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Com a cotação da
moeda americana mais favorável, brasileiros conseguem reduzir custos com visto,
passagens e ingressos
Visitar os parques de Orlando é um dos destinos
mais desejados pelos turistas brasileiros. Com a queda do dólar, esse roteiro
ganha um novo fôlego e se torna mais acessível. Entre vistos, passagens aéreas
e ingressos para os parques temáticos, a oscilação cambial tem redesenhado os
orçamentos e incentivado cada vez mais brasileiros a antecipar o planejamento
da viagem dos sonhos ainda para 2026. Mas afinal, quanto custa essa
experiência?
Segundo Marco Lisboa, CEO e fundador da 3,2,1 GO!,
uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagens
completas para os parques de Orlando e outros destinos nacionais e
internacionais, os principais itens que pesam no orçamento continuam sendo o
visto americano, a passagem aérea de ida e volta e os ingressos para os parques
temáticos, que representam uma fatia significativa dos custos totais de uma
viagem completa a Orlando em 2026.
“Uma viagem completa para cerca de uma semana em
Orlando pode custar, em média, entre R$ 15.000 e R$ 30.000 por pessoa,
englobando passagens aéreas, hospedagem, alimentação, transporte e ingressos
para os principais parques. Justamente por não ser um roteiro barato, buscar
por um agente de viagens especializado é a forma mais estratégica para evitar
os perrengues durante a viagem, otimizar gastos, evitar erros no planejamento e
aproveitar o câmbio mais favorável, além de garantir acesso a tarifas
negociadas, ingressos corretos para cada perfil de viajante e suporte antes e
durante o passeio”, explica Lisboa.
O visto americano (B1/B2), obrigatório para
turistas brasileiros, segue como um custo fixo no processo de preparação e
precisa ser feito com antecedência, entre três e seis meses antes da data
planejada. Os valores de passagens aéreas variam de acordo com a cidade de
embarque, temporada e antecedência da compra, mas com o dólar mais baixo no
câmbio real, muitos itinerários têm custado menos do que em anos anteriores.
“Os meses historicamente mais baratos para ir a
Orlando são fevereiro, maio e setembro, quando a demanda cai e é possível
encontrar melhores tarifas aéreas e preços mais competitivos de hotéis e
ingressos. Já os períodos mais caros costumam ser janeiro, julho e dezembro,
além de feriados prolongados, quando a procura cresce e acontece um aumento
generalizado nos custos da viagem”, afirma Marco Lisboa, CEO e fundador da
3,2,1 GO!.
Para ingressos, por exemplo, a tendência é que
pacotes adquiridos com antecedência e em dólar, convertidos no câmbio mais
baixo, resultem em economia relevante para quem planeja essa viagem em 2026.
“Os ingressos são precificados em dólar e se você
comprar na alta temporada ou quando o câmbio estiver nas alturas, vai pesar
muito mais no orçamento. Comprando na baixa, é possível encontrar
possibilidades melhores de preços”, completa o CEO da 3, 2, 1 GO!.
Com o turismo internacional aquecido e o otimismo
das agências de viagem, a recomendação de especialistas é clara: planejamento
antecipado e acompanhamento próximo das cotações cambiais podem reduzir o custo
total da viagem em 10 % a 20 % ou mais, dependendo da estratégia de compra.
“O brasileiro que agir com planejamento e
flexibilidade pode transformar um sonho em Orlando em uma realidade em 2026 e o
melhor, gastando menos. Não é apenas sobre o dólar estar em queda, é sobre
saber aproveitar cada oportunidade de preço, desde a compra do visto até a
emissão de passagens e ingressos”, conclui Marco Lisboa.

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