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domingo, 9 de novembro de 2025

Como a humanização dos pets influencia a escolha do alimento

Divulgação
Adimax

Tutores buscam opções mais naturais e equilibradas, refletindo o cuidado que têm com a própria alimentação 

 

A relação de amor e carinho entre os homens e seus pets está mais forte do que nunca. Os cães, que inicialmente foram domesticados para ajudar na caça, dormiam no quintal, eram alimentados com restos de comida e levados ao médico-veterinário apenas quando doentes, e os gatos, que evitavam a presença de roedores em locais para armazenamento de alimentos, tinham acesso irrestrito à rua e em muitos casos, eram considerados animais “comunitários”, hoje vivem dentro de casa, dormem na cama e no sofá, recebem alimentação de alta qualidade e são levados periodicamente ao médico-veterinário para consultas preventivas.  

Os pets passaram a ser considerados membros do que ficou conhecido como “famílias multiespécie” — núcleos familiares compostos por pessoas e seus animais de estimação, reconhecendo os laços afetivos e emocionais que os unem. Já os humanos, que antes eram donos dos pets, passaram a ser melhores amigos e agora, muitos se identificam como “pais de pets”. Como resultado desse processo de humanização, os cuidados com os animais de estimação têm crescido — e a alimentação ocupa papel de destaque nesse novo cenário.  

“Os tutores estão cada vez mais atentos ao que oferecem aos seus pets. Se antes buscavam alimentos que apenas saciassem a fome e nutrissem o animal de estimação, hoje procuram alimentos que expressem o mesmo cuidado e atenção que dedicam à própria saúde, priorizando ingredientes naturais, alta qualidade nutricional e benefícios extras para promover o bem-estar. Muitos preferem até economizar em suas próprias compras do que em produtos para seus pets”, destaca Amanda Arsoli, médica-veterinária da Adimax, fabricante de alimentos para cães e gatos. 

Entre as principais demandas dos tutores que buscam uma alimentação com olhar mais humanizado para seus companheiros estão: 

- ingredientes de qualidade humana: preferem alimentos feitos com ingredientes naturais, funcionais e com padrão semelhante ao de produtos para consumo humano;

- saúde e bem-estar: valorizam opções saudáveis, que promovam longevidade, vitalidade e previnam problemas de saúde;

- personalização: procuram alimentos adaptados à idade, raça, porte e condições específicas de saúde dos animais. 

Esse movimento tem transformado o mercado de pet food. Linhas de alimentos e snacks com apelo natural, sem a inclusão de conservantes artificiais, corantes e ingredientes transgênicos, ganham cada vez mais espaço nas prateleiras e no coração dos tutores. 

A Adimax acompanha de perto essa tendência e oferece um portfólio diversificado, com marcas que atendem diferentes perfis de tutores e suas necessidades. A Fórmula Natural, sua marca Super Premium, se destaca por oferecer alimentos formulados com ingredientes de alta qualidade e funcionais, que promovem bem-estar, qualidade de vida e longevidade aos pets. A marca conta ainda com linhas de biscoitos que reforçam o vínculo entre pet e tutor; alimentos úmidos que atendem à demanda por refeições gourmetizadas, com aspecto de comida de verdade; biscoitos com ingredientes orgânicos em sua composição; e uma linha voltada para cães e gatos enfermos, que necessitam de dietas especiais, garantindo cuidado nutricional em todas as fases da vida. 

Ainda que os tutores tenham as melhores intenções, Amanda Arsoli alerta para um ponto importante  que pode trazer prejuízos à saúde dos pets: “A humanização dos animais de companhia, sem considerar que são de espécies com necessidades físicas, biológicas e comportamentais diferentes das humanas, pode levar a erros como suplementação desnecessária; deficiência nutricional causada por dietas caseiras desbalanceadas; oferta excessiva de petiscos; manejo alimentar inadequado (como deixar alimento à vontade); veganismo; oferta de alimentos crus; superalimentação, sobrepeso e obesidade. Por isso, é importante sempre fornecer alimentos de qualidade, completos e balanceados, na quantidade recomendada nas embalagens ou orientada pelo médico-veterinário de confiança”. 

A obesidade, inclusive, vem se tornando cada vez mais comum entre cães e gatos. Apesar de haver uma predisposição genética em algumas raças, além de fatores endocrinológicos (como o hipotireoidismo), a doençatem como principal causa o desequilíbrio provocado pelo excesso de calorias oferecidas. Os quilos a mais podem comprometer gravemente a saúde dos pets e têm potencial de reduzir sua expectativa de vida. 

No caso de pets com sobrepeso ou obesidade, Amanda explica que apenas diminuir a quantidade diária de alimento não é a solução correta, pois junto com as calorias, seriam reduzidos os nutrientes essenciais, comprometendo a saúde do cão ou gato. “O ideal é ajustar a dieta com alimentos formulados especificamente para o controle de peso, que apresentam densidade energética reduzida, mas mantêm o equilíbrio de todos os nutrientes necessários. Após o emagrecimento, é recomendado migrar para uma dieta de manutenção com menor densidade calórica, associada a hábitos saudáveis, como passeios regulares, estímulo a brincadeiras e controle de petiscos”. 

