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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Pesquisa inédita revela: 92% dos brasileiros relatam algum tipo de sintoma respiratório no último ano; parte dos entrevistados subestima os sinais e adia a ida ao médico1,2

 

Respirar mal virou normal para os brasileiros? Estudo Datafolha mapeou o conhecimento da população e aprofundou os desafios de diagnóstico e adesão ao tratamento em grupo de pacientes com Asma, DPOC e Polipose Nasal.


Conviver com falta de ar, tosse frequente, nariz entupido ou outros desconfortos faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Uma pesquisa inédita realizada pelo Datafolha, em parceria com a biofarmacêutica GSK, revela que 92% da população brasileira relatou ter tido ao menos um sintoma respiratório nos últimos 12 meses¹. No entanto, o levantamento alerta para um fenômeno preocupante: a normalização dos sintomas. Entre os entrevistados, 92% concordam que quem fumou durante muitos anos terá problemas respiratórios; 62% acreditam que tosse ou falta de ar só precisam ser avaliadas por um médico quando começam a limitar as atividades do dia a dia; 57% concordam que é normal sentir falta de ar à medida em que as pessoas envelhecem; e 57% também avaliam que a tosse frequente é um efeito normal do tabagismo¹. 

A pesquisa foi estruturada em dois módulos independentes: uma etapa quantitativa representativa da população brasileira (2004 entrevistas)¹ e um módulo focado na jornada de cuidados, com amostra intencional de 213 pacientes diagnosticados com Asma, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) ou Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN). Este último módulo foi realizado nas capitais São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA)². 

"Compreender o comportamento da sociedade frente às doenças respiratórias crônicas é fundamental para transformarmos a jornada de cuidado. O estudo mostra que a falta de informação e a aceitação passiva dos sintomas ainda são barreiras críticas para que as pessoas busquem ajuda e alcancem uma vida com mais qualidade e controle da saúde", destaca a Dra. Mariana Gazzotti (CREFITO-3 44501-F), Diretora Médica de ImunoResp e Produtos Estabelecidos da GSK Brasil.
 

Asma: a doença mais conhecida, porém, ainda longe do controle ideal

A asma lidera o índice de conhecimento entre a população: 84% dos brasileiros ouvidos declaram conhecer sobre a doença¹. No entanto, entre os pacientes entrevistados com esse diagnóstico, a percepção de controle representa um obstáculo significativo: 24% (quase 1 em cada 4) consideram seu quadro "pouco controlado" ou "nada controlado”². 

"Muitas pessoas aprendem a adaptar suas rotinas às limitações impostas pela asma, acreditando erroneamente que crises eventuais ou cansaço aos esforços são inevitáveis. A asma é uma condição crônica e inflamatória que possui tratamentos eficazes. O objetivo do acompanhamento médico é permitir que o indivíduo viva sem limitações diárias", explica o Dr. José Eduardo Delfini Cançado (CRM: 53862/SP), pneumologista e Professor de Pneumologia da Santa Casa de São Paulo.
 

A DPOC é uma das doenças respiratórias menos conhecidas do Brasil, apesar de afetar milhões de pessoas.

A sigla que nomeia uma das principais consequências do tabagismo é profundamente desconhecida no País. Apenas 10% da população afirmam conhecer ou ter ouvido falar da DPOC, e somente 3% dos brasileiros sabem o significado exato da sigla (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica)¹. 

Essa falta de informação reflete diretamente no cuidado contínuo: entre os pacientes entrevistados com diagnóstico de DPOC, 11% declaram não estar realizando nenhum tipo de tratamento atualmente². 

"A DPOC é uma doença progressiva, mas tratável. A escassez de conhecimento faz com que os primeiros sinais, como tosse matinal e cansaço progressivo, sejam ignorados por anos. Quando a pessoa finalmente procura atendimento, a função pulmonar já pode estar comprometida. Precisamos desmitificar a DPOC e engajar as pessoas na manutenção do tratamento contínuo", alerta o Dr. José Eduardo Delfini Cançado.
 

Polipose nasal: obstrução crônica e o alto impacto na qualidade de vida

A polipose nasal é pouco conhecida pela maioria da sociedade: apenas 17% da população brasileira conhecem sobre a condição¹. Na prática, o sintoma marcante de obstrução nasal prolongada é frequentemente confundido com quadros comuns e passageiros de rinite ou sinusite, retardando a investigação especializada.7 

O levantamento revelou que essa é a condição com a pior avaliação de controle da doença. Entre os pacientes entrevistados diagnosticados com polipose nasal, 33% consideram a doença "pouco controlada" ou "nada controlada"². 

"Viver com o nariz completamente desobstruído e recuperar sentidos como o olfato não deveria ser um luxo, mas o padrão de saúde. A polipose nasal afeta o sono, a disposição, o paladar e o bem-estar diário. O diagnóstico correto feito pelo otorrinolaringologista possibilita indicar terapias modernas capazes de tratar a causa da doença e devolver a qualidade de vida ao paciente", ressalta a Dra. Elisama Baisch (CRM: 93867/SP), Otorrinolaringologista e Gerente de Grupo Médico da GSK Brasil.
 

