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quinta-feira, 13 de julho de 2017

20 de julho é o Dia do Biscoito. Você sabe qual é o perfil do consumidor destes produtos no Brasil?



Pesquisa realizada pela Kantar mostra que as diversas regiões do país apresentam diferentes preferências 


Presente em 99,7% dos lares brasileiros, a popularidade deste alimento fez com que ele ganhasse uma data no calendário especialmente em sua homenagem: 20 de julho é o Dia do Biscoito. Entre tantas opções disponíveis nos pontos de venda, você sabe quais são os preferidos pelos brasileiros?

De acordo com uma pesquisa realizada pela Kantar WorldPanel, encomendada pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), há diferenças entre as preferências e os perfis dos consumidores de biscoito no país.

O estudo analisou durante o ano de 2016 uma mostra de 11.300 lares que representam um universo de 53 milhões de famílias espalhadas por sete regiões segmentadas em Norte e Nordeste, Centro-Oeste, Leste (Minas Gerais e Espírito Santo) e interior do Rio de Janeiro, Grande Rio de Janeiro, Grande São Paulo, interior de São Paulo e Sul.

“A presença dos biscoitos em praticamente todas as residências está diretamente ligada à alta distribuição numérica, ou seja, encontramos variedades do produto deste segmento em todos os pontos de venda do Brasil”, explica Claudio Zanão, presidente da ABIMAPI.

Entre tantas opções, a pesquisa concluiu que não há uma escolha específica por parte dos consumidores, mas sim a combinação no carrinho de compras entre cinco tipos básicos: os salgados tradicional/especial, o seco doce tradicional, os recheado/tortinha e o wafer. Juntos, estes produtos estão presentes em 29,6% dos lares. Se levarmos em conta as preferências individuais, temos o seco doce tradicional e o salgado tradicional presentes sozinhos e igualmente em apenas 0,5% das residências, seguidos dos recheado/tortinha com 0,3% e 0,1% do salgado especial.

Norte e Nordeste formam a macrorregião que apresentou maior índice de compra, responsáveis por 37,5% do consumo. Em seguida aparecem Leste e interior do Rio de Janeiro (14,5%), Sul (11%), Grande São Paulo (10,5%), Interior de São Paulo (10%), Centro-Oeste (8,5%) e, por fim, Grande Rio de Janeiro (8%).

O executivo destaca que diante da atual conjuntura econômica, a crise não afetou gravemente o segmento. Pelo contrário, os dados refletem o comportamento do consumidor que não retirou da cesta os produtos básicos para o dia a dia. “Acreditamos que, com a retomada de poder de compra, outras categorias, como os cookies, wafers e cobertos, voltem a ganhar destaque e comecem a competir com os tradicionais” diz.

Ainda de acordo com a pesquisa, o perfil dos maiores compradores de biscoito é formado por mulheres, de 30 a 39 anos, pertencentes às classes socioeconômicas D/E, residentes nas regiões Norte e Nordeste com companheiro e crianças pequenas em lares de cinco pessoas ou mais. Separados por categorias, o estudo encontrou as seguintes representações:


Recheados: deve ter recheio de creme ou outro produto próprio, podendo ser doce ou salgado.

Perfil: mulheres, de 30 a 39 anos, pertencentes à classe socioeconômica C, residentes na Grande São Paulo com companheiro e crianças pequenas em lares de três a quatro pessoas.


Salgado tradicional: formato pequeno usado geralmente para acompanhar aperitivos.

Cream cracker/água e sal: laminado simples, traz na embalagem a expressão CRACKER.

Perfil: homens e mulheres, 50 anos ou mais, pertencentes às classes socioeconômicas D/E, residentes nas regiões Norte e Nordeste em lares independentes ou divididos com mais uma pessoa.


Seco/doce: tipos comuns, simples, que não possuem recheio ou coberturas.

Maria/maisena: laminado simples, que trazem estampada na embalagem as expressões Maria, Marie ou Maisena.

Perfil: homens e mulheres, 50 anos ou mais, pertencentes às classes socioeconômicas D/E, residentes nas regiões Leste e interior do Rio de Janeiro com companheiro e filhos pré-adolescentes em lares de três a quatro pessoas.


Wafer: formato quadrado ou retangular folheado, com recheio intercalado de creme aromatizado artificialmente. Os tubinhos/rolinhos de wafer devem ser incluídos neste segmento, independente se recheados ou cobertos.

Perfil: mulheres, de 30 a 39 anos, pertencentes à classe socioeconômica C, residentes no interior de São Paulo com companheiro e crianças pequenas em lares de três a quatro pessoas.





Cinco dicas de nutrição que todo homem precisa saber



Os homens gerenciam muitas prioridades na vida, mas muitas vezes eles ignoram a própria saúde. E geralmente, um almoço saudável ou uma consulta médica não está no topo da lista de suas preferências. 