Mais do que uma tendência de mercado, a busca por alimentos mais naturais reflete uma nova forma de expressar amor e responsabilidade. Investir em uma nutrição de qualidade significa promover uma vida mais longa e saudável para os cães e gatos.


 Adimax


Saiba como a alimentação do seu pet influencia na longevidade e vitalidade

Especialista de Nestlé Purina destaca como antioxidantes, proteínas de qualidade e ingredientes funcionais ajudam na qualidade de vida dos cães e gatos

 

O envelhecimento dos cães e gatos tem se tornado uma preocupação crescente para tutores e profissionais veterinários. Com os avanços na medicina e na nutrição animal, os pets vivem cada vez mais e demandam cuidados nutricionais específicos para manter saúde e bem-estar ao longo dos anos. Acompanhando essa tendência, neste dia mundial dos animais, Amanda Lopes, médica veterinária da Nestlé Purina, destaca a importância da nutrição preventiva e explica como uma dieta balanceada auxilia a qualidade de vida de cães e gatos. 

Segundo a Abinpet, o Brasil é o 3º maior mercado pet do mundo e observa uma tendência crescente de produtos premium e funcionais, refletindo a preocupação dos tutores com a longevidade e qualidade de vida de seus animais. Estudos conduzidos pelo Purina Institute mostram que cães com alimentação controlada viveram em média cerca de 2 anos a mais de vida e apresentaram menor prevalência de doenças crônicas como a osteoartrite. Já em gatos, pesquisas de longo prazo apontaram que uma dieta enriquecida com antioxidantes, ácidos graxos e prebióticos proporcionou até 1,5 ano a mais de vida, preservando a condição corporal e a imunidade. 

Com o avanço da idade, os pets sofrem alterações metabólicas, redução da massa muscular, maior risco de obesidade, desgaste das articulações e perda de eficiência digestiva. Cães e gatos precisam, em média, de 40 nutrientes diários em suas refeições, de acordo com a AbinPet.  

“Não são todas as rações que atendem às necessidades específicas de cada animal. A dieta ideal deve respeitar a fase de vida e incluir proteínas de qualidade, fibras, antioxidantes e nutrientes funcionais. Isso auxilia na prevenção dos sinais de envelhecimento e reforça a qualidade de vida dos pets”, orienta Amanda Lopes, Gerente de informação Veterinária de Nestlé Purina. 

Na prática, cada nutriente exerce um papel essencial, como: 

  • Proteínas nobres: preservam a massa muscular e apoiam o metabolismo. 
  • Ácidos graxos essenciais (ômega 3 e 6): promovem pele saudável e pelagem brilhante, além de ação anti-inflamatória. 
  • Antioxidantes naturais (vitaminas C e E, selênio, carotenoides): combatem os radicais livres e fortalecem a imunidade. 
  • Glucosamina e condroitina: protegem articulações e mantêm mobilidade. 
  • Fibras naturais: melhoram a digestão e equilibram a microbiota intestinal. 
  • Minerais como cálcio e fósforo: essenciais para ossos e dentes fortes. 

A veterinária também traz dicas práticas para os responsáveis dos animais: escolha alimentos adequados à fase de vida do pet; faça a transição alimentar de forma gradual para evitar desconfortos digestivos; prefira produtos que indiquem claramente fontes de proteína e ingredientes funcionais; consulte o veterinário periodicamente para ajustar dieta, peso e saúde do animal; e evite oferecer alimentos caseiros sem orientação profissional. 

“A ciência mostra que escolhas nutricionais corretas significam mais tempo de qualidade com nossos companheiros. E é isso que todo tutor deseja: compartilhar mais anos de saúde e bem-estar com seus pets.”, conclui Amanda Lopes. 




Fontes:
https://www.purinainstitute.com/pt-br/science-of-nutrition/extending-healthy-life/life-span-study-in-dogs
https://www.purinainstitute.com/pt-br/science-of-nutrition/extending-healthy-life/longevity-study-in-cats
https://www.purinainstitute.com/pt-br/science-of-nutrition/extending-healthy-life/lean-body-mass-and-protein


Pets veganos? Especialista alerta para cuidados essenciais

Istock
Alimentação restrita exige atenção e acompanhamento veterinário

 

O veganismo tem ganhado espaço entre os humanos, sendo adotado por motivos éticos, ambientais e de saúde. Essa escolha envolve a exclusão total de produtos de origem animal na dieta. E, com o crescimento desse estilo de vida, alguns tutores passaram a refletir sobre a alimentação dos seus pets. 