Inovações terapêuticas

As recentes aprovações regulatórias da Anvisa ampliam o arsenal terapêutico disponível para doenças respiratórias associadas à inflamação tipo 2 no Brasil. Em 2026, a agência reguladora autorizou o uso de mepolizumabe como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada3, e aprovou depemoquimabeo primeiro imunobiológico de ultralonga ação aprovado para o tratamento de asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave mediadas por inflamação tipo 2, com 1 dose a cada 6 meses.4,8 

Os dois imunobiológicos atuam em mecanismos específicos da resposta inflamatória com potencial de reduzir crises e contribuir para o controle das doenças quando utilizado como parte de uma abordagem integrada de tratamento”, ressalta Mariana Gazzotti.
 

Sobre asma, DPOC e rinossinusite crônica com pólipo nasal

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que causa estreitamento dos brônquios, dificultando a passagem do ar. Os principais sintomas são falta de ar, chiado no peito, pressão torácica e tosse frequente5. 

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica trata-se de uma condição pulmonar progressiva e irreversível, frequentemente associada ao histórico de tabagismo ou exposição a fumaças e poluentes. Pode incluir bronquite crônica e enfisema pulmonar. É caracterizada por cansaço persistente, falta de ar progressiva aos esforços, tosse crônica e produção de catarro6. 

Já a Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais é uma doença inflamatória crônica da mucosa dos seios da face, caracterizada pelo surgimento de formações benignas (pólipos) nessas cavidades. Os sintomas incluem obstrução nasal frequente, perda ou redução do olfato e do paladar, secreção nasal e sensação de pressão na face7.
 

Sobre a metodologia utilizada

  • Módulo 1 (população geral 16+)¹: pesquisa quantitativa com 2004 brasileiros com 16 anos ou mais, realizada entre 6 e 10 de julho de 2026, em 137 municípios abrangendo todas as regiões do país. A amostra é representativa da população nacional, refletindo as proporções demográficas do país por região, porte de município, gênero, idade, escolaridade e classe econômica (com base na PNAD 2025, Consolidado Datafolha 2025 e ABEP 2026). A margem de erro máxima é de ±2 pontos percentuais, para um nível de confiança de 95%¹.
  • Módulo 2 (aprofundamento com pacientes)²: estudo com 213 pacientes, selecionados intencionalmente a partir de abordagens próximas a unidades de saúde públicas, privadas e ONGs especializadas nas capitais São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA), entre 17 e 24 de julho de 2026. As entrevistas envolveram pessoas com 12 anos ou mais (ou seus acompanhantes responsáveis) com diagnóstico confirmado de Asma/Asma Grave, Polipose Nasal/RSCcPN ou DPOC. As conclusões refletem a realidade deste grupo específico entrevistado e não podem ser generalizadas para toda a população de pacientes. A margem de erro para o total desta amostra é de ±7 pontos percentuais, para um nível de confiança de 95%².

 

GSK
www.gsk.com.br


Referências

  1. Datafolha / GSK. Pesquisa de Comportamento e Conhecimento sobre Saúde Respiratória (Módulo População 16+). Amostra nacional com 2.004 entrevistas realizadas em 137 municípios entre 06 e 10 de julho de 2026. Margem de erro: ±2 p.p. Nível de confiança: 95%.
  2. Datafolha / GSK. Estudo de Jornada e Percepção com Pacientes (Módulo Pacientes). Amostra intencional com 213 entrevistas com pacientes (ou acompanhantes) diagnosticados com asma, DPOC ou polipose nasal nas capitais SP, RJ, BH e Salvador, realizadas entre 17 e 24 de julho de 2026. Margem de erro: ±7 p.p. Nível de confiança: 95%.
  3. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Disponível em: Diário Oficial da União – Resolução RE nº 1.583/2026.https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-1.583-de-16-de-abril-de-2026-700569961 Acesso em: 24 ago. 2026.
  4. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.896, de 7 de maio de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 11. mai. 2026. Seção 1, p. 164. Disponível em: Link. Acesso em: 24 ago. 2026.
  5. Global Initiative for Asthma (GINA). Global Strategy for Asthma Management and Prevention 2026. Disponível em: https://ginasthma.org/2026-gina-strategy-report/. Acesso em: 24 ago. 2026.
  6. Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). Global Strategy for the Diagnosis, Management, and Prevention of COPD: 2026 Report. Disponível em: https://goldcopd.org/2026-gold-report-and-pocket-guide/. Acesso em 24. ago. 2026.
  7. Fokkens WJ, Lund VJ, Hopkins C, et al. European Position Paper on Rhinosinusitis and Nasal Polyps (EPOS). Rhinology, v. 58, n. Suppl 29, p. 1-464, 2020.
  8. Depemokimabe. Bula do produto.

Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico.


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