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quarta-feira, 11 de junho de 2025

Destinos nos EUA com clima de Festa Junina em 2025

Charleston, Santa Fé, Detroit e Savannah ganham destaque na imprensa norte-americana e oferecem experiências culturais que remetem ao espírito junino brasileiro

 

Charleston, Carolina do Sul. Créditos: Charleston Wine + Food


Com a chegada de junho, o Brasil se enche de cores, sabores e tradições para celebrar as festas juninas. Mas e se fosse possível vivenciar esse clima festivo em destinos inusitados dos Estados Unidos? Em 2025, cidades como Charleston (Carolina do Sul), Santa Fé (Novo México), Detroit (Michigan) e Savannah (Geórgia) estão em alta, segundo a imprensa norte-americana, e oferecem experiências culturais que podem encantar os brasileiros. Confira as dicas que a Brand USA preparou. Acesse as fotos em alta qualidade aqui.

 

Charleston, Carolina do Sul

Eleita por 12 anos consecutivos como a melhor cidade dos EUA pela Travel + Leisure, Charleston encanta com sua arquitetura histórica, culinária sulista e festivais locais. A cidade oferece uma atmosfera que remete às festas do interior brasileiro, com comidas típicas e celebrações comunitárias.

 

Charleston. Créditos: Brand USA
  

 

Santa Fé, Novo México 

Reconhecida como o segundo melhor destino dos EUA pela Travel + Leisure em 2024, Santa Fé destaca-se por sua rica herança cultural, festivais tradicionais e culinária única. A cidade proporciona uma experiência que lembra as festas juninas, com danças, músicas e comidas típicas.

 

Santa Fe, Novo México. Créditos: Brand USA

 

 

Detroit, Michigan

Apontada pelo The New York Times como um dos 52 lugares para visitar em 2025, Detroit vive um renascimento cultural e urbano. A cidade oferece uma cena musical vibrante e eventos comunitários que podem ser comparados às celebrações juninas brasileiras. 

 

Detroit, Michigan. Créditos: Brand USA


 

Savannah, Geórgia

Com um crescimento notável no turismo, Savannah registrou um aumento de 6,5% nos gastos dos visitantes em 2023, totalizando US$ 4,7 bilhões, de acordo com o Travel USA Report da época. A cidade é conhecida por suas praças arborizadas, arquitetura histórica e festivais locais, proporcionando uma experiência que remete às festas juninas do Brasil.

 

Atlantic Coast. Savannah, Georgia. Créditos: Brand USA

 

Para os brasileiros que desejam explorar novas culturas e vivenciar experiências que lembram as festas juninas, esses destinos nos EUA oferecem uma combinação única de tradição, gastronomia e celebração. É uma oportunidade de conhecer o país sob uma nova perspectiva, com um toque de São João no ar. 

Para descobrir mais sobre os EUA e sua diversidade ilimitada sua cultura autêntica e rica, visite o site do consumidor da Brand USA VisitTheUSA.com; siga Visit The USA no Facebook, TikTok e Instagram; e assista a programas de viagem na GoUSATV 



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Cinco ideias para ativar sua marca fora do óbvio


Em uma sociedade saturada de informações, a experiência se torna o centro da comunicação eficaz. Mais do que entregar mensagens, é preciso criar vivências que despertem sentimentos, gerem conexão e fiquem na memória do público. Para isso, a análise estratégica das marcas precisa ir além do óbvio, é necessário compreender profundamente os novos comportamentos, desejos e necessidades dos consumidores.

 

Recentemente, em uma ação para a Netflix, contribuímos para transformar um simples espaço de interação, durante o lançamento da série Lost in Space, em uma experiência lúdica, imersiva e cheia de afeto. O que parecia ser apenas mais um domingo comum se tornou uma ativação inesquecível: um brunch cinematográfico onde os verdadeiros protagonistas foram os pets, que, desta vez, convidaram seus humanos. Com booths temáticos, menus gourmet exclusivos para os animais e ambientes cuidadosamente inspirados no universo da série, a ativação rompeu com o convencional e proporcionou momentos únicos. Mais do que uma ação promocional, o evento capturou de forma autêntica a conexão emocional entre os pets e seus donos, criando memórias afetivas e reforçando o poder das experiências sensoriais e significativas.

 

Trago alguns exemplos de ativações que reforçam esse potencial de reinvenção e impacto e possuem a capacidade de surpreender: 

 

1. A cidade como palco interativo: em vez de eventos em locais fechados, é possível transformar espaços públicos em cenários imersivos das marcas. Imagine uma instalação artística interativa que convide o público a vivenciar os valores da sua empresa de forma lúdica em um ponto importante da cidade. Ou uma caça ao tesouro tecnológico em um parque, onde pistas digitais revelam os benefícios dos seus produtos. Essa abordagem não apenas gera visibilidade massiva, mas também integra a marca ao cotidiano das cidades.

 

2. Colaborações inesperadas: fugir das parcerias óbvias dentro do setor e explorar colaborações com universos completamente diferentes. Uma marca de alimentos orgânicos pode se unir a um grupo de dança contemporânea para criar uma performance que celebre a nutrição e o movimento. Uma empresa de tecnologia pode colaborar com um coletivo de grafiteiros para desenvolver uma intervenção urbana que une arte e inovação. As alianças geram conversas, atraem e injetam criatividade na mensagem da marca.

