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sexta-feira, 17 de março de 2017

Cirurgia de correção da Hipertrofia Clitoriana



A cirurgia plástica da intimidade, praticamente desconhecida até o início dos anos 2000, atualmente é uma realidade estabelecida e um procedimento bastante utilizado para a redução dos lábios vaginais. Existe, porém, outro problema estético relacionado à genitália feminina, que ainda é pouco conhecido e comentado: a hipertrofia clitoriana, quando a mulher apresenta o clitóris maior do que o normal. 
Segundo  trabalho muito bem conduzido por Sayer 1 , houve a constatação de que 25% das mulheres apresentam algum grau de hipertrofia do clitóris, que pode ter causa congênita (maioria dos casos) ou adquirida. 
Nos últimos anos houve um aumento significativo nos casos de hipertorfia clitoriana adquirida em mulheres que usam anabolizantes, principalmente nas que os usam regularmente.
Apesar de não ser um sério problema de saúde, algumas mulheres se incomodam em ter um clitóris maior que o normal, seja por desconforto durante o sexo ou por fatores estéticos que a desagradam. A semelhança de um clitóris hipertrofiado com um pênis leva algumas mulheres a se sentirem menos femininas e algumas temem que seus parceiros não achem atraente a hipertrofia. 
A solução do problema é uma cirurgia plástica que reduz o clitóris sem comprometimento estético ou de sensibilidade.
A cirurgia leva em média 1 hora,  é realizada com anestesia local e sedação  e o pós-operatório é relativamente tranquilo, estando a paciente liberada para suas atividades normais após 15 dias e para relações sexuais em 30 dias . 



Dr. Alexandre Kataoka - cirurgião plástico: Médico perito concursado pelo Instituto de Medicina Social e Criminologia do Estado de São Paulo (IMESC), Membro Titular da sociedade brasileira de cirurgia plástica e Preceptor dos residentes do Serviço Prof. Dr. Oswaldo de Castro.

1.   Sayer RA, Deutsch A, Hoffman MS. Clitoroplasty. Obstet Gynecol. 2007;110(2 Pt 2):523-5.




MITOS E VERDADES SOBRE CLAREAMENTO




Sabemos que ter os dentes brancos não é só uma questão de estética. Mesmo porque, muitas vezes as pessoas com dentes escurecidos ficam com vergonha de sorrir, se acham envelhecidas e evitam até falar e conviver com outras pessoas. Por isso a procura por tratamentos de clareamento, seja em casa ou no consultório, vem crescendo tanto nos últimos anos. Pedimos ao cirurgião-dentista Daniel Sene, da Clean Odontologia, desvendar os principais mitos e verdades que envolve essa técnica.


Qualquer pessoa pode submeter-se ao tratamento.
VERDADE. O clareamento é indicado para quaisquer pessoas que queiram clarear os dentes, mas é contra indicado para as gestantes. 


O clareamento estraga o esmalte dos dentes.
MENTIRA. Os produtos usados, independente da técnica, não causam nenhum dano a estrutura do dente mesmo porque eles apenas removem o pigmento corante que está no dente.


Escovar os dentes com bicarbonato de sódio ajuda a clarear os dentes.
EM PARTES. O bicarbonato pode até clarear, pois faz uma espécie de limpeza nos dentes. Mas não é indicado porque tem o efeito semelhante ao de uma lixa e, quando usado com frequência pode riscar o esmalte, retrair a gengiva e causar sensibilidade dentária. 


O método mais eficaz é o clareamento a laser.
MENTIRA. O clareamento a laser, ao contrário do caseiro, tende a clarear os dentes mais rapidamente, mas possui menor poder de penetração, ou seja, logo os dentes voltam à cor original.


O melhor é aliar o clareamento caseiro com o a laser.
VERDADE. Um tratamento praticamente complementa o outro mesmo porque o laser age nas manchas mais superficiais enquanto o caseiro age mais internamente. E ainda, o caseiro é uma maneira de prolongar o resultado obtido com o laser. 


