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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Outubro Rosa: Cabelegria e Internacional Shopping se unem para transformar doação de cabelos em solidariedade

 

Iniciativa acontece em 3 de outubro, com corte gratuito de fios destinados à produção de perucas para pacientes 


Um corte de cabelo pode representar uma mudança de visual, mas também pode ser o primeiro passo para ajudar alguém que enfrenta o câncer, a alopecia ou outra condição que provoca a perda dos fios. No dia 3 de outubro, o Internacional Shopping, em Guarulhos, recebe uma ação em parceria com a Cabelegria em celebração ao Outubro Rosa, com corte de cabelo gratuito para doação. A iniciativa acontece das 11h às 19h, no estacionamento VIP, ao lado do Madero.
 

Cabelegria já recebeu mais de 460 mil doações 

Criada em 2013 por Mariana Robrahn e Mylene Duarte, a Cabelegria nasceu a partir do desejo de transformar a doação de cabelos em uma forma de apoio a pessoas que enfrentam a perda dos fios. Desde então, a organização já recebeu mais de 460 mil doações de cabelo e confeccionou e entregou gratuitamente mais de 18 mil perucas. 

Os números representam uma rede formada por doadores, profissionais responsáveis pela produção das perucas, parceiros e pessoas que ajudam a levar os fios até a organização. Uma única peruca pode reunir cabelos de três a seis pessoas, combinados de acordo com características como cor, comprimento e tipo de fio.
 

Como os cabelos doados viram perucas 

Depois do corte, os cabelos destinados à confecção das perucas precisam chegar à Cabelegria limpos, completamente secos e presos com elástico, com mais de 15 centímetros de comprimento. Os fios menores também podem ser aproveitados em outra iniciativa da organização, voltada à produção de mantas para absorção de óleo no oceano. 

As mechas recebidas passam por seleção e são encaminhadas para as costureiras responsáveis pela confecção das perucas. O processo também contribui para a geração de renda, já que as profissionais são remuneradas pela produção de cada peça. 

Depois de confeccionadas, as perucas são higienizadas, penteadas e preparadas para serem entregues gratuitamente às pessoas que atendem aos critérios definidos pela organização.
 

Impacto na autoestima das pacientes 

As perucas produzidas pela Cabelegria são destinadas a pessoas que perderam os cabelos em decorrência de tratamentos contra o câncer, alopecia ou outras condições de saúde. Para solicitar uma peça gratuitamente, é necessário apresentar à organização a documentação e a comprovação médica correspondente à condição. 

Em pesquisa realizada pela Cabelegria com 147 pacientes atendidas pela organização, a pontuação média de autoestima aumentou 97% após o recebimento da peruca. Além disso, 69% das participantes relataram ter passado a sair mais de casa depois de receber a peça. 

“Quando falamos em autoestima, pode parecer que estamos falando apenas de se sentir mais bonita, mas é muito maior do que isso. Muitas mulheres nos contam que, depois de receber a peruca, voltaram a sair de casa, encontrar pessoas e retomar atividades que haviam deixado de fazer. A peruca não devolve apenas cabelo ou autoestima. Muitas vezes, ela ajuda essa mulher a retomar espaços da própria vida”, afirma Mariana Robrahn, fundadora e presidente da Cabelegria.
 

Como participar da ação 

A ação no Internacional Shopping será uma oportunidade para quem deseja transformar o próprio corte de cabelo em uma doação. O atendimento acontece gratuitamente no dia 3 de outubro, das 11h às 19h, no estacionamento VIP do empreendimento, ao lado do Madero. 

“Receber uma ação como essa no Internacional Shopping é uma forma de aproximar o público de uma iniciativa que transforma uma doação simples em um apoio concreto para quem está passando por um momento delicado. Esperamos que a ação mobilize nossos visitantes e ajude a ampliar essa corrente de doações”, afirma Débora Viana, Gerente de Marketing do Internacional Shopping. 

Além da doação de cabelos, a Cabelegria também disponibiliza outras formas de participação, como contribuições financeiras e apoio à produção de perucas.
 

Serviço

Ação Outubro Rosa | Cabelegria
Data: 3 de outubro
Horário: das 11h às 19h.
Local: estacionamento VIP, ao lado do Madero, Internacional Shopping.
Endereço: Rodovia Presidente Dutra, Saída 225 - Itapegica - Guarulhos - SP.

 

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

São Paulo tem mais de 9,3 mil pessoas registradas como doadoras de órgãos; saiba como fazer

  Com mais de 49 mil pessoas à espera de um transplante no país e recusa familiar próxima de 45%, serviço gratuito permite registrar pela internet a vontade de ser doador

 

Mais de 9,3 mil paulistas já utilizaram os Cartórios de Notas para manifestar formalmente a intenção de doar órgãos desde o lançamento da Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO), em 2024. Dados dos Cartórios de Notas mostram que 9.399 solicitações de AEDO já foram realizadas em São Paulo. Foram 5.862 em 2024, 2.246 em 2025 e outras 1.291 em 2026, segundo os dados mais recentes da plataforma. 