 

3. Experiências sensoriais imersivas: para ir além do visual e do auditivo e explorar o olfato, o tato e o paladar para criar experiências sensoriais completas. Imagine transformar um ponto de ônibus, uma praça esquecida ou até um elevador corporativo em um ambiente sensorial ligado ao universo da marca. Luzes, sons, aromas e projeções podem criar uma experiência imersiva de 2 a 3 minutos, convidando as pessoas a “viver” a essência da marca, mesmo em um momento cotidiano. Ao envolver múltiplos sentidos, a marca se conecta de forma memorável com o público.

 

4. Gamificação com propósito: transformar a interação com a marca em uma experiência divertida e educativa através da gamificação. É possível criar jogos interativos em pontos de venda que recompensem o conhecimento sobre os produtos com descontos ou brindes exclusivos. Desenvolva um aplicativo com desafios relacionados aos valores da marca, incentivando a participação e o engajamento online e offline. A gamificação não apenas atrai a atenção, mas também reforça a mensagem da marca de forma leve.

 

5. Espontâneo em realidade mista: com o avanço da tecnologia, é possível criar eventos que começam no físico e continuam no digital, ou vice-versa. Um mural que “ganha vida” com realidade aumentada (AR), uma apresentação que convida o público a desbloquear conteúdos exclusivos via QR Code ou um desfile em que cada look conta uma história diferente em uma rede social. Integra o melhor dos dois mundos: a emoção do ao vivo e o alcance do digital. Perfeito para engajar diferentes perfis de público. 

 

Andre Luiz Correa - Sócio da OLV Full Experience



Junho Violeta dá visibilidade à luta contra a violência e o preconceito contra a pessoa idosa

 Com o mesmo propósito, empresas vêm se destacando com ações voltadas à valorização e ao respeito com a população 50+ 

 

Os números são alarmantes. Somente em 2024, o Disque Denúncia recebeu quase 180 mil ligações de violência contra idosos. Os dados geram um alerta: é preciso estar atento a essa parcela da população e criar mecanismos de valorização social. Como um reforço à causa, nasceu o Junho Violeta, campanha promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, que fortalece a mobilização contra diferentes formas de violência—desde negligência e abuso financeiro até agressões físicas e psicológicas—e destaca o papel fundamental da família, da comunidade e da sociedade na construção de um ambiente mais seguro e inclusivo para essa população.

Além da conscientização, a promoção de ações concretas voltadas à qualidade de vida e autonomia financeira dos idosos é fundamental para minimizar sua vulnerabilidade. Com o avanço da economia prateada, que deve movimentar cerca de R$ 3,8 trilhões nos próximos 20 anos, segundo dados da pesquisa da Data8, os idosos tornaram-se um público estratégico, impulsionando diversos setores. A oferta de serviços voltados para esse público também é uma forma de atendê-los em suas necessidades, minimizando possíveis violências geradas pelo etarismo.
 

Com o envelhecimento da população, cada vez mais empresas têm olhado para as necessidades e vontades desse público, com serviços personalizados em diversos setores. Há anos, o Banco Mercantil investiu em um reposicionamento de mercado e passou a se especializar no atendimento ao público 50+, investindo em soluções, iniciativas e serviços personalizados, garantindo que seus clientes possam usufruir de estabilidade e proteção financeira.

“O Mercantil tem o compromisso de oferecer não apenas um atendimento especializado para o público 50+, mas também de atuar de forma ativa na valorização e proteção dessa geração. Nosso objetivo é promover a inclusão financeira e garantir que nossos clientes tenham o respeito e a valorização que merecem”, afirma Bruno Simão, vice-presidente de Clientes, Crescimento e Marketing do Banco Mercantil.

 

Apoio da Instituição

Além de oferecer um atendimento especializado para o público 50+, o Banco Mercantil patrocina e fomenta iniciativas que promovam a valorização da pessoa idosa. O Festival Sabiá, realizado anualmente em Belo Horizonte, celebra e prioriza artistas 50+, promovendo uma programação cultural rica e inclusiva. A valorização desse público também está presente no Prêmio Mercantil de Jornalismo, uma iniciativa que, há 3 anos, reconhece e premia reportagens voltadas ao público 50+, incentivando a produção de conteúdos relevantes e ampliando a visibilidade desse segmento na imprensa. Paralelamente, o banco realiza campanhas de educação financeira, com foco na prevenção de golpes e no fortalecimento da autonomia dos idosos na gestão de seus recursos.

 

Banco Mercantil

 

O combate à pirataria digital precisa ir além dos grandes estúdios

O novo Acordo de Cooperação Técnica, assinado pela Anatel e pela Ancine em 15 de maio, mostra um objetivo muito claro: intensificar o combate à pirataria de filmes, séries, eventos esportivos e outros conteúdos audiovisuais no ambiente digital. Segundo a Anatel, apenas em 2023 foram removidos mais de 2 milhões de endereços irregulares que hospedavam material pirateado. 

Essa decisão marca um ponto de inflexão importante na forma como o Brasil enxerga o valor do conteúdo digital. Por muito tempo, o debate sobre pirataria esteve restrito ao impacto financeiro nas grandes produtoras e emissoras; hoje, no entanto, o cenário mudou radicalmente - e já passou da hora de entendermos que a prática, embora muitas vezes normalizada, enfraquece toda a cadeia da economia criativa.