O clareamento deixa os dentes mais sensíveis.
MENTIRA. Claro que isto varia para cada pessoa, mas normalmente não acontece mesmo porque atualmente, existem produtos e técnicas que amenizam muito este tipo de problema. Mas, se o paciente tem retração gengival pode haver sim sensibilidade durante o processo.

   
O clareamento altera as restaurações já existentes.
MENTIRA.  Como a cor das restaurações não sofre a ação dos clareadores, podem ficar mais escuras do que os dentes clareados, causando desarmonia estética.  Nesse caso o paciente precisa saber que talvez tenha de trocar ou retocar as restaurações antigas. 


O dente clareado pode escurecer novamente.
VERDADE. Em contato com alimentos pigmentantes eles podem sim escurecer, mas nunca como era antes. Justamente por isso, recomendamos, após um a dois anos, uma manutenção.


O resultado ficará artificial.
MENTIRA. O dente deixa de ficar natural quando é revestido por materiais que não copiam exatamente as diferentes cores de cada dente, o clareamento respeita o tom natural.


Após clareamento vinho, café e outros alimentos corantes não devem ser consumidos.
MENTIRA. Durante o clareamento, deve-se sim evitar a ingestão de alguns alimentos e bebidas corantes beterraba, açaí, chocolate, chá, café e vinho tinto. Isto porque, os dentes estarão com seus “poros” abertos e por isso, podem manchar durante sua ingestão. Depois do processo concluído, não há o menor problema em voltar a ingerir estes alimentos e bebidas, mas lembre-se que a escovação correta é essencial para manter o resultado.


O clareamento não é indicado para fumantes.
MENTIRA.  O que pode acontecer é dos dentes amarelarem mais rapidamente.






Aposte nos alimentos certos para manter a pele bronzeada por mais tempo



O verão desperta, em especial nas mulheres, o desejo de um bronzeado perfeito. Para isso, muitas delas ficam expostas ao sol por horas e se utilizam de produtos que agem na pele rapidamente. Para manter por mais tempo o bronzeado no corpo, a dica é apostar na alimentação funcional, de acordo com a nutricionista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ariane Braz Antonio. 

“Alimentos, como cenoura, beterraba, batata-doce, abóbora, laranja, mamão, manga, brócolis e espinafre são ricos em betacaroteno – pigmento que aumenta a elasticidade e o vigor da pele, além de atuar como protetor contra os raios ultravioletas”, explica a nutricionista. O betacaroteno ainda se transforma em vitamina A, que auxilia na produção de melanina, responsável pela cor da pele e por conservar o bronzeado por mais tempo, além de agir como oxidante e proteger dos danos solares. 

“É importante também consumir alimentos ricos em vitaminas C e E, como abóbora, acerola, kiwi, caju, laranja, goiaba, manga-rosa, morango, melão, pêssego, limão e vegetais, como salsinha, pimentão, couve-manteiga, couve-flor, tomate e brócolis. Quando combinados com o betacaroteno, potencializam a proteção às células, diminuindo a ação dos radicais livres”, complementa. 

É fundamental não iniciar a alimentação funcional apenas quando chegar à praia. Para garantir um melhor bronzeado, o consumo destes alimentos deve ser regular e iniciado um mês antes da exposição ao sol, não se esquecendo da hidratação, que também ajuda a conservar a cor. 

A nutricionista alerta que o consumo em excesso de alimentos ricos em betacaroteno pode deixar as palmas das mãos e plantas dos pés amareladas, mas não é preciso preocupação. “Para a coloração desaparecer, basta interromper a ingestão. Além disso, o pigmento não apresenta efeito tóxico e o organismo só irá sintetizar o betacaroteno em vitamina A quando for necessário”, explica.




Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos
Rua Borges Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo.
Tel. (11) 5080-4000
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