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quarta-feira, 25 de maio de 2022

Conheça os exercícios seguros para mães no pós-parto

Crédito: Pure Pilates
Saiba como voltar à ativa devagar, sem forçar muito o corpo

 

Quem teve um bebê recentemente pode sentir a necessidade de realizar alguns exercícios, mas ficar em dúvida em relação a qual deles é o mais adequado para suas necessidades, que são mais específicas e exigem um certo cuidado. Afinal, ter um bebê é um processo delicado, em que a mulher passa por muitas mudanças no corpo para gerar o ser mais especial de sua vida!

A professora Josi Araújo (CREFITO 245732), da Pure Pilates, maior rede de Pilates da América Latina, indica três atividades físicas seguras para quem teve um bebê recentemente:


1- Pilates!

Primeiro, o Pilates, porque ele é conduzido por profissionais, como fisioterapeutas, enfermeiros e educadores físicos, o que o torna mais seguro para mulheres que estão passando pelo período pós parto. Além disso, o Pilates ajuda a fortalecer os músculos e permite aumento da massa magra, diminuindo a flacidez causada pela gestação, além de contribuir com a redução da diástase, que é o afastamento dos músculos e tecidos abdominais devido a uma gravidez ou ganho excessivo de peso. Para tratar a diástase você precisa de uma reeducação postural, associada ao fortalecimento abdominal feito da forma correta, para que essa “abertura” não aumente. Procure um studio de Pilates de confiança, com profissionais capacitados e pense em começar o quanto antes a sua prática. A dica é fazer ao menos uma vez por semana e aumentar progressivamente.


2- Hidroginástica!

A hidroginástica é um exercício muito bom para gestantes e também para quem teve um bebê recentemente. Por não ter impacto, ela ajuda a queimar calorias e a fortalecer os músculos, mas sem causar problemas nas articulações. É possível fazer hidroginástica até 3 vezes por semana, aproveitando os momentos em que o bebê está mais calmo ou sob os cuidados de outra pessoa, já que as aulas são bem rápidas, durando em torno de 40 minutos a uma hora. É uma ótima opção e vale a pena investir com um professor especializado em gestantes ou puérperas.


3- Natação!

Assim como a hidroginástica, a natação é excelente para quem teve um bebê recentemente, porque fortalece os músculos sem causar impacto. Mas é válido começar devagar, entendendo um pouco suas limitações e buscando um equilíbrio para evitar sobrecarga. Mas, no geral, a natação é excelente e pode ajudar muito a mulher a voltar à ativa. 

 

Fonte: Pure Pilates

www.purepilates.com.br/

Instagram: @purepilatesbr

Facebook: /pure.pilates.br


Seja o melhor que você pode - seja você

Cláudia Lisboa
Atualmente somos massacradas o tempo todo com a idéia de que podemos fazer ‘n’ atividades e dar conta de todas com a maior facilidade, basta querer.

Mas nós mulheres que vivem uma vida real sabemos que isso não é tão fácil e simples assim. Cuidar da casa (mesmo quando se tem alguém pra auxiliar), família, trabalho, estudar, aperfeiçoar na carreira, ter tempo para uma atividade física, isso não é fácil.

 E aí vem os posts, aquelas que dizem que fazem isso com muita facilidade e você, como eu não dão conta sem se levar a um limite extremo, e se sente incapaz. Bem eu não, sempre fui muito consciente das minhas limitações. Aliás eu como não fui preparada para as atividades domésticas tenho muita dificuldade de exercê-las com destreza, agilidade, eficiência, etc. então eu me permito não dar conta de tudo.

Por exemplo nos dias que minha filha tem balé cedo, normalmente deixo as vasilhas do café na pia pra lavar só na hora que retorno, /ás vezes as camas por estender, e saio sem culpa, pois o importante naquele momento é preparar minha filha para aula. Assim em cada atividade, em cada situação tenho certeza que muitas vezes algo vai ficar a desejar e assim vou vivendo sem me culpar.

Me permito ter momentos de lazer apesar de a casa não estar tão arrumada quanto eu desejava. Enfim o que importa é você saber que está fazendo o seu melhor, não o que a vizinha, a moça da internet fazem, pois não somos iguais, não temos as mesmas habilidades, somos diferentes, mas todas especiais.

Claro que com isso não quero dizer que você vai jogar tudo para o alto e pronto, mas que você em cada situação deve dar o seu melhor, sabendo que às vezes o nosso melhor estão aquém de alguns padrões. Minhas faxinas na casa por exemplo estão aquém de muitas outras, as habilidades na cozinha então zero, rsrsrs. Mas procuro fazer o meu melhor.

Para mim é uma questão das prioridades do momento, neste momento algumas das minhas prioridades estão mais voltadas para os filhos por exemplo e por esta razão sei que não terei tempo para me dedicar a cursos extensos com grandes cargas horárias então devo me sentir mal porque outras conseguem. Neste momento estou realizando o meu melhor, e isto é o melhor que posso ser.

Como uma amiga minha sempre diz: permita-se, permita-se sonhar e realizar sonhos, permita-se às vezes não dar conta de tudo, às vezes não quere fazer nada, mas isto só às vezes. Seja o melhor que você puder ser, e não o que os outros querem que você seja, mesmo que estes outros estejam muito próximos. Ninguém conhece melhor seus limites e habilidades que você mesma. Não é um convite à mediocridade, nem a acomodar-se, mas a se auto-avaliar e não colocar o sarrafo muito alto a ponto de se sentir incapaz e menor.

Você é especial, igual a você na há outra. 

“Não é o cabelo extravagante, joias de ouro, ou roupas finas que deve torná-la bonita. Não, a sua beleza deve vir de dentro de você -a beleza de um espírito manso e tranquilo. Essa beleza nunca vai desaparecer e vale muito a pena muito para Deus. ” – 1 Pedro 3: 3-4

 

Cláudia Lisboa


ANTIFRÁGIL: O MUNDO PRECISA DE PESSOAS ADAPTÁVEIS

No lugar de prevenir crises, conflitos e situações inesperadas, líderes e liderados têm buscado cada vez mais encarar os desafios corporativos com o comportamento antifrágil.