 

A crescente profissionalização da criação de conteúdo e o avanço de plataformas digitais transformaram completamente a lógica de produção e distribuição audiovisual; isto é, criadores independentes, influenciadores e pequenos produtores passaram a desempenhar um papel central nesse ecossistema. Com isso, a proteção à propriedade intelectual deixou de ser uma pauta exclusiva dos grandes players e passou a ser uma necessidade de sobrevivência para os milhares de profissionais e empreendimentos que atuam de forma honesta no Brasil.



A pirataria também rouba oportunidades dos criadores emergentes

Precisamos entender que o que está em jogo não é apenas a proteção de obras cinematográficas ou programas de TV. A pirataria hoje afeta uma gama de conteúdos diferentes, de grandes lançamentos a vídeos virais, trechos de lives, conteúdos jornalísticos, registros de eventos públicos e uma infinidade de materiais autorais que circulam diariamente na internet.

 

Por meio de redes descentralizadas, plataformas de streaming alternativas e inteligência artificial, muitos desses conteúdos são apropriados, monetizados ou reutilizados sem qualquer autorização - uma prática que compromete a remuneração dos autores e fragiliza modelos de negócio baseados em licenciamento e cessão de direitos.

 

Para combater esse cenário, é preciso investir em ferramentas sofisticadas de rastreamento, fiscalização eficiente e, principalmente, uma cultura que valorize a autoria e o respeito às regras de uso.

 

O movimento de aproximação entre a Anatel e a Ancine sinaliza, justamente, um entendimento mais completo do problema - não se trata apenas de bloquear “gatonets” ou reprimir plataformas ilegais, mas sim de construir um ambiente mais seguro e ético para o uso de conteúdo digital no país.

 

A atuação também permite enfrentar os desafios tecnológicos que a pirataria impõe. Entende-se que a combinação de esforços é um passo adiante na modernização da legislação, a fim de ampliar o alcance das medidas de proteção digital e envolver outros agentes - de plataformas, anunciantes, produtores de conteúdo aos consumidores finais - na construção de uma internet mais justa.

 

O conteúdo audiovisual, em todas as suas formas, é um ativo econômico valioso. Protegê-lo, portanto, é um modo de fomentar a inovação, fortalecer a diversidade criativa e garantir que quem cria possa continuar criando, sem medo de ter seu trabalho roubado.

  

Felipe Salvatore - sócio-fundador da Myhood, startup especializada no licenciamento de vídeos virais e conteúdos gerados por usuários (user-generated content - UGC)

 

Assistentes de Inteligência Artificial abrem novas oportunidades de negócios para as empresas

A inteligência artificial deixou de ser uma ideia futurista para se tornar e consolidar como uma tecnologia do presente e, mais do que isso, uma vantagem competitiva real para quem souber usá-la com propósito. Desde que o ChatGPT explodiu em popularidade em 2023, vimos uma corrida desenfreada por soluções com IA. Mas a verdade é que muitas pessoas ainda nem imaginam o potencial dessa ferramenta, sem entender a profundidade do que ela pode oferecer. 

Enquanto muitos ainda a utilizam apenas como um chatbot, o que está realmente moldando o futuro são os Assistentes de IA personalizados, também chamados de Agentes de IA, que representam uma transformação digital concreta. 

Diferente de um simples sistema de respostas automáticas, um Agente de IA é capaz de agir com autonomia, adaptar-se a diferentes contextos, executar tarefas e tomar decisões com base em regras e objetivos pré-definidos. Esses agentes combinam modelos como o GPT-4, Claude ou Gemini, com lógica de negócios, engenharia de prompts e integração com fluxos reais de trabalho. 

Parece técnico? Pode até ser. Mas essa é, na prática, a diferença entre usar IA como passatempo ou como ferramenta estratégica para transformar a operação da sua empresa. 

O que faz um agente funcionar não é apenas a tecnologia, mas a inteligência por trás do seu treinamento. Criar bons prompts, com instruções claras, contexto e objetivo, virou uma nova habilidade profissional e um diferencial competitivo. 

Empresas que entenderam isso já estão criando seus próprios assistentes com nome, personalidade, funções específicas e até memória. Algumas vendem esses agentes como serviço. Outras os usam para potencializar suas áreas de marketing, RH, jurídico, atendimento e muito mais. 

Em resumo, hoje já é possível criar Agentes de IA para praticamente qualquer tarefa digital. Nesse sentido, alguns setores estão despontando: Marketing e Vendas: automação de conteúdo, nutrição de leads, gestão de campanhas. Atendimento ao Cliente: suporte em tempo real, com empatia e personalização. RH e Jurídico: análise de contratos, documentos, onboarding de colaboradores. Educação: tutores personalizados, quizzes, feedback adaptativo. Saúde: triagem de pacientes, organização de prontuários, chatbots médicos.  

E isso é apenas o começo. Porque em pouco tempo, não serão as empresas com os maiores times que crescerão mais, mas sim aquelas que souberem automatizar com inteligência. A capacidade de criar agentes especializados está se tornando uma habilidade estratégica de mercado. Quem aprender isso agora estará em vantagem. Quem ignorar, corre o risco de ficar para trás. 