“Essa filosofia preza pelo não sofrimento animal em diversos aspectos, como na alimentação, no uso de couro e no trabalho em carroças. Dito isso, não temos animais veganos, mas é possível eles serem vegetarianos, desde que recebam suplementação adequada. Privar algumas espécies de suas necessidades fisiológicas causa sofrimento e vai contra os princípios do próprio veganismo”, esclarece Matheus Wagner, coordenador do curso de Medicina Veterinária da UNINASSAU Fortaleza. 

Algumas pessoas escolhem esse tipo de dieta para os animais por motivos ideológicos, mas é importante lembrar que cada espécie tem necessidades nutricionais próprias e elas precisam ser levadas em consideração. “Uma mudança deste porte requer muito planejamento e acompanhamento por um veterinário nutricionista para todos os componentes essenciais serem sumplementados, principalmente as vitaminas do complexo B”, pontua. 

Todos os nutrientes necessários devem estar incluídos na dieta para preservar a saúde e o bem-estar dos pets. “Cães e gatos se classificam como carnívoros. Ou seja, eles precisam receber alguns nutrientes encontrados apenas em quantidade suficiente na proteína animal. E ela tende a vir da carne, pois possui todos os aminoácidos que precisam”, declara Matheus. 

A transição para uma alimentação vegana, assim como com as rações industrializadas, deve ser feita de forma gradual e segura. Alterações rápidas na dieta podem prejudicar a flora intestinal e causar diarreia. Por isso, o acompanhamento contínuo de um médico-veterinário é indispensável.


Convulsões em cães: entenda os sinais e o que está por trás das crises

Do diagnóstico precoce ao tratamento, epilepsia canina exige atenção e acompanhamento contínuo

 

Ver um cão convulsionar é assustador, mas uma convulsão pode ter diversas origens e nem sempre está associada a uma doença crônica ou grave. Com exceção dos casos de epilepsia idiopática, a convulsão remete a sintoma de uma enfermidade afetando o cérebro. Diversas condições neurológicas e metabólicas podem causar crises epilépticas — e o primeiro passo é sempre buscar avaliação veterinária imediata e, nesse caso, buscar por um neurologista torna-se o mais indicado. 

A epilepsia é uma das afecções neurológicas mais comuns em cães e pode ser controlada com o tratamento adequado. As crises variam em intensidade: alguns animais apresentam apenas episódios de desorientação, tremores,  enquanto outros têm convulsões tônico-clônicas, com movimentos involuntários, salivação e perda de consciência, podendo chegar até a urinar e defecar espontaneamente durante as crises. 

De acordo com a especialista do Nouvet, é fundamental que os tutores reconheçam os sinais de alerta: 

“Durante uma crise, o cão pode apresentar mudança de comportamento, tremores, movimentos de pedalagem, salivação intensa e, às vezes, perda de consciência.

Antes da crise, é comum notar mudanças de comportamento, como inquietação, agitação ou busca excessiva por atenção”, explica a Dra. Carla Sarkis. 

O diagnóstico deve ser feito por um médico-veterinário especializado em neurologia veterinária, com avaliação neurológica detalhada e exames complementares — incluindo análises laboratoriais e ressonância magnética, para descartar doenças estruturais.

O tratamento geralmente envolve o uso de fármacos anticonvulsivantes e o tratamento da doença principal que culminou com as crises. O acompanhamento regular para ajustar doses e monitorar possíveis efeitos colaterais é essencial. 

Cães diagnosticados e acompanhados adequadamente podem viver bem e por muitos anos.

“Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores as chances de controlar as crises e garantir o bem-estar do animal. 

"O tutor nunca deve medicar o cão por conta própria — somente o veterinário pode indicar o tratamento e a dosagem correta”, reforça a Dra. Carla Sarkis. 

Além do tratamento clínico, alguns cuidados diários ajudam a reduzir a frequência das crises, como manter uma rotina estável e tranquila, evitar estímulos excessivos ou estressantes, e registrar data e duração das crises, para que o veterinário possa acompanhar a evolução. 

Com atenção, paciência e acompanhamento constante, é possível garantir qualidade de vida e segurança aos cães que apresentam crises epilépticas.

  

 Nouvet

 

Açúcar na dieta pode colocar a saúde dos gatos em risco

Guloseimas humanas podem causar distúrbios metabólicos graves; petiscos específicos são opções seguras e nutricionalmente equilibradas

 

É comum que tutores se sintam tentados a recompensar seus gatos com porções de doces ou sobremesas, especialmente nas comemorações de final de ano. Mas esse gesto de carinho, aparentemente inofensivo, pode comprometer a saúde do animal. Diferentemente dos humanos, os felinos são carnívoros estritos e seu metabolismo não reconhece o sabor doce e tampouco é capaz de processar o açúcar de forma eficiente. Essa limitação fisiológica pode desencadear de desconforto gastrointestinal a distúrbios hepáticos e metabólicos, como o diabetes. 

