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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Aprovado novo tratamento para doença de Crohn no Brasil



Ustequinumabe oferece mecanismo de ação alternativo, aliviando sintomas rapidamente e por um período de tempo prolongado


PRNewswire/ -- Uma nova terapia para a doença de Crohn acaba de ser aprovada no país pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ustequinumabe, fabricado pela farmacêutica Janssen, amplia as opções de terapia para os pacientes que sofrem da doença. As indicações aprovadas no Brasil são tanto para quem falhou ou não tolerou tratamentos com um ou mais anti-TNFs (anti fator de necrose tumoral) como para pacientes que nunca tiveram falha com outros anti-TNFs, mas que falharam ou demonstraram intolerância ao tratamento com corticosteroides.

Com um mecanismo de ação inovador, ustequinumabe alivia os sintomas da doença de maneira rápida e mantém a resposta por um período de tempo prolongado. Outro diferencial do medicamento é a comodidade posológica – após dose única de indução endovenosa, é necessária apenas uma aplicação subcutânea a cada três meses.

"A doença de Crohn é uma condição complexa de tratar e nem todas as terapias funcionam para todos os pacientes. A aprovação de uma nova opção terapêutica com mecanismo de ação alternativo representa um importante avanço no tratamento, tanto para os pacientes que nunca fizeram uso de biológicos quanto para aqueles que não conseguiram bons resultados com terapias anteriores", explica o gastroenterologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Flavio Steinwurz.

De acordo com a gastroenterologista Cristina Flores, do Hospital das Clínicas de Porto Alegre – um dos sete centros brasileiros que participou do ensaio clínico sobre ustequinumabe para Doença de Crohn –, a rápida resposta do organismo ao medicamento, observada já na terceira semana de tratamento, e a ausência dos sintomas da doença por um longo tempo melhoram a qualidade de vida do paciente, sobretudo daquele já sem esperança de melhora.


Resultados de ensaios clínicos

Estudos clínicos do medicamento, que envolveram mais de 1.300 pacientes em diversos países, incluindo o Brasil, mostraram que a maioria dos pacientes tratados com ustequinumabe mantiveram a resposta ao tratamento e obtiveram a remissão da doença (sem sintomas), para a qual ainda não existe cura, por até dois anos[1].

O estudo UNITI-1, que avaliou ustequinumabe em pacientes que não haviam obtido sucesso com a terapia biológica (bloqueadores de TNF), demostrou que 34% destes pacientes atingiram resposta clínica (alívio significativo dos sintomas) em apenas seis semanas após receberem uma única infusão intravenosa de ustequinumabe. Este resultado sobe para 56% no estudo UNITI-2 que avaliou o medicamento em pacientes que nunca tinham recebido terapia biológica.


Em ambos os estudos a maioria dos pacientes que responderam à dose inicial e continuaram o tratamento com doses de manutenção por via subcutânea a cada 8 ou 12 semanas, estavam em remissão após um ano de acompanhamento.




 FONTE: Janssen



 [1] Sandborn W, Rutgeerts P, Gasink C et al. Long term efficacy and safety of ustekinumab for Crohn's disease: Results from IM-UNITI Long-Term Extension through 2 years. Annual Congress of the European Crohn's and Colitis Organisation (ECCO 2017); 15-18 February, 2017; Barcelona, Spain; Abstract A-1285.





Baixa umidade: Brasília pode entrar em estado de atenção ou alerta no feriado de 7 de setembro



Especialista dá dicas para aproveitar o feriado sem comprometer a saúde em virtude da seca


O feriado desta quinta-feira, 7 de Setembro, terá umidade variando entre 70% e 20%. Com isso, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é a de que Brasília esteja em estado de atenção (umidade entre 30% e 21%) ou de alerta (entre 20% e 12%) – durante o Desfile da Independência na Esplanada dos Ministérios.

Uma das preocupações dos meteorologistas é que o tempo seco e o calor intenso atrapalhem o passeio de quem pretende acompanhar a tradicional programação dedicada ao feriado, realizada no centro da capital do país. "No início da manhã a umidade estará por volta de 70%. A partir das 11h começará a baixar, chegando ao menor índice às 16h, quando deverá ficar por volta de 20%. Não acredito que baixe muito além disso. Na pior das hipóteses estaremos em estado de alerta", prevê a meteorologista do Inmet Ingrid Peixoto.

