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terça-feira, 25 de maio de 2021

Reta Final: Mais da metade das pessoas possuem desconhecimento quanto aos prazos de entrega do Imposto de Renda, aponta pesquisa

Especialistas apontaram 10 dicas importantes para aqueles que ainda estão por fora dos prazos e exigências da declaração anual


Com o objetivo de compreender quão por dentro as pessoas estão em relação ao Imposto de Renda, a Acordo Certo, empresa de renegociação de dívidas, realizou uma pesquisa com mais de 1.100 pessoas e identificou que 54% dos respondentes não sabem quando começou o período de declaração do Imposto de Renda. Com a aproximação do envio final - estendido para o dia 31 de maio - o documento conta com informações de rendimentos declarados e aponta aqueles que têm direito a restituir algum valor . 

“Apesar do total desconhecimento sobre o prazo de entrega, que já está valendo, a maioria dos entrevistados afirmam saberem o que precisa ser declarado no imposto de renda (56%) e quem são as pessoas que precisam realizar o processo (66%). Entendemos que a questão necessita de um reforço maior nos períodos que antecedem a entrega da declaração, para que a população consiga executar seus demonstrativos em tempo hábil”, explica Thaler Becker, CMO da Acordo Certo. 

Para entender mais sobre o assunto, dividimos os dados com as startups Leoa - plataforma online para declaração e antecipação da restituição do Imposto de Renda - e Agilize - primeira empresa de contabilidade online do Brasil - e levantamos 10 dicas importantes para aqueles que ainda estão fora quando o assunto é Imposto de Renda. Entenda abaixo tudo sobre esse universo com os especialistas Eduardo Canova, CEO da Leoa e Alberto Vila Nova, contador e um dos fundadores da Agilize.


Quem deve declarar em 2021

Segundo Canova, a primeira coisa que todos devem se atentar são as novas regras. “Entre as pessoas que estão na lista de obrigatoriedade para realizarem a declaração este ano são aquelas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$28.559,70 em 2020, ou com rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte de mais de R$ 40 mil, entre outros. A maior novidade este ano é para quem recebeu o auxílio emergencial, para enfrentamento da pandemia, em qualquer valor e outros rendimentos tributáveis em  valor anual superior a R$ 22.847,76”, explica.

Além delas: Contribuintes com receita bruta de atividade rural superior a R$142.798,50; com patrimônio de mais de 300 mil reais em 31 de dezembro; com ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fez operações na bolsa de valores; quem passou a residir no Brasil em qualquer mês de 2020; quem vendeu imóveis residenciais e comprou imvoel até 180 dias depois da vendas.


Quais os documentos necessários

Para realizar o preenchimento da declaração, os principais documentos necessários são:

Dados pessoais do contribuinte e seus dependentes

  • Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes
  • Endereços atualizados;
  • Cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física;
  • Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;
  • Atividade profissional exercida atualmente.


Comprovação de Renda

  • Informes de rendimentos de salários, pró labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões, etc.;
  • Informes de rendimentos de bancos, fintechs, corretora de valores e quaisquer outras instituições financeiras;
  • Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis;
  • Informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício de 2020, tais como doações, heranças, etc.;
  • Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão;
  • Informes de rendimentos de participações de programas fiscais, como Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros.


Bens e direitos

  • Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas em 2020;
  • Imóveis: data de aquisição, área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis;
  • Veículo, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador;
  • Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver.


Pagamentos e deduções efetuadas

  • Recibos de pagamentos de plano de saúde;
  • Despesas médicas e odontológicas em geral;
  • Comprovantes de despesas com educação;
  • Comprovante de pagamento de previdência social e privada;
  • Recibos de doações efetuadas;
  • Recibos de empregada doméstica, contendo número NIT;
  • Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços.


Rendas variáveis

  • Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto;
  • DARFs de Renda Variável;
  • Informes de rendimento.

Alberto Vila Nova, contador e um dos fundadores da Agilize, primeira empresa de contabilidade online do Brasil, explica se todos os contribuintes precisam reunir esses documentos. “Essa é uma lista mais geral, se você vai precisar ou não, por exemplo, ter documentos relacionados a bens e direitos ou a rendas variáveis, vai depender se você teve algo em 2020 dentro desses quesitos que vai precisar declarar. Os documentos que são comuns a todos são as informações pessoais do contribuinte e seus dependentes e comprovação de renda”, explicou Alberto. 


