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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Quanto se economiza ao parar de fumar?



As restrições para o cigarro em ambiente coletivo são cada vez maiores em todo o território nacional e a expectativa é que essas cresçam ainda mais, seguindo as tendências internacionais na luta contra os males causados pelo tabagismo. E o combate a esse vício não trará só benefícios para a saúde física do consumidor, outro impacto muito importante é na saúde financeira da pessoa que fuma, com redução dos gastos com o produto e com os tratamentos de saúde.

A conta é simples, considerando que um cigarro custe R$5,00 (hoje a maioria das marcas custam muito mais), um fumante que consome dois maços de cigarro por dia gastará por mês R$300,00. Por ano o valor vai para R$3.600,00, e isso sem utilizar nas contas ganhos com investimentos. Mas, se esse dinheiro for investido por dez anos em uma aplicação com rendimento de 0,6% mensais e sem considerar a inflação, ao fim do período o ex-fumante terá de R$52.500,90 e em trinta anos serão R$380.767,63.

Esse custo no orçamento mensal das pessoas com certeza fará com que muitos repensem sobre a importância de manter esse vício. É lógico que esse risco é muito menor do que os físicos, entretanto, não podem negar que esse impacto reflete na economia diária do viciado e, aumentando o valor do produto, todos sentirão esse impacto.

Isso sem contar os gastos que um fumante terá nesse período com problemas de saúde, ocasionado pelo cigarro, e da perda de rendimento no trabalho em função do cansaço que esse vício proporciona e as famosas ‘paradinhas’.

Outro grande problema é que o ato de fumar não ocasiona problemas financeiros só para o viciado, o tabagismo gera uma perda mundial de centenas de bilhões de dólares por ano, sendo que a metade dela ocorre nos países em desenvolvimento. Esse valor é o resultado da soma de vários fatores, como o tratamento das doenças relacionadas ao tabaco, mortes de cidadãos em idade produtiva, maior índice de aposentadorias precoces, aumento no índice de falta ao trabalho e menor rendimento produtivo.

Assim, se você é fumante imagine: como você estará daqui a trinta anos continuando a fumar? Sua saúde estará boa? Quanto você terá gasto? Agora imagine: se parar de fumar hoje e investir esse dinheiro, daqui trinta anos, além de ter uma qualidade de vida muito maior, ainda estará mais de R$ 380 mil mais rico. Com isso terá saúde e também mais dinheiro para aproveitar a vida!


Reinaldo Domingos - educador financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira (Abefin), autor dos livros Terapia Financeira, Mesada não é só dinheiro, dentre outros.
Fonte: Abefin
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A cada 5 minutos, um brasileiro morre ao sofrer AVC



Hospital São Camilo oferece amplo serviço de check-up, que permite identificar eventuais doenças e fatores de risco

Uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization) afirmou que uma a cada seis pessoas no mundo terá um Acidente Vascular Cerebral (AVC) durante a sua vida. O número alarmante é reforçado também pelo Ministério da Saúde, que aponta que a cada cinco minutos, um brasileiro morre após sofrer AVC, contabilizando mais de 100 mil mortes por ano. De acordo com Edson Issamu, neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o check-up é a maneira mais eficaz de prevenir essa e outras doenças.

O neurologista explica que os principais sinais do AVC são paralisia súbita de um ou mais membros, alteração da fala, dor de cabeça não habitual, dormência no rosto ou em um lado do corpo, perda de visão, falta de equilíbrio e, em alguns casos, há perda de consciência.  “Para evitar o AVC, é preciso realizar o check-up, que pode ajudar identificando fatores de riscos como diabetes, hipertensão arterial e alteração no colesterol, que são indicativos de que os vasos sanguíneos poderão sofrer obstruções ou rompimentos, causando o acidente vascular cerebral”, diz.   

Ainda de acordo com o neurologista, o check-up pode ser realizado por todos, independentemente da idade. “No caso do AVC, é mais prevalente em pessoas acima de 60 anos, mas é cada vez mais comum que ocorra com os mais jovens. Portanto, os exames preventivos, a prática de atividade física e uma boa alimentação são as principais dicas para evitar essa doença”.