São Paulo concentra o maior número de manifestações desde a criação do serviço, com 9.399 solicitações, seguido por Paraná (3.818), Rio de Janeiro (2.930), Minas Gerais (2.172) e Rio Grande do Sul (2.012). A AEDO já registra solicitações em todas as unidades da Federação. 

Os números se inserem em um cenário no qual a demanda por transplantes permanece elevada no país. Dados do Ministério da Saúde divulgados neste mês apontam que mais de 49 mil pessoas aguardam por um transplante no Brasil, sendo cerca de 45 mil por um rim. Somente na fila por uma córnea estão 37.719 pessoas, segundo levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), número 15% maior que o registrado em dezembro de 2025. 

“São Paulo concentra a maior quantidade de manifestações do país. O dado mostra a capacidade de alcance da AEDO, mas também reforça que ainda há muito espaço para informar a população e estimular conversas familiares capazes de transformar intenção em doação efetiva”, afirma Ana Paula Frontini, presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seccional São Paulo (CNB/SP).

Um dos principais desafios tem sido a autorização familiar. No Brasil, a retirada de órgãos após a morte depende da concordância da família, mesmo quando a pessoa manifestou em vida o desejo de ser doadora. Atualmente, a taxa média de recusa familiar gira em torno de 45%, e entre os motivos apontados estão o desconhecimento sobre a vontade do potencial doador, além de dúvidas e receios relacionados ao procedimento. 

É neste contexto que a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos permite que o cidadão deixe formalmente registrada sua decisão. Criada pelo Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), por meio da plataforma e-Notariado, e regulamentada nacionalmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a AEDO é gratuita, totalmente digital e permite indicar quais órgãos, tecidos ou partes do corpo a pessoa deseja doar. 

Como fazer a autorização 

O procedimento é gratuito e realizado integralmente pela internet. O interessado acessa a plataforma da AEDO (www.aedo.org.br), disponível no e-Notariado, preenche seus dados e escolhe um Cartório de Notas para realizar o procedimento. 

Na sequência, participa de uma videoconferência com o tabelião para confirmação de sua identidade e de sua vontade. O documento é assinado eletronicamente e passa a integrar a Central Nacional de Doadores de Órgãos, onde pode ser consultado pelos profissionais autorizados do Sistema Nacional de Transplantes. 

O cidadão pode indicar quais órgãos, tecidos ou partes do corpo deseja doar e revogar a autorização a qualquer momento. Todo o procedimento pode ser realizado de casa, sem necessidade de comparecimento presencial ao Cartório.

 

Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo - CNB/SP


Ludopatia: o transtorno do jogo e os riscos das apostas online para a saúde mental


O vício em apostas, hoje reconhecido como transtorno do jogo, deixou de ser visto apenas como um problema de comportamento para se tornar uma condição de saúde com impactos profundos na vida financeira, familiar e psicológica. A classificação, adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na CID-11, define a ludopatia como um transtorno relacionado a comportamentos aditivos, no qual a pessoa perde o controle sobre o ato de apostar e continua jogando mesmo diante de consequências negativas. 

A psicóloga Carol França explica que a ludopatia é considerada uma condição de saúde porque pode produzir prejuízos significativos no funcionamento financeiro, familiar, profissional, social e psicológico. Ela destaca também que nem toda pessoa que aposta desenvolve um transtorno e que o problema está relacionado ao padrão de comportamento, à perda de controle e aos prejuízos associados. 

O alerta ganha ainda mais relevância com a expansão das apostas online, que facilitam o acesso contínuo ao jogo e intensificam o risco de dependência. Segundo a OMS, os danos relacionados às apostas podem incluir problemas de saúde mental e até suicídio. 

"O transtorno do jogo pode estar associado a sofrimento psicológico importante, incluindo ansiedade, depressão, estresse, vergonha e conflitos familiares e financeiros. A facilidade de acesso às apostas online também permite que a pessoa aposte de maneira praticamente contínua, o que pode favorecer a manutenção do comportamento problemático. A associação com comportamento suicida merece atenção especial. Percebe-se maior frequência de ideação e tentativas de suicídio entre pessoas com problemas relacionados ao jogo, embora, os estudos disponíveis não permitam afirmar que o jogo, isoladamente, seja a causa do comportamento suicida. Por isso, quando existe desesperança, pensamentos de morte ou fala sobre suicídio, a situação deve ser tratada como uma urgência em saúde mental", alertou a psicóloga.
 