É importante ressaltar que, desde a Revolução Industrial, as tecnologias sempre impactaram o mercado de trabalho, substituindo, sim, profissionais que deixaram de se atualizar. A IA segue esse mesmo caminho: não é uma ameaça a quem evolui, mas um convite à transformação. Quem buscar se qualificar para trabalhar com Inteligência Artificial, dominando seu uso e, principalmente, aprendendo a criar soluções personalizadas, terá mais espaço, relevância e oportunidades. 

É nesse princípio que baseio o trabalho na minha empresa, desenvolvendo assistentes personalizados com estratégia, arquitetura e inteligência de prompt, para ajudar empresas a ganharem produtividade, escala e competitividade. 

Nosso foco é conectar tecnologia ao seu contexto real, com soluções que façam sentido para a equipe, mercado de trabalho e o momento de cada organização. 

E para quem atua com marketing, temos uma excelente notícia, com o lançamento da MarketerValley, uma plataforma americana gratuita de IA voltada exclusivamente para marketing e vendas. Ela já ajudou organizações sem fins lucrativos, autônomos, estudantes e empresas de todos os portes, principalmente as pequenas e médias, a criarem campanhas de marketing eficazes. A ferramenta ainda não está disponível no Brasil, mas em breve será lançada por aqui. 

A revolução dos Assistentes de IA já começou. Há quem ainda não saiba usar essa tecnologia. Outros a utilizam de forma superficial, para tarefas simples e com respostas rasas. Há também quem se preocupa em extrair respostas mais qualificadas por meio de assistentes de IA bem direcionados. Mas a verdadeira oportunidade está em quem aprende a criar esses assistentes, com personalidade, contexto e objetivos claros, para proporcionar uma experiência personalizada e resultados muito mais eficazes. 

A tecnologia já existe. O que muitas vezes falta é visão estratégica. E é por isso que escrevo este artigo: para convidar você a dar o próximo passo.





Vinícius Taddone - diretor de marketing e fundador da VTaddone®
www.vtaddone.com.br


Alienação parental e a maneira como as relações familiares são afetada

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Especialista da Faculdade Anhanguera explica os impactos emocionais e como a legislação protege os direitos de crianças e adolescentes


A separação de um casal não precisa significar o rompimento dos laços afetivos entre pais e filhos. No entanto, em alguns casos, o que deveria ser uma reestruturação saudável da convivência familiar se transforma em um cenário de alienação parental, um comportamento nocivo e silencioso que pode causar sérios danos emocionais à criança ou adolescente envolvido. 

Segundo especialistas, a alienação parental ocorre quando um dos responsáveis tenta desqualificar, dificultar ou romper o vínculo afetivo do filho com o outro genitor, seja por meio de manipulação psicológica, falsas acusações, críticas constantes ou impedimentos injustificados de visitas. 

Diante de tais ações, a criança pode começar a rejeitar um dos pais sem motivo real, repetindo frases ou sentimentos que não são seus, mas sim fruto de influência do outro responsável. Esse tipo de interferência mina a autoestima da criança e prejudica sua formação emocional.

 

Sinais de alerta:

  • Críticas constantes ao outro genitor na frente da criança;
  • Impedimento ou resistência às visitas e contatos;
  • Incentivo para que o filho “escolha” um lado;
  • Distorção de memórias positivas com o outro responsável;
  • Falsas acusações de negligência, abuso ou violência sem provas.

 

O que diz a lei?

Conhecida como Lei da Alienação Parental, a Lei nº 12.318/2010 foi criada justamente para combater esse tipo de comportamento, conforme explica o advogado e professor do curso de Direito da Faculdade Anhanguera, Roger Lippi. “Ela define e proíbe atos de alienação e prevê medidas legais para proteger os direitos da criança e do genitor prejudicado”, salienta. Entre as ações que podem ser determinadas pelo juiz estão:

  • Advertência ao alienador;
  • Ampliação do regime de visitas;
  • Aplicação de multa;
  • Inversão da guarda;
  • Encaminhamento para acompanhamento psicológico ou psicossocial. 

A alienação parental é considerada uma forma de violência emocional e pode deixar marcas profundas se não for interrompida a tempo. Por isso, denunciar e buscar orientação é essencial. “Como apoio legal, podemos mencionar, por exemplo, a Lei da Primeira Infância (Lei13.257/2016) que reforça a importância de promover ao menor um ambiente pacífico e aponta normas importantes no que tange a proteção aos direitos das crianças brasileiras e garante a equidade de direitos da mãe e do pai quando se trata do cuidado com os filhos. 

Dessa forma, quaisquer pessoas que esteja no convívio diário e familiar do menor não pode promover atos de alienação parental, que atrapalhem a convivência do menor com seus familiares ou mesmo ocultar informações sobre a criança (como internações médicas, intercorrências no desenvolvimento intelectual e físico), prejudicando o vínculo com esse familiar.

  

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Mapear riscos psicossociais é urgente, e agora é lei


As empresas brasileiras estão diante de uma nova responsabilidade legal e, mais do que isso, de uma oportunidade concreta de promover ambientes corporativos mais saudáveis, diversos e sustentáveis. A atualização da NR-01, que entrará em vigor em maio de 2026, exige que organizações de todos os portes incluam, entre suas obrigações, o mapeamento e a mitigação dos riscos psicossociais no trabalho. 

