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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Detran.SP alerta para importância do uso do cinto de segurança



Vídeo do jogador Neymar Jr. postado no instagram durante viagem na França chamou a atenção do Departamento de Trânsito.  A utilização do equipamento reduz em reduz o risco de morte em 45% em ocupantes no banco da frente e, no traseiro, em até 75%


Antes de estrear pelo seu novo time - o Paris Saint-German - o jogador Neymar Jr. está curtindo a França com os seus “parças”. Durante uma viagem de van, o craque compartilhou em seu instagram vídeo em que ele e os amigos estão no banco de trás. O detalhe é que ninguém usava o cinto de segurança, equipamento obrigatório no país desde 1990, antes do nascimento do próprio Neymar. O deslize chamou a atenção do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP), qie abordou o tema em suas redes sociais com o objetivo de alertar sobre a importância do equipamento ainda muito subestimado pelos brasileiros, sobretudo no banco de trás. 

Conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a utilização do cinto de segurança é exigida a todos os motoristas e passageiros de automóveis. Ele é dispensável somente nos veículos em que é permitido o transporte de pessoas em pé, como os ônibus urbanos e micro-ônibus produzidos até 1º de janeiro de 1999.

Deixar de utilizar o cinto de segurança é infração grave, com multa de R$ 195,23, além de cinco pontos na habilitação do condutor. Em 2016, o Detran.SP aplicou um total de 135.915 multas no perímetro urbano pela falta do uso de cinto de segurança, tanto por condutores quanto por passageiros. 

“Devemos sempre reforçar a mensagem de que o cinto de segurança salva vidas. Ele é um elemento primordial para a prevenção de sequelas e mortes em acidentes de trânsito. Os motoristas e passageiros precisam ter a consciência de utilizá-lo sempre. São simples mudanças de comportamento que podem transformar a realidade do trânsito.”, ressalta Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran.SP.

Além do Detran.SP, por meio da Polícia Militar, as prefeituras e órgãos de trânsito rodoviários, como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também fiscalizam o uso do equipamento.

O uso do cinto de segurança reduz o risco de morte em 45% em ocupantes no banco da frente e, no traseiro, em até 75%, de acordo com estudo da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

Levantamento da Artesp aponta que 57,4% das vítimas fatais do banco traseiro estavam sem o cinto nos acidentes ocorridos entre janeiro de 2012 e junho de 2016 nas rodovias paulistas concedidas. 




DETRAN.SP:
O Detran.SP é uma autarquia do Governo do Estado de São Paulo, vinculada à Secretaria de Planejamento e Gestão. Para obter mais informações sobre o papel do Detran.SP, clique neste link: http://scup.it/aanx


INFORMAÇÕES AO CIDADÃO:
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De violência na cidade à crise política no país: trauma psicológico é o grande mal da sociedade moderna



SP será sede de curso sobre o tema, em 23 de setembro, aberto ao público geral e profissionais da saúde, coordenado pelo psicólogo e neurocientista Julio Peres


Nas últimas décadas, episódios traumáticos têm se intensificado. No Brasil, a violência das grandes cidades e a insegurança gerada pela crise política e econômica contribuem para o aumento de pessoas com traumas psicológicos. Assaltos, sequestros, estupros, acidentes naturais, enfermidades, conflitos interpessoais, desajustes familiares, desamparo, confrontos armados, acidentes automobilísticos e perdas de entes queridos são considerados, entre outros, eventos potencialmente traumáticos. Em 23 de setembro, São Paulo será sede de curso sobre o assunto - “Trauma Psicológico: Diagnóstico e Tratamento” -, realizado pelo Laboratório de Neurociências do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas.

Para se ter ideia da dimensão do problema no Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que a cada hora cinco pessoas são internadas por conta de transtornos mentais e comportamentais. De janeiro a junho foram 24.148 casos - 15.986 mulheres e 8.162 homens.

“É um mal que atinge a todos independentemente da faixa etária e da classe social. Infelizmente, de maneira distinta ao que ocorre com a doença ‘física’, os transtornos psicológicos raramente são debatidos com a população em geral”, afirma Julio Peres, psicólogo clínico e neurocientista, coordenador do curso. 

As memórias traumáticas acarretam sofrimentos psíquicos, emocionais (como depressão), de ansiedade (fobias específicas, pânico, estresse pós-traumático) e físicos (fibromialgia, cefaleia, fadiga crônica). Estudos epidemiológicos estimam que a prevalência ao longo da vida para ocorrência de eventos potencialmente traumáticos pode alcançar de 50% a 90% da população. Em outras palavras, a maioria de nós passou ou passará por traumas psicológicos.

São sofrimentos, que muitas vezes, impossibilitam o indivíduo de ter uma vida sociável e produtiva, o que revela a necessidade de se discutir o tema não apenas no meio acadêmico. 

O curso “Trauma Psicológico: Diagnóstico e Tratamento” será o primeiro no país relacionado ao tema aberto ao público em geral. Também é destinado a estudantes e profissionais da saúde mental. Profissionais e professores referências do Brasil trarão informações sobre o trauma psicológico, as abordagens psicoterapêuticas Psicanalíticas, Cognitiva Comportamental e Junguiana, além das principais contribuições das neurociências sobre os efeitos neurobiológicos da psicoterapia.






