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segunda-feira, 23 de junho de 2025

Quer se livrar dos óculos? Especialista explica por que o inverno é o melhor momento para fazer cirurgia nos olhos

Crédito: Rodrigo Francisco
Hospital Oftalmológico Visão Laser

Com aumento de até 30% na procura durante os meses frios, a cirurgia refrativa tem conquistado quem deseja corrigir miopia, astigmatismo e hipermetropia antes do fim do ano

 

Muita gente espera o inverno para viajar, aproveitar as férias ou descansar em casa. Mas você sabia que essa também é uma das melhores épocas para fazer cirurgia e se livrar dos óculos de vez? A procura por cirurgias refrativas — aquelas que corrigem miopia, astigmatismo e hipermetropia — costuma aumentar até 30% no inverno, segundo o oftalmologista Bernardo Kaplan Moscovici, especialista e chefe do setor de cirurgia refrativa do Hospital Oftalmológico Visão Laser, em Santos (SP). 

O período tem “O tempo mais fresco ajuda na recuperação, e como a luz solar é menos intensa, o pós-operatório fica mais confortável, especialmente para quem faz técnicas como Ceratectomia Fotorrefrativa, o PRK, que exige o uso de óculos escuros por até três meses”, explica o médico. 

Além disso, o momento é estratégico: quem opera agora pode estar com a visão totalmente reabilitada para o fim do ano — e, claro, para as férias de verão, sem depender de lentes ou armações.

 

Cirurgia nos olhos: como funciona e quem pode fazer? 

A cirurgia refrativa corrige o grau dos olhos com técnicas a laser ou implante de lentes intraoculares, de acordo com as características de cada paciente. Pode ser indicada para quem tem até mesmo altos graus de miopia, e os resultados costumam ser rápidos e duradouros. 

Segundo o oftalmologista, hoje existem técnicas com recuperação visual em poucos dias, como o FemtoLasik, e outras que, mesmo com pós-operatório mais longo, como o PRK, oferecem resultados muito positivos. 

“Eu mesmo operei há alguns anos. Tinha 8,5 graus de miopia e 2,5 de astigmatismo. A liberdade de não depender mais dos óculos é incrível. Dá uma sensação de renascimento”, conta. 

A avaliação prévia é essencial: a Visão Laser realiza uma bateria completa de exames para garantir que o paciente esteja apto para o procedimento. A maioria das pessoas com mais de 21 anos e grau estabilizado pode fazer a cirurgia.
 

Riscos? Muito baixos. Satisfação? Altíssima! 

Apesar de parecer complexo, o procedimento é considerado um dos mais seguros da medicina. As complicações graves são raríssimas, menos de 0,2%, e a taxa de satisfação dos pacientes ultrapassa 95%. 

Outro dado interessante: o risco de uma complicação séria com uso incorreto de lentes de contato é até dez vezes maior do que o da cirurgia refrativa. 

“A grande maioria das pessoas se adapta rapidamente e se pergunta por que não fez antes. É uma cirurgia que realmente muda a qualidade de vida”, completa o oftalmologista.
 

Visão Laser: tecnologia de ponta com foco no paciente 

Referência em cirurgias oftalmológicas na Baixada Santista há quase 90 anos, a Visão Laser realiza diversos tipos de cirurgias refrativas com equipamentos de última geração, como o laser de femtosegundo (usado nas técnicas mais modernas), lentes intraoculares e exames diagnósticos com inteligência artificial. 

Além dos casos convencionais, a clínica também é especializada em tratamentos personalizados para irregularidades na córnea, causadas por traumas, infecções ou outras doenças oculares.


