instituição para o ano. Com ambiente de indefinições político-econômicas, no Brasil e no exterior, o material traz uma perspectiva de cautela e diversificação de ativos, focando em oferecer uma solução eficaz para navegar o cenário de incertezas.
As opções destacam alocações
em ações domésticas e internacionais, renda fixa, com foco em títulos
pós-fixados e indexados à inflação, e ativos alternativos, que incluem fundos
imobiliários (FIIs), commodities metálicas e criptoativos. A recomendação
equilibra oportunidades de valorização com proteção contra os principais riscos
do ano, preparando o investidor para atravessar o ambiente de incertezas que
deve caracterizar o ano 2026.
Estratégia de Alocação: Conservadorismo Ativo
Diferente de anos de otimismo linear, a estratégia da Genial para 2026 adota uma postura ligeiramente conservadora, porém estritamente ativa. A blindagem do patrimônio será viabilizada por uma diversificação tripla: por classes de ativos, por geografias e por fatores de risco.
- Ações Domésticas: Foco em ativos defensivos,
com menor dependência do cenário político e que se beneficiem da queda de
juros.
- Ações internacionais: A estratégia de alocação em
ações internacionais visa reduzir a exposição ao risco local e garantir
acesso a setores sub-representados no Brasil, como tecnologia e saúde.
- Renda Fixa: Permanece como o pilar de
consistência, com destaque para títulos pós-fixados (liquidez) e IPCA+
longos, que capturam o fechamento da curva de juros em caso de melhora no
prêmio de risco.
- Alternativos: O guia recomenda exposição
a metais preciosos e FIIs de tijolo, visando capturar valor com a queda da
Selic.
Cenário Macro: O impacto do ciclo de juros e o papel do dólar
Em 2026, o período começa sob forte incerteza econômica e política, tanto no Brasil quanto no exterior. Por aqui, o desequilíbrio das contas públicas e o aumento da dívida do governo mantêm o mercado em alerta, situação que deve ser agravada pela instabilidade típica de um ano de eleição presidencial, que mexe com o valor do dólar e das ações. No cenário internacional, os riscos vêm das novas políticas econômicas de Donald Trump nos Estados Unidos, da possível mudança na liderança do Banco Central americano (Fed) para alguém menos rigoroso com a inflação, além das guerras globais e da perda de fôlego da economia da China, que é a principal parceira comercial do Brasil.
No mercado de câmbio, o
relatório aponta que o dólar global (DXY) deve seguir pressionado. Essa
trajetória de depreciação da moeda americana funciona como um catalisador para
o apetite por risco em mercados emergentes e favorece a valorização de metais
preciosos, que atuam como reserva de valor. Para a Genial, o comportamento do
câmbio será o principal "amortecedor" contra os riscos fiscais
domésticos, garantindo sustentação aos ativos locais mesmo em períodos de ruído
institucional.
O e-book completo, com as
análises detalhadas e recomendações do time da Genial, está disponível
gratuitamente neste link.
Genial Investimentos
www.genialinvestimentos.com.br
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