 
Antifrágil é um termo que ganhou espaço entre gestores de RH e times de liderança, e sugere uma mudança de postura que pode criar oportunidades na rotina das empresas.

O conceito antifrágil veio da obra de Nassim Taleb (Antifrágil: coisas que se beneficiam com o caos.) Para ele o oposto de ser frágil não é ser robusto ou resiliente, mas alguém que supera a incerteza, sem ser destruído por ela. O ideal é ser antifrágil, ou seja, aproveitar o caos para evoluir. Dessa forma, a incerteza se torna desejável e necessária. Além da evolução, uma pessoa antifrágil estaria imune a erros de previsão e protegida de eventos adversos.
 

A psicóloga, pós graduada em neurociência e CEO da Eleve Consulting tem constatado em seus treinamentos o crescimento da necessidade nas empresas de contar com colaboradores que utilizam com facilidade o conceito de antifrágil. “Com o mundo bani ( B (brittle) = Frágil A (anxious) = Ansioso N (nonlinear) = Não-linear I (incomprehensible) = Incompreensível) as pessoas estão sempre precisando se reinventar para não cometer os mesmos erros. Seja no trabalho ou na vida pessoal, sempre estamos sujeitos a enfrentar adversidades. São ocasiões que não esperamos e não conhecemos. Diante disso, ser antifrágil significa passar por esse tipo de circunstância e tirar proveito por meio de aprendizados.” analisa Shana.

A antifragilidade significa entender e encarar a existência de conflitos e acontecimentos desfavoráveis, usando isso como mola propulsora para seguir em frente. As dificuldades podem impulsionar uma série de avanços. Como diz Taleb em seu livro, "o antifrágil adora a aleatoriedade e a incerteza, o que também significa decisivamente - o amor pelos erros - por certa classe de erros. A Antifragilidade nos torna aptos a lidar com o desconhecido, de fazer as coisas sem compreendê-las e fazê-las bem”.

Como você e seus liderados encaram as adversidades? A antifragilidade acompanha a volatilidade de um mercado que atravessa rápidas transformações, e pode ser um fortalecedor frente aos problemas. Pense nisso.


Shana Wajntraub - psicóloga com MBA em Gestão de Pessoas pela Universidade Federal Fluminense, pós-graduada em neurociências pelo Mackenzie. Mestranda em comunicação e análise de comportamento pela Manchester Metropolitan University- UK (Paul Ekman). Tedx speaker, speaker coach e curadora dos palestrantes do TEDx Campo Grande, professora da HSM.


Liberdade, liberdade

Para Thomas Hobbes, filósofo do século XVII e um dos precursores da teoria contratualista, a liberdade é uma expressão intrínseca  da natureza humana. Liberdade é a força que provoca um movimento ininterrupto, que ignora obstáculos e visa apenas a si mesma. A inspiração do pensador inglês para configurar esse atributo da liberdade foi a teoria atomística dos gregos antigos, como Demócrito e Leucipo e depois Epicuro: os corpos naturais movimentam-se sem razão nem finalidade, exceto a de simplesmente mover-se. Isto é, existem para satisfazerem seus impulsos internos. Assim também seria com os homens.

Com a sedentarização e a formação dos primeiros agrupamentos humanos, o surgimento de um contrato social teria sido a consequência inevitável dos inúmeros problemas produzidos por esse individualismo exacerbado no seio da comunidade. Afinal, toda vez que uma pessoa exercia sua liberdade e outra pessoa próxima a ela também queria exercê-la, havia um choque que envolvia um risco. E o risco - do prejuízo material, da dor e da morte - despertou nos indivíduos a Razão, isto é, a capacidade de articular ações para além dos seus instintos. Ficava claro que em uma comunidade, a liberdade como fundamento ilimitado era um perigo real para todos e “o homem tornava-se lobo do próprio homem”. Nada sobreviveria em um ambiente assim. Qualquer projeto que se estendesse no tempo estaria condenado a ser destruído: comércio, agricultura, indústria, nada prosperaria onde o instinto dominasse e a Razão não estabelecesse regras de convivência. A separação entre a natureza humana e a civilização conheceu, na liberdade, seu primeiro desafio: como preservar sua vitalidade - que define um indivíduo - sem permitir que seus excessos inviabilizassem qualquer projeto coletivo - o que define uma sociedade. A saída foi criar um corpo artificial, o Estado, com regras a serem obedecidas por todos. E a principal regra  seria a contenção de parte dessa liberdade diante do outro. Obedecida por todos, teríamos então um espaço de convivência possível para a sobrevivência comum. Desobedecida, a violência voltaria com tudo e contra todos.

Freud, em sua obra "O mal estar na cultura”, de 1929, retoma esse dilema civilizatório, descrevendo-o: Essa substituição do poder do indivíduo pelo da comunidade é o passo cultural decisivo. Sua essência consiste em que os membros da comunidade limitem-se em suas possibilidades de satisfação, enquanto o indivíduo antes não conhecia nenhuma barreira como essa. A próxima exigência cultural é, portanto, a da justiça, isto é, a garantia de que, uma vez que passe a existir a ordem de direito, ela não seja novamente infringida em favor de um indivíduo.

Logo, fica claro para esses autores, que a Liberdade é um componente da natureza humana e, como tal, indissociado da sua existência. Por outro lado, seu exercício pleno é a matriz da violência em comunidade. O simples querer de um único objeto por duas pessoas, em um ambiente sem regras de controle da liberdade individual, poderia resultar na agressão ou na morte. Só o exercício civilizatório lento e tenaz foi capaz de evitar a inviabilização da vida em comunidade. Exercício civilizatório que foi se aperfeiçoando para garantir o máximo da liberdade, limitando apenas o que põe em risco a integridade física e moral do outro. Diz Freud: Uma boa parte da luta da humanidade acumula-se ao redor da única tarefa de encontrar um equilíbrio adequado, isto é, que proporcione felicidade, entre essas reivindicações individuais e as reivindicações culturais da massa.