A data pode parecer distante, mas, adiar o planejamento pode custar caro. Mais do que uma exigência legal, a norma representa uma mudança de paradigma na forma como entendemos a saúde no trabalho. Ela aponta para um futuro em que proteger o bem-estar emocional das equipes será parte central da responsabilidade empresarial. Preparar-se desde já permite às empresas incorporarem essa agenda com estratégia, consistência e tempo hábil para transformações reais.

Mas o que isso significa, na prática? Riscos psicossociais envolvem fatores como exaustão emocional, assédio moral, falta de reconhecimento, jornadas abusivas e culturas organizacionais que geram adoecimento mental. Ignorar esses elementos compromete a saúde dos colaboradores, a produtividade, a retenção de talentos e a reputação da empresa.

O avanço dessa pauta no campo regulatório sinaliza uma inflexão importante no modo como compreendemos a saúde ocupacional. Deixa-se para trás a visão limitada à integridade física, e ganha força a ideia de que ambientes organizacionais também precisam ser emocionalmente seguros. Isso exige das lideranças uma nova postura: mais empatia, mais escuta ativa, mais presença. Não basta apenas ter canais de denúncia. É preciso atuar antes que o problema escale, com dados, planejamento e educação corporativa.

Nesse sentido, a escuta estruturada das pessoas colaboradoras ganha centralidade. Compreender como elas percebem o ambiente de trabalho em relação à diversidade, à segurança psicológica e ao senso de pertencimento é o primeiro passo para desenvolver uma cultura genuinamente inclusiva. E uma vez que esses dados estejam mapeados, eles precisam se transformar em ações concretas: mudanças em políticas internas, treinamentos, campanhas, revisão de condutas, apoio psicossocial e acompanhamento contínuo.

A maturidade de uma organização é medida não apenas pelo discurso que adota, mas pelo que decide priorizar no seu orçamento, nos seus indicadores estratégicos e nas suas práticas cotidianas. Empresas que investem em ações preventivas hoje estarão mais preparadas para atender às exigências legais amanhã e, mais do que isso, estarão construindo uma reputação sólida diante de talentos e investidores que exigem posicionamentos coerentes e ambientes éticos.

Essa não é uma agenda de "recursos humanos", mas de sustentabilidade, inovação e governança. O risco psicossocial não é invisível, aparece nos números de turnover, nos processos trabalhistas, na baixa produtividade, nas ausências frequentes e até no silêncio dos colaboradores. E como todo risco relevante, ele precisa ser mapeado, monitorado e mitigado. Com método, com consistência e com coragem para rever o que precisa ser transformado.

Seja por exigência legal, seja por convicção estratégica, o tempo de tratar cultura e diversidade como temas secundários acabou. O futuro do trabalho passa por ambientes emocionalmente seguros, psicologicamente saudáveis e estruturalmente diversos. Mapear riscos é só o começo. 




Laura Salles - É fundadora e CEO da PlurieBR, primeira plataforma SaaS de gestão e acompanhamento de dados em tempo real de diversidade, equidade, e inclusão e pertencimento (DEIP) do Brasil, que mapeia métricas em tempo real e apoia ações direcionadas nessa área. Laura, que possui mais de oito anos de experiência em gestão de operações, comunicações e pessoas, é formada em hospitalidade, e é especialista em Diversidade, Equidade e Inclusão pela Universidade Cornell. Atua também como conselheira de inovação da ACSP, e professora do MBA de ESG da Saint Paul e de cursos de DEI da Trevisan.



PlurieBR
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O papel dos programas de aprendizagem no impulso da qualificação de jovens no mundo do trabalho

O futuro do trabalho passa, necessariamente, pelo presente da juventude. Em um país com profundas desigualdades e uma população jovem significativa, reconhecer e fortalecer o protagonismo juvenil no mundo do trabalho é um imperativo social e econômico. Mais do que mão de obra em formação, os jovens são agentes de transformação que, com acesso à qualificação profissional, podem construir trajetórias produtivas, inovadoras e sustentáveis.

 

Temas como qualificação para o trabalho, projeto de vida profissional, inclusão digital, empregabilidade e o futuro das profissões são usualmente citados ao longo da programação de eventos voltados à juventude. No entanto, é preciso ir além do discurso. A simples repetição desses tópicos, muitas vezes de forma protocolar, pouco contribui para enfrentar os desafios significativos vividos pelos jovens brasileiros.

 

De acordo com a PNAD Contínua do IBGE, no quarto trimestre de 2024, a taxa de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos era de 12,9%, mais que o dobro da média nacional, que ficou em 6,2%. Esse padrão se repetiu em todas as grandes regiões do país, incluindo o Centro-Oeste.

 

Além do desemprego, a falta de qualificação profissional é um obstáculo considerável. Estima-se que cerca de 10,5 milhões de jovens brasileiros estão sem estudar e sem trabalhar, representando 22% da população jovem. Essa realidade é agravada pelo fato de que aproximadamente 9,8 milhões de jovens entre 15 e 29 anos não concluíram a educação básica e não frequentam instituições de ensino, o que compromete profundamente suas chances de inserção produtiva na economia.

 

Diante desse cenário, programas como o Jovem Aprendiz têm se mostrado fundamentais. Em 2024, o Brasil atingiu a marca histórica de 647 mil jovens aprendizes em novembro (CAGED), o que representa um avanço expressivo na oferta de oportunidades formais.