Julio Peres - Psicólogo clínico com 27 anos de experiência clínica, neurocientista há 15 anos. Como clínico e pesquisador, unificou os campos da Psicologia e Neurociências e aprofundou seu interesse nos efeitos neurobiológicos da psicoterapia. Conduziu estudos com neuroimagem funcional sobre o tema em seu doutorado e um dos pós-doutorados, revelando as repercussões cerebrais da superação mediada pela psicoterapia. É doutor em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Tem pós-doutorado pela University of Pennsylvania e pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Diagnóstico por Imagem. É autor do livro “Trauma e Superação: o que a Psicologia, a Neurociência e a Espiritualidade ensinam” da editora ROCA. Possui artigos científicos publicados sobre trauma e superação, neurociências, neuroimagem, psicoterapia, resiliência, espiritualidade, entre outros temas.  Também é pesquisador do PROSER, Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo. Editor da seção Psicologia e Psicoterapia do periódico científico Archives of Clinical Psychiatry.





Segurança e confiabilidade ainda são desafios para bancos



Fraudes constituem uma ameaça cada vez maior nos bancos – ambiente em que os clientes estão exigindo uma experiência consistente em todos os canais de serviço. Sendo assim, um dos maiores desafios que os bancos enfrentam hoje em dia é como fornecer serviços seguros e de confiança, melhorando substancialmente a experiência do usuário. Vale lembrar que as instituições bancárias precisam alcançar esse objetivo sem aumentar o custo ou complicar o processo de conformidade.
A solução ideal é uma plataforma integrada e móvel de gerenciamento de identidade e acesso multicanal (IAM), que melhore a experiência do usuário e a confiança mútua em todos os pontos de contato, reduzindo a complexidade e o custo total de propriedade. A biometria é um componente fundamental dessa solução, uma vez que fornece um meio para provar ou verificar uma reivindicação de identidade verdadeira – ao contrário de algo que uma pessoa conhece (por exemplo, um PIN) ou algo que uma pessoa tem (por exemplo, um cartão). A biometria, portanto, pode ser usada para simplificar o acesso em todos os canais bancários, melhorar a experiência do usuário, bem como o nível de confiança – além de reduzir o custo total de propriedade.
Comprovar identidade verdadeira sempre foi difícil e isso motivou a criação de métodos para aumentar significativamente a conveniência e a confiança. Na era do computador, a senha se transformou num método barato e aceitável para comprovar a verdadeira identidade, embora muito fraca. Então, quando entramos na era conectada, essa fraqueza poderia ser explorada em massa. Para prevenir e combater essa ameaça, a complexidade da senha e as regras de expiração destruíram a conveniência, com pouca ou nenhuma redução na vulnerabilidade da fraude.
Felizmente, a tecnologia evoluiu e hoje temos os meios para eliminar roubo de identidade e fraude. No entanto, a solução requer uma abordagem integrada, em que uma cadeia de confiança é estabelecida e mantida para oferecer o nível de segurança exigido de uma maneira econômica e conveniente. A biometria verificada pela máquina desempenha um papel crítico na entrega dessa solução, porque somente a biometria pode se referir diretamente à verdadeira identidade de uma pessoa. De fato, a biometria fornece o único meio para validar inequivocamente uma reivindicação de identidade, e pode fazer isso ao mesmo tempo em que elimina o custo, a complexidade e as vulnerabilidades inerentes a senhas e outros métodos que se aproximam da prova de identidade verdadeira.
Hoje, os sensores biométricos de imagem multiespectral são habilitados para criptografia e detecção de violação de hardware – que protegem não só a integridade do sensor, como também a comunicação entre o cliente e o sensor. Essa é uma característica muito valorizada pelo mercado, já que esses sensores estão cinco vezes mais precisos e quatro vezes mais rápidos nos caixas eletrônicos e multibancos, com sensível redução de erros. De modo geral, percebe-se um ganho em termos de desempenho e interoperabilidade. Por esse motivo, além do sistema financeiro, a nova linha de autenticação biométrica tem sido adotada nos sistemas de saúde, eleitoral e governamental.
Essa tecnologia emprega o que há de mais avançado para escanear e autenticar impressões digitais de dentro para fora. Ou seja, além da camada externa da pele, o sensor faz uma leitura de uma subcamada mais profunda, irrigada por vasos sanguíneos. Isso evita fraudes e permite rápida autenticação. Trata-se de uma solução robusta e capaz de comprovadamente reduzir o custo total de propriedade em aplicações autônomas e de alto rendimento.
No Brasil, 60% dos sensores biométricos instalados nos caixas eletrônicos usam a tecnologia de imagem multiespectral – autorizando mais de três bilhões de transações bancárias por ano. Na Argentina, todos os bancos usam essa mesma tecnologia antes de autorizar o pagamento de pensão. Já no Chile, um dos maiores bancos usa sensores de imagem multiespectral diretamente nos caixas. Embora o foco seja sempre eficiência e segurança, nota-se um ganho de velocidade e, consequentemente, de conveniência – já que o cliente faz tudo mais rapidamente.



Juan Carlos Tejedor - diretor comercial da HID Biometrics para a América Latina – www.hidglobal.com/lumidigm


 

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