A recusa em obedecer os protocolos sanitários de proteção coletiva como, por exemplo, o uso ou não da máscara em ambientes públicos; o respeito  às determinações judiciais que visam coibir excessos do indivíduo contra a coletividade, passando pelo controle do que se diz e do que se escreve em relação a outras pessoas ou instituições, como as manifestações de cunho homofóbico, racial, misóginas; as mentiras e manipulações conscientes com o propósito de induzir a ação do outro, todas essas ações inscrevem-se no âmbito desse embate entre o exercício de uma liberdade ilimitada voltada para a satisfação individual ou a necessidade do controle social dessa mesma liberdade, em nome da coexistência e da possibilidade mesma de existência social. Ou seja, é a diferença entre a vigência da barbárie ou a possibilidade da civilização. Concluo com a dúvida levantada por Freud: Um dos problemas do destino da humanidade é saber se esse equilíbrio pode ser alcançado através de uma determinada configuração da cultura ou se o conflito é irreconciliável.

Só o tempo - e nossas escolhas e esforços comuns - poderão dizer.

 

Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo.
daniemedeiros.articulista@gmail.com
@profdanielmedeiros


A relação entre a depressão, o frio e as baixas temperaturas


Nos últimos dias várias cidades do Brasil estão sofrendo com o frio e as baixas temperaturas.

Casacos pesados, luvas, botas, entre outros acessórios de inverno, apesar de estarmos no outono, saíram dos armários.

Além disso, as doenças respiratórias também deram o ar da graça. Mas engana-se quem pensa que estes são os únicos personagens deste cenário de frio.

A depressão também entra em cena quando enfrentamos mudanças climáticas bruscas. E como o clima tem influência no humor, mesmo quem gosta de frio pode sentir impactos emocionais, principalmente se já possuírem uma leve tendência à depressão.

Sabemos que a depressão é considerada pela OMS – Organização Mundial de Saúde, como o “Mal do Século”. Ela atinge um número cada vez maior de pessoas e pode, se não for tratada, trazer consequências irreversíveis para a vida do indivíduo.

Muitas são as causas possíveis para esse transtorno: causas genéticas, estresse pós traumático, entre outros.

Porém, as mudanças de temperatura e, em especial, o frio intenso, pode contribuir para agravar quem sofre deste problema ou mesmo desencadear gatilhos que provoquem o surgimento da depressão.

Estudos revelam que uma pessoa ativa, em constante atividade física ou motivada com as tarefas cotidianas, ao se deparar com a baixa temperatura, poderá ter sua rotina de vida alterada a tal ponto que, sofrerá modificações em algumas áreas cerebrais responsáveis pelo equilíbrio e bem estar.

Visto que é, inevitável a alteração do humor que favorece os sintomas depressivos.

Isso acontece porque, em temperaturas drasticamente mais baixas, é natural que a movimentação do indivíduo seja reduzida.

Também podemos identificar a queda da energia, do ânimo e dos impulsos de vontade habituais.

Pois, é um período em que a lentidão do pensamento e o desânimo contribuem para que o indivíduo sinta a necessidade do isolamento social.

Um dos fatores de intensa aplicabilidade no surgimento e potencialização da depressão. Além disso, neste período sazonal do ano, também temos as baixas luminosidades.

Em alguns momentos do dia, o sol frio desaparece, o céu fica escuro e parece que a noite se antecipou. Mas um indicativo clássico da manifestação depressiva. A explicação biológica para este fenômeno é a detecção da baixa luminosidade por algumas áreas específicas do nosso cérebro, o hipotálamo e o pineal, que também regulam o ciclo de humor no organismo.

A falta de luminosidade também causa mudanças na melatonina, hormônio secretado pelo cérebro durante a noite e inibido pela manhã, quando o sol nasce. Por isso, as pessoas permanecem no padrão noturno, o que causa sonolência, cansaço, irritação, tristeza e fome maior do que o normal.

Enfim, como evitar esse desânimo ou tristeza nesses períodos?

O ideal é fazer caminhadas ao ar livre bem agasalhado, sem desanimar e deixar a preguiça de lado e apostar nos exercícios físicos, que estimulam a liberação de endorfinas, hormônio ligado à sensação de prazer, que vai melhorar o humor e afastar pensamentos negativos.

O importante é não ficar parado. Cancelar compromissos por conta do desânimo pode ser prejudicial a sua autoestima.

É preciso atribuir significados positivos ao frio. Portanto, tente ser otimista pensando em boas memórias dos momentos frios e em casos mais extremos, busque a terapia para encontrar um equilíbrio emocional.

 

Dra. Andréa Ladislau – Psicanalista


Meditação: apenas 5 minutos fazem a diferença

 WW VigilantesdoPeso, líder no segmento de wellness, explica os efeitos da prática no dia a dia
 

Saúde mental é um assunto que ganhou grande relevância nos últimos anos, principalmente com a situação da pandemia. Prova disso é que, de acordo com pesquisa realizada pelo instituto Ipsos, em 2021, 75% dos brasileiros estão preocupados com ela. O levantamento revelou ainda que oito em cada 10 entrevistados acreditam que a saúde mental é tão importante quanto a física. A meditação, prática milenar que engloba relaxamento corporal, proporcionando calma e tranquilidade física e mental, é uma ótima alternativa para quem busca este equilíbrio.

Para celebrar o Dia Mundial da Meditação, comemorado no último dia 21 de maio, a WW Vigilantes do Peso levantou algumas informações e dicas para esclarecer dúvidas e auxiliar na prática da atividade. Meditar é um exercício de concentração que visa equilibrar as emoções, oferecendo novas formas de lidar com estresse físico e psicológico. 

A prática auxilia na regulação do sistema nervoso parassimpático, responsável pelo relaxamento, e pode ser definida como um estado de profunda tranquilidade e maior consciência, ajudando a focar a atenção, relaxar a mente e equilibrar o humor. Além disso, diminui a presença do cortisol, hormônio relacionado ao estresse, reduzindo sintomas de ansiedade e depressão e atuando na concentração, contribuindo para a melhora do sono e bem-estar em geral. 

Mesmo tendo uma rotina agitada, há vários exercícios curtos e simples que podem ser introduzidos mais facilmente. Com apenas 5 minutos diários de concentração em você mesmo e na sua respiração, já é possível sentir a diferença. Embora possa parecer pouco, este tempo é suficiente para se sentir relaxado, em paz e focado, mesmo que seja sua primeira vez.