Como aumentar o valor da restituição

Ainda segundo a pesquisa realizada pela Acordo Certo, dentre os respondentes que terão o Imposto de Renda descontado diretamente do salário (21% do total de respondentes), 47% dos brasileiros afirmam que farão a declaração do Imposto de Renda, sendo que 16% irão declarar e precisarão pagar algum valor, enquanto 31% irão declarar e terão dinheiro para restituir. 

E quando se fala em restituição, algumas dúvidas surgem entre os contribuintes. Como aumentar o valor é uma delas. Esclarecendo sobre o assunto, Alberto Vila Nova, da Agilize, destaca que, primeiramente, é importante estar atento à legislação. “O contribuinte tem que observar as regras legais para isso, pois há medidas para aumentar o valor da restituição que estão previstas na legislação. Caso não se observe isso, o contribuinte acaba sendo penalizado e, assim, não recebendo sua restituição completa”, destacou. 

Para aumentar o valor da restituição, Alberto Vila Nova enumera alguns pontos. “Primeiramente, escolha o modelo de declaração, se é com desconto simplificado ou deduções legais. Outras dicas para os contribuintes é intercalar despesas médicas com as de educação, evitar realizar declaração em conjunto, utilizar a previdência privada, excluir filhos que recebem pensão como dependentes e ainda ficar atento aos aluguéis”, informou Alberto. 


O que acontece se não entregar no prazo 

Ainda de acordo com os respondentes que terão o Imposto de Renda descontado diretamente do salário (21% do total de respondentes), 22% não irá declarar imposto de renda. Para Canova, essa parcela de pessoas precisam estar atentas se fazem parte da lista de obrigatoriedade ou não, pois não prestar contas ao leão pode trazer problemas. “Aqueles que não entregarem o Imposto de Renda no prazo, estão sujeitos a multa e ainda poderão ter seu CPF bloqueado”. A multa é aplicada no valor mínimo de R$ 165,74 se não há imposto devido. Se houver, a cobrança passa a ser de 1% ao mês de atraso (com teto de 20% total) mais juros. Em geral, os contribuintes possuem 60 dias para acertar as contas com a Receita Federal. Caso a pessoa que tiver obrigação de declarar e não efetuar a ação dentro do prazo, além de pagar multa, poderá ter seu CPF bloqueado. 

Canova ainda alerta, “A Receita Federal tem acesso às mais diversas movimentações de dinheiro, desde o que passa pelos bancos, pelas empresas, até a compra e venda de imóveis e veículos. Por isso, o que você declara vai ser cruzado com os dados que ela tem e tudo precisa ser confirmado. Seja transparente, pois inconsistências precisarão ser explicada”.


Sobre a pesquisa

O levantamento quantitativo foi realizado entre os dias 23 de fevereiro e 04 de março de 2021 com mais de 1.100 entrevistados cadastrados na base da Acordo Certo, sendo que 56% estão concentrados na região Sudeste. Ainda sobre o perfil da amostra, 62% são mulheres e 37% homens.

 


Acordo Certo


 Leoa

 

Detran.SP alerta para aplicação de golpes com uso de perfis falsos do departamento na internet

Com páginas fakes, estelionatários oferecem supostas soluções pelas redes sociais em nome do órgão estadual de trânsito.

 

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta para golpes praticados pela internet em nome da autarquia. Por meio de perfis falsos nas redes sociais, os estelionatários oferecem supostos benefícios para realizar serviços de veículos, como emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e quitação de multas.

 

Atenção! Os perfis oficiais do Detran.SP nas redes sociais possuem o selo de verificação, que comprova a originalidade do usuário. Para esclarecer dúvidas de cidadãos ou enviar uma solicitação via Facebook, Twitter ou Youtube, o perfil oficial é somente o @detransp. No Instagram, a conta verdadeira é a @detranspoficial. 

 

Outra dica importante: nenhum atendente do Detran.SP procura o cidadão pelas redes sociais de forma voluntária. Informações sobre dados bancários, número de Whatsapp também não são solicitados pelos atendentes. Confira sempre as informações do perfil, como por exemplo: fotos do usuário, números de conteúdos postados, e as interações da página.

 

As únicas formas legais disponíveis para solicitar serviços eletrônicos do Detran.SP são através do portal (www.detran.sp.gov.br) ou pelos canais digitais do Poupatempo(www.poupatempo.sp.gov.br), e app Poupatempo Digital.

 

“A população deve ficar alerta para não fornecer informações e dados pessoais a terceiros. Portanto, é muito importante que todos utilizem apenas os canais oficiais do Detran.SP, onde é possível solucionar grande parte das pendências”, afirma o diretor-presidente do Detran.SP, Ernesto Mascellani Neto.

