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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

5 curiosidades que você não sabia sobre o Centro de Portugal



 Morcegos que são guardiões de uma biblioteca e a maior onda do mundo fascinam viajantes


Visitar a região do Centro de Portugal permite explorar lugares diferentes em seus mínimos detalhes, mergulhar na rica história de monumentos e personagens e apreciar fenômenos únicos da natureza. Os fatos curiosos são inúmeros e vão desde ondas gigantes a charmosos vilarejos que inspiraram cantores famosos.

Para ajudar os viajantes nessa divertida missão, separamos cinco curiosidades imperdíveis deste destino fascinante.


1 – A maior onda do mundo já surfada, o Canhão de Nazaré

Uma gigantesca fenda no fundo do oceano faz com que, no outono, a cidade de Nazaré se torne palco de um dos mais impressionantes espetáculos da natureza. Ondas gigantes se chocam contra a costa atraindo surfistas para verdadeiros desafios, como o esportista Garret Macnamara, que, em 2011, surfou uma onda de 23,77 metros – o equivalente a um prédio de oito andares. O fato foi tão impressionante que acabou entrando para o livro dos recordes.


2 – A cidade que inspirou a canção “Menina da Ria”, de Caetano Veloso

Com mais de 50 anos de carreira, Caetano já se inspirou em grandes cidades para compor suas músicas, como a capital paulista para a canção “Sampa” e Londres para a poética “London London”. Em 2008, foi a vez de Portugal: durante um show em Aveiro, o cantor se comprometeu a fazer uma canção sobre a bela cidade. Ele compôs a faixa “Menina da Ria” fazendo um paralelo divertido com sua já consagrada composição “Menino do Rio”. A música integrou o álbum Zii e Zie, como uma singela homenagem do compositor brasileiro à “Veneza Portuguesa”. 


3 – Morcegos guardiões da Biblioteca Joanina

Localizada dentro da Universidade de Coimbra, essa biblioteca possui um acervo com cerca de 200 mil livros, com coleções raríssimas dos séculos XVI, XVII e XVIII. Proteger esse patrimônio é um verdadeiro desafio, que vai desde o cuidado rigoroso com a temperatura e umidade até o controle de pragas como as traças. Para combater esse inseto inconveniente, a biblioteca possui curiosos aliados: morcegos. À noite, eles se alimentam dos diversos bichinhos que corroem os papéis, mantendo todos os exemplares a salvo.


4 –  Trajes acadêmicos de Coimbra

O traje acadêmico é um dos maiores símbolos da tradição universitária em Coimbra. O uniforme é usado desde o século XV para diferenciar os estudantes das demais pessoas. Com o passar do tempo, a roupa sofreu diversas alterações, mas, ainda hoje, vestir a capa e a batina de uma das universidades mais antigas do mundo é sinônimo de prestígio. A vestimenta é acompanhada por uma pasta onde é presa uma espécie de novelo feito com fitas da cor do curso do aluno. Dizem até que foi inspiração para os uniformes de Hogwarts, da série de livros e filmes Harry Potter.


5 – As muralhas de Óbidos

Dentre as vilas da região, Óbidos se destaca por ser uma verdadeira fortaleza. Seu aspecto medieval chama a atenção principalmente por sua muralha imponente, construída para afastar os inimigos ainda na época do domínio dos mouros. Utilizadas também para o rápido deslocamento de soldados, hoje as muralhas são usadas pelos turistas que visitam a cidade para terem uma bela visão panorâmica do vilarejo e seu entorno, embarcando em uma verdadeira viagem no tempo no instante em que se atravessa seus portões.