O problema vai além da digestão. Por não possuírem as enzimas necessárias para metabolizar carboidratos simples, os gatos acumulam glicose e compostos derivados que podem inflamar tecidos, alterar o microbioma intestinal e interferir no equilíbrio hormonal. É por isso que especialistas recomendam restringir qualquer tipo de alimento adoçado e priorizar opções desenvolvidas com base nas necessidades metabólicas da espécie, como petiscos cremosos de alta palatabilidade e sem adição de açúcar, transgênicos ou corantes, características funcionais dos produtos da marca SHEBA, disponíveis no mercado brasileiro. 

A seguir, três motivos técnicos para evitar doces na dieta dos gatos e o que oferecer no lugar.

 

Gatos não sentem gosto doce e o açúcar prejudica o intestino 

Os gatos não possuem receptores gustativos para o sabor doce. Ou seja, o açúcar não gera prazer nem recompensa emocional apenas sobrecarga metabólica. Além de inútil, o consumo pode alterar o microbioma intestinal, levando a diarreia, gases e apatia. 

Petiscos cremosos formulados especificamente para gatos cumprem esse papel sensorial de estímulo, mas sem risco metabólico. Versões disponíveis no mercado, como da marca SHEBA, têm proteínas de alta qualidade e até 90% de umidade que ajudam na hidratação e na digestão saudável, dois fatores essenciais para o bem-estar felino.

 

Algumas substâncias doces são tóxicas para gatos 

Compostos comuns em guloseimas humanas, como o chocolate e o xilitol, podem causar intoxicações graves. “Mesmo pequenas quantidades de doce podem provocar reações severas, porque o organismo felino não consegue metabolizar substâncias como a teobromina com eficiência”, explica Lorena Branco, médica veterinária da Mars Pet Nutrition e especialista em comportamento felino. A empresa, líder global em nutrição de cães e gatos e detentora da marca SHEBA, reforça que alimentos formulados especificamente para felinos são a forma mais segura de oferecer prazer e cuidado aos pets. 

De acordo com a veterinária, oferecer petiscos com proteínas de origem animal e alta digestibilidade é a forma mais segura de recompensar o gato, pois atende à sua biologia sem expor o organismo a compostos tóxicos.

 

Açúcar altera o comportamento e o equilíbrio nutricional 

O consumo de açúcar pode gerar ansiedade alimentar, ganho de peso e redução na ingestão de água, um dos principais desafios de saúde felina. O desequilíbrio nutricional também pode afetar o humor e o comportamento do gato, tornando-o mais agitado ou apático. 

Petiscos de baixa caloria, com textura aveludada e alto teor de umidade, ajudam a estimular o comportamento natural de lambedura, promovendo calma, socialização e hidratação, transformando o momento da alimentação em uma experiência de cuidado e vínculo afetivo.

 

Conclusão 

O açúcar não tem qualquer benefício fisiológico para os gatos e pode ser perigoso. Substituir guloseimas humanas por alimentos formulados especificamente para felinos é a maneira mais segura de oferecer prazer e estímulo gustativo, preservando a saúde digestiva, metabólica e emocional do pet.

 

Mars, Incorporated



Pets redefinem o consumo brasileiro, aponta especialista

 

O perfil das famílias brasileiras está mudando rapidamente, e isso vem transformando a forma como consumimos. Se antes o lar era marcado por famílias numerosas, hoje vemos um movimento de redução no número de pessoas por domicílio. Dados do IBGE mostram uma queda de 3,6 na média no início dos anos 2000 para 2,8 em 2022. Ao mesmo tempo, cresce o espaço ocupado pelos animais de estimação. Segundo a Abinpet e o Instituto Pet Brasil, já são cerca de 160 milhões de pets no país, com média de 2,2 por residência. Essa mudança não é apenas numérica, pois reflete uma reorganização emocional e social dentro dos lares brasileiros. O pet preenche lacunas de afeto, companhia e propósito que antes eram supridas pela convivência familiar tradicional.

Não se trata apenas de volume, mas de mudança de comportamento. Os gastos médios com pets saltaram de R$ 8,31 em 2002-2003 para R$ 20,42 em 2017-2018, de acordo com o IBGE. Em lares com animais, esse valor chega a R$ 67,47 por mês, alcançando R$ 85,55 em casais sem filhos. Isso revela uma tendência clara de reposicionamento de prioridades no orçamento doméstico. O pet deixou de ser visto como um “custo” e passou a ocupar o lugar de membro da família. É o tutor que viaja e procura hospedagem especializada, que busca planos de saúde para garantir longevidade ao animal, que investe em itens de higiene, bem-estar e até certificação de raças. Em outras palavras, o consumo pet hoje é movido por vínculo emocional e senso de responsabilidade, não por impulso ou status.