Sinais de alerta 

Entre os sinais de que uma pessoa pode estar desenvolvendo dependência, a especialista Carol França destacou: apostar valores maiores ou por mais tempo do que o planejado, dificuldade de parar, pensamento constante em apostas, tentar recuperar perdas apostando novamente, esconder o quanto aposta, comprometer recursos essenciais e deixar de lado trabalho, estudos e relacionamentos. A irritabilidade e a ansiedade quando não se pode apostar também são indicativos importantes.
 

O peso do endividamento 

O endividamento provocado pelas "bets" costuma gerar um ciclo de estresse, culpa, vergonha e desesperança, de acordo com a psicóloga. Ela afirmou que muitas pessoas escondem as perdas da família, fazem novos empréstimos para tentar recuperar o dinheiro e agravam ainda mais o problema. 

"Para a família, isso pode significar perda de confiança, conflitos conjugais, dificuldades para pagar despesas básicas e mudanças importantes na dinâmica familiar. A OMS reconhece entre os danos associados ao jogo problemas financeiros, conflitos e rupturas familiares, violência familiar e sofrimento psicológico. É importante evitar uma abordagem baseada apenas na culpa. O endividamento precisa ser enfrentado, mas também é necessário compreender e tratar o comportamento de aposta que está contribuindo para a manutenção desse ciclo".
 

Jovens em risco 

Adolescentes e jovens formam um grupo especialmente vulnerável. Carol França, que coordena o curso de psicologia da Estácio, afirma que nessa fase de desenvolvimento, marcada pela busca por novidades e pela influência dos pares, as apostas apresentadas como entretenimento ou associadas ao esporte tendem a ser normalizadas. Segundo ela, no ambiente online, a facilidade de acesso e a exposição constante à publicidade reforçam esse cenário, o que torna essenciais a prevenção, a educação financeira e a supervisão dos adultos responsáveis.
 

Como a família deve agir 

A orientação da profissional é conversar de forma direta, mas sem julgamento ou humilhação. "A família pode estimular a busca por avaliação profissional; ajudar a pessoa a interromper o acesso às apostas; estabelecer limites claros para o uso de recursos financeiros, quando necessário; não assumir ou encobrir repetidamente as dívidas para que o problema continue invisível; acompanhar o tratamento, quando a pessoa desejar e quando isso fizer parte da proposta terapêutica; cuidar também da própria saúde mental. É importante lembrar que a família não consegue tratar sozinha um transtorno do jogo. Ela pode ser uma importante fonte de apoio, mas o cuidado profissional é fundamental", salientou.
 

Existe tratamento 

De acordo com a psicóloga Carol França, o acompanhamento pode envolver psicoterapia, avaliação médica e psiquiátrica quando necessária, intervenções voltadas ao controle do comportamento de apostar, manejo de ansiedade e outros sintomas, prevenção de recaídas e tratamento de possíveis transtornos associados. O Ministério da Saúde informa que o cuidado pode ser realizado por equipe multiprofissional e incluir atendimentos individuais e em grupo e, em alguns casos, medicação. 

"No Brasil, a pessoa pode procurar inicialmente uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Os CAPS são serviços públicos de saúde mental com equipes multiprofissionais e podem acolher pessoas em sofrimento psíquico e organizar o cuidado de acordo com a necessidade. Atualmente, o Ministério da Saúde também disponibiliza orientação específica sobre problemas relacionados a jogos e apostas, inclusive teleatendimento em saúde mental pelo Meu SUS Digital. 

Além do cuidado em saúde, medidas práticas para reduzir o acesso às apostas podem fazer parte do plano de proteção. O Ministério da Saúde informa, por exemplo, a existência de uma plataforma de autoexclusão, que permite solicitar o bloqueio das contas em plataformas de apostas autorizadas". 

E a especialista fez um alerta: "Se houver pensamentos de morte ou intenção suicida, não se deve esperar pelo tratamento ambulatorial: é necessário procurar atendimento de urgência, como uma UPA ou serviço de emergência, ou acionar o SAMU pelo 192".


Estácio
estacio.br


Veja 5 dicas para evitar a 'síndrome do pescoço de texto'

 

Uso constante do celular com a cabeça abaixada força a coluna
e gera uma sobrecarga de até 27 quilos na região cervical
 Magnific

Especialista adverte que falta de movimento diante das telas ameaça a saúde; veja como se prevenir

 

Quase a totalidade dos brasileiros conectados à internet acessa a rede pelo celular e passa até nove horas diárias navegando nas telas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do IBGE.

 

Um resultado desse hábito é o surgimento de dores e tensões na coluna cervical, ombros e parte superior das costas; problema que já afeta pelo menos 27 milhões de pessoas no país, de acordo com o Ministério da Saúde.