Por ajudar na concentração e no equilíbrio de emoções, a prática pode ser uma ótima ferramenta para auxiliar em metas de perda de peso e bem-estar. Se você tem a tendência de comer por questões emocionais, como tristeza, ansiedade ou por impulso, fazer um exercício de respiração pode facilitar a quebra desses padrões, mantendo a escolha consciente de cuidar melhor de você.

Outro ponto importante é que não há certo ou errado. A meditação é um exercício muito pessoal, que depende do perfil do praticante e de seu dia-a-dia. Existem centenas de estilos diferentes. Não existe uma técnica que seja a melhor. Por isso, para conseguir alcançar os resultados desejados, vale experimentar alguns tipos e ver qual deles é mais efetivo para que você se conecte com seu eu interior. Confira alguns estilos efetivos para você explorar e adaptar a suas necessidades.


1. Meditação Mindfulness
Definida como “prestar atenção, intencionalmente, no momento presente”. A prática envolve fechar os olhos e concentrar-se na sua respiração, nos sons à sua volta e em qualquer sensação que experimentar. Essa meditação propõe simplesmente observar seu estado presente, ao invés de mudar como você se sente, o que está pensando ou fazendo. É indicada para quem busca estabelecer pensamentos claros e reduzir ansiedade e depressão.


2. Meditação Transcendental Automática

Consiste em repetir mentalmente um mantra (geralmente em Sânscrito) várias vezes. A palavra “mantra” significa “ferramenta da mente” e é baseada na ideia de que a repetição substitui gradualmente outras vozes na sua mente. É ideal para aqueles que desejam relaxar ou focar em uma determinada tarefa.


3. Meditação Bondade-Amorosa ou Metta 

Como o nome sugere, essa técnica envolve repetir mentalmente frases amorosas direcionadas a você mesmo ou a outros, para trazer mais compaixão a sua vida. A ideia é se sentir mais positivo sobre você e as outras pessoas, praticando a autocompaixão, além de cultivar empatia, aprimorar as habilidades interpessoais e melhorar a conexão com outras pessoas.

No Blog da WW Vigilantes do Peso, você encontra mais dicas sobre o tema, além de um exercício de meditação de apenas 3 minutos. Vale a pena conferir, aqui!

 

WW VigilantesdoPeso

https://www.ww.com/br


As cinco maiores dores de uma mulher ao planejar uma gestação


De acordo com um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), 50% das mulheres saem do mercado de trabalho em até dois anos após sua licença-maternidade. Já a pesquisa realizada pelo Google demonstrou que 88% dos homens brasileiros declararam que ser um bom pai significa participar ativamente da rotina dos filhos, porém, apenas 37% assumem que, de fato, são participativos.  

Apesar do crescente aumento da discussão sobre equidade de gênero, essa conscientização ainda está longe de refletir a realidade. Grande parte das famílias ainda funciona, hoje, tendo a mulher como principal responsável pelo cuidado da casa e dos filhos, assumindo duplas ou triplas jornadas de trabalho.  

Na prática, o dilema da mulher moderna entre carreira, família e filhos está além de estatísticas e dados analíticos. Os números, na verdade, são apenas a ponta do iceberg para a mulher que pretende realizar o sonho de se tornar mãe. Enquanto, em casa, a família e os amigos cobram pela chegada dos filhos, no trabalho é quase que consenso que conciliar carreira e maternidade é impossível. Num piscar de olhos, o que era para ser um momento único de alegria e realização se torna um mar de incertezas, dúvidas e insegurança.  

Como tentante e ao longo dos últimos dois anos acompanhando outras mulheres no Carreira & Mamadeira, consigo identificar os maiores medos e inseguranças que o público feminino enfrenta durante essa jornada. São eles:

 

1 - Será que ainda vou ter tempo para continuar sendo eu?  

É claro que a rotina da mulher irá mudar! A chegada de um bebê impacta o cotidiano de várias maneiras e não há como negar. O que já era corrido ficará ainda mais. E nesse cenário, os extremos nunca ajudam. É muito comum encontrar discursos em que a maternidade é romantizada ou demonizada, mas quase ninguém fala das possibilidades que existem entre esses dois pontos.  

Óbvio que dormir até mais tarde em um sábado vai ser raro, chegar em casa e se jogar no sofá com o parceiro pode não mais fazer parte da rotina, assim como viagens-surpresa de fim de semana terão que ser melhor planejadas, confraternizar com os amigos vai demandar uma rede de apoio. A questão é que a vida é feita de fases, e é muito importante saber aproveitar cada uma delas, com seus ônus e bônus. Quando a decisão é tomada de forma consciente, então, fica muito mais fácil lidar com os perrengues e as renúncias. 

Isso não quer dizer, de forma alguma, que é preciso se acostumar com o caos, por mais que ele tome conta um dia ou outro. Nesse momento, vale investir tempo no planejamento, construir uma rede de apoio e ter combinados muito claros com o parceiro. Lembre-se: ele é o maior aliado nessa jornada, não como ajudante, mas como pai e igualmente responsável pela nova rotina. Somente mulheres realizadas podem ser mães felizes para criar filhos emocionalmente saudáveis.
 

2 - Filho segura ou destrói o casamento? 

Nem um, nem outro, se o casal estiver em sintonia. Quem planeja engravidar precisa, além de estar bem consigo mesma, desenvolver maturidade no relacionamento a dois. E, nesse processo, o diálogo é sempre o melhor caminho. Alinhar sobre expectativas, vontades e limites é essencial para evitar aborrecimentos lá na frente.
 

3 - E os pitacos das famílias?  

Eles já existem muito antes dos filhos chegarem, mas fato é que aumentarão proporcionalmente ao aumento da família. Isso não necessariamente precisa ser ruim e cada casal deve entender em que nível a interferência é bem-vinda. 

É preciso ter em mente que quanto maior for a dependência, maior será a interferência. Por isso, ainda durante o planejamento, é importante que o casal entenda que situação deixa ambos mais confortáveis para que possam se programar. Se a ideia é que a rede de apoio sejam os avós, é necessário ter essa conversa. Se o melhor é uma escolinha, creche ou babá, vale fazer um pé de meia. 

No geral, o período logo após o nascimento do bebê é o que mais deixa as mulheres inseguras e preocupadas. Infelizmente, muitas mulheres já passaram por experiências traumáticas com conselhos não requisitados, visitas não agendadas e falta de bom senso, o que acaba disseminando essa sensação de que todo pós-parto precisa ser terrível.  