Esse cenário abre oportunidades, mas também impõe desafios. Muitos acreditam no movimento do consumidor pet apenas por preço. Essa visão, além de ultrapassada, é perigosa. De acordo com a Abinpet, ração e saúde, que antes representavam 96,2% das despesas, hoje respondem por 70,5%. O espaço restante é ocupado por serviços e produtos premium, evidenciando que a demanda está cada vez mais diversificada. Isso demonstra que o mercado está migrando de uma lógica transacional para uma lógica relacional, na qual o cliente busca marcas que compartilhem seus valores e entendam seu vínculo com o animal. O tutor atual valoriza vínculo, experiência e qualidade. Sendo assim, um pet shop não pode se limitar a vender ração mais barata, ele precisa entregar conveniência e cuidado em cada ponto de contato. Quem vende confiança para além dos produtos, e sabe disso, sai na frente.

Há quem argumente que essa tendência pode ser restrita às grandes cidades ou às classes de maior renda. É verdade que a personalização é mais visível nesses segmentos, mas os números nacionais mostram que a transformação é mais ampla. O faturamento do setor pet atingiu R$ 74,4 bilhões em 2024, segundo o Instituto Pet Brasil, e a projeção é de R$ 77,9 bilhões em 2025. As exportações também cresceram, passando de US$ 320,5 milhões em 2020 para US$ 502,7 milhões em 2024. Esses dados revelam que a valorização do pet como parte central da família está se espalhando pelo país inteiro. Ou seja, o fenômeno não é elitista, mas cultural. O pet tornou-se um símbolo de afeto e estabilidade emocional em tempos de incerteza, atravessando classes sociais e regiões.

O alerta é claro, pois o mercado não perdoa amadorismo. Pet shops que entenderem essa mudança e se prepararem para oferecer experiências de qualidade vão prosperar. Os que insistirem em estratégias baseadas apenas em preço correm o risco de desaparecer em meio à profissionalização crescente do setor. A profissionalização, nesse contexto, não é apenas uma exigência de mercado, mas um reflexo da maturidade dos próprios consumidores. Investir em capacitação de equipes, ampliar o mix de serviços e usar dados para compreender melhor os clientes já deixou de ser diferencial e virou questão de sobrevivência.

Portanto, o novo perfil familiar brasileiro está redesenhando o mercado pet. Menos filhos e mais animais transformaram a forma de consumir, trazendo oportunidades para quem se adapta e riscos para quem ignora a mudança. O futuro do varejo pet não será definido por preço, mas por quem entende que cada atendimento reforça um laço afetivo. Marcas que cuidam desses vínculos conquistam confiança e fidelidade. Laços bem cuidados não têm concorrência. Com isso, cada interação se torna estratégica, e cada serviço, uma forma de demonstrar cuidado. O mercado recompensa quem entende o valor emocional do vínculo entre tutor e pet.

  

Ricardo de Oliveira - especialista em negócios pet e fundador da Fórmula Pet Shop, empresa referência em capacitação e consultoria estratégica para pet shops em todo o Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no setor, Ricardo já acompanhou a inauguração de mais de 70 pet shops, orientando desde a escolha do ponto comercial até o mix de produtos, layout e estratégias de marketing. À frente da Fórmula, já capacitou mais de 8.700 empreendedores por meio de mentorias, treinamentos e consultorias, se consolidando como uma das principais vozes na profissionalização do varejo pet nacional. Sua experiência prática e visão de negócio ajudam empreendedores a saírem do amadorismo e construírem empresas lucrativas e sustentáveis.


Raiva em gatos: uma questão emergente no Brasil

Caso ocorrido em Jundiaí reforça a importância de seguir um protocolo de vacinação para os felinos, principalmente contra a raiva


Na última terça-feira, 04/11, foi confirmado um caso de raiva em um felino na cidade de Jundiaí, sendo o primeiro registro em um animal de estimação desde 1983. O ocorrido reforça a importância da vacinação regular do pet, especialmente contra a raiva, uma doença zoonótica e mortal.
 

Segundo o Censo Pet IPB 2024 (Instituto Pet Brasil), a população de gatos no Brasil atingiu 28,8 milhões de indivíduos, registrando um aumento de 1,7 milhão de gatos quando comparado ao levantamento divulgado em 2023, representando um crescimento de 6,27%, valor superior ao do crescimento de cães no país. 

“Desde a pandemia, estamos vendo um crescimento expressivo na população de gatos e essa evolução precisa ser acompanhada por um cuidado veterinário próximo. Ainda existe o mito na sociedade de que o gato não precisa visitar o veterinário com frequência, que ele é um animal mais autônomo. Essa ideia é extremamente perigosa, principalmente quando falamos de doenças zoonóticas”, explica Karin Botteon, médica-veterinária e gerente técnica de pets da Boehringer Ingelheim. 

