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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Três coisas que você precisa saber sobre gripe canina




Conhecida como Tosse dos Canis, e tecnicamente como Doença Infecciosa Respiratória Canina, a doença pode ocorrer em todas as estações do ano e seu contágio é rápido



Conheça mais sobre a doença, tratamento e como evitá-la: 

1-      Assim como nos humanos, os sintomas normalmente começam com uma tosse, geralmente seca, forte e persistente, que pode ser agravada após algum esforço físico, causando dificuldades respiratórias e ânsia de vômito. “Muitos proprietários relatam que o animal parece estar engasgado”, conta Alexandre Merlo, gerente técnico da Zoetis. Outros indícios podem ser febre, perda de apetite e apatia. Ao notar esses sintomas, o recomendável é levar o cãozinho ao veterinário.

2-      Uma gripe canina que não foi bem cuidada pode evoluir para um quadro clínico de pneumonia, por isso ela deve ser combatida rapidamente com apoio do seu médico veterinário.

 

Algumas formas de prevenção da gripe canina são semelhantes aos cuidados tomados para evitar a gripe humana. É preciso deixar o cão longe do frio, mantê-lo em local coberto e sem correntes de vento, acomodá-lo em camas, casas, oferecer mantas e vaciná-lo. “A vacinação é uma aliada importante para proteger o animal da gripe não só durante o inverno. É fundamental imunizá-lo precocemente, a partir dos dois meses de idade, antes que ele entre em contato com os agentes causadores da enfermidade”, afirma Alexandre.


A Zoetis, líder global em saúde animal, possui diferentes vacinas que auxiliam na proteção contra a gripe canina. Uma delas é a BronchiGuard®, vacina injetável, que pode ser implementada nos programas de imunização. “O cão pode ser protegido ainda filhote, a partir da 8ª semana de vida, sendo a primeira vacinação composta de duas doses, com intervalo de duas a quatro semanas. Essa proteção deve ser reforçada anualmente, em dose única. Monovalente, a vacina age contra o principal agente causador da gripe canina, a bactéria Bordetella bronchiseptica. Outra opção que oferecida pela Zoetis é a Bronchi-Shield III: vacina intranasal, composta por três agentes envolvidos na gripe canina e que dispensa o uso de agulhas, ideal para a vacinação de filhotes. É indolor e uma alternativa excelente quando uma rápida proteção é necessária ao animal”, explica Fabiana Avelar, Gerente de Produto da Zoetis.

Com o objetivo de orientar os proprietários e responder às dúvidas mais frequentes sobre a gripe canina, a Zoetis desenvolveu um vídeo para informar de forma lúdica. Ele está disponível na página da Zoetis no YouTube ou diretamente no link: https://www.youtube.com/watch?v=xnH6v_DM4sc.



Zoetis - Atendimento ao consumidor Zoetis: 0800 011 19 19

Infectologista do Hospital São Luiz alerta para o aumento de casos de DST’s



 Brasil vem na contramão de outros países, que tem diminuído seus índices.

Nos últimos anos, houve no país o aumento de algumas Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s). Dados do Ministério da Saúde indicam que, desde 2006, os casos de Aids nos jovens entre 15 e 24 anos aumentaram mais de 50%. De acordo com a Dra. Raquel Muarrek, infectologista do Hospital São Luiz Morumbi, o Brasil vem na contramão de outros países, que tem diminuído seus índices.

Outro aumento que chama atenção é o da Sífilis, já que o número de notificações no atendimento público aumentou quase seis vezes entre 2007 e 2013. Segundo a especialista, não há controle do registro de aumento de casos de enfermidades como hepatite B, herpes genital e o HPV, mas essas doenças são constantes.

A Dra. Raquel explica que as causas mais prováveis para o aumento das DST’s são os jovens usando menos preservativo e mais conhecimento e confiança nos tratamentos que a medicina oferece, ao invés da prevenção. “As pessoas estão deixando de se cuidar e isso aumenta a transmissão das doenças”.

Não usar preservativo em todos os tipos de relação sexual, e não apenas quando há penetração, compartilhar seringas e até alguns produtos de higiene pessoal são fatores de risco para a transmissão de DST’s. Apenas algumas das doenças, como a hepatite B e o HPV, que pode causar câncer de colo de útero nas mulheres e outros tumores nos homens, têm vacina.

“É sempre indicado procurar fazer um check-up, porque algumas pessoas não sabem que são portadoras de doenças, então precisa ter um controle”, aconselha a infectologista. 

Além disso, é necessário que mesmo o paciente que já fez o exame, e obteve resultado negativo, tome muito cuidado. Existe uma janela imunológica de transmissão que pode apontar para a ausência de enfermidades mesmo quando elas existem. “Vale muito mais um hábito permanente de controle do que fazer um exame e deixar de usar preservativos”, orienta.

A Dra. Raquel ainda chama a atenção para mais um fato: “O paciente que tem uma DST tem três vezes mais chances de pegar outra DST, porque é uma porta de entrada. Ele pode ter tido outras relações sem preservação e não saber que está infectado. Por isso há uma chance maior”, esclarece. Portanto, a prevenção é sempre o melhor caminho.

Algumas doenças sexualmente transmissíveis são curáveis e as demais são tratáveis. Herpes genital, de acordo com a especialista, tem 15% de chance de ser recorrente, até 55% de chance de acontecer duas vezes e 30% de ocorrer uma só. A sífilis é curável, mas pode haver recontaminação se os hábitos não mudarem. O HIV não tem cura, mas é controlável e a hepatite B tem cura em mais de 90% dos casos.

Para o diagnostico, o médico indicará os exames necessários, que podem ser de sangue, ginecológicos ou de secreção peniana, por exemplo. 




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