De fato, a mulher passa por oscilações hormonais bastante intensas, a ponto de não precisar de nenhum estresse extra nessa equação. Nesse momento, o mais importante é entender que a prioridade é o bem-estar do casal e do bebê recém chegado e que para isso, em determinados momentos, talvez seja necessário frustrar algum familiar.  

Não que exista uma regra, mas se cada um ficar responsável por alinhar expectativas e limites com sua família, esse momento pode ser muito mais tranquilo e leve para todos. Para que o bebê fique bem, basta a mãe estar bem. O homem, nesse contexto, tem o papel inegociável de colocar o bem-estar da mulher acima de qualquer outra coisa.

 

4 - De que jeito eu adiciono um bebê nessa rotina caótica? 

Trânsito, trabalho, trânsito. Se em home-office, é reunião atrás de reunião. A rotina já é complexa e extremamente corrida. Como encaixar, nessa complexidade, uma nova vida? Como ser uma boa mãe sem precisar abrir mão de todo o resto?  

Calma! Ser uma mãe participativa não é sinônimo de não desgrudar do filho, o equilíbrio é a chave. É preciso saber priorizar o tempo. No trabalho se dedique a sua função. Quando chegar em casa, feche o notebook, desligue o celular e se entregue àquele momento.  

E o mais importante: se libertar da culpa. A mulher que escolhe ou precisa trabalhar após a maternidade é tão mãe quanto a que se dedica 100% aos filhos. Construa uma boa rede de apoio, faça acordos com seu parceiro, tente conseguir flexibilização de horários ou modelo de trabalho e aproveite a jornada.

 

5 - E a grana, será que vai dar? 

Por fim, a situação financeira completa os 5 medos mais enfrentados durante o processo de planejamento de uma gravidez. Ter as finanças da casa organizadas, um orçamento familiar saudável e indivíduos conscientes da realidade é indispensável para quem quer aumentar a família. Ao lidarem com uma nova vida, gastos serão necessários e imprevistos poderão ocorrer de forma recorrente, por este motivo, a maneira como esse dinheiro será gasto deve ser pensada. 

Se esses mecanismos ainda não existem, é hora de implementar (inclusive, temos uma planilha financeira incrível que foi pensada especialmente para ajudar nesse desafio e está disponível lá na nossa bio do @carreiraemamadeira). Evitar se comprometer com gastos a longo prazo, quitar dívidas e construir uma reserva de emergência são alguns primeiros passos importantíssimos.  

Sim, os medos existem e sempre vão existir. Antes mesmo de a possibilidade de me tornar mãe existir, outras inseguranças tomavam conta de mim. Mas, o que o Carreira & Mamadeira mais me ensinou, e o que tentamos dia após dia passar como mensagem é que é possível sim ser uma mulher realizada em todos os âmbitos da vida. Para isso, no entanto, é preciso coragem: de fazer escolhas, de se posicionar, de assumir responsabilidades, de lidar com as consequências e, enfim, viver a sua vida perfeitamente imperfeita, e não de mais ninguém.

 

Mayara Prieto - Head de Marketing da Movidaria, marca empreendedora que investe no Carreira & Mamadeira 


No Dia Nacional da Adoção (25/5) é preciso acabar com a ‘romantização’ desse processo

  

O Brasil tem mais de 30.900 crianças acolhidas em abrigos, segundo dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) do Conselho Nacional de Justiça (2020). 

Há 19 anos, a ONG PAC (Projeto Amigos das Crianças) -- que há atende a população em situação de vulnerabilidade e/ou risco social nos distritos de Pirituba, São Domingos e Jaraguá, em São Paulo -- e abriga cerca de 45 crianças, com idades entre 0 e 18 anos luta para dar a elas muito mais que um lar. Um abrigo se especializa em acolher e prepará-las para seguirem autônomas de suas próprias vidas. 

“Orfanato” é uma nomenclatura antiga, em desuso, e define um estabelecimento que recebe crianças e adolescentes em situação de abandono. E encontravam ali a moradia até encontrarem uma nova família. 

O termo atual é “abrigo”, que oferece moradia provisória para crianças e adolescentes, com foco no retorno destas às famílias ou encaminhamento para famílias substitutas. Porém, mais importante que a nomenclatura que a define é o trabalho que ela presta na transformação social, oferecendo às suas crianças oportunidades de educação, formação profissional, esportes e artes. 

Nesse Dia Nacional da Adoção (25/9), é importante “desromantizar” um processo que luta contra ‘mitos e fábulas’ que tornam o processo ainda mais difícil para ambos os lados. Engana-se quem acredita que nos abrigos todas as crianças estão disponíveis para adoção. Aliás, diante de tantos mitos que envolvem a adoção, o mais cruel é acreditar que existem tantas crianças disponíveis para adoção quanta as famílias que esperam tê-las. 

De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atualmente existem cerca de 4 mil crianças e adolescentes na fila da adoção no Brasil - a maior parte delas têm mais de 15 anos de idade para uma fila que que supera os 35 mil inscritos para receber um novo integrante. 

Mas, quais os fatores tornam o processo lento e burocrático para entregar esses 4 mil que crescem em abrigos às essas famílias que amargam uma espera sem fim nas filas de adoção? 

Em primeiro lugar, é preciso acabar com o conceito romantizado da adoção. É preciso buscar as informações corretas para começar o processo. Visitar abrigos e encontrar a criança antes da fila de adoção atrasa demais todo o processo. Procurar o abrigo, escolher a criança não são as primeiras etapas. É preciso iniciar pela Vara de Infância e Juventude e estar ciente de que quanto mais “filtros” se coloca na busca, maior seu prazo na fila. 

A diferença entre a intenção de adotar e escolher um filho para criar é bem grande e a fila, prioritariamente, se ocupa em buscar uma família para a criança a ser adotada e não o contrário: encontrar para a família uma criança com todos os filtros que eles desejam. 

É isso que aumenta o tempo na fila. Porém, para quem não faz restrições e se dedica a dar um lar para uma criança que não seja preferencialmente branca, com até 3 anos de idade, sem qualquer problema de saúde etc. o tempo de espera na fila tende a ser menor. Na fila, tem crianças acima de 15 anos (as mais rejeitadas), HIV positivas, com deficiências inúmeras. 

