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sábado, 17 de março de 2018

MD Codes permite um rejuvenescimento periocular mais natural e preciso


Todo mundo gosta de sentir bem com a aparência. Mas, com o passar dos anos, o processo natural do envelhecimento e os maus hábitos de vida podem causar várias alterações na face, em especial na região periocular, que dão um aspecto de cansaço e tristeza.

E não estamos falando apenas das rugas. A redistribuição de gordura, remodelação óssea e mudanças nos tecidos da face são responsáveis pelas alterações que surgem no rosto com o passar da idade.

A boa notícia é que com o avanço da medicina estética, hoje já é possível realizar procedimentos minimamente invasivos para ter uma aparência facial mais jovem. E se você está incomodada com a região dos olhos, mas não quer fazer uma cirurgia plástica, vai gostar ainda mais desta novidade.

Segundo Dra. Tatiana Nahas, especialista em Oculoplástica, Chefe do Serviço de Plástica Ocular da Santa Casa de São Paulo, o preenchimento periocular com ácido hialurônico ganhou uma nova técnica, chamada de MD Codes, abreviação para Medical Codes (Códigos Médicos), que promete um resultado mais natural e harmônico, porque leva em consideração a anatomia facial de cada paciente.

“O MD Codes é um mapeamento da face por meio de 8 pontos-chaves, de cada lado do rosto. Assim, são 16 pontos ao todo. O médico irá analisar os pontos e preencher de acordo com a necessidade do paciente, trabalhando especialmente a perda de volume e a alteração do contorno, de forma personalizada”, comenta Dra. Tatiana.

Um diferencial importante desta técnica é que sistematiza o preenchimento, além de contribuir na comunicação entre o médico e o paciente. “Isso porque muitas vezes o que desagrada o paciente não é necessariamente aquilo que precisa ser corrigido”, diz a especialista.  


Onde pode ser feito?
O preenchimento, seguindo a técnica do MD Codes, pode ser feito nas olheiras, sobrancelhas, pés de galinha, testa, bochechas, bigode chinês e nas linhas de marionete (que ficam nas laterais do queixo). Este tipo de preenchimento mantém a naturalidade da face, uma vez que considera a anatomia e as proporções faciais de forma individual.

“Quem não quer passar por uma cirurgia plástica, pode realizar o preenchimento com a técnica MD Codes. Mas, o MD Codes também pode ser feito para complementar uma blefaroplastia, por exemplo”, explica Dra. Tatiana.


Duração
Como cada pessoa tem um organismo diferente do outro, a duração do resultado do preenchimento com o MD Codes pode variar de 8 a 18 meses. Depois, é preciso uma avaliação para um novo preenchimento.
 


Preenchimento é feito no consultório
Outro benefício do preenchimento é que pode ser feito no consultório médico, com anestesia tópica (pomada anestésica). Além disso, o próprio produto aplicado tem anestésico em sua composição, o que torna a aplicação bem tolerada pela maioria dos pacientes.

“O limiar de dor é muito individual. Há pessoas que sentem mais, outras menos. Depois da aplicação, é possível que haja edema (inchaço) e hematomas, que melhoram em duas semanas”, finaliza Dra. Tatiana.


PARA NÃO PERDER OS CABELOS


De micropigmentação à cirurgia robótica, não faltam soluções para quem deseja
vencer a calvície


A queda de cabelo amedronta homens e mulheres e pode ter várias causas, desde disfunções hormonais até fatores hereditários. A mais comum delas é a calvície (alopecia androgenetica masculina ou feminina), uma condição genética que afeta mais de 1,2 bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Os homens são os principais afetados por esse problema. Estima-se que no Brasil, cerca de 25 milhões de homens apresentem um quadro de calvície, em diferentes níveis. Cerca de 70% da população masculina apresentará algum grau de calvície até os 80 anos de idade, enquanto a condição pode aparecer em 50% das mulheres, dentro da mesma faixa etária.

Mais do que um problema de perda capilar, a calvície está, muitas vezes, relacionada ao aspecto estético e até mesmo emocional do indivíduo. “Esse é um quadro que gera muito incomodo ao paciente. Não são raros os relatos de pessoas que se sentem fragilizadas ou até mesmo têm dificuldade no relacionamento pessoal em função de sua condição. É preciso ter sensibilidade para ajudar os pacientes a enfrentarem esse problema com naturalidade tendo a certeza de que, atualmente, existem diversos tipos de tratamentos adequados para cada necessidade, do artesanal a cirurgia robótica”, explica o médico Dr. Rubem Miranda, dermatologista da Clínica Regis, especializada em restauração capilar.

Segundo o especialista, a restauração capilar é uma das áreas da dermatologia que vem passando por importantes avanços nas últimas décadas, inclusive no Brasil.  “Hoje, o país está alinhado com as principais tendências mundiais. Temos uma importante produção científica nessa área e os centros médicos de referência têm investido em tecnologias de ponta para o tratamento da calvície”, explica o Dr. Rubem, destacando que há um processo de migração de pacientes de países vizinhos para o território nacional em busca dessas novas soluções. “As pessoas não medem esforços para obter os resultados esperados. Desde que importamos a versão mais recente do sistema computadorizado de transplante capilar (Robô Artas 9x), temos identificado um crescimento significativo de pacientes de outros estados e até mesmo de outros países”, conclui o médico da Clínica Regis.

Confira os 5 procedimentos mais realizados atualmente:


Micropigmentação capilar 

O que é? Técnica não cirúrgica utilizada para camuflar a calvície em homens e mulheres.

Como funciona? A partir da deposição de pigmentos orgânicos e biodegradáveis na pele do couro cabeludo, por meio de micropunturas feitas por agulhas finas. 