 

 Caso o cidadão desconfie de algum perfil, é possível denunciar ocorrências desse tipo no Disque Denúncia 181. O serviço é da Secretaria de Estado da Segurança Pública e o sigilo é absoluto. A denúncia também pode ser feita na internet, no site: www.webdenuncia.org.br.


Já pelo portal do Detran.SP, a manifestação deve ser encaminhada para a Ouvidoria do órgão. O link para registrar a solicitação é o: https://www.ouvidoria.sp.gov.br/Portal/Default.aspx

INSS voltará a bloquear benefícios sem prova de vida

Segurados podem fazer o procedimento por meio de uma procuração previdenciária, que é gratuita nos cartórios

 

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) voltou a exigir que os aposentados e pensionistas forneçam a prova de vida para não terem os benefícios bloqueados. Desde março do ano passado os bloqueios estavam suspensos por causa da pandemia. Agora os segurados que tinham previsão de fazer a prova de vida em fevereiro do ano passado têm até o dia 31 de maio para fazer o procedimento. Beneficiários com calendário inicial previsto para março e abril de 2020 têm até junho para fazer a prova.

O procedimento pode ser feito pessoalmente nas agências bancárias ou por meio dos aplicativos de bancos. Quem optar pelo sistema virtual fará a comprovação por meio da biometria facial. “O problema é justamente a falta de acesso à internet para muitos aposentados e a dificuldade que esse público tem em lidar com tecnologia. Por isso, pedir que os segurados, muitos deles idosos, se desloquem até os bancos durante uma pandemia é absurdo”, afirma a advogada trabalhista Thaís Cremasco, especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário.

A orientação da advogada é que os segurados façam o procedimento para não ficar sem o benefício. “É importante lembrar também que muitos aposentados podem fazer a prova de vida por meio de uma procuração previdenciária, que é gratuita nos cartórios. O cartório só pode cobrar pelo serviço se um funcionário se deslocar até a casa do segurado para fazer o documento”, completa Thaís.

De acordo com o INSS, 160 mil beneficiários devem fazer a prova de vida até o dia 31 de maio. Em todo o Brasil, 11 milhões de benefícios estão pendentes de comprovação junto ao INSS.

 

Servidores federais


No entanto, as novas regras não são impostas aos aposentados do serviço público federal. Instrução normativa da Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, publicada no Diário Oficial da União de segunda (24), informa que a prova de vida desses servidores segue suspensa até 31 de junho.

 

Confira o calendário:


- Fevereiro de 2020: prova de vida em maio de 2021


- Março e abril de 2020: prova de vida em junho de 2021


- Maio e junho de 2020: prova de vida em julho de 2021


- Julho e agosto de 2020: prova de vida em agosto de 2021


- Setembro e outubro de 2020: prova de vida em setembro de 2021


- Novembro e dezembro de 2020: prova de vida em outubro de 2021


- Janeiro e fevereiro de 2021: prova de vida em novembro de 2021


- Março e abril de 2021: prova de vida em dezembro de 2021

 


Thaís Cremasco -  advogada trabalhista especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário.


Pesquisa: pandemia impulsiona investimentos com prazos mais curtos

Levantamento realizado pelo Yubb mostra mudança de comportamento do investidor brasileiro após um ano da chegada da covid-19


A instabilidade gerada com a chegada da pandemia fez com que os investidores buscassem aplicações de prazos mais curtos, numa tentativa de fugir dos impactos da crise econômica. É o que aponta um levantamento inédito realizado pelo Yubb (https://yubb.com.br/), maior buscador de investimentos do país. O estudo compara o comportamento do investidor no ano anterior ao isolamento social (de março de 2019 a março de 2020) e no período afetado pela chegada da covid-19 (de março de 2020 a março de 2021).

Confira o indicador completo:

Posição

Prazos mais buscados antes da pandemia 

(mar. 2019 a mar. 2020)

Prazos mais buscados durante a pandemia

(mar. 2020 a mar. 2021)

1º 

De 24 a 36 meses

De 6 a 12 meses

De 36 a 48 meses

Até 6 meses

De 12 a 24 meses

De 12 a 24 meses

De 6 a 12 meses

De 24 a 36 meses

Até 6 meses

De 36 a 48 meses

“A análise dos prazos mais buscados é um ótimo indicador para mostrar como está a confiança do investidor na economia brasileira. O período anterior à pandemia foi um momento de menor volatilidade nos investimentos e de expansão econômica, e os investidores claramente privilegiaram investimentos mais longos, seja em termos de vencimentos de títulos de renda fixa ou em termos de planejamento temporal, para permanecer com um ativo de renda variável. Em outras palavras, os investidores estavam mais confiantes e propensos a deixar o seu dinheiro investido por mais tempo”, explica Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb.