Visão Laser

Avião Solidário da LATAM transporta gratuitamente três jacutingas ameaçadas de extinção para reintrodução na naturez


Jacutingas transferidas do Parque das Aves para o Projeto Jacutinga,
 da SAVE Brasil, em São Paulo. Crédito: Parque das Aves

Se fosse uma viagem terrestre, aves teriam enfrentado mais de 14 horas de estrada entre Foz do Iguaçu e São Paulo; porém, a bordo de uma aeronave da LATAM, bastaram duas horas de voo

 

Com penas pretas, detalhes brancos e um canto característico que já foi comum nas matas brasileiras, mas hoje é raro de se ouvir, a jacutinga (Aburria jacutinga) é uma ave emblemática e ameaçada da Mata Atlântica. O nome, aliás, pode soar familiar: além de designar essa espécie de ave, também batiza uma cidade no interior de Minas Gerais e já foi usado como nome de personagem de novela. Neste caso, trata-se de três filhotes da espécie que nasceram no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu (PR), e foram transportados gratuitamente nesta terça-feira (17) para São Paulo/Guarulhos (SP) pelo programa Avião Solidário da LATAM. 

Criadas através do projeto “Voa, Jacutinga”, as aves de 6 a 10 meses de idade agora farão parte do Projeto Jacutinga, da SAVE Brasil (Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil), iniciativa que atua na reintrodução da espécie em áreas de floresta nativa. Em parceria com a Azab (Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil), as jacutingas passarão agora por um período de ambientação, com treinamentos para facilitar sua adaptação ao ambiente natural, e depois serão monitoradas para uma soltura gradual. O Projeto Jacutinga atua desde 2006 com ações de conservação da espécie, baseado em pesquisa científica, educação ambiental e articulação com órgãos ambientais. 

Por meio do transporte aéreo, a LATAM Cargo reduziu significativamente o tempo de deslocamento do animal entre Foz do Iguaçu (PR) e São Paulo (SP), garantindo mais conforto e segurança. A viagem, que duraria ao menos 14 horas por via terrestre (considerando pausas e cuidados necessários ao longo do percurso), foi concluída em cerca de 2 horas com o apoio da companhia aérea.
 

AVIÃO SOLIDÁRIO DA LATAM JÁ PROTEGEU MAIS DE 4,6 MIL ANIMAIS NO BRASIL 

Em 13 anos de existência, o programa Avião Solidário da LATAM, em conjunto com instituições parceiras, já realizou o transporte gratuito de mais de 868 toneladas de cargas e 4,6 mil animais no Brasil. Além das 282 milhões de vacinas contra a COVID-19 transportadas para todos os estados brasileiros, o programa completou a marca de mais de 200 toneladas de doações (cestas básicas, água, fraldas descartáveis, cobertores, entre outros itens) e 130 voluntários (médicos, enfermeiros, veterinários e bombeiros) transportados gratuitamente na crise do Rio Grande do Sul, em 2024. 

O Avião Solidário está conectado com o pilar de Valor Compartilhado da Estratégia de Sustentabilidade do grupo LATAM e coloca à disposição da América do Sul toda a experiência logística e a conectividade da companhia. Atualmente, o Avião Solidário mantém parcerias com diferentes instituições no Brasil, como Amigos do Bem, Movimento União BR, Gastromotiva, Por1Sorriso, Instituto Rodrigo Mendes, Amazone-se e SOS Mata Atlântica.

 

Grupo LATAM
www.latam.com


51% dos brasileiros consideram fazer transição de carreira neste ano, segundo levantamento

pexels
Especialista em carreira dá 5 dicas para quem deseja mudar de rumo em 2025

 

Escolher uma carreira não é apenas uma decisão pontual: é um caminho que se relaciona ao futuro, estilo de vida, sonhos, planos e ao nosso próprio propósito. Por isso, dar uma nova direção na carreira não é uma tarefa simples. Medos, dúvidas e a incerteza sobre abandonar o “caminho seguro” para embarcar em uma nova jornada estão entre as principais barreiras enfrentadas neste período de transição. 

De acordo com uma pesquisa realizada pela Datacamp em 2025, 51% dos brasileiros estão considerando fazer uma transição de carreira. Entre eles, 7% acham o caminho positivo, porém ainda sentem receio de dar o primeiro passo. Segundo o Hudson Cunha, especialista em Aconselhamento de Carreira, RH e Diversidade, a realidade revela uma nova dinâmica no mercado de trabalho, onde a busca pelo propósito, pelo equilíbrio e pelo desafio passa a fazer parte das prioridades da maioria. 