Sobre o Centro de Portugal

A mais charmosa região portuguesa é cheia de destinos populares: Aveiro, Coimbra, Viseu, Nazaré, Óbidos, Tomar, Fátima e tantos outros. Suas belezas se estendem por todo o território - ocupado por 2,3 milhões de habitantes que têm o dom de bem receber. O Centro de Portugal possui inúmeros patrimônios da UNESCO, um litoral que é um paraíso do surfe, aldeias históricas, gastronomia riquíssima, vinhos inesquecíveis, natureza exuberante e muita cultura, que se somam a incontáveis motivos para uma visita. A principal cidade, Coimbra, está a apenas 200 quilômetros de Lisboa e a 135 quilômetros do Porto. 




5 passos para começar a entender de vinho



 Especialista em harmonizações e sommelier dá dicas para conhecer mais da bebida sem precisar parecer esnobe


Quem não gostaria de entender mais de vinho e poder dividir com os amigos uma boa bebida? Segundo o sommelier Rodrigo Bertin, criador do projeto Vinho Mais, muitas pessoas se sentem perdidas e não sabem como começar a entender um pouco mais de vinho. “É mais fácil do que você imagina”, explica, alertando que o vinho não precisa ter status de sofisticação. “Antes de pensar em estudar ou entender de vinho, é importante beber o que você preferir. Confie no seu paladar”, sugere.

Antes de listar os passos essenciais a todos que querem entrar no “mundo do vinho”, Rodrigo destaca que o paladar para a bebida costuma ser mais preparado para os vinhos mais doces, leves e frutados. “É comum que quem começa a tomar vinho não goste tanto dos mais encorpados, e com o tempo o paladar vai se adequando”, explica. Pensando nisso, Rodrigo destaca o que devem fazer as pessoas que querem tomar mais vinho, mas se sentem perdidas e não sabem por onde começar.


1- Observar a diferença das garrafas

O sommelier explica que existe uma espécie de regra seguida pelos produtores de vinho que facilita na escolha do que será consumido. “As garrafas bordalesas, que são mais retas, costumam conter vinhos mais encorpados e amadeirados, enquanto a garrafa borgonhesa, que é mais curvada e afinada, tem vinhos mais leves e adocicados. “É um primeiro passo para fazer essa identificação”, conta.


2- Verificar o design do rótulo

Rodrigo Bertin também conta que o tipo de rótulo da garrafa também já é um bom indicador do tipo de vinho. “Rótulos tradicionais com fundo branco ou creme, por exemplo, geralmente são de vinhos mais fortes, ásperos e antigos”, explica, comparando-os aos rótulos mais modernos, jovens e divertidos. “É claro que esse tipo de regra pode ter exceção, mas já é uma forma de analisar o vinho antes”, explica.


3- Olhar para a gradação alcoólica

Os vinhos mais leves contêm uma gradação alcoólica de até 13º. Os vinhos mais encorpados possuem teor alcoólico acima dos 14º. “Olhe para o rótulo e preste atenção nisso para já ter uma ideia se você vai gostar ou não do vinho”, explica, lembrando que os de teor alcoólico entre 13º e 14º são os famosos vinhos medianos ou de meio corpo.


4- Verificar a passagem do vinho por madeira

“Os vinhos que passam por madeira já têm uma estrutura maior, porque a madeira inibe um pouco do sabor da fruta”, conta o sommelier. Por isso, se não há informação da passagem do vinho por barricas de madeira, significa que ele é mais leve e frutado. “Os vinhos leves não aguentariam passar por tonéis e teriam o sabor da madeira superando o da uva”, resume.


5- Ler qual a safra do vinho

O especialista também conta que outra informação fácil de analisar é a safra do vinho. “Via de regra, as safras mais jovens são mais leves e os vinhos mais antigos, ou seja, que aguentam mais tempo de envelhecimento, são mais encorpados”, analisa o sommelier.

