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segunda-feira, 19 de março de 2018

Especialista dá dicas de como manter uma comunicação eficaz no universo corporativo


Pequenas sutilezas e gestos evitam problemas de diálogo no trabalho

Dentro do ambiente profissional existem muitas etiquetas a serem cumpridas. Algumas delas, estão implícitas e, embora soem como gentilezas, podem transparecer inseguranças da parte de colaboradores e isto ocorre com mais frequência do que se imagina. 

De acordo com Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas e com especialização na Universidade de Harvard (Boston / USA), algumas pessoas na tentativa de agradar figuras de autoridade no trabalho, tendem a falar mais do que ouvir. "Os colaboradores precisam praticar a escuta ativa. Um dos maiores problemas da comunicação corporativa é não ouvir para entender e sim para responder", revela o especialista. 

Slivnik reforça que também é preciso prestar mais atenção às mensagens do restante da equipe para trabalhar de forma mais harmônica com os demais, revela o especialista. 

Comunicação é a chave para um bom relacionamento entre colegas e também superiores. "O ideal é sempre manter a cordialidade, expondo dúvidas e questionamentos sem se tornar vítima ou parecer arrogante. Assim, o ambiente de trabalho se torna um local mais seguro e confortável para expor ideias e soluções", explica Alexandre. 

Algumas sentenças que diminuem o próprio colaborador como "pode ser que eu esteja errado, mas…" também não são bem vistas. O autor dos best sellers " O Poder da Atitude" e o "Poder de Ser Você" aponta também que no mundo dos negócios não existem perguntas erradas ou bobas. "Se há uma pergunta a ser feita, por mais que pareça boba, é preciso que seja dita. Evitar a diminuição do questionamento é uma excelente estratégia para ser participativo. Nesse caso, o melhor a ser feito é questionar diretamente. Sempre confie em suas atitudes", aconselha. 

Algumas frases são clássicas entre funcionários e podem indicar a falta de confiança, Alexandre cita as seguintes: 


"Essa empresa já não é mais a mesma!" - Aqui, fica claro que a pessoa não se inclui na mudança cultural da empresa. Ele faz parte e pode ser um agente de mudança. Simplesmente terceirizar a responsabilidade pode tirar sua credibilidade. 


"Nessa empresa só cresce quem é amigo do chefe" - Essa é clássica. Mais uma vez, profissionais colocando a culpa da sua falta de crescimento nos outros. 


"Essa meta será impossível de ser batida" - Desacreditar nos objetivos impostos pela empresa gera um desgaste muito grande. 


"Você que manda, afinal, você é o chefe!" - Normalmente os grandes líderes gostam de questionamentos. Quanto maior o questionamento, maior sua contribuição e, consequentemente, maior será o seu poder de influência dentro a empresa. 

O especialista também indica a substituição de algumas palavras, pois pode ajudar. "Eu acho" não é uma das melhores maneiras de começar uma frase, pois indica uma imposição. Trocar por algo como "no meu entendimento" ou "entendo que" funciona melhor no mundo corporativo.




Alexandre Slivnik - autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É sócio-diretor do IBEX – Institute for Business Excellence, instituição sediada em Orlando / FL (EUA), sócio-diretor do Instituto de Desenvolvimento Profissional (IDEPRO), diretor-executivo da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD). Palestrante e profissional com 19 anos de experiência na área de RH e treinamento. É atualmente um dos maiores especialistas em excelência em serviços no Brasil. Leva periodicamente vários grupos de executivos brasileiros para treinamentos in loco em Orlando, nos Estados Unidos, para estudar e ensinar como as empresas podem incorporar a excelência e felicidade no trabalho, o que é também tema de suas palestras, cursos, treinamentos e seminários. Atualmente, faz especialização em Educação na Universidade de HARVARD. Contatos com o autor: www.slivnik.com.br ou alexandre@slivnik.com.br


MA8 divulga pesquisa inédita que mostra expectativas e conhecimento das pessoas sobre Inteligência Artificial e Novas Tecnologias


  • 38% do universo pesquisado acredita que seus empregos não correm riscos com a chegada das novas tecnologias
  • Apenas 25% confiam nas Criptomoedas
  • 59% aceitariam viajar em um avião exclusivamente elétrico, desenvolvido pela EMBRAER
  • Apenas 23% não aceitariam viajar de São Paulo para Curitiba em um carro autônomo, sem motorista, se o veículo fosse alemão

