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terça-feira, 10 de abril de 2018

Pesquisa identifica os gatilhos da dor de cabeça no futuro


 Mapeamento destaca tendências comportamentais que podem desencadear a dor de cabeça e possíveis soluções para prevenção deste problema


A pesquisa “O futuro da dor de cabeça”¹, encomendada por Neosaldina®, marca de analgésico especialista em dor de cabeça, e conduzida pela WGSN Mindset, divisão de consultoria da empresa líder global em pesquisa de tendências, WGSN, aponta a era da ansiedade, o esgotamento cerebral, a dor da pós-verdade, a autoexigência e o barulho como as cinco tendências da dor de cabeça no futuro.

Realizado em março deste ano, o estudo foi feito com base nos comportamentos da população e o resultado mostra que a maioria dos provocadores da dor de cabeça está relacionada a questões externas já conhecidas, como estresse e falta de sono, mas também a fatores emocionais e à crescente influência da tecnologia na rotina.

“É importante ressaltar que os gatilhos podem variar de indivíduo para indivíduo. Dessa forma, é preciso que a pessoa observe como o corpo reage aos diferentes estímulos da rotina, o que auxilia no diagnóstico mais assertivo do tipo da dor de cabeça”, destaca a Dra. Célia Roesler, diretora da Sociedade Brasileira de Cefaleia e vice-coordenadora do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia. 

A era da ansiedade: No Brasil, a Organização Mundial de Saúde² estima que 9,3% da população sofra de ansiedade, o que coloca o país em primeiro lugar na lista dos que apresentam a patologia no mundo. Como consequência, a condição se torna uma preocupação social e de saúde pública.

“O transtorno de ansiedade é marcado por sintomas como a dificuldade de concentração, problemas no sono, preocupação excessiva e uso da alimentação como válvula de escape. Também pode causar dores sem justificativa física, como a própria dor de cabeça”, explica a psicóloga Juliane Peres Mercante, especialista em cefaleias e doutora pelo departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP.

De acordo com a pesquisa, para combater esse cenário, é importante investir em momentos de interação social que proporcionem calma, espaços que propõem a redução da ansiedade e técnicas para relaxar e aprimorar a qualidade do sono.


Esgotamento cerebral: Em um mundo conectado, em que o virtual é o real, o foco passa a ser um desafio. Cada vez mais as pessoas estão criando a cultura de distração, em que tentam prestar atenção em tudo ao mesmo tempo, mas não estão efetivamente concentradas. “A sobrecarga de informações, principalmente com o aumento do consumo de conteúdo digital, pode ocasionar um esgotamento do cérebro e o aumento do estresse. Ambas as situações podem desencadear a dor de cabeça e devem ser combatidas por meio de uma aposta em um estilo de vida mais saudável e equilibrado”, reforça a Dra. Célia.


A dor da pós-verdade: Segundo o Oxford Dictionary - Departamento da universidade de Oxford responsável pela elaboração de dicionários, a pós-verdade pode ser definida como a situação na qual os fatos têm menos influência na opinião pública do que o apelo à emoção e as crenças pessoais. Ou seja, cada vez mais as pessoas tratam os fatos como opiniões, descartando aqueles que não gostam.

“A busca incessante pelo que é ´real´ pode criar momentos de estresse e tensão, gerando uma possível dor de cabeça”, completa a Dra. Juliane. Os resultados da pesquisa recomendam que as pessoas procurem utilizar a tecnologia a seu favor, apostando em soluções que as ajudem a verificar, por exemplo, o que é ou não verdade.


Autoexigência: A busca pelo perfeccionismo é constante e contribui para o aumento da ansiedade na população, segundo estudo feito pela University of Bath e pela York St John University3. Em paralelo, a população passa a associar o excesso de atividades e a produtividade ao sucesso pessoal e profissional.

Tais autoexigências têm criado uma cultura do “perfeito”, o que é prejudicial à saúde, principalmente quando o assunto é alimentação. “A autoexigência tem relação direta com a alimentação e no fluxo de ‘preciso ser bom em tudo’, o conceito do se alimentar bem é constantemente confundido. Comer saudável contempla consumir o que gostamos e de forma equilibrada. Na falta de algum nutriente, em dietas restritivas ou com o mau funcionamento do intestino e na presença de problemas digestivos, o corpo pode reagir e desencadear uma dor de cabeça”, alerta a nutricionista Marcia Daskal.


