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domingo, 19 de março de 2017

Endocrinologistas alertam para os perigos do uso de hormônios para fins estéticos




Pessoas que usam hormônios para fins estéticos (ganho de massa muscular), tais como o chamado ‘chip da beleza’, devem ficam alertas: boa parte deles não tem patente e nem aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). “Tais medicamentos possuem componentes desconhecidos aos pacientes e os efeitos colaterais podem ser difíceis de ser tratados”, alerta Dra. Dolores Pardini, médica da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP) e especialista em Endocrinologia Feminina e Andrologia.

Segundo a médica, o implante hormonal subcutâneo deve ser usado apenas como contraceptivo ou repositor hormonal, nunca devendo ser usado para fins estéticos. No Brasil, apenas uma marca desses implantes tem patente e aprovação para uso contraceptivo. “Não há nenhum dado científico sobre esses medicamentos para uso estético. Há implantes sendo prescritos sem patente e aprovação da Anvisa. Não há como saber o que há neles e em quais doses.”

Queda de cabelos, mudança na voz, queda de libido são alguns dos efeitos colaterais conhecidos.






SBEM-SP  Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Estado de São Paulo
Twitter: @SBEMSP
Facebook: Sbem-São-Paulo




PARA CADA DOIS MÉDICOS QUE REALIZAM CIRURGIAS PLÁSTICAS, UM NÃO É ESPECIALISTA, alerta SBCP



Somente no ano de 2016 mais de 10 pessoas morreram por complicações durante ou após uma cirurgia plástica realizada por um médico não especialista.



Segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, o Brasil possui em torno de 6.000 cirurgiões plásticos especializados e aptos a realizarem qualquer procedimento da especialidade, seja ele estético ou reparador. Mas, segundo o presidente da SBCP, Luciano Chaves, para cada médico brasileiro especialista em cirurgias plásticas existem dois oferecendo plásticas estéticas, especialmente lipoaspiração, sem ter formação para fazer a cirurgia. No último ano, a maioria dos óbitos que ocorreram foi em procedimentos de lipoaspiração, realizados por médicos não especialistas. Médico do trabalho, ginecologista, cirurgião vascular e médicos sem nenhuma especialização, foram algum dos casos que tem ocorrido cada vez com mais frequência.

“O único profissional habilitado para realizar cirurgias plásticas é o cirurgião plástico, profissional com formação específica, de cinco anos, realizada após a formatura em medicina. Realizar cirurgias plásticas com médicos sem especialização pode trazer graves consequências, desde sequelas irreversíveis como até mesmo levar à morte”, afirma Luciano Chaves. O presidente explica que para obter a especialização em cirurgia plástica, o médico precisa estudar pelo menos 11 anos. “Além de ser formado em medicina, o cirurgião plástico precisa cursar dois anos de cirurgia geral e três anos de especialização em cirurgia plástica. Por isso, somente um médico especializado está habilitado para realizar qualquer procedimento cirúrgico com a segurança necessária ao paciente”.

Ficando atrás apenas dos EUA, o Brasil registra em torno de 1.500.000 cirurgias plásticas por ano, sendo que 1.000.000 são estéticas e 500.000 reparadoras. Por isso, a SBCP alerta a população que antes de realizar um procedimento de cirurgia plástica, se informe e busque um profissional especializado. Para saber se um médico é ou não especializado em cirurgia plástica, basta acessar o site da SBCP: www.cirurgiaplastica.org.br ou baixar o aplicativo da SBCP, disponível para Android e IOS. 







Você sabia que a sua dor de cabeça pode estar relacionada a sua postura?



Especialista revela que patologias ligadas à coluna e até mesmo ambientes inadequados para trabalho podem gerar cefaleias constantes


Nem sempre aquela velha dorzinha de cabeça é causada por problemas na visão ou pela temida pressão alta. Especialistas revelam que tem crescido o casos provocados por erros posturais e tensões musculares diversas.

Segundo a fisioterapeuta Sarah Brandão, especialista em Fsioterapia Ortopédica e Traumatológica e doutora em Educação pela Florida Christian University (EUA), um dos principais motivos para as inconvenientes cefaleias podem estar relacionados à compressão dos nervos com relação ao disco. “A depender da postura, o disco pode sair do lugar, escorregar, gerar uma hérnia, comprimir o nervo e essa compressão, sem dúvida, acaba gerando a dor”, explica.

Outra causa apontada pela doutora é a síndrome miofascial que, segundo ela, tem crescido muito nos dias de hoje. “É o intumescimento da fáscia, que fica com edemas porque sofreu alguma consequência, que pode ser alteração de postura ou mesmo uma sobrecarga de exercícios. Isso gera nódulos e esses nódulos podem aumentar a tensão muscular na região do trapézio, do pescoço e do ombro, também causando incômodo”.

O ortopedista Alexandre Paniago, da Arthros Ortopedia, é especialista em ombro e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e cita um exemplo de situação comum no consultório. “Dentro da minha área de especialidade, observo que o mais comum são lesões no ombro, que causam instabilidade. Isso porque o ombro é uma articulação instável que não foi feita para suportar grandes cargas de peso”, explica, ao se referir ao abuso de exercícios físicos.

Sarah Brandão orienta que é fundamental a autocrítica e a atenção constante sobre a postura correta, principalmente nos locais onde as pessoas passam muito tempo na mesma posição. “Temos que estar sempre atentos a tudo, à altura da cadeira, da nossa mesa de trabalho e, sempre que puder, lembrar de alongamentos”, frisa.




ARTHROS ORTOPEDIA
(61) 3553-0063

SARAH BRANDÃO REABILITAÇÃO
(61) 3443-0565



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