“Já no período mais atual, afetado pela pandemia, a instabilidade econômica fez com que houvesse uma mudança radical nos prazos mais buscados pelos investidores brasileiros, com forte prevalência de prazos curtíssimos. Essa mudança de comportamento mostra a falta de confiança dos investidores em deixarem o seu dinheiro investido por mais tempo. Afinal, com o aumento da inflação, a redução dos postos de trabalho, a queda do poder aquisitivo e a crise econômica, é natural que as pessoas prefiram ter liquidez imediata”, conclui Pascowitch.

O estudo analisou 187.026.493 buscas realizadas no buscador de investimentos Yubb no período entre 01 de março de 2019 a 01 de março de 2021. Foram consideradas as buscas com base em valores de até R$ 50.000 e sem limite de prazo de vencimento.


É possível pedir pensão no término de um namoro?

 

Conheça o "pacto de convivência", que fica cada vez mais comum entre casais


Hoje em dia, além de contratos de casamento, está se tornando cada vez mais comum casais fazerem também um pacto de namoro ou convivência. As relações modernas estão mudando, e práticas que antes eram normais apenas entre noivos, se tornam corriqueiras, impactando em como o Estado as vê.

“Coisas como deixar pertences na casa do namorado ou passar algumas noites lá são vistas pelo governo de maneira diferente, e podem configurar relações mais sérias do que apenas um namoro”, conta Dra. Sabrina Rui, advogada em direito tributário e imobiliário.

Quando existe uma regularidade, por exemplo, o casal ficar junto em casa todos os fins de semana, configura-se que estão morando juntos durante estes dias, e essa relação entraria como união estável.

“Mesmo que não haja casamento, o contrato é uma maneira de assegurar a separação de bens. Há casos onde o casal adota um animal de estimação em conjunto, por exemplo. Esse documento decidirá com quem o animal ficará caso se separem”, relata a advogada.

Desde algo banal, como objetos que ficam na casa do companheiro, até herança ou pensão, podem ser vinculados ao contrato, para especificar a vontade do casal.

“Existem testemunhas para esse contrato, como o porteiro que sempre vê o companheiro entrando, o padeiro que oferece o café da manhã nos fins de semana, etc., então é melhor que aconteça para dar segurança ao casal, em vez de, numa das piores hipóteses, um tente alegar que deve receber metade dos bens de seu parceiro ao se separarem”, aconselha a Dra.

O contrato é um instrumento para evitar dores de cabeças caso aconteça uma separação, por mais que possa parecer desconfortável assiná-lo durante um relacionamento. É aconselhável buscar um advogado especializado para ter a melhor orientação.

 


Dra. Sabrina Marcolli Rui  -  Advogada em direito tributário e imobiliário

www.sr.adv.br

SR Advogados Associados

@sradvogadosassociados

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Rua Dr. Alexandre Gutierrez, nº990 – 6º andar – sala 601 e 602, água verde – Curitiba.


Vai realizar um intercâmbio após a pandemia? Conheça 5 dicas para melhorar o inglês


Fazer intercâmbio em outro país, em um ambiente não tão familiar é um grande desafio e também o sonho de muitas pessoas. Na maior parte dos casos, é essencial aprender pelo menos o nível básico do inglês para conseguir se comunicar e aproveitar a experiência ao máximo.

Devido à pandemia causada pelo coronavírus, muitas pessoas tiveram que adiar esse sonho. Mas, que tal aproveitar esse tempo em casa para melhorar o seu inglês e estar ainda mais preparado e seguro quando chegar o momento? A EF English Live, maior escola de inglês online do mundo, separou 5 dicas para ajudar nesse momento. Confira quais são: 

 

1. Crie um programa de estudos 

Um programa de estudos é um planejamento antecipado que esboça seu tempo de estudo e seus objetivos ao longo do aprendizado – dia a dia, semana a semana. Para aqueles que estudam online, por exemplo, é uma ferramenta muito valiosa, pois ajuda a organizar o tempo de acordo com seus horários de trabalho e de outras atividades. Estabelecer um programa de estudos ajuda na organização de seu progresso. Seguir um programa de estudos possibilita uma melhor concentração e retenção das lições aprendidas, além de acelerar o alcance das metas de aprendizado, auxiliando a visualizar seu progresso ao longo do tempo e a manter a motivação.