 

Sintomas e causas



Entre os fatores que contribuem para esse quadro está a inclinação prolongada da cabeça para digitação ou navegação em smartphones, tablets e notebooks. A permanência excessiva em frente aos aparelhos tem impulsionado a chamada síndrome do “corpo de celular” ou “pescoço de texto”, uma lesão por esforço repetitivo cada vez mais comum em jovens de 18 a 29 anos.

 

“O estopim para a fadiga e o desconforto reside na combinação entre o tempo prolongado diante dos monitores, a escassez de variação postural e a drástica redução da movimentação corporal ao longo da rotina diária”, explica Jéssica Bianca de Souza, coordenadora do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR) e mestre em Sociedade e Desenvolvimento.

 

O que é e por que ocorre a sobrecarga?


Em posição neutra e ereta (alinhada aos ombros), a cabeça de um adulto pesa cerca de 5 a 6 quilos. No entanto, ao flexionar o pescoço em um ângulo de 45° a 60° para olhar o feed ou enviar mensagens pelo celular, a pressão exercida sobre a coluna cervical dispara para até 27 quilos.

 

Manter essa sobrecarga por horas gera estresse severo nos músculos, ligamentos e discos intervertebrais, podendo desencadear complicações graves, como deformidades ósseas, processos inflamatórios, estiramento muscular e agravamento de hérnias de disco.


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Além do impacto nos adultos, em crianças e adolescentes o transtorno se estende ao estilo de vida sedentário. “A troca de atividades físicas pelo tempo de tela prejudica a saúde cardiometabólica, a aptidão física e a qualidade do sono em fases de pleno desenvolvimento. Por isso, é fundamental incentivar brincadeiras, esportes e exercícios ao ar livre, estabelecendo limites para o uso recreativo dos aparelhos”, destaca a coordenadora do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Integrado.


A ilusão da postura perfeita


Ao contrário do que o senso comum sugere, prevenir essas dores não exige manter o corpo em um ângulo reto de 90 graus por longos períodos.

 

“Não devemos criar a ideia de que existe uma postura perfeita que precisa ser mantida o tempo todo. Nosso corpo foi feito para se movimentar. Mais importante do que tentar permanecer horas em uma posição considerada ideal é evitar ficar muito tempo sem mudar de atitude postural”, ressalta a fisioterapeuta.

 

Dicas para ajustar a rotina

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Segundo a especialista, a prevenção eficaz deve focar na ergonomia do ambiente, na variação constante de posição e no hábito de se mexer.

 

Para mitigar os impactos das telas no dia a dia, Jéssica Bianca de Souza, coordenadora do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Integrado, de Campo Mourão (PR), orienta cinco cuidados comportamentais e de adaptação do espaço de trabalho: 


1.      Smartphones: Eleve ligeiramente o aparelho até a altura dos olhos para diminuir a inclinação da cabeça. Sempre que possível, segure com as duas mãos e use os dois polegares. Se estiver deitado, mantenha as costas apoiadas no colchão e traga o celular à linha do olhar.

2.      Computadores e monitores: Ajuste a tela para manter o pescoço em posição neutra. A cadeira deve oferecer apoio para a lombar e os pés devem ficar totalmente apoiados no chão ou em suporte.


3.      Ergonomia: Use suportes para notebooks e apoios que mantenham os braços relaxados e a coluna devidamente sustentada.


4.      Mobilidade no trabalho: Faça microinterrupções. Levante-se, caminhe brevemente e movimente ombros, coluna e pescoço para quebrar o ciclo de fadiga muscular.


5.      Rotina de exercícios: Mantenha uma prática regular de fortalecimento e mobilidade. De nada adianta alongar-se por alguns minutos se o restante do dia for marcado por seis horas de imobilidade.

 

“Em casos de dores frequentes, rigidez articular, cefaleias tensionais, formigamento ou perda de força, é necessário buscar orientação médica ou fisioterapêutica imediatamente, sem ignorar os sinais do corpo”, reforça Jéssica.

 

Benefícios da fisioterapia


Para quem busca preservar o bem-estar, a fisioterapia surge como uma grande aliada. A prática corrige desvios de alinhamento, melhora a flexibilidade, devolve a amplitude dos movimentos, previne a atrofia, fortalece o tônus e a resistência corporal.

 

“O foco é preservar, desenvolver ou restaurar a capacidade funcional máxima e a autonomia do indivíduo em todas as etapas da vida. Mais do que aliviar a dor, o tratamento reorganiza a biomecânica da coluna e reeduca os hábitos diários”, complementa a coordenadora.

  

Centro Universitário Integrado



Mitos e verdades sobre ressonância magnética: tatuagens, piercings, próteses e metais realmente impedem o exame?