Até estar totalmente apta para adoção, a legislação exige algumas etapas que são importantes para a criança. É preciso que sejam reativadas as tentativas de convivência com a família biológica, com acompanhamento e segurança. Mesmo com casos de violência, maus tratos ou incapacidade para prover os direitos da criança, sabemos que muitas delas preferem viver com suas famílias originais a serem entregues à sorte da adoção. Mesmo com todos os problemas, a criança prefere permanecer com sua família biológica, pelo vínculo afetivo e por não conhecer outro modelo de família e afeto. 

Quando se constata legalmente que a família biológica não pode mesmo ter a guarda, a criança ainda tem que passar por um período de adaptação com a nova família. Esse é um processo difícil e doloroso. 

O tempo para as crianças é curto nesse processo. Quanto mais crescem, menos chances de serem escolhidas. Menos “filtros” carregam. Segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional da Justiça em 2021, enquanto existiam na ocasião cerca de 1.700 processos de adoção de crianças até 3 anos, o país tinha apenas 103 processos para os mais de 15 anos. 

Outro engano é achar que para adotar uma criança é preciso ter casa própria, patrimônio avaliado entre outros. Poucos sabem que para se adotar alguém é preciso ser maior de idade e ter a intenção real e comprovada de acolher um novo filho. Mais nada. 

Mais um mito a ser derrubado é sobre o cancelamento da adoção. Isso não existe. Uma vez adotada, com o processo totalmente concluído com todas as etapas a adoção legalizada é irrevogável. Ninguém, por lei, tira da família adotiva essa criança. Isso é um mito maldoso que faz as famílias recuarem e desistirem da adoção. No site do CNJ é possível encontrar o passo a passo da adoção (clique aqui). 

Ante ao processo de adoção, as instituições que abrigam essas crianças exercem um trabalho legítimo de transformação social. Recebê-las nas condições emocionais e físicas que chegam implica em dar a elas o amor que lhes foi negado ou tirado. Essas instituições se encarregam de reconstruir essas crianças e prepará-las para um mundo diferente, com a rotina de estudo, alimentação, diversão que é exigido por lei para que tenham um desenvolvimento completo. Para que sejam e vivam como crianças na sua essência. 

É trabalhar todos os dias para que apaguem de suas vidas a rejeição, a memória de outros tempos e tudo isso em meio a visitas e adaptações que precisam enfrentar em novos lares e famílias interessadas em adotá-las. 

A verdade é que não há romantismo na adoção. A adoção é um sofrimento! Para quem está na fila à espera e para quem faz a fila andar. Dar este passo, implica em se livrar do preconceito, colocar o amor em dobro acima da causa pessoal e entender cada fase desse processo. É estar ciente todos os dias que ser adotado é uma sorte, mas também é uma tristeza. Afinal, para ganhar uma nova família é preciso perder de vez a família biológica. Isso não é ganho. É um empate, na melhor das hipóteses.

 

Sobre o PAC - Projeto Amigos das Crianças   

Fundado há 18 anos, o PAC -- Projeto Amigos das Crianças é uma Organização Social sem fins lucrativos certificada pelo CEBAS - Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social - que atende a população em situação de vulnerabilidade e/ou risco social nos distritos de Pirituba, São Domingos e Jaraguá (SP).  Atualmente, o PAC conta com mais de 70 funcionários, cerca de 3.500 voluntários, 139 mantenedores via doação e mais de 7 empresas parceiras que  

subsidiam as oficinas promovidas pela organização, como Zendesk, Mutant, TOTVS, Serra do Mar, Aktie Now, Elo, Sow e Netas. 

Para mais informações sobre o PAC, acesse: (clique aqui)

 

Rosane Chene, empreendedora social e diretora da ONG PAC 

 

Vestibulinho: sai o resultado dos pedidos de redução da taxa de inscrição

 

        Candidato beneficiado deverá efetuar sua inscrição no período de 25 de maio a 6 de junho

Foto: Gastão Guedes



Solicitantes podem conferir, pela internet, se foram contemplados com o benefício; inscrições para processo seletivo das Etecs vão

até dia 6 de junho e prova ocorre em 3 de julho

 

Já está disponível o resultado dos pedidos de redução de 50% do valor da taxa de inscrição do processo seletivo das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) para o segundo semestre de 2022. O material pode ser consultado no site www.vestibulinhoetec.com.br. A prova do Vestibulinho será aplicada no dia 3 de julho, de forma presencial. 

O candidato beneficiado com a redução da taxa deverá efetuar sua inscrição no Vestibulinho para o segundo semestre, no período de 25 de maio a 6 de junho, exclusivamente pela internet. Caso o interessado não tenha acesso a computador e internet, as Etecs de todo o Estado disponibilizarão os equipamentos para que seja realizada a inscrição. É preciso entrar em contato com a unidade para saber datas e horários disponíveis, antes de ir ao local. 

O Vestibulinho para o segundo semestre de 2022 oferece mais de 43 mil vagas para cursos técnicos, Especializações Técnicas e para vagas remanescentes de segundo módulo. A inscrição deve ser feita exclusivamente pela internet. 

Para se inscrever, é preciso preencher a ficha disponível no menu “Área do candidato” e imprimir o boleto bancário para o pagamento da taxa. O valor deve ser pago em qualquer agência bancária, via internet, por meio de aplicativo bancário ou ainda por meio da ferramenta disponível no site oficial do processo seletivo, com cartão de crédito, até o dia 6 de junho. 

O fornecimento de informações corretas é de responsabilidade do candidato ou de seu representante legal, quando menor de 16 anos. Mais informações sobre o preenchimento da ficha de inscrição, documentação necessária, disponibilidade de cursos e vagas de cada unidade podem ser conferidas na Portaria do Vestibulinho e no Manual do Candidato, disponíveis na internet.

 

Inclusão social 

O candidato com deficiência, que necessite de condições especiais para realizar a prova, deverá indicá-las na ficha de inscrição eletrônica e, também, encaminhar o laudo médico, emitido por especialista, descrevendo o tipo e o grau da necessidade, por meio de link específico na Área do Candidato, impreterivelmente, até as 15 horas do dia 6 de junho. 