 

2. Insira o inglês no seu dia a dia

Uma coisa que você já deve ter ouvido é que, quando pensamos em inglês, fica mais fácil falar o idioma. Imagine: primeiro você vai formular a frase em português, depois vai traduzir palavra por palavra para o inglês, e só daí vai dizer em voz alta a mensagem que pretendia. Leva muito tempo, não é? Por este motivo, pensar direto em inglês é tão importante. Uma dica para fazer isso: inserindo o idioma cada vez mais na sua rotina.

Como assim? Começando do mais simples: qual é o idioma do seu celular no momento? Se ele está em português, experimente trocar a língua do aparelho para o inglês. Como você já conhece os comandos praticamente “by heart” (de cor), não vai sentir tanta dificuldade em seguir com as atividades do seu dia a dia, mesmo que não conheça todo o vocabulário. Dessa forma, enquanto estiver mandando mensagens no Whatsapp ou postando aquela selfie no Instagram, você vai ter contato com o idioma e planejar sua próxima “action” (ação) em inglês. E a mesma dica vale para todas as redes sociais. Aproveite também para consumir mais conteúdo no idioma. Jornais, revistas, filmes e séries podem ser grandes aliados para inspirar você a ter conversas em inglês, deixando seu vocabulário cada vez mais rico.

 

3. Troque o dicionário por um bloquinho 

É claro que você pode e deve procurar o significado das palavras desconhecidas, mas imagine que esteja no intercâmbio assistindo a uma aula de inglês presencial… você não terá tempo para procurar tudo! Tente entender o contexto, prestando atenção às estruturas que já domina. Acha que entendeu a ideia geral? Que tal conferir em outra fonte? Lembrando que, independentemente do idioma, temos usos de metáforas, jargões ou expressões idiomáticas que não farão sentido se você pesquisar cada palavra separada. Anote tudo, depois pare e pesquise se precisar.

 

4. Pegue filmes e seriados que já conhece e treine com legendas em inglês

Assim que se acostumar a ouvir enquanto assiste com legendas em português, treine também com as legendas em inglês. Essa é a fase em que você já começa a “andar de bicicleta”, mas mantém as “rodinhas”. As legendas em inglês são seu apoio para caso não entenda algo que ouviu. Recomendamos fazer isso com filmes e episódios de séries que já conhece, para ficar menos preocupado em não entender o enredo e mais focado em treinar a entender o inglês.

 

5. Converse com nativos e pessoas de outros países

A experiência de falar com pessoas ao redor do mundo não é apenas uma forma de treinar seu inglês; pode também ser um jeito incrível de aprender mais sobre a cultura de outro país. Conversando em tempo real não dá tempo para traduzir palavra a palavra, ou seja, seu cérebro se força, de um jeito bom, a se adaptar à conversa e ao seu interlocutor. 

 

6. Quando não puder conversar com outras pessoas, fale sozinho

Não, não precisa achar que é coisa de maluco. Na verdade, é bem comum para quem estuda inglês. Quanto mais vocabulário você tiver, mais prazer vai sentir em construir frases sem ajuda. Pense numa situação hipotética e comece a falar! Imagine diálogos que você teria com outras pessoas, coisas que gostaria de dizer, situações que você acredita que vai viver durante seu intercâmbio. É uma experiência que dá fluidez à fala justamente porque não tem ninguém por perto para corrigir.

 


EF English Live


5 estratégias para os shoppings enfrentarem o abre e fecha na pandemia

Entre o abre e fecha das lojas e os muitos decretos sancionados pelos estados do país, os lojistas de shoppings precisaram se adaptar para sobreviver em meio à pandemia. Entre tantas mudanças, também foi necessário que a administração do shopping compreendesse a realidade do lojista e optasse por novas medidas que auxiliem os comerciantes.  

Algumas iniciativas têm ajudado tanto lojistas quanto os administradores do shopping no atual momento. Encontrar o equilíbrio entre as partes pode ser complicado, por isso, a Group Software, empresa especializada no desenvolvimento de soluções para shoppings há mais de 25 anos, traz algumas dicas que podem auxiliar durante essa fase. 

 

1.  Parcerias estratégicas para amenizar a crise 


Atualmente, após experiências de abre e fecha, muitos lojistas optaram pela estratégia de investir em plataformas de e-commerce, com site próprio ou venda por marketplace. E, para atrair ou chamar atenção dos clientes, muitos deles estão oferecendo programas de cashbacks, sistema em que o consumidor tem parte do dinheiro de volta. 