De acordo com uma pesquisa realizada em 2015 pelo Ministério da Saúde com 6.141 homens, 1/3 afirmaram não ter o hábito de ir a um estabelecimento de saúde (posto de saúde, hospital, consultório entre outros). Destes, 55% disseram que não precisavam. A pesquisa Vigitel 2015, também do Ministério da Saúde, mostrou que os homens não adotam hábitos saudáveis: 57% têm sobrepeso e 18% deles estão obesos, 25% consomem bebida alcóolica e o tabagismo também é mais frequente entre homens; 13% deles fumam1.  

Para ajudar os homens de todas as idades a viver melhor e de forma mais saudável, a Abbott preparou cinco dicas de nutrição:


1. Aumente o consumo de proteínas 

As proteínas auxiliam na promoção do crescimento muscular e na saúde em geral, principalmente quando são associadas às atividades físicas como os exercícios de resistência.

“A proteína proveniente do alimento é o fator mais importante na prevenção e na reversão da perda excessiva de massa muscular magra à medida que envelhecemos. Para obter o máximo de nutrientes de preservação muscular, busque incluir aminoácidos essenciais na sua alimentação, principalmente os que em nosso organismo possam ser transformados em HMB (que significa beta-hidroxi-beta-metilbutirato). O HMB é um composto relacionado às proteínas que estimula os músculos a usarem a proteína ingerida de forma mais eficiente. E se você está se exercitando, o HMB pode ajudar a diminuir a degradação muscular e alimentar o processo de reconstrução de um novo músculo”, explica Patrícia Ruffo, nutricionista e Gerente Científico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil. 

Para melhorar a sua alimentação com foco em  músculos mais saudáveis, a nutricionista também recomenda buscar fontes de proteínas completas, incluindo peixes, carnes magras, ovos e produtos lácteos. 


2. Consuma mais vitaminas C e E

A inflamação crônica, que é em grande parte determinada pelos nossos hábitos alimentares, é um dos principais fatores no desenvolvimento de doenças cardiovasculares e que estão entre as principais causas de morte por doença entre os homens brasileiros2. Por isso, consumir nutrientes saudáveis, incluindo vitaminas C e E (dois dos antioxidantes mais potentes), pode ajudar a reduzir os níveis de inflamação e estresse oxidativo e, com isso reduzir o desgaste e a lesão das suas artérias coronárias3.

“Busque ingerir alimentos que são ricos nestas vitaminas, como nozes, frutas ácidas como a laranja e as folhas verde-escuras, e converse com o seu médico ou nutricionista sobre as melhores opções para viver uma vida mais saudável e plena”, conta Patrícia Ruffo.


3. Consuma frutos do mar

Os ácidos graxos ômega 3 encontrados no salmão e na sardinha, por exemplo, são fundamentais para ajudar a reduzir a inflamação associada à obesidade, demência, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard4 mostrou que comer cerca de uma a duas porções de peixe por semana reduz o risco de morrer de cardiopatia em 36%. “Opte por peixes que possuam cores fortes em suas carnes, incluindo salmão, atum, sardinha e anchova”, indica a nutricionista.


4. Pegue leve com os carboidratos refinados

Trocar os carboidratos refinados por grãos integrais é uma das maneiras de consumir fibras que contribuem para aumentar a saciedade e, desta forma, auxiliar tanto no controle do peso como por consequência na redução do risco de diabetes tipo 2. A insulina, que resulta do excesso de açúcar no sangue, pode aumentar os níveis de inflamação cerebral e potencialmente contribuir para a lesão dos seus vasos sanguíneos. Este dano aos vasos sanguíneos é um importante contribuinte para a perda cognitiva, demência e doenças como o Alzheimer.

Para ajudar a diminuir estes riscos, Patrícia recomenda reduzir o consumo de carboidratos refinados provenientes de alimentos ultraprocessados, como as bolachas recheadas e as bebidas açucaradas como os refrigerantes. “Sempre que possível, consuma carboidratos integrais, de fontes que incluem frutas e legumes, e grãos integrais”, completa.


5. Verifique seus níveis de vitamina D
 
Apropriadamente chamada de “vitamina do sol”, a maior parte do nosso consumo de vitamina D é produzida pelos nossos corpos em resposta à exposição solar. No caso dos homens brasileiros, apesar do nosso país possuir um clima favorável, 99,6% dos homens possuem carência da vitamina5. Por isso, o consumo de uma variedade de alimentos ricos em vitamina D, incluindo leite enriquecido, peixes e gemas de ovos, é vital para a manutenção da saúde ideal.  “A vitamina D ajuda tanto na saúde muscular quanto na óssea, para mantê-lo forte ao longo dos anos”, afirma Patrícia Ruffo.