 

Fundamentado na Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000), o programa permite que adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos tenham acesso a uma primeira experiência profissional com carteira assinada, direitos trabalhistas garantidos e capacitação teórica em ambiente protegido e qualificado.

 

É uma ferramenta de transformação social que vai além de apenas uma porta de entrada para o mercado de trabalho. Combina qualificação com prática profissional, contribuindo para o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais, incentivando a permanência na escola e a continuidade dos estudos, além de promover uma compreensão mais ampla do trabalho como uma prática social importante.

 

Ao aderirem ao programa, as empresas não apenas cumprem uma obrigação legal, mas também desempenham um papel crucial no desenvolvimento do país. Elas investem no futuro, promovendo a inserção de uma nova geração - que reconhece a formação profissional como um desejo e uma necessidade - no mundo do trabalho.

 

Com esse compromisso, fortalece-se uma cultura de responsabilidade e de valorização da juventude, capaz de gerar impactos positivos tanto para o ambiente corporativo quanto para a sociedade como um todo. Com isso em vista, proponho uma reflexão coletiva: que oportunidades estamos criando para os nossos jovens? Como podemos, juntos, construir caminhos mais justos, inclusivos e promissores?

 

Mais do que celebrar as conquistas até aqui, é tempo de agir — investindo em políticas públicas eficazes, ampliando parcerias entre setor público e privado, e reconhecendo o protagonismo juvenil como um motor essencial para a transformação social e econômica do país.

 

Rodrigo Miglio Nader - gerente Regional Centro-Oeste do Centro de Integração Empresa Escola - CIEE e Mestre em Gestão e Políticas Públicas pela FGV EAESP


Junho do Cuidado

Uma campanha em defesa do meio ambiente e da infância. O que seria da infância sem o meio ambiente?

 

É nos primeiros anos de vida que a criança constrói suas primeiras relações com o mundo ao redor. O contato com a natureza é essencial nesse processo: é ali que ela descobre texturas, cheiros, sons, cores e formas. Mais do que isso, é na terra, nas árvores, no vento e nas águas que ela encontra o palco ideal para o brincar, para o desenvolvimento da imaginação e para crescer de forma plena. 

A natureza é, portanto, uma grande aliada da infância. E, por isso, cuidar do meio ambiente é também cuidar da infância. 

Pensando nisso, o Instituto OMP lança a campanha "Junho do Cuidado", uma ação especial em comemoração ao Mês do Meio Ambiente. Segundo Sara Assis, coordenadora de desenvolvimento institucional do Instituto OMP, o objetivo da campanha é simples e poderoso. “Buscamos mobilizar crianças, famílias, escolas e comunidades a adotarem pequenas atitudes de cuidado com o planeta, como plantar uma árvore, cultivar uma planta, separar o lixo corretamente ou promover ações de limpeza em espaços públicos”.

 

Diálogos e conexões 

A campanha reúne organizações parceiras e inspiradoras e contou, em sua abertura, com representantes da Fundação Florestal, do Colégio Elvira Brandão, da Comunidade Vila Nova Esperança e do PAVS - Programa da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo e Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, que compartilharam cases de sucesso e ações concretas de cuidado com o meio ambiente e com as pessoas. 

Jane Cléia da Silva, representando o Programa Ambientes Verdes e Saudáveis (PAVS) da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, apresentou o programa e detalhes do Projeto Árvore Generosa, do Instituto OMP, através do qual, somente em 2023 foram plantadas mais de 200 mudas, entre elas 38 paus brasil. “Em 2024, recebemos mais 39 mudas de pau brasil”, disse Jane. 

Em seguida, o biólogo e gestor de sustentabilidade Felipe Gothardo apresentou o projeto de educação ambiental que vem implantando em escolas da capital, como o Colégio Elvira Brandão. Nestas iniciativas realizadas junto a crianças e adolescentes desde a educação infantil, incluindo os projetos realizados em parceria com o Instituto OMP, tem como objetivo desenvolver os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na prática, se propondo a ser formar catalisadores de mudanças positivas através de uma abordagem inovadora, engajando a comunidade escolar nesta jornada de aprendizagem e transformação, explicou Felipe. 

“Estas escolas já contam, em suas grades oficiais, com educação ambiental. As crianças têm uma vez por semana, do G1 ao terceiro ano do Ensino Médio, aulas de educação ambiental como parte da grade curricular. Nestas aulas, desenvolvemos contato com a natureza e aprofundamos valores ambientais.” 

Após a apresentação desta importante experiência junto aos alunos, foi a vez de conhecer o Programa Kagwydja, desenvolvido pela Fundação Florestal do Estado de São Paulo. 

Juann Pyaga, indígena natural do Piauí, que vive atualmente com o povo Pancaru na comunidade do Real Parque, na zona Sul da capital, é monitor ambiental integrante da equipe de coordenação técnica e operacional do Programa Guardiões das Florestas, da Fundação Florestal do Estado de São Paulo, e esteve no encontro para apresentar o Programa. 

Diversas ações, algumas delas inclusive com o apoio do Instituto OMP, são realizadas para proteção da floresta e da cultura indígena em São Paulo, reunindo lideranças indígenas de diversos territórios paulistas e criando um espaço de diálogo e fortalecimento das ações de conservação ambiental e respeito à cultura indígena.  