Barulho 2.0: Os ruídos aumentam exponencialmente e, como consequência, a angústia e o estresse pioram. E esse barulho tem causado mais do que apenas irritação: resultados da Organização Mundial da Saúde4 mostram que 3% dos ataques cardíacos e derrames cardíacos fatais na Europa são causados pelo ruído do trânsito. “Além de prejudicar a audição, o barulho em excesso pode ocasionar distúrbios de sono, estresse e problemas psicológicos – algumas das principais condições para o surgimento da dor. As pessoas precisam garantir maneiras de ter momentos de silêncio em sua rotina, seja no ambiente de trabalho, na rua ou em casa”, completa a Dra. Célia.

Para Julia Curan, Consultora da WGSN Mindset, a pesquisa chama atenção para questões bastante impactantes no cotidiano da população: “As tendências descobertas já são uma realidade e a previsão é que elas só se intensifiquem nos próximos anos. Por isso, precisamos prestar cada vez mais atenção em quais pontos as influências externas podem ajudar ou prejudicar, desencadeando uma dor de cabeça”, explica.

“Entendemos o impacto da dor de cabeça na vida das pessoas. Por isso, buscamos sempre inovar e trazer dados e estudos que ajudam a melhorar o dia-a-dia das pessoas que sofrem com a condição. O objetivo com a pesquisa foi antecipar o que tende a gerar o desconforto no futuro, permitindo às pessoas investir em maneiras de prevenir a dor de cabeça”, completa Abner Lobão, Diretor de Assuntos Científicos Brasil e LATAM da Takeda.



Sobre a pesquisa: A pesquisa “O futuro da dor de cabeça” é uma realização da WGSN Mindset, encomendada pela marca Neosaldina®, da farmacêutica Takeda, para avaliar os gatilhos da dor de cabeça nos próximos anos. O estudo foi realizado em março de 2017 e foi utilizada a metodologia de desk research, olhando tanto para a plataforma WGSN, como para outras fontes secundárias.




Takeda

SAC: +55 11 0800 7710345

WGSN



Referências bibliográficas

1. WGSN Mindset. Pesquisa O futuro da dor cabeça. São Paulo: WGSN Mindset para Takeda mar 2018. Foi utilizada a metodologia de desk research, olhando tanto para a plataforma WGSN, como para outras fontes secundárias.
2. World Health Organization – WHO. [Organização Mundial da Saúde]. Estudo Depression and Other Common Mental Disorders. [Depressão e outros distúrbios mentais comuns: estimativas globais de saúde]. [Internet]. 2017. [Cited 2018 apr].  Disponível em: http://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/254610/WHO-MSD-MER-2017.2-eng.pdf;jsessionid=EDD0731EC07BE0807E9F1D96E42CAC1E?sequence=1.
3. Curran T., & Hill AP. Perfectionism Is Increasing Over Time: A MetaAnalysis of Birth Cohort Differences From 1989 to 2016. American Psychological Association. [Internet]. Psychological Bulletin. 2017 Dec 28 abstract. [Cited 2018 apr]. Available from: http://dx.doi.org/10.1037/bul0000138.
4. World Health Organization – WHO. [Organização Mundial da Saúde] . Burden of disease from environmental noise. [Internet]. 2011. [Cited 2018 apr]. Disponível em: http://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0008/136466/e94888.pdf.



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Com intuito de alertar e compartilhar ideias sobre a poluição sonora no país, a data de 25/04 será celebrada pela 7º vez no Brasil a campanha busca levar informação e educação sobre saúde auditiva para a população


A perda auditiva é uma das deficiências mais comuns na população brasileira. E o que muita gente não sabe que nem toda pessoa deficiente auditiva nasceu assim e que uma boa parte das dificuldades auditivas poderiam ser evitadas. 