Por fim, Rodrigo Bertin conta que todas essas regras podem ter exceções, mas são parâmetros importantes para ter ideia de que tipo de sabor sairá de dentro da garrafa. “Mesmo assim, eu sempre digo que os amantes do vinho mais iniciantes precisam experimentar vários tipos de vinho, pois o gosto vai se aprimorando”, explica. Conforme as pessoas experimentam e degustam, vão acostumando o paladar com mais corpo e mais potência dos vinhos mais sisudos. “Quem gosta de tomar vinho bebe todos os tipos, de acordo com o que o momento pede. Mas quem está começando provavelmente vai preferir começar pelos mais leves”, conclui.






Aprenda a controlar as emoções com a meditação



Especialista ensina técnica mindfulness que auxilia a viver com foco no presente trazendo mais saúde, tranquilidade e equilíbrio


Devido a uma infinidade de tarefas que devemos desempenhar ao longo dia, se torna cada vez mais complicado arrumar algum tempo para relaxar. Os pensamentos estão a todo vapor e são mil ideias que pretendemos colocar em prática ao mesmo tempo. Mas esse estado de agitação pode ser muito prejudicial tanto para a saúde física como para a mental e espiritual. Especialmente no que se refere ao controle de nossas emoções.

"Ficamos tão imersos em nosso cotidiano que muitas vezes acabamos fazendo tudo no automático, sem prestar atenção no que estamos fazendo ou como estamos agindo. Todos precisam de um descanso de todo esse barulho, para observar a si mesmo e o mundo ao redor com mais clareza. Desta maneira, mindfulness vem para nos beneficiar, aponta Guida Graf, psicóloga e graduada como orientadora em Mindfulness pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas - Escola de Excelência da FMUSP  

A técnica mindfulness consiste em se concentrar no tempo presente, e vem ganhando adeptos no mundo todo por ser uma meditação fácil e que pode ser praticada em qualquer lugar. Estudos já mostraram que ela é capaz de aliviar o stress, agora, mais uma vantagem pode entrar para essa lista: o controle emocional.  "A meditação formal é um processo diário, é importante fazer isso todos os dias. Pensamos 24h por dia seja no futuro, gerando uma ansiedade, ou no passado, gerando uma tristeza.

Com a técnica mindfulness conseguimos identificar qual a essência dos nossos pensamentos sem dar importância a eles apenas observando e deixando passar porque é isso que a mente faz ela pensa, assim como o coração bate, e o estômago digere. Mas se deixarmos os pensamentos passarem e colocando o foco na respiração do ar que entra e do ar que sai a nossa mente e o nosso corpo ficam mais tranquilos, explica Guida.

E a especialista ainda traz uma grande dica: é essencial que prestemos atenção em nossa respiração, utilizando-a como uma âncora: "Faça da respiração sua amiga, quando se sentir ansioso, respire. Ela tem o poder de te deixar mais centrado e você pode usar a meditação informal no seu dia a dia fazendo todas as tarefas com atenção plena e observar com curiosidade o que está acontecendo sem julgar, mas aceitando o que você sente não deixando que as emoções e os sentimentos te invadam com tanta força”, explica Guida. 

Segundo Guida, encaixando a meditação no cotidiano e tornando isso uma tarefa diária, as pessoas aprendem a lidar com a vida pessoal, profissional e sentimental de uma forma muito mais tranquila e eficaz. “Os benefícios são diversos. Por exemplo, quando vier um pensamento triste ou ansioso, o processo auxilia a controlar sua respiração para acalmar mente e corpo e faz com que a mente acabe trabalhando a favor e não contra você. 





Guida Graf - Psicóloga, formada pelo Instituto de Psiquiatria da FMUSP como orientadora em Mindfulness, ministra cursos no Formato de MBSR (Mindfuleness Baseado na Redução de Estresse) de 8 semanas e também em formatos reduzidos, de acordo com a necessidade do aluno. Auxilia pessoas que possuem rotina muito estressante ou depressiva, a encontrar um estilo de vida mais saudável. Ensina técnicas de meditação mindfulness que permitem aos indivíduos se tornarem mais conscientes dos seus atos e, dessa forma, mudar o olhar para o mundo externo com menos interferência no mundo interno.





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