Embora a raiva ainda seja mais associada a mordeduras de cães infectados, é crucial considerar os fatores que tornam os gatos suscetíveis à doença. Os felinos em situação de vulnerabilidade como o registrado em Jundiaí, são mais ariscos e têm um instinto de caça e predação mais aguçado do que os cães, tornando-se potenciais vetores da raiva. “Os gatos possuem um fator agravante quando comparado aos cachorros. Por eles terem um instinto de caça, podem correr o risco de capturar morcegos infectados, contraindo a doença”, comenta a especialista. “Além disso, as campanhas de vacinação tradicionais nem sempre oferecem um ambiente adequado para a imunização de gatos, causando estresse nos animais”, complementa a especialista.
 

Vacinação é a chave 

A vacinação é a principal medida na proteção contra a raiva em gatos, assim como em cães. É o método mais eficaz de prevenção, que não apenas protege nossos queridos amigos de quatro patas, mas também resguarda a saúde pública. Promover a conscientização entre os tutores de cães e gatos sobre a importância da vacinação anual é fundamental. Além disso, é essencial incentivar a redução do abandono animal e a preservação do ambiente, evitando a destruição do habitat natural dos animais. 

“É extremamente importante vacinar os animais que vivem exclusivamente dentro de casa. A raiva é uma zoonose grave e pode permanecer incubada por semanas ou até meses sem apresentar sinais clínicos evidentes. Gatos e cães podem ser expostos ao vírus por meio de contato com animais infectados, inclusive morcegos que entram pelas janelas, varandas ou telhados. A vacinação é a única forma segura de garantir que, mesmo em caso de exposição, o animal esteja protegido. É uma medida preventiva que protege não só o pet, mas também toda a família”, finaliza Botteon. 



Boehringer Ingelheim
Saiba mais em: Link


Você sabe a maneira correta de lidar com um cão-guia?

George Thomaz Harrison

De acordo com dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), mais de 7 milhões de pessoas no Brasil possuem algum tipo de deficiência visual. As principais causas de cegueira são: catarata, glaucoma, retinopatia diabética, cegueira infantil e degeneração macular, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para um país com um número expressivo de pessoas nessa condição, existem não mais do que 200 cães-guias em atividade que são treinados paraajudá-las. 

As raças mais comuns treinadas para se tornarem cães-guia são: Labrador e Golden Retriever. É importante dizer que o treinamento do cão e a entrega ao seu usuário são os últimos passos de uma longa jornada, que inclui dezenas de famílias voluntárias que entregam seu tempo e amor em prol da causa. 

Conhecidas como famílias socializadoras, estas pessoas acolhem os filhotes por aproximadamente um ano, expondo-os a uma rotina diária de atividades imprescindíveis. Entre elas estão o uso de transporte coletivo, visitas a espaços públicos, experiências de mobilidade urbana, convivência com outros animais, crianças etc. 

Cada cão-guia é destinado ao seu usuário de acordo com o perfil e necessidade da pessoa com deficiência visual. É preciso ter uma conexão entre ambos e lembrar que o cão guia por amor e carinho e não somente por condicionamento.

 

Muitas pessoas não sabem como agir ao encontrar com esses animais, que estão a trabalho. Podemos dar comida e brincar com um cão-guia? Confira abaixo algumas dicas de como agir na presença deles: 

·         Não chame a atenção do cão-guia. É importante lembrar que ele está trabalhando e não se encontra na posição de um bichinho de estimação naquele momento;

·         Não o toque e nem o acaricie enquanto ele estiver usando o peitoral com alça de trabalho. O animal pode se distrair e acabar causando algum acidente com a pessoa com deficiência visual;

·         É preciso que os tutores de cães de estimação controlem seus animais, utilizem coleiras e, de preferência, fiquem afastados dos cães-guias. Caso contrário, ele poderá acabar perdendo o foco de sua atividade principal;

·         Nunca ofereça alimentos ao cão-guia. Ele tem horário certo para comer e certamente estará bem alimentado pelo seu tutor;

·         Fale sempre com a pessoa com deficiência visual primeiro e nunca diretamente com o cão-guia. Já que ele sabe que alguém poderá distrai-lo, e só permitirá a intervenção, caso o cão não esteja à trabalho;

·         Caso alguma pessoa com deficiência visual peça ajuda, o ideal é aproximar-se pelo lado direito dele, de maneira que seu cão-guia fique à esquerda;

·         Se por ventura a pessoa com deficiência visual aceitar ajuda, ela irá pedir para que você ofereça seu cotovelo esquerdo. Neste caso, usará um comando para indicar ao cão-guia que ele estará temporariamente fora de serviço;

·         Ao passar informações para a pessoa com deficiência visual, é preciso indicar com clareza o sentido em que se deve dobrar ou seguir para chegar ao local, assim ele poderá passar a rota ao cão;

·         Não pegue o braço de uma pessoa com deficiência visual que está acompanhado de um cão-guia, sem antes conversar. Muito menos toque na guia do animal, pois a mesma é só para uso do seu tutor;