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, por meio de sua equipe especializada, estabelece avaliações com o intuito de identificar doenças e seus possíveis fatores de risco, baseados em dados clínicos e análises de exames. “São pesquisadas as doenças frequentes e clinicamente importantes com impacto na saúde e na qualidade de vida, como tumores, doenças cardiovasculares, metabólicas e infecciosas. Para isso, o serviço conta com uma equipe multidisciplinar composta por cardiologista, ginecologista, mastologista, urologista, cirurgião do aparelho digestivo, proctologista, neurologista, entre outros”, complementa o especialista.

Dicas para o Check-up

ü  Traga seus exames anteriores para serem avaliados. Mulheres deverão trazer mamografias e ultrassonografias de mamas anteriores;

ü  Informe sempre para o clínico do check-up o nome e contato do seu médico.


Daqui a nove anos ninguém mais usará senhas




Hoje, menos de 1% dos negócios mundiais depende somente do uso de senhas para autenticar uma pessoa. Três em cada quatro empresas ainda usam usuário/senha como forma de identificação, mas em 93% dos casos são utilizadas ferramentas adicionais de segurança. Um problema que ainda persiste é que a maioria das pessoas não consegue memorizar todas as senhas – recorrendo a métodos de recuperação mais cedo ou mais tarde.  Em novo estudo da TeleSign, foi divulgada previsão de que as senhas estarão completamente obsoletas e mortas em 2025.

O estudo mostra que, somente no ano passado, 90% das empresas tiveram de lidar com vários tipos de fraude. Os spams são os mais comuns (42%), seguidos de fraude nos cartões de crédito e débito (35%) e conta fraudulenta (29%). O impacto é alto. Mais de 40% das empresas reportaram perdas financeiras significativas. Além disso, sempre é necessário mobilizar profissionais para corrigir os erros e desdobramentos – sem contar na perda de credibilidade de alguns negócios, que geralmente resulta na perda de clientes e de credibilidade na marca.

Na opinião de Kerry Reid, vice-presidente comercial da HID Biometrics – empresa do grupo HID Global, Assa Abloy – é incrível imaginar que a segurança de muitos negócios está baseada num método de autenticação desenvolvido há mais de 60 anos e que depende, principalmente, da memorização de números e letras combinados. “Nos dias de hoje, tudo o que uma pessoa não quer, em termos de segurança, é ter de memorizar mais senhas. Por isso, embora a morte real das senhas possa demorar um pouco, atingimos um ponto em que a autenticação multifatorial é fundamental em matéria de segurança”.

Para o executivo, grande parte das nossas ações envolvem transações com máquinas, e não somente com pessoas. Por isso, é fundamental a substituição dessa ineficaz abordagem – que já não é mais segura e certamente não é nada conveniente. A tecnologia biométrica com base na imagem multiespectral das impressões digitais vem substituindo senhas e provando sua superioridade a cada vez mais clientes em todos os segmentos da economia. “Quando segurança é requisito fundamental, qualquer sistema em uso para impedir um acesso não autorizado ou detectar uma identidade fraudulenta é vulnerável a ataques. Mas a autenticação de uma pessoa através de sua impressão digital identifica com máxima precisão ‘quem’ está fazendo ‘o que’ em determinado momento ou processo”.

Reid diz que a superioridade da tecnologia de imagem multiespectral, que identifica não apenas a impressão digital externa da pessoa, mas também a interna – de uma subcamada da pele – faz com que essa tecnologia classifique corretamente quase 100% das pessoas e das impressões digitais falsas. “Todo dia, enquanto aperfeiçoamos nossa tecnologia, tem gente aperfeiçoando técnicas de fraude. Látex transparente, látex líquido, silicone, gelatina, goma, fita adesiva, dedos de borracha, massa utilizada por protéticos ou artistas plásticos já foram usados para fraudar a impressão digital das pessoas. Métodos de identificação baseados em imagens de baixa qualidade são frequentemente associados a esse tipo de fraude. Por isso, a qualidade da imagem é fundamental para o aumento de segurança. A tecnologia de imagem multiespectral permite que um único dispositivo biométrico seja capaz de autenticar de forma confiável uma ampla gama de usuários, sob uma ampla gama de condições ambientais”.



Fontes:

Kerry Reid - vice-presidente comercial da HID Biometrics – empresa do grupo HID Global, Assa Abloy – www.hidglobal.com/biometrics

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