Alguns cuidados são fundamentais para curtir o dia sem comprometer a saúde, como explica o médico Jairo de Barros, do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (IBORL). "Proteger-se do sol e beber água estão entre as principais recomendações. O corpo deve manter-se hidratado nesta época", ressalta.

A Organização Mundial da Saúde recomenda a suspensão de atividades que exijam aglomeração de pessoas em recintos fechados, como salas de aula e até mesmo cinemas. Ambientes refrigerados não são recomendados porque o ar-condicionado retira a umidade desses recintos, prejudicando ainda mais as pessoas. Também está entre as recomendações previstas para o estado de emergência a umidificação de ambientes internos, em especial hospitais e quartos frequentados por crianças e idosos.


Confira as orientações médicas:

- Proteger-se contra o sol com o uso de filtro solar, pois perdemos muito líquido pela pele;

- Proteger os olhos com o uso de óculos de proteção UV;

- Sempre carregar uma garrafinha de água;

- Priorizar sucos naturais;

- Evitar alimentos muito gordurosos. Prefira comidas mais leves como frutas, verduras e legumes.





Espirros em casa? Profissionais compartilham dicas para evitar o desconforto de problemas alérgicos em casa



As arquitetas Luciana Tomas e Fernanda Tegacini indicam soluções para melhorar o dia a dia de quem sofre de males como rinite alérgica





É crescente o número de pessoas que sofrem com problemas alérgicos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 30 a 40% da população mundial sofre por doenças alérgicas sendo, em sua grande maioria, ocasionadas por rinites. Casos que podem ser ativados por questões hereditárias, estilo de vida ou, até mesmo, poluição ambiental nas cidades.

Com algumas atitudes é possível melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. Nesse pacote de ações, a decoração de interiores caminha lado a lado e, muitas vezes, passa despercebida. Todavia, deve ser levado em consideração, já que nossa casa deve proporcionar o melhor bem estar.

Nesse processo, o arquiteto ou designer de interiores deve conhecer os hábitos ou estilo de vida do morador antes de decorar os ambientes. Por exemplo, sabendo que o cliente é suscetível a processos alérgicos, o profissional consegue especificar as melhores condições que possam contribuir para minimizar ou, até mesmo, evitar problemas.

Especialistas no assunto, a arquiteta Luciana Tomas, do escritório Luciana Tomas Arquitetura, e a arquiteta Fernanda Tegacini sócia, do escritório Très Arquitetura reuniram algumas dicas preciosas que ajudarão diretamente na qualidade de vida das pessoas. As sugestões tanto valem para quem está construindo ou reformando um ambiente ou, até mesmo, a identificar pequenas mudanças que podem trazer mais conforto dentro casa:

  •      Utilização de pisos vinílicos ou de cerâmica: de superfícies lisas, oferecem facilidade para limpeza por meio de pano úmido. “Evite utilizar a vassoura para limpar o chão, já que o processo levanta poeira por toda a casa”, aconselha Fernanda.
  •         Por ser lavável, para as paredes, recomenda-se a utilização da tinta acrílica. “Quem gosta do efeito do papel de parede pode optar pelo sintético, que oferece uma limpeza muito fácil”, recomenda a arquiteta Fernanda.
  •          Para a arquiteta Luciana Tomas, cortinas são ótimas para controlar a entrada de iluminação e decorar, mas podem ser uma grande vilã para pessoas sensíveis a ácaros e ao acumulo de pó. ”Se não for possível evitá-las, indico duas recomendações: lavá-las frequentemente ou optar pela substituição do tecido por persianas de madeira ou metal”, explica Luciana.
Em linhas gerais, as profissionais alertam que não há como evitar o acúmulo de pó dentro de casa, mas é importante mantê-la sempre limpa e sem acúmulo excessivo de objetos. “Procure deixar as janelas abertas para manter uma boa ventilação e para as áreas molhadas a atenção deve ser redobrada para que não crie mofo”, finaliza a arquiteta Fernanda.




Très Arquitetura
Tels.: (11) 3562-7357
tresarq.com.br

Luciana Tomas Arquitetura
@lucianatomasarquitetura





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