Resultado: cria uma ilusão de pequenos folículos capilares dando a impressão de maior densidade capilar. 

Diferenciais: o resultado completo fica evidente cerca de 30 dias após a finalização do processo. Oferece melhor relação custo-benefício, se comparado a outros procedimentos.



Transplante pela técnica convencional ou FUT (Folicular Unit Tranplantation)

O que é? Técnica cirúrgica tradicional e amplamente realizada no mundo. Foi a base para os maiores avanços da restauração capilar.

Como funciona? É feita uma incisão (corte) horizontal na área doadora para retirada de vários folículos de uma vez. Em seguida, os folículos são separados, com o uso de estereomicroscópio, em unidades foliculares que serão implantadas na área receptora.

Resultado: mais naturalidade no resultado final, que é alcançado entre seis meses e um ano.

Diferenciais: não é preciso raspar a área doadora para a cirurgia.



Transplante pela FUE (Folicular Unit Extraction)

O que é? Técnica cirúrgica que promove a extração de unidades foliculares. É o método mais realizado, atualmente, nos Estados Unidos e na Europa.

Como funciona? O procedimento cirúrgico conta com o trabalho de sete profissionais simultaneamente e pode utilizar anestesia local associada ou não à sedação. O procedimento promove a extração de folículos individuais, por meio de micro cortes de 0,75 a 0,90 mm de diâmetro.

Resultado: o resultado final é alcançado entre seis meses e um ano.

Diferenciais: por realizar cortes pequenos na pele, não causa cicatriz linear e o processo de cicatrização é mais rápido, em até sete dias, e menos doloroso.



Transplante pela técnica híbrida

O que é? A técnica cirúrgica consiste da associação da técnica convencional de fios curtos e da FUE (Folicular Unit Extraction), no mesmo ato.

Como funciona? É necessário raspar a área doadora previamente e utilizar a sedação para garantir conforto ao paciente. O procedimento tem duração de dez horas e conta com o envolvimento de dez profissionais. 

Resultado: o resultado final é alcançado entre seis meses e um ano.

Diferenciais: maior número de fios transplantado em uma mesma cirurgia (até 4 mil folículos no mesmo dia), o que representa uma cobertura total ou quase total da área sem cabelos em único procedimento.


   
Cirurgia robótica

O que é? A cirurgia robótica, realizada por meio do robô Artas 9X, é um dos principais avanços da medicina no tratamento da calvície. É uma evolução da FUE (Folicular Unit Extraction).

Como funciona? Trata-se de uma tecnologia médico-assistida, em que o médico auxilia e acompanha o funcionamento do robô durante todo o procedimento. O software do aparelho é capaz de rastrear a pele 60 vezes mais rápido do que o olho humano. Com isso, é possível selecionar as unidades foliculares mais saudáveis e viáveis para a cirurgia.

Resultado: os fios crescem de maneira densa e saudável, com resultado visível a partir do sexto mês após a cirurgia.

Diferenciais: é menos invasiva e não deixa cicatriz linear na área doadora. O procedimento é realizado em menos tempo, cerca de cinco horas, e apresenta um aprimoramento dos resultados, com rápida recuperação.


Na combinação dá para eliminar até 600 calorias em uma hora



A união de modalidades tem tirado muita gente do sofá. Até quem não gosta de academia, acaba se movimentando quando vê prazer em uma atividade física. É assim, que aulas feitas no solo, utilizando o peso do próprio corpo aliado a acessórios que tornam a prática dinâmica, divertida e funcional têm deixado o sedentarismo de lado. 

São cerca de 10 combinações, entre fitas, tecidos acrobáticos, bolas pequenas (como as de futebol e vôlei) e as grandes tradicionais do Pilates, bastão com elástico e uma barra de ballet especialmente desenvolvida para misturar a leveza do Ballet com a força do Pilates. Assim é o Ballet Pilates, método desenvolvido pela pioneira na modalidade no Brasil, Audrea Lara que conta porque uma aula dessa garante vantagens para o corpo e pra mente.

“A carga utilizada nada mais é do o peso corporal que trabalha para estabilizar a postura ao mesmo tempo que é necessário equilíbrio e consciência corporal para que a musculatura seja fortalecida entre todos os grupos e membros do corpo”, conta a profissional de educação física.

Entre os principais pilares que definem a modalidade está a boa execução dos movimentos que, para o criador Joseph Pilates, é mais interessante executar poucas repetições bem feitas, do que inúmeras sem tanta precisão.

Para entender um pouco mais sobre as façanhas, Audrea Lara separou 3 benefícios para se tornar um adepto da modalidade. 


1-  Queima as gorduras localizadas

Alguns depósitos de gordura que se instalam, principalmente em regiões abdominais e culotes, que custam a ser eliminadas com exercícios cardiovasculares são mais trabalhadas com dinamismo que mescla os tipos de acessórios em combinações diferentes e inusitadas. “Dá para usar elástico e bolas ao mesmo tempo e trabalhar pernas e braços em apenas um movimento”, diz Audrea Lara. 


2-  Não fadiga

Ao contrário do que muiita gente imagina, pingar suor não é sinônimo de eliminar calorias. “Quando se trabalha a consciência corporal o equilíbrio e a força são responsáveis para aumentar a frequência cardíaca e assim, trazem o mesmo efeito de passar horas na esteira ou na bicicleta, por exemplo”.


     3- Corrige a postura

Não é apenas para o alívio das dores de quem passa horas sentado ou longos períodos em pé.  “A melhora da postura é possível com o uso de bolas grandes (FitBall) e bolas pequenas (um pouco menores do que as bolas de futebol) e ajuda ainda a prevenir lesões de desgaste da coluna que são vistas a longo prazo em quase toda a população”, finaliza a especialista.


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