A MA8 Management Consulting, grupo de consultores especializados em gestão, planejamento estratégico e inteligência de mercado, acaba de divulgar uma pesquisa inédita sobre o conhecimento das pessoas acerca da inteligência artificial e o impacto das novas tecnologias em suas vidas. Durante um mês, 930 pessoas, 58% delas com idade acima de 40 anos e 99% com formação superior e inseridas na indústria, comércio e prestação de serviços em todo o País, participaram da pesquisa, que contou com a coordenação editorial do blog Pensamento Corporativo. A metodologia é exploratória com margem de erro de 3,2 pontos porcentuais e foi realizada durante o período de 29 de janeiro a 28 de fevereiro de 2018.

Com o objetivo de compreender a percepção deste universo quanto às tecnologias que já estão e estarão presentes em nosso dia a dia, as questões abordaram preferências de acesso às mídias sociais, o conhecimento sobre big data, assistentes virtuais, substituição de profissões e empregos pela inteligência artificial, criptomoedas, carros autônomos e até aviões elétricos.

Segundo o consultor e palestrante Orlando Merluzzi, CEO da MA8, a pesquisa mostrou que a maioria do universo pesquisado ainda não percebeu a velocidade das mudanças e a forma como realmente estão ocorrendo: “A pesquisa revelou que há uma grande expectativa para que as novas tecnologias tragam benefícios para a humanidade, em forma de cura de doenças, correção de problemas genéticos, recuperação de movimentos perdidos por traumas, máquinas comandadas por voz e etc, mas muitos ainda não adequaram sua noção de tempo à realidade dessa evolução e pudemos notar um desconhecimento das tecnologias que já estão presentes”.


Ser humano x Robôs

Ao serem perguntados se acreditam que um robô poderia substituir o ser humano na maioria das atividades profissionais, 69% das pessoas disseram que sim, acreditam. Ao serem pontuadas algumas das profissões mais tradicionais que poderiam ser substituídas pela Inteligência Artificial, apenas 7% disseram que não poderia substituir um médico no futuro, 14% disseram que não substituiria um professor e 18% disseram que não substituiria um advogado. 68% não acreditam que, no futuro, poderia haver a melhor amizade entre o ser humano e um robô ou inteligência artificial, mas 69% das pessoas estão familiarizadas, de certa forma, com assistentes virtuais.


Carros Autônomos

Merluzzi, que atua no setor automotivo há mais de 30 anos, diz que pode-se notar que ainda há algum ceticismo quanto aos carros autônomos chineses, porém essa percepção de confiança aumentou em relação à pesquisa divulgada em 2016 pela própria MA8. “Quando induzimos a pergunta, 24% dos respondentes disseram que viajariam de São Paulo para Curitiba em um carro chinês sem motorista e esse percentual aumenta para 47% se o carro autônomo fosse alemão. Isso demonstra um desconhecimento quanto ao atual estágio de evolução tecnológica dos veículos elétricos e autônomos chineses”, finaliza o consultor. A pesquisa também comparou a percepção de confiança quanto a viajar a bordo de um avião exclusivamente elétrico desenvolvido pela NASA, com um avião elétrico desenvolvido pela Embraer.







MA8


Por onde começar a abordagem de segurança de dados nas instalações de saúde


Os ciberataques gerados por um único indivíduo ou por um grupo politicamente motivado, emergiram como uma grande ameaça à segurança do setor de saúde nos últimos anos. Regulamentações exigentes e o crescente número de dispositivos eletrônicos que armazenam informações de saúde aumentam o desafio dos hospitais em garantir a segurança de dados internos e de pacientes. Qualquer indivíduo pode sair de seu consultório com informações confidenciais de pacientes em um pen drive ou notebook e ter esses itens roubados de seu carro. Portanto, vigilância, sistemas de segurança avançados e programas estruturados de compliance e treinamento são essenciais para os hospitais que buscam evitar investigações ou problemas de responsabilidade.