·         O cão-guia foi treinado e está habituado a viajar tanto dentro como fora do país, em todos os meios de transporte, acomodado aos pés do seu tutor, sem atrapalhar os passageiros;

·         Os cães-guia são capacitados para entrar e permanecer  junto aos seu tutores em todos os tipos de estabelecimentos, tanto de saúde como em lojas, restaurantes, supermercados, cafeterias, cinemas, teatros, centros de estudo ou trabalho, sem causar alterações no funcionamento dos locais e nem incomodar os funcionários ou o público;

·         Devido ao treinamento que recebem, os cães-guias estão capacitados para exercer suas funções e nunca vagam pelos recintos. Eles têm o mesmo direito de gozar de livre acesso a todos os locais públicos como seus tutores.




George Thomaz Harrison - instrutor de cão-guia no Instituto Magnus (https://www.institutomagnus.org/ )


A ascensão do conforto: por que as últimas gerações têm escolhido modelos de calças "comfy"

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Apesar de cíclica, nos últimos anos, a moda tem passado por uma transformação profunda impulsionada pelas novas gerações, que buscam cada vez mais unir estilo e conforto no dia a dia. A prioridade deixou de ser apenas a aparência perfeita e passou a valorizar o bem-estar, a liberdade de movimento e a praticidade, refletindo uma mudança no comportamento do consumidor, especialmente entre Millennials e Gen Z.

Nesse contexto, as calças jeans, tradicionalmente associadas a cortes mais rígidos e justos, ganham releituras que abraçam o conceito do “comfy”, com modelagens que privilegiam a sensação de conforto sem abrir mão da estética.

Essa busca por conforto vem acompanhada de uma maior valorização da saúde mental e física, em um mundo onde o equilíbrio entre vida pessoal e profissional é fundamental. Com a popularização do home office e a flexibilização dos horários, as pessoas passaram a precisar de roupas que possam transitar facilmente entre o ambiente doméstico e as ruas, que ofereçam sensação de leveza e liberdade. Por isso, as calças jeans com cortes mais amplos, tecidos flexíveis e tecnologias que controlam a temperatura corporal tornaram-se protagonistas na escolha dos consumidores.

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Atenta a essa transformação de comportamento, a diretora criativa da TLF Jeans, Thicy Lemos, observa que o conforto passou a ser um dos principais pilares da moda contemporânea. Para ela, vestir-se bem vai muito além da estética: é sobre sentir-se bem consigo mesmo em todos os momentos do dia.

“Hoje, as pessoas buscam roupas que respeitem o corpo e acompanhem seus movimentos naturais. O jeans, que por muito tempo foi sinônimo de rigidez, vem ganhando novas tecnologias e modelagens para se tornar mais leve, fresco e agradável ao toque. É uma evolução necessária, porque o vestir precisa acompanhar o ritmo e as demandas do nosso tempo”, afirma Thicy.

Além da tecnologia, as modelagens amplas, como a wide legg, o bootcut, flare e o corte mom jeans, se destacam por oferecer uma silhueta moderna e ao mesmo tempo relaxada, trazendo versatilidade para as diferentes ocasiões do dia a dia. Essa reinterpretação do jeans tradicional reforça que o conforto não é sinônimo de falta de estilo, mas sim uma escolha consciente e sofisticada.A nova tendência é um reflexo de uma geração que quer expressar sua identidade sem abrir mão do conforto, valorizando uma moda que respeita seus ritmos e suas necessidades.

Com essa visão, a TLF Jeans reforça seu compromisso de oferecer produtos que acompanhem as transformações do mercado e do comportamento, trazendo para suas coleções o equilíbrio entre inovação, estilo e bem-estar. “Queremos que cada peça da TLF seja parceira da mulher do dia a dia, que abrace o corpo sem apertar, que seja tão versátil quanto o estilo de vida dos nossos clientes, e que represente a liberdade de ser quem eles realmente são”, conclui Thicy.

Assim, a marca não apenas acompanha as tendências, mas se posiciona como protagonista na construção de uma moda mais humana, confortável e conectada com as escolhas das últimas gerações

 

 

ÁGUA DE COCO lança coleção de Alto Verão inspirada em suas origens e na energia do verão brasileiro

Coleção Alto Verão 25
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Nova coleção de alto verão 25 homenageia a trajetória da marca cearense e o DNA que marcou sua história

 

A ÁGUA DE COCO, uma das maiores marcas de lifestyle do Brasil, apresenta sua nova coleção de Alto Verão 2025, inspirada nas suas origens cearenses, na energia do verão brasileiro e nas memórias que moldaram sua trajetória. Guiada pelos caminhos já trilhados, mas com o olhar voltado para novos destinos a serem descobertos, a coleção celebra um ciclo de força, renovação e expansão. Suas cores, texturas e formas remetem ao sol e à brisa do verão, elementos que inspiram todo o universo da marca. 

