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| Divulgação Protetor Solar Infantil Australian Gold 70 FPS |
Mais delicada e sensível, a pele infantil exige cuidados específicos; especialista explica quando iniciar o uso do protetor solar, como escolher os produtos e quais hábitos devem ser evitados
Com a chegada do Dia das Crianças, cresce também a
atenção aos produtos de cuidados pessoais voltados aos pequenos. Entre higiene,
hidratação e proteção solar, a rotina de cuidados precisa acompanhar as
características específicas da pele infantil, que é mais delicada e possui uma
barreira cutânea mais sensível. O cuidado se torna ainda mais importante à
medida que crianças e adolescentes passam mais tempo ao ar livre e começam,
cada vez mais cedo, a incorporar produtos de beleza e skincare à rotina.
Segundo a dermatologista convidada por Australian Gold, Dra. Annia
Cordeiro, a pele infantil tem maior capacidade de absorção e uma barreira
cutânea mais delicada do que a pele adulta. Por isso, a recomendação é
priorizar produtos desenvolvidos para esse público e evitar o excesso de etapas
e ativos. “A pele das crianças é mais sensível e delicada, tem maior capacidade
de absorver os produtos e uma barreira cutânea mais delicada. Por isso, devemos
priorizar produtos adequados para o público infantil”, explica.
Entre os principais cuidados está a proteção contra a radiação
ultravioleta. De acordo com a especialista, o uso do protetor solar é indicado
a partir dos seis meses de idade, priorizando produtos com filtros físicos. A
proteção, no entanto, não deve depender apenas do cosmético. Chapéus, camisetas
com proteção UV e guarda-sóis que também ofereçam proteção contra a radiação
devem fazer parte da estratégia, especialmente em períodos de maior exposição.
“Além do protetor solar, devemos utilizar barreiras físicas, como
chapéus, camisetas com proteção contra a radiação ultravioleta e guarda-sóis
que também ofereçam essa proteção. Nem todo guarda-sol tem proteção contra os
raios ultravioleta, e tecidos finos de nylon não devem ser considerados
suficientes para essa finalidade”, alerta a dermatologista convidada por
Australian Gold.
Outro ponto de atenção são as áreas que frequentemente ficam de
fora da aplicação do protetor. Orelhas, nuca, dorso das mãos e dorso dos pés
também precisam receber proteção e reaplicação. Um boné, por exemplo, pode
deixar as orelhas e a nuca expostas, enquanto o atrito dos calçados pode
remover o produto aplicado nos pés. A especialista também destaca que
queimaduras solares repetidas, inclusive na mesma região, aumentam o risco de
câncer de pele na vida adulta.
A proteção deve ser mantida mesmo fora dos horários
tradicionalmente associados ao sol mais intenso. “Muito se fala do maior risco
próximo ao meio-dia, mas existe radiação ultravioleta durante o restante do
dia. Por isso, a proteção deve ser mantida sempre que a criança estiver em
ambiente externo”, explica.
Na praia e na piscina, o cuidado deve ser redobrado por conta da
reflexão da radiação. Água e superfícies claras, como areia, neve e calçadas,
podem refletir os raios ultravioleta e atingir áreas expostas mesmo quando a
criança está sob uma cobertura ou usando chapéu. “Estar à sombra não elimina
essa exposição”, reforça a dermatologista.
Além da proteção solar, a rotina de higiene também merece atenção.
Para o banho, a especialista recomenda sabonetes com pH próximo ao da pele,
especialmente os líquidos, em gel ou óleos de banho. Para crianças com
tendência a alergias e ressecamento, essas opções podem ser ainda mais
adequadas. A hidratação também deve fazer parte dos cuidados, enquanto buchas,
esponjas e outros materiais utilizados para esfregar a pele devem ser evitados.
O excesso também pode aparecer na rotina de skincare. Esfoliantes,
sabonetes alcalinos e produtos que promovam abrasão podem agredir a barreira
cutânea. Para crianças e adolescentes que começam a demonstrar interesse por
maquiagem e cosméticos, a recomendação é manter a rotina simples e adequada à
idade. “Precisamos basicamente de produtos para higiene, hidratação e proteção
solar. Não há necessidade de múltiplas etapas”, afirma.
A especialista também chama atenção para um hábito cada vez mais comum entre meninas: o uso precoce e frequente de maquiagem. Quando houver utilização, a orientação é retirar os produtos delicadamente, evitando lenços demaquilantes que podem provocar abrasão, e depois higienizar a pele com sabonete líquido ou gel adequado ao tipo de pele, seguido de hidratante. Durante o dia, o protetor solar deve ser aplicado na sequência.
“Devemos buscar produtos destinados ao público infantil, hipoalergênicos e com o menor número possível de ativos, priorizando formulações simples. O objetivo é cuidar da pele com delicadeza, sem esfregar e sem excesso de produtos”, conclui.

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