Especialista esclarece as principais dúvidas sobre um dos exames de imagem utilizado na medicina diagnóstica


A necessidade de retirar jóias, informar a presença de próteses ou responder a uma série de perguntas antes de uma ressonância magnética costuma gerar dúvidas e até preocupação entre os pacientes. Afinal, quem tem tatuagem pode fazer o exame? E quem possui pinos, placas, implantes ou piercings? 

Apesar dos mitos que circulam sobre o tema, a maioria dessas situações não impede a realização do procedimento. O mais importante é que todas as informações sejam comunicadas previamente à equipe responsável pelo exame. 

A ressonância magnética utiliza campos magnéticos muito potentes para produzir imagens detalhadas do corpo. Por isso, qualquer material metálico ou dispositivo implantado precisa ser avaliado antes do procedimento para garantir a segurança do paciente e a qualidade das imagens. 

"A grande maioria dos pacientes consegue realizar a ressonância normalmente. O que existe é a necessidade de uma avaliação prévia para identificar materiais metálicos, dispositivos implantados ou situações específicas que possam exigir cuidados adicionais. Por isso, a etapa de triagem é tão importante", explica Dra. Marcela Padilha, especialista em biossegurança em radiologia e gerente de desenvolvimento estratégico de produtos na ALKO do Brasil.
 

Mito ou verdade: tatuagem impede a ressonância?

Mito.

Ter tatuagens normalmente não impede a realização do exame. No entanto, é fundamental informar sua existência à equipe técnica.

Alguns pigmentos utilizados em tatuagens podem conter partículas metálicas que, em situações raras, podem provocar sensação de aquecimento ou irritação local durante o exame. Também podem ocorrer interferências pontuais na qualidade das imagens dependendo da localização da tatuagem.

"Os relatos de complicações relacionadas a tatuagens são raros, mas o paciente deve sempre comunicar sua presença, especialmente quando a tatuagem está próxima da região que será examinada", afirma Marcela.
 

Quem tem piercing pode fazer o exame?

Depende.

Piercings externos normalmente precisam ser removidos antes da entrada na sala de ressonância.

Isso ocorre porque objetos metálicos podem ser atraídos pelo campo magnético ou interferir na formação das imagens, prejudicando o resultado do exame.

A orientação vale também para brincos, colares, relógios, grampos de cabelo e outros acessórios metálicos.
 

Próteses e implantes são uma contraindicação?

Nem sempre.

Uma das dúvidas mais frequentes envolve próteses ortopédicas, stents, parafusos, placas e implantes cirúrgicos.

Atualmente, muitos desses dispositivos são fabricados com materiais compatíveis com ambientes de ressonância magnética. Ainda assim, cada caso deve ser analisado individualmente.

"O fato de o paciente possuir uma prótese não significa automaticamente que ele não poderá realizar o exame. O importante é que a equipe saiba exatamente qual é o dispositivo, quando foi implantado e qual o material utilizado". Para isso, o paciente deve levar a carteiras do implante, um documento/cartão entregue ao paciente após a implantação de um dispositivo médico, como marcapasso, prótese, stent, implante ortopédico ou implante mamário.

Ela serve para identificar o implante e facilitar o atendimento futuro. Normalmente contém: nome do paciente; tipo e nome do implante; fabricante; modelo; número de série ou lote; data da implantação; identificação do hospital/médico; e informações importantes para acompanhamento do paciente.
 

Marcapasso exige atenção especial

Verdade.

Pacientes com marcapassos, desfibriladores cardíacos, neuroestimuladores e alguns implantes eletrônicos precisam de avaliação específica antes do exame. Dependendo do modelo e da compatibilidade do dispositivo, a ressonância pode exigir protocolos especiais ou, em alguns casos, não ser recomendada.

Por isso, é fundamental apresentar documentos, carteiras do implante ou relatórios médicos quando solicitado.
 

Informação é a principal aliada da segurança

A segurança do paciente também depende de outro fator pouco discutido: os materiais usados durante o próprio exame, como os sistemas de aspiração e injeção de contraste. Segundo Marcela Padilha, é importante que esses dispositivos tenham respaldo científico comprovado quanto à barreira viral e bacteriana, reduzindo o risco de contaminação cruzada em exames de imagem. É o caso de sistemas como o Transfer-Fill, de uso multipaciente, e o Patient-Set, de uso individual — ambos amparados por estudos publicados sobre biossegurança e amplamente utilizados no país. 

"O ideal é que os insumos usados nos exames tenham comprovação científica e siga as resoluções da ANVISA, para estarem de acordo com os protocolos de segurança, tanto para quem realiza quanto para quem é submetido ao procedimento", explica a especialista, que também atua como pesquisadora. 

Na prática, a tecnologia evoluiu significativamente, e a maioria dos pacientes consegue realizar a ressonância de forma segura após a avaliação adequada. "A recomendação mais importante é nunca omitir informações durante a triagem. O objetivo não é impedir a realização do exame, mas garantir que ele aconteça da forma mais segura possível para cada paciente", conclui a Dra. Marcela Padilha.
 

