Nova pesquisa do happn revela que as ações importam mais do que as palavras: solteiras preferem que os valores do parceiro apareçam naturalmente na conversa
Uma nova pesquisa realizada pelo happn, o
aplicativo de relacionamentos da vida real, revelou que a
autenticidade continua sendo fator decisivo para as mulheres no Brasil. O
estudo aponta que 38% das usuárias mulheres já sentiram que um
Crush usou discursos feministas ou "desconstruídos" apenas como uma
estratégia de conquista. No entanto, essa prática é altamente
reprovável: 74% delas afirmam que perdem o interesse e se desconectam
imediatamente ao perceberem que o posicionamento do homem é vazio ou puramente
performático.
Este comportamento reflete uma mudança
profunda nas expectativas românticas. Enquanto o Trendbook 2026 do happn
mostrou que os homens estão se reconectando com sua sensibilidade, os dados da
última pesquisa mostram que, para as mulheres brasileiras, o verdadeiro “homem
aliado” não precisa de propaganda. De acordo com as usuárias, a maior
"green flag" para 53% delas é quando os valores e posicionamentos de
um parceiro aparecem naturalmente na conversa, sem a necessidade de rótulos ou
autoproclamação.
A pesquisa também destaca uma divisão
geracional significativa sobre como esses valores influenciam o Crush. Enquanto
52% das mulheres da Geração Z consideram a demonstração de valores
progressistas em um perfil como um fator positivo ou essencial,
elas também são os principais alvos do comportamento performático, com 32% relatando
que notaram discursos vazios "várias vezes". Por outro lado, as mulheres
com mais de 35 anos são mais pragmáticas: 46% preferem não misturar política e
relacionamentos, focando, em vez disso, na conexão interpessoal direta.
Para essas usuárias, a verdadeira prova de um
homem aliado está nas ações práticas e cotidianas. Além de uma conversa fluida,
elas priorizam: a escuta ativa e o pedido de consentimento em todas as etapas
da interação (21%), cuidados na vida real, como a preocupação com a segurança
durante o encontro e a divisão justa da conta (18%), e o enfrentamento de
pessoas tóxicas por seus comportamentos (8%). Os homens performáticos estão
sendo expostos: reivindicar o feminismo não é suficiente – ele deve ser
praticado.
"Nossos dados mostram que as mulheres
brasileiras têm um alto nível de percepção: elas valorizam a sensibilidade, mas
somente quando ela está enraizada na ação prática. No happn, acreditamos que a
volta do romance está profundamente ligada a essa busca por clareza e respeito
genuíno, em que simples gestos de cuidado falam muito mais alto do que qualquer
rótulo de perfil", diz Karima Ben Abdelmalek, CEO e Presidente do happn.
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