Referências:
1.        Coletiva Saúde do Homem 2016.  Homem que se cuida curte todas as fases da vida de seus filhos . Ministério da Saúde.
2.        MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM – 2014
3.        Ammar W. Ashor , Mario Siervo, Jose Lara, Clio Oggioni, Morena Afshar,  John C. Mathers. British Journal of Nnutrition. Effect of vitamin C and vitamin E supplementation on endothelial function: a systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. 2015 [acessado em julho de 2017]. Disponível em: https://www.cambridge.org/core/journals/british-journal-of-nutrition/article/div-classtitleeffect-of-vitamin-c-and-vitamin-e-supplementation-on-endothelial-function-a-systematic-review-and-meta-analysis-of-randomised-controlled-trialsdiv/3F0C75BD783B9778999BE7D4F054C8A8
4.        Mozaffarian D, Rimm EB. Fish intake, contaminants, and human health: evaluating the risks and the benefits. 2006 [acessado em julho 2017]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17047219
5.        IBGE - Pesquisa de Orçamentos Familiares: IBGE – Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009; 82. 2011. [acessado em julho, 2017]. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv50063.pdf




Quatro dúvidas comuns sobre o câncer durante a gestação



Especialista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas esclarece as principais dúvidas das mulheres quando recebem o diagnóstico de um câncer durante a gravidez


Câncer na gestação é incomum, estudos recentes apontam que uma a cada 1.000 gestantes são surpreendidas com esse diagnóstico. Diante deste cenário, existem diversas dúvidas que permeiam a cabeça das mulheres e, para reverter este quadro é necessário o acompanhamento multidisciplinar especializado, que conduzirá o tratamento da melhor forma, sem prejudicar o desenvolvimento do bebê.

De acordo com dados do Instituto Oncoguia, os cânceres que acontecem com maior frequência durante a gravidez são: os de mama, colo de útero, de pele (melanoma), linfomas e leucemias. “Lidar com a doença no momento da gravidez não é fácil, porém, é preciso deixar claro que existem possibilidades de tratamento. O tumor de colo do útero, por exemplo, pode ser tratado durante a gestação e, dependendo do estágio em que o tumor se encontra, também pode ser tratado depois do nascimento do bebê”, comenta a Dr. Michelle Samora, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas.

Abaixo, a especialista esclarece as principais dúvidas sobre neoplasias durante a gestação:


1- Quando acontece o surgimento de um câncer durante a gravidez, qual o primeiro passo a ser seguido?

De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde em seu último manual de pré-natal, a autonomia da paciente é um direito que deve ser sempre respeitado. Dessa forma, o desejo da mulher de manter a sua gestação deve ser considerado. Assim, o objetivo principal é encontrar o caminho que não prejudique a saúde do bebê e, ao mesmo tempo, consiga combater o crescimento da doença. Por isso, é indicado que se procure um oncologista que, por sua vez, irá recomendar o melhor tratamento em cada caso. Durante o processo, é preciso se atentar também ao crescimento fetal de maneira mais cuidadosa do que de uma gestação comum. Qualquer mudança no feto, fará com que o tratamento seja revisto.


2- Os tratamentos de câncer podem interferir no desenvolvimento do feto?

Esse é um fator preocupante. Utilizamos os tratamentos quimioterápicos apenas a partir do segundo trimestre de gestação, quando o efeito teratogênico é possivelmente menor sobre o feto. A radioterapia pode causar problemas no bebê como microcefalia, retardo mental, microoftalmia, catarata, anormalidades, até morte fetal. Além disso, deve ser considerada individualmente de acordo com o tipo e localização do tumor, desde que a dose no feto seja inferior aos limiares de segurança, o que pode ser atingido mediante uso de blindagens, configurações de campos de radiação e planejamento por especialistas capacitados. A radioterapia em pelve e órgãos próximos ao feto é contraindicada, por exemplo, no câncer de colo de útero. A cirurgia, por sua vez, pode ser realizada durante a gestação, mas em determinadas ocasiões pode ser reservada para o período pós-parto.


3- É indicado que a paciente faça um acompanhamento multidisciplinar?

Além do tratamento médico também é recomendado que a mulher passe por um acompanhamento psicológico bem direcionado para amparar e dar suporte. Por meio desse processo multidisciplinar, a mulher se sente mais segura para enfrentar o tratamento, lida melhor com o medo da doença e a preocupação com o desenvolvimento da criança. Mesmo o câncer durante a gravidez sendo considerado de alta gravidade, é possível tratá-lo de maneira segura tanto para a mãe como para o bebê.


4- A doença é o motivo para o adiantamento do parto?

O parto deverá ser considerado assim que a viabilidade fetal for alcançada, com menor morbidade neonatal esperada. Em relação ao tipo de parto, alguns tumores podem estimular a preferência pela cesárea, como ocorre em certos casos de câncer de colo de útero, a fim de se evitar liberação de células tumorais, lacerações ou hemorragias. O quimioterápico deve ser suspenso em torno de três a quatro semanas antes do parto, para evitar que a mãe e o feto estejam com baixa imunidade, risco de infecções e/ou com plaquetas baixas e risco de sangramento no momento do parto, o que aumenta as chances de complicações materno-fetais. É importante lembrar que deve evitar a amamentação, visto que vários quimioterápicos foram encontrados no leite materno.







Sobre o CPO
Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO - Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.
O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de "excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.


Sobre o grupo oncoclínicas
Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 10 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 43 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado na melhor prática clínica.







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