Quem fala sobre o tema é a fonoaudióloga de São Paulo Nathália Zambotti que explica que todo mundo pode ter perdas auditivas por exposição excessiva ao ruído, uso de remédios, infecções, acidentes, decorrentes da idade ou causas de origem genética.  “O mais importante é cuidar da audição para que ela permaneça intacta e permita desfrutar todos os sons que a vida oferece. Para isso, algumas dicas simples podem se tornar essenciais”, diz a especialista.

  • Evite ambientes barulhentos por muito tempo;
  • Utilize sempre os acessórios de proteção auditiva (EPI) se as atividades profissionais exigirem muita exposição á ruídos intensos;
  • Evite ouvir música em volume acima da metade da capacidade dos aparelhos, principalmente com fones de ouvido;
  • Em casos de infecção de ouvido, procure um otorrinolaringologista e faça o tratamento indicado. Infecções, especialmente aquelas de repetição, são riscos potenciais de perda auditiva;
  • Cuidado com objetos pontiagudos ou cotonetes. Esse tipo de objeto pode empurrar a cera para o tímpano ou até perfurar a membrana timpânica e afetar a audição; 
  • Se perceber dificuldade em entender ou grande necessidade em aumentar o volume da televisão, procure um especialista para fazer um exame de audição. Quanto mais cedo se cuidar, melhor! 

Para finalizar, a fono comenta que a prevenção é o melhor remédio. “Perdas de audição são irreversíveis e poucas mudanças de hábito já surtem excelentes efeitos benefícios para a saúde auditiva, lembre-se de que ouvir é um privilégio”, diz.


Condomínios: um alerta para a água!


Condomínios precisam economizar na água

Estados como Goiás e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal, são apenas algumas regiões que já decretaram estado de emergência por falta de água. Este já é um noticiário antigo, velho conhecido da população mundial, e que até recentemente no Brasil provocou uma grande mobilização para o racionamento de água. Até os dias atuais, ainda há regiões que continuam em uma situação crítica, principalmente porque tivemos um verão escasso de chuvas. Inclusive, com a chegada do outono e inverno, a previsão é de que elas não retornem tão cedo.

Por este motivo e simplesmente por se obter a conscientização ambiental da população sobre os gastos com a água, que os condomínios necessitam repensar em suas medidas de economia, com regras drásticas, priorizando saúde e economia. O que beneficia diretamente também nas taxas condominiais. Ou seja, todos só têm a ganhar. Os funcionários do condomínio, principalmente a equipe de limpeza, devem ser orientados pelas prestadoras de serviço adequadamente, para que se possa atingir o objetivo final. Onde a água puder ser substituída ou economizada, ela deve ser.

Em razão da grave crise da água e com a poluição, é preciso desenvolver em cada condomínio um plano emergencial de trabalho que visa o uso mínimo essencial da água. Isso contribui para a conscientização de funcionários e moradores e tem que ser contínuo, mesmo que a situação se normalize por completo. Quem mais tem contato com a água são os funcionários, portanto, durante este período de seca, é de suma importância que eles sejam instruídos. Ao invés de lavar a área externa e a calçada da empresa, basta varrer. Em ambientes internos, um aspirador de pó e pano úmido; ao invés de usar a mangueira, um balde que limita o uso da água, entre outras tantas medidas.

Nas residências dos condomínios, pode-se economizar água com alguns procedimentos básicos, como coletar a água que sai do chuveiro antes de aquecida em um balde e depois utilizá-la no vaso sanitário ou para lavar as sacadas. Pode-se também colocar uma garrafa de 600 mL cheia de água dentro da caixa acoplada para economizar água nas descargas. Em prédios, as caixas-d'água acopladas são os maiores vilões da economia.

Os condomínios também podem adotar alguma medida de captação de água da chuva ou reaproveitamento da água já utilizada. O condomínio já possui um reservatório que capta a água da chuva, no entanto é preciso fazer uma análise desta água, do ponto de vista bacteriológico, para verificar a possibilidade de utilização da mesma. Depois é só providenciar uma bomba para bombear esta água, e utilizá-la para lavar e regar as áreas comuns. Assim, evita-se o desperdício, o risco de doenças e ainda contribuímos para o meio ambiente.





Amilton Saraiva - especialista em condomínios da GS Terceirização.


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