A fase um do Programa, explicou Juan, envolveu mais de 100 agentes ambientais indígenas. “Foram percorridos mais de 700km, realizados 17 mutirões de limpeza e retirados mais de 330 sacos de lixo removidos, 108 atividades de fiscalização, mais de 44 mil m² de reflorestamento e recuperação de nascentes, mais de 44.500 plantas exóticas invasoras removidas em 221 dias de atividades”.   

Para encerrar o encontro, Maria de Lourdes Andrade, ou apenas Lia, apresentou o projeto da chamada Favela Verde, como é conhecida a Vila Nova Esperança. 

Nas proximidades do município de Taboão da Serra, a região hoje vive em moldes sustentáveis, com energia elétrica regularizada e coleta seletiva de lixo. Esta é uma realidade muito diferente da encontrada por Lia em 2003, quando chegou ao local. A transformação e as conquistas de lá para cá já renderam prêmios internacionais, visitas de equipes de ambientalistas e da imprensa de diversos países. 

Hoje, Lia preside a Associação Vila Nova Esperança e é fundadora do Instituto Lia Esperança.

“Sustentabilidade faz parte de educação, de moradia, de saúde. Sem sustentabilidade, você não tem uma boa saúde, uma boa moradia”.

Ao final das apresentações, um próximo encontro já começou a ser organizados entre o grupo, que prevê parcerias entre eles para impulsionar ainda mais as ações que já vem sendo realizadas.

 

Como participar? 

Durante todo o mês de junho, o Instituto OMP convida a todos a postarem suas ações com as hashtags #JunhoDoCuidado #infanciaeuabraço, mostrando como estão ajudando a proteger o meio ambiente. Pode ser regando uma planta, criando uma horta, recolhendo lixo em uma praça ou simplesmente ensinando uma criança a respeitar a natureza. 

Vamos juntos cultivar o futuro. Porque quando cuidamos do planeta, cuidamos também da infância — e do futuro que ela representa.


Metrô abre processo seletivo de estágio

Inscrições estão abertas até 16 de junho pelo portal do CIEE

 

Metrô de São Paulo e CIEE abrem processo seletivo de estágio Inscrições estão abertas até 16 de junho pelo portal do CIEE O Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE anuncia processo seletivo para estágio na Companhia do Metropolitano de São Paulo - METRÔ-SP.

 

As oportunidades são destinadas aos estudantes do 1º ou 2º ano do ensino médio regular. Para se inscrever, os interessados devem enviar, em formato de PDF, os documentos solicitados: dois históricos escolares com as notas obtidas nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, referentes ao último bimestre de 2024 e ao primeiro bimestre de 2025. 

 

A inscrição e upload de arquivos devem ser realizados até o dia 16 de junho, às 12h, através do link: https://pp.ciee.org.br/vitrine/13147/detalhe Os estudantes aprovados e contratados irão cumprir uma jornada de 30 horas semanais com bolsa-auxílio no valor de R$5,50 por hora. Além disso, é oferecido acesso gratuito ao sistema metroferroviário (METRÔ e CPTM, exceto linhas concedidas à iniciativa privada), auxílio-transporte: cota por dia no valor de R$10,00, máximo de 20 cotas por mês, auxílio-refeição de R$ 1.158,24 por mês e auxílio-alimentação de R$ 667,34 por mês. 



Entidades paulistas se mobilizam para apoiar meta de segurança viária do estad


O número de incidentes rodoviários em São Paulo continua sendo motivo de preocupação para a segurança viária em todo o estado. O Detran-SP, por sua vez, registra anualmente uma média de 13,79 fatalidades no trânsito para cada 100 mil habitantes, sendo que o órgão possui a meta de reduzir esse número para 5,68 até 2030. Diante desta realidade ainda distante do ideal, o setor de transporte rodoviário de cargas, fundamental para o desenvolvimento da economia brasileira, vem buscando alternativas e investindo em campanhas de conscientização para tornar suas operações mais seguras e eficientes.

 

Uma das principais entidades que tem trabalhado para construir um setor rodoviário mais consciente referente a estes assuntos é a Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP), que desenvolve diversas ações ao longo do ano com foco na qualificação do setor, sustentabilidade e boas práticas ao volante.

 

Entre as iniciativas, a Federação mantém parcerias com órgãos de trânsito e sindicatos locais, promovendo palestras, workshops e campanhas de conscientização. Um exemplo é o apoio ao “Workshop Vias Seguras”, organizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que reuniu autoridades, especialistas e representantes do setor para debater soluções práticas de segurança viária nas rodovias brasileiras.

 

“Nosso bem mais precioso é a vida e o nosso bem-estar, então adotamos como missão incentivar práticas para a preservação do planeta e da saúde de quem faz o nosso setor andar”, afirma Carlos Panzan, presidente da FETCESP. Segundo ele, a entidade também promove a divulgação de diversas iniciativas voltadas à capacitação de profissionais e à direção segura, como os cursos gratuitos realizados pelo SEST SENAT, além de a Federação atuar ativamente na representação pública em projetos de lei que impactam o setor.

