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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Desvios de conduta na política brasileira



A política atual é um desastre, nossos políticos não aprendem e não se emendam, ou pior: não querem mudar e colocam jogo de interesses partidários e, especialmente, vontades pessoais acima da Nação. Valem-se de propostas, projetos e Medidas Provisórias destinadas a recompor a situação de governabilidade para alimentar vaidades pessoais. Quem acompanha com um mínimo de atenção o cotidiano do Congresso Nacional percebe o inescrupuloso comportamento, que não é de hoje e precisa ser mudado com urgência.

O pior de tudo isso, é que eles não estão pensando no Brasil, e sim neles mesmos, em interesses próprios e exclusivos; não estão preocupados com o que acontece no país, são alheios aos problemas nacionais e ao sofrimento da população brasileira. São eles representantes do povo, que deveriam demonstrar boa vontade, convergindo para pontos comuns na busca de soluções às questões que travam o desenvolvimento econômico e social e preocupam todos brasileiros. Usam as Casas legislativas com esse objetivo condenável envolvendo-se em disputa, para insana afirmação de liderança maior do que realmente possuem, pois sequer ostentam biografia política acima de suspeitas.

Essa queda de braço entre políticos é prejudicial à sociedade geral, e somente interessa a quem quer a instabilidade e a fragilização do sistema no intuito de auferir vantagens, como temos visto descaradamente nos últimos tempos. As eleições estão chegando, e com ela a chance de mostrarmos que sabemos avaliar todos esses atos, cobrando de todos a falta de interesse pelo bem comum. E bom será que o povo brasileiro manifeste sua repulsa de quantas maneiras puder, principalmente pelo voto, arma cidadã própria da legítima democracia.





Luiz Carlos Borges da Silveira - empresário, médico e professor. Foi Ministro da Saúde e Deputado Federal.  




CÃES TAMBÉM SOFREM DE GENGIVITE



Saúde oral debilitada pode levar a consequências mais graves, como a anorexia

Snacks específicos e escovação ajudam a prevenir enfermidades periodontais


Doenças periodontais, como a gengivite, são as mais comuns nas clínicas veterinárias – acometem de 80 a 85% dos cães adultos, principalmente os de raças pequenas. A evolução dos sintomas dessa enfermidade pode causar outros problemas ainda mais graves. “Doenças periodontais podem comprometer a capacidade de alimentação dos animais e ter como consequência a anorexia”, pontua a Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos e médica veterinária da Equilíbrio, Bárbara Benitez.

De acordo com a especialista, os tutores devem estar atentos a qualquer sintoma e podem colaborar oferecendo alimentos específicos que auxiliam na boa saúde oral dos cães. “Existem snacks formulados com hexametafosfato de sódio, o qual impede a mineralização da placa bacteriana em cálculo. Além disso, uma inovação no mercado é a inclusão de própolis nesses snacks, um agente natural que ajuda no controle de bactérias e evita o mau hálito (halitose) do pet”, explica Bárbara.


Alimentos precisam estimular mastigação

Além do conteúdo nutricional, a textura, consistência e forma do alimento também são fundamentais para saúde oral dos cães. Segundo a médica veterinária, Barbara Benitez é preciso existir atrito entre o alimento e os dentes do animal para que ocorra a limpeza das superfícies dentárias. “Há pessoas que estranham o formato e até acreditam que as rações são muito duras, no entanto algumas características do alimento estimulam a mastigação e limpeza dos dentes”, explica.


Entenda os sintomas e previna seu cão:

•Halitose: é o mau hálito, odor desagradável oriundo da cavidade bucal do animal. Pode ser causada principalmente pela higiene bucal deficiente e presença de placa bacteriana.
•Disfagia: trata-se da dificuldade de deglutição, isto é, o animal faz muito esforço ou não consegue ingerir o alimento.
•Ptialismo é salivação excessiva do cãozinho.


O que é anorexia?

Anorexia é a perda ou ausência do apetite dos cães. Este sinal clínico pode ocorrer por diversos fatores, entre eles as doenças periodontais: “Se o cão está com gengivite, por exemplo, ele sentirá dor ao apreender, mastigar ou deglutir e, então, rejeitará o alimento”, explica a médica veterinária, Bárbara Benitez. A veterinária pontua ainda que os donos devem estar alertas às atitudes dos pets “Alguns problemas não são tão visíveis, logo, é preciso verificar se o animal está se alimentando como de costume e dar importância a qualquer modificação de comportamento alimentar”






Fonte: Bárbara Benitez é médica veterinária pela Universidade de Uberaba (UNIUBE), mestre em nutrição de cães e gatos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos.




Lei Antifumo de SP completa 8 anos com 3,8 mil multas e 99,7% de adesão



Mais de 1,5 milhão de vistorias foram realizadas pela Vigilância Sanitária Estadual em parceria com o Procon-SP


         No aniversário de oito anos da publicação da Lei Antifumo paulista, levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que já foram realizadas mais de 1,7 milhão de inspeções e aplicadas 3.854 multas em estabelecimentos comerciais para combater o tabagismo passivo, terceira causa de morte evitável segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).  

O índice de cumprimento da legislação é de 99,7% dos estabelecimentos vistoriados desde agosto de 2009, quando a restrição de fumar em ambientes fechados de uso coletivo passou a vigorar. Uma a cada cinco multas aplicadas nesses cinco anos foram fruto de denúncia da população, que pode ser feita pelo telefone 0800-771-3541.

As regiões que tiveram maior número de infrações são a capital, com 1.056 multas, Baixada Santista (339), Grande ABC (310), Campinas (270) e Araraquara (172). O ranking das cinco regiões contabiliza 2.147 autuações, o que representa 55,7% do total de multas aplicadas em todo o Estado desde 2009.
 

Lei Antifumo

         Vigente desde 7 de agosto de 2009, a Lei Antifumo proíbe o consumo de cigarros, cigarilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco em locais total ou parcialmente fechados. O valor da multa por descumprimento à lei é de R$ 1.253,50, e dobra em caso de reincidência. Na terceira vez, o estabelecimento é interditado por 48 horas, e na quarta o fechamento é por 30 dias.

         “A lei tem um importante caráter de prevenção e promoção da saúde, garantindo ambientes livres de tabaco e combatendo, principalmente, o tabagismo passivo, que é a terceira causa de morte evitável no mundo. A população paulista entendeu e apoiou, e o resultado se reflete no alto índice de cumprimento pelos estabelecimentos comerciais em todo o Estado”, afirma a diretora da Vigilância Sanitária Estadual, Maria Cristina Megid.





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