O que o paciente deve informar antes da ressonância?

Antes do exame, a equipe costuma questionar a presença de:

  • Próteses e implantes metálicos;
  • Marcapassos e dispositivos cardíacos;
  • Piercings;
  • Tatuagens recentes;
  • Maquiagem definitiva e micropigmentação;
  • Fragmentos metálicos decorrentes de acidentes ou cirurgias;
  • Aparelhos auditivos implantáveis;
  • Histórico de procedimentos cirúrgicos;
  • Possui a carteira do implante.

Terapia hormonal: a mulher de 50 anos hoje é a de 35 de ontem

 

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A terapia de reposição hormonal, que se tornou mais conhecida nas décadas de 80, 90 e início dos anos 2000, agrega vários resultados positivos para a qualidade de vida das mulheres. Para além do que se sabe sobre os famosos fogachos, o tratamento visa manter ativos e preservados diversos aparelhos do organismo. 

Infelizmente, tivemos um trabalho muito malconduzido no início dos anos 2010, que levou a um resultado falso de risco de câncer de mama, aumentado em mais ou menos 3% nas usuárias de terapia estrogênio e progesterona. O que não havia sido informado é que, com o uso de estrogênio, a probabilidade da doença havia caído, ou seja, esse hormônio não era o vilão.  

Após muitas revisões e o advento de formulações mais naturais dos hormônios, foi descoberta a importância da introdução do tratamento na chamada “janela de oportunidade”, período marcado pelos primeiros dez anos do climatério. A partir disso, os riscos despencaram e até levaram o FDA (Food and Drug Administration) a tirar dos hormônios as tarjas de drogas de risco para câncer de mama. 

Posteriormente, foram evidenciados os benefícios cardiovasculares dessa terapia. Estudos contemporâneos demonstram taxas mais baixas de infarto, isquemia e maior controle da hipertensão. Neurologistas apontam, ainda, melhora cognitiva com indícios de retardamento de Alzheimer e outras condições. 

Os ganhos de massa óssea e o bloqueio das perdas de cálcio já estão estabelecidos. Ou seja, o uso de estrogênio se caracteriza como melhor meio de preservação da força, afastando das mulheres o processo de osteoporose e fraturas. Ginecologistas e urologistas também reforçam a importância do tratamento no que diz respeito a proteção vesical e ressecamento vaginal. A terapia diminui infecções urinárias de repetição, preserva a elasticidade da região íntima e lubrificação, reduzindo o desconforto nas relações. 

Questões emocionais e comportamentais comuns deste período também apresentam melhora, como irritabilidade, tristeza e depressão, esquecimentos e fadiga, os brancos no raciocínio ou os apagões. A queda da libido acentuada, insônia ou sono picado, que geram um cansaço enorme no outro dia, também são mitigados.  

Infelizmente, uma pequena parte das mulheres ainda não poderão se beneficiar destas terapias, devido a presença de câncer de mama, tumores hepáticos ou insuficiência hepática grave, insuficiência renal e alguns tipos de tumores cerebrais. Porém, existem alternativas para diminuir ao máximo os efeitos negativos da falta dos hormônios femininos, principalmente do estrogênio. 

Atualmente, a mulher de 50 anos é a de 35 da década de 60. Muito mais ativa e produtiva, vivendo sua plenitude intelectual e profissional, não podendo dar espaço para o envelhecimento precoce e contratempos em sua vida. O uso criterioso das terapias hormonais tem a capacidade de retardar este envelhecimento, podendo adiar estes fenômenos por vinte anos. As terapias, tanto medicamentosas, como alimentar e atividades físicas, fazem este corpo continuar ativo e produtivo. 

 

Waldir Moreno Arevalo – ginecologista, membro da Sociedade Brasileira de Climatério e autor de Descomplicando a menopausa


O Mounjaro® (tirzepatida 10 mg e 15 mg) da Lilly foi associado a uma maior perda de peso do que o Wegovy® HD High Dose / Alta Dose[1] (injeção de semaglutida 7,2 mg) em nova comparação indireta de tratamentos

 

Em nova análise, o Mounjaro® 15 mg mostrou uma perda de peso 4,5% maior do que o Wegovy® HD 7,2 mg em adultos com obesidade.

Os participantes que receberam Mounjaro® 15 mg apresentaram uma probabilidade superior a três vezes mais de atingir uma redução de peso corporal de pelo menos 20% em comparação com o Wegovy® HD 7,2 mg.

 

A Eli Lilly, anunciou os resultados de uma nova análise mostrando que o Mounjaro® (tirzepatida) 10 mg e 15 mg, um agonista duplo dos receptores GIP e GLP-1, proporcionou maior perda de peso do que o Wegovy® HD (injeção de semaglutida 7,2 mg) em adultos com obesidade.