O candidato transgênero que desejar ser tratado pelo nome social deverá informar o nome social completo no ato da inscrição, no campo específico para isso. Caso não seja informado o nome social no ato da inscrição, não será possível solicitar a inclusão posteriormente. Também é preciso enviar durante o preenchimento da ficha, via upload, imagem do RG (frente e verso) e uma foto 3×4 recente. 

O Sistema de Pontuação Acrescida do Centro Paula Souza concede acréscimo de pontos à nota final obtida no exame, sendo 3% a estudantes afrodescendentes e 10% a quem tenha estudado, integralmente, da quinta a oitava série ou do sexto ao nono ano do Ensino Fundamental, na rede pública. Se o candidato estiver nas duas situações, recebe 13% de bônus.

Cabe ao candidato verificar na portaria se tem direito à pontuação acrescida porque a matrícula não poderá ser realizada e a vaga será perdida se as informações não atenderem às condições estabelecidas em sua totalidade.

Outras informações pelos telefones (11) 3471-4071 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-772 2829 (demais localidades) e pela internet


 Centro Paula SouzaAutarquia do Governo do Estado de São Paulo vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o Centro Paula Souza (CPS) administra as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas (Etecs) estaduais, além das classes descentralizadas – unidades que funcionam com um ou mais cursos, sob a supervisão de uma Etec –, em cerca de 360 municípios paulistas. As Etecs atendem mais de 226 mil estudantes nos Ensinos Técnico, Integrado e Médio. Nas Fatecs, o número de matriculados nos cursos de graduação tecnológica supera 96 mil alunos.


Crianças Desaparecidas: em campanha, SBP e CNMP fazem recomendações a pediatras e famílias

Cerca de 50 mil crianças e adolescentes desaparecem anualmente no Brasil, sendo que 10% não retornam para suas famílias, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). As causas mais comuns para explicar esse desaparecimento são adoção ilegal, tráfico de órgãos, trabalho escravo, exploração sexual e outros. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) - em alusão ao Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, celebrado nesta quarta-feira (25 de maio) - reforça os alertas presentes na campanha nacional desenvolvida em parceria com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), para promover uma política de enfrentamento a esse triste cenário, envolvendo mídia, governo e população. 

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O DOCUMENTO
  

A ação conta com a publicação de documento sobre o assunto, além de cards para as redes sociais em que são listadas as principais recomendações voltadas às famílias e aos pediatras -- já que por algum momento essas crianças podem passar por atendimentos em postos de saúde ou consultórios. 

A presidente da SBP, dra Luciana Rodrigues Silva, é uma das entusiastas dessa luta. “Trata-se de um drama que passa desapercebido para a maioria das pessoas, mas com consequências profundas para milhares de famílias. É preciso quebrar esse pacto de silêncio e colocar esse tema na ordem do dia da agenda pública”, defendeu. 

O secretário geral da SBP, dr Sidnei Ferreira, concorda com a necessidade de se priorizar o assunto. “Colocar esse tema diariamente, em todos os meios de informação disponíveis, nos lares, escolas, clubes, associações, ONGs, aeroportos, estações de ônibus, trem, metrô e barcas, incluindo hospitais, prontos-socorros e unidades básicas de saúde; divulgar e distribuir cartilhas com linguagem simples e acessível para evitar o desaparecimento e para agir caso suspeite ou constate o desaparecimento são os alertas dessa campanha de sensibilização da SBP”, disse. 

RECOMENDAÇÕES -- No documento elaborado pela SBP e CNMP, os especialistas fazem um convite aos grupos organizados da sociedade, além de escolas e estabelecimentos de saúde, segurança e justiça entre outros, para o envolvimento na causa. Entre as recomendações listadas aos pediatras estão a necessidade de sensibilizar a administração dos serviços de saúde, em especial a rede pública, para que exijam, na admissão do paciente, a documentação do acompanhante e da criança ou adolescente para identificar o vínculo existente. 

Para as famílias, uma das principais recomendações é incentivar pais e responsáveis a emitir a carteira de identidade (RG ou Passaporte) ainda na infância. Esse documento oficial de identificação -- com a foto da criança e o nome dos genitores ou responsáveis -- pode dificultar ações de subtração e facilitar a busca, localização e identificação em caso de desaparecimento.


Mais Shopping promove evento gratuito para a população sobre declaração de Imposto de Renda

Parceira com a Unisa, traz professores para levar conhecimento e orientações sobre as exigências da Receita Federal

 

 

O prazo para o envio da Declaração de Imposto de Renda termina no mês de maio e quem perder esse prazo deverá pagar uma multa que pode chegar a 20% do valor do imposto devido. Para ajudar o contribuinte, tirando dúvidas e orientando sobre como proceder para se regularizar, o Mais Shopping em parceira com a Unisa, Universidade Santo Amaro promove nos dias 27 e 28 de maio, um plantão de dúvidas sobre o Imposto de Renda, com os professores de contabilidade da universidade. 

 

Os plantões de atendimento começam nesta sexta-feira, das 12h às 18h, no piso 2° Piso do Mais Shopping. Para ficar por dentro das novidades do empreendimento, basta fazer o download do app oficial, disponível nas plataformas digitais, ou acessar o site www.maisshopping.com.br. O Mais Shopping fica na Rua Amador Bueno, 229, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo.

 

Serviço:

Campanha de Imposto de Renda 2022 – Plantões de dúvidas

Datas: 27 e 28 de maio

Horário: 12h às 18h


Decreto constrói um cenário promissor para o desenvolvimento do mercado de carbono no Brasil, afirma especialista

Texto cria políticas públicas de longo prazo alinhadas com os compromissos assumidos pelo país na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, explica Rebeca Stefanini, do Cescon Barrieu Advogados


O Decreto Federal nº 11.075/2022 publicado na última sexta-feira (20), com o objetivo de pormenorizar as disposições da Política Nacional de Mudança do Clima (Lei Federal n. 12.187/2009), traz uma importante sinalização do posicionamento do país em relação às discussões sobre enfrentamento das mudanças climáticas e valorização dos ativos ambientais. Essa é a opinião de Rebeca Stefanini Pavlovsky, advogada associada do Cescon Barrieu Advogados na área de direito ambiental. Um dos diferenciais do texto é o início da regulamentação do mercado voluntário de carbono no Brasil.