Fundada em Fortaleza, nos anos 1980, por Liana Thomaz, a ÁGUA DE COCO nasceu de uma visão inovadora e de um olhar atento à moda praia brasileira. Com raízes artesanais, conquistou espaço no Brasil e no mundo com peças autorais e cheias de identidade. É dessa essência que nasce a nova coleção, que traduz a brasilidade e a sofisticação tropical em criações que transitam naturalmente entre moda praia, looks casuais e opções para festas, pensadas para uma temporada ensolarada, vibrante e festiva.

Coleção Alto Verão 25 Divulgação

Entre os destaques da linha feminina estão vestidos midi slip dress, blusas, bodies e vestidos frente única degagê, além de saias longas com babados ou franjas e vestidos de tricô. As peças são confeccionadas em tecidos nobres, leves e versáteis, como tule devorê, malha Pima, paetê, jersey e malhas rendadas. A cartela de cores varia entre bege, verde, amarelo, branco e dourado, refletindo a luz e a energia do verão brasileiro. 

Como uma marca inserida em um universo completo de lifestyle, a nova coleção também contempla acessórios e uma linha masculina, que segue o mesmo espírito com camisas de algodão, polos, bermudas casuais, calças retas e boardshorts em tons claros, como bege, verde, amarelo, azul e branco, traduzindo sofisticação e conforto. 

Desde sua criação, a ÁGUA DE COCO se consolidou como referência em moda, unindo inovação, brasilidade, autenticidade e inspirando novas gerações a vestir o sol do Brasil onde quer que estejam. A nova coleção é um tributo à leveza, à elegância solar e à liberdade de viver o verão com alma tropical.


Animale lança coleção Mar Aberto para o Alto Verão 26

A nova coleção traduz o prazer dos pequenos instantes em roupas que refletem a suavidade do verão 

 

A Animale apresenta a coleção Alto Verão 26, como um convite a desacelerar, respirar e viver o agora com leveza. Inspirada na sensação de liberdade do mar aberto, na fluidez das águas e na beleza dos gestos simples, a temporada exibe peças que traduzem o prazer dos pequenos instantes e o desejo de viver o verão de forma natural e intuitiva. 

Celebrando o instante mais solar do calendário da moda, o corpo pede leveza através de matérias prima naturais e a sutil transparência nos fluidos, enquanto o olhar busca cores vibrantes, presentes nas estampas emblemáticas e nos tons quentes da cartela. É vestir-se em puro deleite. 

Entre o calor nostálgico e o fascínio pelo fundo do mar, tudo vibra inspiração: escamas tornam-se paetês, elementos figurativos submergem à superfície e o perfume vintage ganha notas vibrantes. O mar é traduzido como metáfora do inconsciente, onde há movimento e há uma vontade genuína de sentir o verão sobre a pele. 

A coleção manifesta a vontade por uma vida mais sensorial e analógica, pedindo uma pausa do digital para reencontrar o toque, o som e a presença. Lenços, assimetrias e superfícies com texturas aparecem como símbolos dessa busca pela poesia que reside nos detalhes do cotidiano. 

“Essa coleção nasce do desejo por uma vida mais sensorial e presente. A mulher do alto verão busca o toque, o movimento, a cor e o prazer de se vestir com leveza. Trazemos o mar como metáfora de liberdade e sonho. Memória que se renova em ritmo contemporâneo”, afirma Bel Yunes, Diretora de Estilo da Animale. 

O Alto Verão 26 propõe uma experiência de conexão: com o corpo, com o tempo e com o próprio ritmo. Uma celebração da liberdade de ser, vestir e sentir.


Le Lis revela sua campanha "Réveillon" e convida à celebração do feminino


A Le Lis apresenta sua nova coleção, “Réveillon”, que será lançada no dia 4 de novembro, marcando o início da temporada de festas, viagens e confraternizações. A campanha foi dirigida e gravada por HickDuarte, com styling assinado por Pedro Sales, traduzindo o espírito elegante e festivo da época.

A coleção versátil traz rendas e vestidos para festa, com uma paleta de cores que gira em torno do vermelho, azul e branco, convidando à celebração da feminilidade em todas as suas formas, dos momentos entre amigas ao glamour de uma noite de Réveillon. Cada peça foi pensada para acompanhar a mulher em todas as etapas dessa jornada, sempre com conforto e estilo.

 



Com uma curadoria que traduz o espírito leve e festivo do período, a coleção Le Lis acompanha a mulher em todos os momentos da temporada, desde as viagens e confraternizações às formaturas e celebrações de fim de ano. A proposta traz uma variedade de produtos e combinações pensadas para cada ocasião, além de uma seleção de itens presenteáveis, ideais para quem deseja compartilhar estilo e afeto.

Inspirada no brilho das celebrações e no desejo de recomeço que acompanha o fim de ano, a coleção reforça o DNA da marca — feminino, elegante e atemporal. 


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