As descobertas vêm de uma comparação indireta de tratamentos (ITC) entre o Mounjaro® e o Wegovy® HD 7,2 mg, baseando-se em dados dos ensaios SURMOUNT-1 e STEP UP.1,2,3 Essas descobertas, apresentadas na 62ª Reunião Anual da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes (EASD) em Milão, Itália, somam-se ao crescente conjunto de evidências que comparam o Mounjaro® e o Wegovy® , incluindo o SURMOUNT-5, um ensaio clínico de Fase 3b randomizado e controlado, no qual o Mounjaro 10 mg e 15 mg demonstrou perda de peso superior em comparação (head-to-head) com o Wegovy® 1,7 mg e 2,4 mg.

"Para as pessoas que vivem com obesidade, a escolha do tratamento é importante e os médicos desejam cada vez mais evidências sobre como as opções disponíveis se comparam", disse John Wilding, DM, professor de medicina da Universidade de Liverpool. "A tirzepatida 10 mg e 15 mg e a semaglutida 1,7 mg e 2,4 mg foram comparadas diretamente no SURMOUNT-5, onde a tirzepatida ajudou pessoas com obesidade a perderem mais peso. Na ausência de um ensaio clínico direto (head-to-head) comparando a tirzepatida 15 mg contra a semaglutida 7,2 mg, esta comparação indireta oferece evidências úteis para os médicos à medida que tomam decisões de tratamento."

Na comparação indireta de tratamentos, que foi ajustada por covariáveis para sexo, idade, peso basal e hemoglobina glicada basal, o Mounjaro® 10 mg e 15 mg foram associados a maiores reduções no peso corporal do que o Wegovy® HD 7,2 mg em 72 semanas, utilizando o estimando do regime de tratamento.4,5 Os participantes que tomaram Mounjaro® 15 mg perderam 4,5% a mais do seu peso corporal (ICr de 95,0%: -6,3 a -2,8) em média, e aqueles que tomaram 10 mg perderam 3,2% a mais do seu peso corporal (ICr de 95,0%: -5,0 a -1,4). Utilizando o estimando de eficácia, o Mounjaro® 15 mg e 10 mg foram associados a uma redução média de peso 1,8% (ICr de 95,0%: -3,8 a 0,1) e 0,7% (ICr de 95,0%: -2,6 a 1,3) maior do que o Wegovy® HD 7,2 mg, respectivamente, embora essas diferenças não tenham alcançado significância estatística.

“As pessoas com obesidade têm mais opções de tratamento do que nunca, e os seus prestadores de cuidados de saúde merecem o máximo de informações possível para ajudar a orientar as suas decisões”, disse o Dr. Thomas Seck, vice-presidente sênior de desenvolvimento de produtos em Saúde Cardiometabólica da Lilly. “Em um ensaio clínico de Fase 3 direto (head-to-head), o Mounjaro® 10 mg e 15 mg proporcionou maior perda de peso do que o Wegovy® 1,7 mg e 2,4 mg, e uma nova comparação indireta de tratamentos sugere que as mesmas doses de Mounjaro® podem superar o Wegovy® HD 7,2 mg também. Juntos, esses resultados oferecem aos médicos mais informações no momento em que escolhem uma via de tratamento.”

Além de atingir maior perda de peso, os participantes que tomaram Mounjaro® 15 mg tiveram quatro vezes mais probabilidade de atingir 20% ou mais de redução de peso corporal em comparação com o Wegovy® HD 7,2 mg utilizando o estimando de eficácia (razão de chances de 4,15; ICr de 95,0%: 1,02 a 15,64), e mais de três vezes mais probabilidade utilizando o estimando do regime de tratamento (razão de chances de 3,54; ICr de 95,0%: 1,05 a 11,05). Embora não estatisticamente significativos, os participantes que tomaram Mounjaro® 10 mg tiveram mais que o dobro de chances de a tingir uma redução de peso corporal de pelo menos 20% em comparação ao Wegovy® HD 7,2 mg usando os estimados de eficácia (razão de chances de 2,8; ICr de 95,0%: 0,7 a 10,8) e de regime de tratamento (razão de chances de 2,46; ICr de 95,0%: 0,7 a 7,8).

O Mounjaro® 10 mg e 15 mg mostraram taxas comparáveis de descontinuação do tratamento devido a eventos adversos versus o Wegovy® HD 7,2 mg em ambos os estimados.