 

O uso de uma plataforma de fidelização de clientes (consumidores) pode ser muito útil. Imagine que cada compra no shopping dê um cashback em moeda virtual, que pode ser utilizada no shopping, seja por meio de produtos das lojas, vouchers em restaurantes, tickets de estacionamento, cinema etc. Assim, é possível fidelizar os clientes e ainda garantir que ele compre, independente se a loja está aberta ou fechada.

 

2.         Cobranças  e negociações


Em virtude da pandemia, muitos lojistas vêm encontrando dificuldades para conseguir arcar com o aluguel, e, consequentemente, os shoppings estão cada vez mais precisando se reinventar para receber estes valores. 

 

Com isso, estão surgindo negociações para os tipos de cobranças, que vão desde o desconto direto no faturamento, desconto por pagamento em dia ou até mesmo cobrar apenas o percentual em cima de uma faixa de vendas do lojista, pois, assim, o lojista pagaria o aluguel baseado tão somente em sua performance de vendas.

 

Outra forma de negociação muito praticada nos shoppings é a concessão de descontos no faturamento atual, e estes valores postergados serão cobrados juntamente com os aluguéis futuros.

 

Além disso, os grandes grupos de shoppings têm realizado negociações em que, caso o lojista pague as parcelas do acordo em dia, os valores de juros, multa e correções são abonados ao fim do acordo. Este formato tem boa aderência, pois, além do lojista ser beneficiado com a isenção dos acréscimos, o shopping estimula o lojista a cumprir a negociação firmada.

 

3.         Comunicação 


Com a necessidade de fechar as portas durante as piores fases da pandemia, ficou ainda mais importante as administrações terem uma comunicação rápida e eficiente com os lojistas. O uso de ferramentas que auxiliam este processo se tornou indispensável. 

 

Além disso, as soluções para a comunicação podem apoiar a administração em outros pontos, como a circulação de comunicados, reuniões virtuais, abertura de chamados operacionais ou até mesmo com serviços do tipo “self service”, em que o lojista consegue autoatendimento por meio da própria plataforma, sem gastar o tempo, ora precioso, dos funcionários da administração.

 

4.         Shoppers


Para acompanhar a tendência do varejo online, muitos shoppings adotaram modelos que fossem mais do que um e-commerce. Um deles é a venda direta, em que um shopper contratado pelo shopping faz as compras para o consumidor final. 

 

Esse profissional executa todo o processo e facilita a vida dos lojistas, cadastrando produtos e consumidores, e levando encomendas para o ponto de coleta no centro de distribuição. 

 

5.         Digitalização 


Na administração dos shoppings, a movimentação de documentos é constante e volumosa, e, com a circulação desses papéis, podem ocorrer alguns problemas frequentes:


·         Extravios/Perdas;


·         Danificação;


·         Necessidade de grande espaço físico para armazenamento;


·         Deterioração da impressão;


·         Recurso para organizar/dar manutenção no arquivo;


·         Difícil acesso aos documentos, dependendo da localização do arquivo;

 

Além disso, cada vez mais se tem adotado o envio de documentações (contratos, notas fiscais, boletos etc) eletronicamente. Pensando nisso, é de extrema importância  possuir um ERP, sistema que interliga todos os dados em um só lugar, que possibilite armazenar e vincular estes documentos aos respectivos processos, dando maior segurança, fluidez e transparência no processo, uma vez que estes documentos podem auxiliar em determinados processo, como, por exemplo, nas aprovações de despesas e/ou contratos. Com alguns ajustes, é possível que lojistas e administradores de shoppings sobrevivam melhor neste período complicado.


Saiba mais sobre a Consulta Pública Pix Saque e Pix Troco

Novas propostas do Pix, o Pix Saque e o Pix Troco foram disponibilizadas para Consulta Pública. Especialistas da Express CTB explicam mais sobre cada funcionalidade.


O já conhecido Pix, muito utilizado pelos brasileiros, está prestes a receber duas novas funcionalidades: o Pix Saque e o Pix Troco, que deverão ser disponibilizados para o público no segundo semestre do ano.

No último dia 10 de maio, as propostas foram disponibilizadas para Consulta Pública pelo Banco Central para que correntistas e clientes de todo o Brasil conheçam os serviços e ofereçam sugestões de melhorias que poderão ser implementadas antes de seu lançamento.


O que é Pix Saque e Pix Troco?

O Pix Saque será a transação exclusiva para retiradas em recursos em espécie, ou seja, permitirá saques via Pix. Esse serviço integrará estabelecimentos comerciais ou outras instituições especializadas em saque, além das instituições financeiras. De acordo com João Esposito, CEO da Express CTB, “essa funcionalidade vai permitir que o usuário realize saques em padarias ou mercadinhos, além dos caixas-eletrônicos comuns, por exemplo”.