De acordo com a PwC, cerca de 85% das grandes organizações de saúde sofreram uma violação de dados em 2014 e 18% delas custaram mais de US$ 1 milhão para remediar. A expectativa é que estes números aumentem à medida que mais e mais dispositivos portáteis de cuidados de saúde se conectam à internet. Por conta disso, os hospitais devem rever suas práticas de segurança, atualizá-las, conduzir o treinamento de todos os seus funcionários e determinar com que frequência o hospital exigirá treinamentos de reciclagem. A questão da segurança de dados é complexa, mas para instalações de saúde que estão começando ou renovando seu compromisso com a segurança, as três áreas a seguir devem ser o foco da vigilância extra:


Dispositivos de Internet das Coisas (IoT)

Os avanços em sensores, sistemas abertos de conectividade e software de análise permitem que as instituições de saúde gerenciem o rastreamento em tempo real de pessoas e dispositivos a um custo menor do que nunca. No entanto, no lado da segurança, esta conveniência vem com um preço. Uma vez que esses dispositivos se conectam à internet, recomenda-se mais investimento em gerenciamento de risco cibernético. Nos cenários tradicionais de infraestrutura de saúde, a disponibilidade, processos precisos e equipamentos funcionais são as principais prioridades; em outras palavras, trata-se de confiabilidade. Já no mundo virtual, trata-se de resiliência. Ser ciber resiliente significa mais do que apenas abordar proteção e prevenção. O conceito abrange a capacidade de uma organização reagir rapidamente quando ocorre um ataque cibernético.


Rede segura / firewalls

Ao planejar a proteção contra ciberataques, todos os dispositivos IP recém-adquiridos devem ser auditados para garantir que eles estejam configurados em uma rede segura. A rede deve ser projetada de modo a permitir a segregação de sistemas e acesso. Por exemplo, o sistema de televisão deve estar separado de qualquer Wi-Fi para visitantes. Os fornecedores podem recomendar o desenvolvimento e o uso adequados do LANS virtuais e o gerenciamento de dados recebidos e enviados, para ajudar a fornecer mais resiliência.
Os sistemas de detecção de invasão de rede e firewalls ajudam a apoiar esses esforços, protegendo os limites de rede de ameaças externas. Tais sistemas podem minimizar os danos causados por ataques cibernéticos a partir da busca por anomalias e assinaturas na rede. Quando uma anomalia é identificada, um alerta é encaminhado ao analista para revisão. O analista investiga e determina se o alerta é um falso positivo ou um potencial ataque contra a rede. Em alguns casos, esses sistemas podem bloquear uma anomalia ou assinatura antes que ela possa causar danos.


Data Centers e Racks de Rede 

A segurança para essas áreas sensíveis precisa se concentrar no controle e vigilância de humanos que se deslocam dentro e fora dessas instalações. O hardware de segurança deve incluir o controle de acesso (controle de quem está entrando na sala por meio de leitores de cartão ou portas eletrônicas), detecção de invasão (sensores para detectar o status aberto ou fechado dos pontos de entrada protegidos) e sistemas de vigilância visual (geralmente compostos por câmeras e monitores, amplificadores de vídeo, conversores de vídeo, gravadores de vídeo, gravadores de áudio, cabos e acessórios relacionados).

Os fornecedores que apoiam as organizações de saúde com soluções tecnológicas também precisam contribuir com sua experiência em cibersegurança. Alguns incorporaram processos baseados na ISO 27034, que define um Secure Development Lifecycle (SDL, ou Ciclo de Vida do Desenvolvimento Seguro) para seus produtos. No contexto do SDL, revisões da arquitetura de segurança, modelagem de ameaças no conceito de design da segurança, regras de codificação seguras, ferramentas especializadas para analisar código e testes de segurança dos produtos fazem parte do processo. Essas ações ajudam a "fortalecer” os produtos, tornando-os mais resilientes contra os ataques cibernéticos. Desta forma, à medida que novos produtos substituem os antigos, todos os sistemas evoluem para tornarem-se mais ciberseguros.

Para saber mais sobre segurança de dados de saúde e continuidade do negócio, baixe o novo guia de referência da Schneider Electric "Um Guia Prático para Garantir a Continuidade do Negócio e o Alto Desempenho nas Instalações de Saúde”.





Luciano Santos - vice-presidente de ITD na Schneider Electric.


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