 

O presidente destaca ainda que o Governo do Estado tem investido na melhoria da infraestrutura viária com ações como aumento da iluminação, sinalização, duplicação e ampliação de vias. Em abril deste ano, no Palácio dos Bandeirantes, foi lançado o programa “São Paulo pra Toda Obra”, o maior programa de modernização do sistema rodoviário da história do estado, com um aporte inicial de R$30 bilhões para melhorias em rodovias públicas e concedidas.

 

“Isso é apenas parte de um processo que vai além de sermos referência em segurança viária; trata-se da preservação da vida. Por isso, não apenas o setor, mas toda a população deve se unir e respeitar as sinalizações e regras de trânsito até mesmo nas coisas simples, como atravessar em passarelas e respeitar os sinais semafóricos”, conclui Panzan.

 

FETCESP - Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo



Prefeitura de São Paulo divulga oito novas turmas para consultorias gratuitas de gestão financeira

Academia de Finanças orienta no planejamento financeiro eficiente e saudável para empreendedores

 

O programa Academia de Finanças abriu as inscrições para oito novas ações no mês de junho. A iniciativa, que oferece consultorias gratuitas e individuais de gestão financeira para empreendedores da cidade de São Paulo, terá encontros presenciais nos dias 13 e 14 deste mês, em unidades dos Espaços Colaborativos de Trabalho, Teias. Podem se inscrever pessoas a partir dos 16 anos, até um dia antes de cada atividade no site app.adesampa.com.br.

“Educação financeira é um pilar fundamental para o crescimento de qualquer negócio e com o Academia de Finanças, estamos democratizando o acesso a consultorias especializadas, fortalecendo os pequenos empreendedores e promovendo uma economia local mais saudável e estruturada”, afirma o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Rodrigo Goulart.

O curso Academia de Finanças tem o objetivo de fortalecer a economia local por meio de consultorias individuais voltadas para o desenvolvimento de planejamentos financeiros eficientes e saudáveis, temas que permeiam a educação financeira e a gestão de negócios. O programa também busca orientar empreendedores e incentivar boas práticas de gestão, promovendo o desenvolvimento econômico sustentável. As consultorias são uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo por meio da Agência São Paulo de Desenvolvimento (Ade Sampa), entidade ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, e da Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro).

Além das consultorias individuais e gratuitas fornecidas por planejadores financeiros com a certificação CFP®, a iniciativa oferece materiais educativos para apoiar no desenvolvimento de planos financeiros para cada negócio, ações de educação comunitária e redes de assistência para incentivar a formação de grupos comunitários de suporte financeiro, cooperativas que possam oferecer suporte mútuo, partilha de recursos e disseminação de conhecimento sobre educação financeira.

O curso Academia de Finanças acontece em parceria com a Planejar, responsável pela certificação CFP® (Certified Financial Planner) no Brasil, um reconhecimento internacional para profissionais de planejamento financeiro. Ao longo de 2025, as consultorias são realizadas mensalmente por profissionais certificados nas unidades dos Teias.

 

Serviço:

Teia Santo Amaro

Endereço: Praça Salim Farah Maluf - Santo Amaro

Data: 13/06 (sexta-feira)

Horário: 9h às 12h

OBS.: por estar localizado dentro do Centro de Cidadania da Mulher, as atividades realizadas no TEIA Santo Amaro são exclusivas para mulheres.

Teia Heliópolis

Endereço: Estrada das Lágrimas, 2385 - São João Clímaco - CEU Heliópolis

Data: 13/06 (sexta-feira)

Horário: 10h às 13h

Teia  Green Sampa (Pinheiros)

Endereço: R. Sumidouro, 580 - Pinheiros

Data: 13/06 (sexta-feira)

Horário: 10h às 13h

Teia Green Sampa (Pinheiros)

Endereço: R. Sumidouro, 580 - Pinheiros

Data: 13/06 (sexta-feira)

Horário: 14h às 17h

Teia  Lapa

Endereço: R. Catão, 611 - Vila Romana - Biblioteca Mário Schenberg

Data: 13/06 (sexta-feira)

Horário: 15h às 18h

Teia Cachoeirinha

Endereço: Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila dos Andrades - Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso

Data: 14/06 (sábado)

Horário: 10h às 13h

Teia Vergueiro

Endereço: Rua Vergueiro, 1000 - Liberdade - Centro Cultural São Paulo

Data: 14/06 (sábado)

Horário: 10h às 13h

 

Inscrições para qualquer turma devem ser feitas até um dia antes da atividade por meio do site: app.adesampa.com.br  

 



Sobre a Ade Sampa

A Agência São Paulo de Desenvolvimento (Ade Sampa) promove políticas públicas que contribuem para a redução de desigualdades econômicas, aumentando a competitividade e fomentando a geração de emprego e renda na cidade de São Paulo. Os programas e ações da Ade Sampa atuam nas temáticas de empreendedorismo, inovação, tecnologia e sustentabilidade. A Agência oferece pré-aceleração e aceleração de negócios, atendimento personalizado para microempreendedores, especialmente das periferias, suporte às cadeias produtivas rurais e têxteis, capacitações empreendedoras, infraestrutura para espaços de trabalho colaborativo gratuitos, estúdios para gravações de podcasts e videocasts, além de orientações para obtenção de linhas de microcrédito, viabilizando o desenvolvimento econômico sustentável no município.


Planejar - Associação Brasileira de Planejamento Financeiro


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