O procedimento será simples, para realizar a transação, o consumidor irá procurar um estabelecimento elegível e realizará a leitura de um QR Code, ou utilizar a função Copia e Cola, já disponível no Pix. Dessa forma, será possível receber dinheiro em espécie de forma rápida e prática.

O Pix Troco, por sua vez, irá possibilitar que o consumidor pague uma compra com um valor superior via Pix e receba o troco em espécie. Segundo Lisiane Queiroga, coordenadora fiscal da Express CTB, “A funcionalidade será útil para aqueles que costumam andar sem nenhum dinheiro na carteira e se encontram longe de bancos, como, por exemplo, ao pagar uma conta de R$20 com uma transação de R$50, o restante do dinheiro será recebido em cédulas”, ressalta.

De acordo com o Banco Central, cada pessoa terá o limite de R$500 diários para saques em ambas as modalidades, com até quatro saques gratuitos por mês. No entanto, essas regras podem sofrer alterações após o resultado da Consulta Pública.


Entenda mais sobre a Consulta Pública

A Consulta Pública é uma maneira da população opinar em novas decisões relacionadas a administração pública. Todas as sugestões são analisadas pelos órgãos responsáveis pelas tomadas de decisões.

Para participar da Consulta Pública do Pix Saque e Pix Troco é bem simples, basta se cadastrar no site https://www3.bcb.gov.br/audpub/DetalharAudienciaPage?9, clicar em 87/2021 para baixar o edital com as regras e, ao final da página, selecionar a opção “Incluir Sugestão”.

Após isso, basta preencher o campo de dados com o número do seu CPF e fazer a sua contribuição.

 


Express CTB

www.expressctb.com.br


Bancos digitais miram em 34 mi de brasileiros sem acesso a contas

Bancos digitais facilitam abertura de contas
e dão segurança ao dinheiro

Depositphotos



Pagar uma compra no cartão de débito pode parecer uma atividade corriqueira e até ultrapassada já que celulares fazem pagamentos por aproximação, mas ainda existem 34 milhões de brasileiros que não têm acesso a conta bancária. E esse número só não é maior por causa da pandemia, que levou muita gente a abrir uma conta para receber o auxílio emergencial ou outros programas assistenciais. Na avaliação do administrador com foco em economia, banco digital e fintechs, Marcelo Pereira, as altas taxas de administração, conservadorismo e até mesmo medo de perder o dinheiro afastam os brasileiros dos bancos.

Para os desconfiados, Pereira explica que o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ressarce o cliente em até R$ 250 mil em caso de falência do banco. Ele afirma que o brasileiro corre mais risco e perde dinheiro ao manter o seu salário embaixo do colchão. “Ao deixar seu dinheiro em casa, você corre o risco de perder, de acidentes e até mesmo de roubo. No banco, seu dinheiro rende juros e você tem a opção de aumentar o patrimônio”, diz.

O administrador avalia que os bancos digitais são uma boa opção para quem quer abrir uma conta, mas não quer ver seu dinheiro sumir em altas taxas nem pretende encarar longas filas toda vez que precisar resolver algo em banco. “Com os celulares, hoje se tem fácil acesso e controle de toda a sua conta pelos aplicativos. É possível cadastrar débitos, conferir extratos, fazer investimentos, empréstimos e até contratar seguros sem ter que ir ao banco”, completa.

Outra vantagem que pode ajudar quem está preocupado em controlar gastos são os cartões pré-pagos. “Eles permitem controlar com rigor o quanto se pode gastar em um mês, basta carregá-los com o orçamento previsto para cada mês”, explica.

Pereira lembra que muitos bancos digitais oferecem taxas de manutenção baixas ou mesmo zeradas quando há depósitos diretos ou um saldo mínimo. “Essas práticas dos bancos tradicionais de cobrarem por todo tipo de serviço que oferecem levaram muitas pessoas a desistir de ter uma conta bancária, mas hoje, se você pesquisar, vai encontrar várias opções de instituições que oferecem acesso gratuito”, completa.

As contas digitais são indicadas também para as pessoas que são rejeitadas pelos bancos tradicionais. “Há um erro no sistema, originado das instituições, que faz com que a pessoa que teve um problema com cheque há 20 anos, por exemplo, continue sendo rejeitada, mesmo que já tenha resolvido a pendência. Já na maioria dos bancos digitais, ela vai ser aceita e pode voltar a ter uma vida bancária”, afirma Marcelo.