 

Sobre o SURMOUNT-1 e o programa de ensaios clínicos SURMOUNT 

O SURMOUNT-1 (NCT04184622) é um ensaio multicêntrico, randomizado, duplo-cego, paralelo e controlado por placebo que compara a eficácia e segurança da tirzepatida 5 mg, 10 mg e 15 mg em relação ao placebo como um adjuvante a uma dieta com redução de calorias e aumento da atividade física em adultos sem diabetes tipo 2 que têm obesidade, ou sobrepeso com pelo menos uma das seguintes comorbidades: hipertensão, dislipidemia, apneia obstrutiva do sono ou doença cardiovascular. O ensaio randomizou 2.539 participantes nos EUA, Argentina, Brasil, China, Índia, Japão, México, Rússia e Taiwan em uma proporção de 1:1:1:1 para receber tirzepatida 5 mg, 10 mg ou 15 mg ou placebo. Os objetivos coprimários do estudo foram demonstrar que a tirzepatida 10 mg e/ou 15 mg é superior na porcentagem de redução de peso corporal em relação ao valor basal e na porcentagem de participantes atingindo uma redução de peso corporal ≥5% em 72 semanas comparada ao placebo.

O programa global de desenvolvimento clínico de Fase 3 SURMOUNT para a tirzepatida no tratamento crônico de peso começou no final de 2019 e inscreveu mais de 5.000 pessoas com obesidade ou sobrepeso em seis estudos de registro, quatro dos quais são estudos globais.


Sobre o SURMOUNT-5 

O SURMOUNT-5 (NCT05822830) foi um ensaio clínico de Fase 3b de 72 semanas, multicêntrico, randomizado e aberto, avaliando a eficácia e segurança do Mounjaro® (tirzepatida) em comparação com o Wegovy® (semaglutida) em adultos sem diabetes que tinham obesidade, ou sobrepeso com pelo menos uma das seguintes comorbidades: hipertensão, dislipidemia, apneia obstrutiva do sono (AOS) ou doença cardiovascular. Os participantes de ambos os grupos de tratamento receberam aconselhamento sobre uma dieta de baixas calorias e aumento da atividade física. O ensaio randomizou 751 participantes nos EUA e em Porto Rico em uma proporção de 1:1 para receber a dose máxima tolerada de Mounjaro® (10 mg ou 15 mg) ou Wegovy® (1,7 mg ou 2,4 mg). Com a tirzepatida, 89,3% receberam pelo menos uma dose da apresentação de 15 mg e, com a semaglutida, 92,8% receberam pelo menos uma dose da apresentação de 2,4 mg. O objetivo primário do estudo era demonstrar a superioridade do Mounjaro® na alteração percentual do peso corporal em relação ao valor basal na semana 72, em comparação ao Wegovy®.

Para o desfecho primário, os participantes tratados com Mounjaro® alcançaram uma redução média de peso de 20,2% em comparação com 13,7% com Wegovy® em 72 semanas utilizando o estimando do regime de tratamento, uma perda de peso relativa 47% maior. Os participantes usando Mounjaro® perderam em média 22,8 kg e os participantes com Wegovy® perderam em média 15,0 kg.


Sobre a injeção de Mounjaro® (tirzepatida) 

O Mounjaro® (tirzepatida) é o primeiro e único medicamento para obesidade agonista duplo dos receptores GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose) e GLP-1 (peptídeo-1 semelhante ao glucagon). O Mounjaro® atua em uma das causas subjacentes do excesso de peso, reduzindo o apetite e a quantidade de comida ingerida. O Mounjaro® é indicado para adultos com obesidade, ou alguns adultos com sobrepeso que também tenham pelo menos um problema médico relacionado ao peso, para perder peso e mantê-lo reduzido. Além disso, o Mounjaro® é aprovado pela FDA para tratar adultos com apneia obstrutiva do sono moderada a grave e obesidade. O Mounjaro® deve ser usado com uma dieta de baixas calorias e aumento da atividade física.

 

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Desfechos e Referências

  1. Jastreboff AM, Aronne LJ, Ahmad NN, et al. Tirzepatide once weekly for the treatment of obesity. New England Journal of Medicine. 2022;387(3):205-216. doi:10.1056/NEJMoa2206038.
  2. Wharton S, Freitas P, Hjelmesæth J et al. Once-weekly semaglutide 7·2 mg in adults with obesity (STEP UP): a randomised, controlled, phase 3b trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology, 2025; 13, 949-963. Link
  3. Wilding J, Postma MJ, Jacobi D, et al. Tirzepatide 10 and 15 mg (SURMOUNT-1) vs semaglutide 7.2 mg (STEP UP) in adults with obesity without type 2 diabetes: an indirect treatment comparison. Apresentado na 62ª Reunião Anual da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes (EASD).
  4. Os dados de perda de peso representam uma análise ML-NMR.
  5. O estimando do regime de tratamento representa o efeito médio estimado do tratamento independentemente da descontinuação do tratamento.
  6. O estimando de eficácia representa a eficácia antes da descontinuação do medicamento do estudo.
 

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