“O texto auxilia na construção de um cenário promissor no contexto do aumento de apetite de investimento em projetos que geram créditos de carbono e externalidades positivas ao meio ambiente e aos stakeholders afetados. O objetivo é o de criar políticas públicas de longo prazo e independentes da mudança de governo sem interferir no que o setor privado já vem articulando e realizando”, afirma ela. Sobre o assunto, Rebeca pontua que há previsão expressa de compatibilização com outros ativos representativos de redução ou remoção de gases de efeito estufa, como é o caso dos CBIOs criados pelo RENOVABIO.

O texto conceitua crédito de carbono como um “ativo financeiro e ambiental transferível e representativo de redução ou remoção de uma tonelada de dióxido de carbono equivalente”. A advogada do Cescon Barrieu explica que o decreto, desenvolvido entre o poder público, empresas e o mercado financeiro, é uma importante sinalização dos próximos passos e do posicionamento do país em relação às discussões sobre o assunto. “O texto foi até o limite do que era permitido ao Poder Executivo no exercício da competência regulamentar e, assim, as discussões do PL que regulamenta o mercado de carbono continuam. Neste âmbito, espera-se que sejam definidas as formas de cap and trade, governança e taxonomia”, destaca ela referindo-se ao Projeto de Lei n. 2.148/2015 que tramita na Câmara dos Deputados e que teve parecer aprovado na última quinta-feira (19).


Mais detalhes sobre o texto

O Decreto nº 11.075/2022 estabeleceu os procedimentos para elaboração dos Planos Setoriais de Mitigação das Mudanças Climáticas e instituiu o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SINARE-GEE), sob responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente. O SINARE-GEE reunirá informações sobre o registro das emissões, compensação de Gases de Efeito Estufa (GEE), transferência, transações e aposentadoria de créditos.

Os Planos Setoriais deverão prever metas de redução de gases de efeito estufa (GEE) para os setores de geração e distribuição de energia elétrica, transporte público urbano e nos sistemas modais de transporte interestadual de cargas e passageiros, indústrias de transformação, bens de consumo duráveis, químicas fina e de base, de papel e celulose, mineração, construção civil, serviços de saúde e agropecuária. O setor empresarial poderá apresentar sugestão de metas e de procedimentos para mensuração e verificação no prazo de 180 dias contados a partir da publicação do Decreto, prorrogável por igual período. Também poderão ser definidos os planos setoriais e isenção tributária para a comercialização de créditos de carbono para o investidor estrangeiro. “Dessa maneira, o mercado brasileiro que é o maior potencial de mercado de carbono do mundo poderá ser alavancado” finaliza Rebeca.

 


Cescon Barrieu

www.cesconbarrieu.com.br


Os cinco maiores erros no processo de apurações fiscais

O sistema tributário do Brasil se configura como um dos mais complexos do mundo. E, se adequar a tantas normas e leis prevista pela Constituição Federal, continua sendo um dos grandes desafios enfrentados por diversas organizações.

Segundo dados do Instituto Brasileiro do Planejamento e Tributação (IBPT), cerca de 32 mil normas tributárias foram criadas no país desde a Constituição Federal, de 1998 – totalizando uma média de 46 novas regras a cada dia útil nesse período.

Esse número elevado de informações e regras a serem seguidas impacta, diretamente, em diversos problemas das empresas na hora de administrar a área fiscal. Até porque, em muitos casos, a falta de conhecimento amplo de todas as normativas previstas em lei e dificuldades sistêmicas para execução de tarefas, corrobora ainda mais com as complexidades existentes da área.

Nesse cenário, listo os cinco maiores erros no processo de apurações fiscais cometidos pelas organizações:


#1 - Falta de análise de aderência das atualizações fiscais: com a constante criação de diversas regras, é dificultado o acompanhamento por parte da equipe fiscal. Isso reverbera na interpretação equívoca das novas normativas e internalização de tais alterações dentro do cenário da empresa.


#2 - Inserir dados incorretos na emissão de documentos fiscais: é importante levar em conta que qualquer erro declarado em documento fiscal pode acarretar multas pesadas para a empresa – o que se reflete automaticamente nos impactos financeiros a serem sentidos pela organização.


#3 - Falta de agenda tributária e monitor de obrigações para o controle de vencimentos: a ausência de tais itens impossibilita o ganho de agilidade no fluxo de trabalho. Sendo que, através da aquisição da agenda tributária, é permitido um maior controle de vencimentos e acesso facilitado de consulta de informações através da atualização eficiente dos status.


# 4 - Falta de investimento em tecnologia e soluções fiscais embarcadas no ERP: investir em tecnologia é uma importante ferramenta para reduzir o tempo de fechamento fiscal e custos da companhia. Através de uma solução fiscal robusta, torna-se possível automatizar tarefas normalmente executadas de forma manual


#5 - Falta de histórico e backup das informações: ao utilizar uma solução fiscal como repositório único das informações e armazenamento, torna-se possível acessar de forma rápida o histórico das obrigações.

Diversas são as razões que desencadeiam tais erros cometidos pelas companhias. Dentre elas, está a falta de investimentos necessários na área tributária, considerada ainda por diversas culturas como um departamento do Fisco dentro da empresa.

Outro ponto que também pode ser apontado é que, mesmo diante de tamanhos avanços tecnológicos, ainda existe uma falta de ofertas de sistemas que automatizem e digitalizem as operações. Assim, tarefas com alto teor de complexidade são desempenhadas de forma manual, estando ainda mais suscetíveis a erros.

Por isso, o meio eficaz de corrigir as taxas de erros e realizar uma apuração fiscal eficiente é através do uso de sistemas embarcados em tecnologia de gestão. Essa medida viabiliza os processos e auxilia na assertividade e implantação das constantes mudanças presenciadas no setor tributário. Até porque, não basta apenas identificar os problemas, é necessário ir atrás da solução.

 

Ricardo Rocha - especialista em inteligência fiscal na Seidor, empresa dedicada ao fornecimento de soluções tecnológicas na área de consultoria de software e serviços de TI.

 

Seidor

http://www.seidor.com.br

 

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