Cuidados


Como tudo no mundo virtual, é preciso ter cuidado para escolher um banco digital. “Eles fazem ofertas tentadoras, dizem que o seu dinheiro vai render muito mais do que em outros, mas fique atento. O Banco Central do Brasil disponibiliza em seu site (www.bcb.gov.br) uma relação de instituições em funcionamento no país. Sempre pesquise sobre elas antes de depositar o seu dinheiro”, aconselha.


Dicas para escolher uma conta digital:


- Busque uma sem taxas de manutenção


- Teste o aplicativo e site para ver se são de fácil entendimento e uso


- Veja se oferece outros serviços: como recarga de celular, maquininhas


- Observe se oferece ferramentas para que você possa acompanhar seus gastos, criar um orçamento e compará-los


- Certifique-se que envia notificações de todas as transações e atividades que ocorrerem na sua conta


- Cheque se realiza pagamentos diretamente pelo aplicativo/site


- Pesquise se tem um canal acessível para reclamações e resolução de problemas que possam ocorrer

 


Marcelo Pereira - administrador com foco em economia, banco digital e fintechs


7 em cada 10 brasileiros dizem que não viajarão ao exterior até serem vacinados contra a Covid-19

Os desafios impostos pela pandemia da Covid-19 fizeram com que 69% dos brasileiros declarem que não vão viajar para fora do país até que tenham sido vacinados. É o que revela uma nova pesquisa* da Booking.com, plataforma líder digital de viagens com a missão de tornar mais fácil a todos explorar o mundo, assim que for seguro.

A pesquisa também aponta que 67% dos viajantes brasileiros só vão viajar para países que implementaram programas de vacinação. Inclusive, 70% aceitariam comprovar que foram vacinados para poderem viajar.

Três em cada 4 brasileiros (76%) se sentem esperançosos em viajar em 2021. Comparativamente, os brasileiros ocupam o 3º lugar entre as nacionalidades que mais sonham em viajar neste ano – empatados com os indianos – no ranking dos 28 países consultados, atrás apenas dos israelitas (80%) e vietnamitas (82%).

No entanto, apesar de estarem mais otimistas, os viajantes brasileiros reconhecem que o fato de não terem viajado tanto em 2020 quanto nos anos anteriores teve um efeito significativo no seu bem-estar: quase metade (48%) deles menciona um impacto negativo na saúde mental e 64% comentam que se sentiram presos em suas próprias casas devido às restrições de viagem. E diante destes difíceis sentimentos provocados pela pandemia, viajar se tornou ainda mais especial.

*Pesquisa encomendada pela Booking.com e realizada com um grupo de adultos que pretende viajar nos próximos 12 meses. No total, 28.042 entrevistados em 28 países e territórios  responderam a uma pesquisa on-line em janeiro de 2021.


Israel é o primeiro país a suspender completamente todas as restrições para COVID

Coincidindo com o programa piloto para permitir que os primeiros grupos de turistas vacinados visitem Israel, o Ministério da Saúde israelense anunciou que, a partir de terça-feira, 1º de junho, todas as restrições restantes ao coronavírus serão suspensas. Isso ocorreu após a quase eliminação do COVID-19 no país, como resultado de seu programa de vacinação bem-sucedido.

A prova de vacinação não será mais exigida, a partir de 1º de junho, para ingresso em diversos locais, e os limites de lotação em lojas, restaurantes e outros locais serão suspensos. Não haverá mais limites para reuniões, dentro ou fora de casa. Israel está voltando à rotina!


A exigência de usar máscaras em ambientes fechados continua em vigor pelas próximas duas semanas, pelo menos, enquanto os especialistas em saúde avaliam se devem abolir essa diretiva também.


As regras que regem as viagens internacionais também permanecem intactas.

O número atual de casos diários de Israel (com base em uma média semanal) caiu de 8.600 no pico da crise de saúde para apenas 27 nesta semana, com 510 infecções ativas.


Sobre o Ministério do Turismo de Israel no Brasil

Presente com escritórios internacionais em 13 países e no Brasil desde 2006 o Ministério do Turismo de Israel atua na construção de relacionamento com diversos públicos, com a missão de promover o conhecimento sobre o país e fomentar a curiosidade pelo destino. Sua atuação tem o objetivo de divulgar Israel no mercado local por meio de ações com entidades, comunidades, órgãos públicos, imprensa e indústria do turismo, com foco em segurança, religião, cultura, gastronomia, aventura, lifestyle, bem-estar e tecnologia, pilares que se somam à completa infraestrutura do país para o turismo. Para mais informações, acesse www.goisrael.com.br/


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