“Planejamento estratégico e autoconhecimento são indispensáveis em um momento de decisão como esse. É preciso clareza, disposição para se adaptar e consciência do próprio valor para dar o próximo passo na carreira. Carreira é olhar para si, olhar para o mundo e dar um passo”, afirma o especialista. 

Estamos sempre em busca de termos um melhor relacionamento com nosso trabalho e sempre é uma boa oportunidade para rever caminhos e encontrar um novo posicionamento que esteja mais adequado às suas habilidades, e às suas ambições pessoais. “O medo não pode te deixar de arriscar, de tentar algo que, pra você, pode te fazer mais feliz e realizado”, conclui. 

Pensando nisso, o especialista em RH e Aconselhamento de Carreira Hudson Cunha traz 5 dicas para você fazer realizar essa mudança de forma consciente e planejada:
 

1- Identificar seu novo campo

Identificar um novo campo de carreira exige ir além da superfície. O primeiro passo é o autoconhecimento: entender suas motivações, interesses e habilidades. A partir disso, é preciso refletir onde essas competências podem ser aplicadas com equilíbrio entre propósito, reconhecimento e viabilidade financeira. Trata-se de traduzir quem você é em possibilidades concretas, conectando seus talentos às demandas do mercado e ao estilo de vida que deseja construir.
 

2- Criar um plano de desenvolvimento

Com clareza sobre o caminho que deseja seguir, é hora de estruturar um plano de desenvolvimento. Defina metas objetivas, identifique competências a serem desenvolvidas e utilize uma análise SWOT para mapear seus pontos fortes, fragilidades, oportunidades e riscos. Esse plano é o "como" da sua transição — ele orienta os passos necessários para adquirir novas habilidades e se reposicionar no mercado. Além do desenvolvimento técnico, inclua também o cuidado emocional: apoio terapêutico, rede de suporte e autocuidado são fundamentais para sustentar a mudança de forma saudável e consistente.
 

3- Apostar em capacitações

Seu aprendizado não deve parar! Invista em cursos, treinamentos, workshops e certificações. A atualização fortalece o currículo e proporciona uma posição mais madura para o mercado;

 

4- Construir e expandir seu networking

Amplie suas conexões. Networking não é oportunismo — é troca. Muitos evitam por medo ou vergonha, mas relações profissionais são baseadas no ganha-ganha: você também tem valor a oferecer. Use o LinkedIn com intenção, participe de eventos, troque com quem já passou por mudanças. Networking é processo, não pedido único — exige cuidado, consistência e manutenção. Cultivar sua rede com autenticidade é essencial para qualquer transição ou crescimento profissional

 

5- Ser flexível

Se adaptar às circunstâncias faz toda a diferença. A transição não é um caminho linear. É preciso flexibilidade, disposição para se reinventar e encontrar alternativas para obter melhores resultados.


 

Hudson Cunha - especialista em gestão de pessoas, diversidade e aconselhamento de carreira, com mais de 14 anos de experiência no campo de Recursos Humanos. Mestre em Psicologia Organizacional, sua carreira é pautada por uma abordagem humanizada, focada no desenvolvimento de pessoas e na inclusão no ambiente corporativo. Recentemente, Hudson lançou seu primeiro livro, "O Tratado dos Opostos", uma coletânea de poesias que mergulha nos sentimentos mais profundos do autor e em sua busca por autoconhecimento. Atualmente, ele se prepara para o lançamento de sua próxima obra, "Carreira Consciente: O Trabalho Para Além do Emprego", na qual é explorada a busca por propósito e realização no trabalho.


Especialista analisa medida da Ryanair que cria multa para passageiro indisciplinado. Medida pode ser adotada por outras companhias?

Objetivo é punir comportamentos agressivos a bordo, que geram prejuízos e transtornos a demais passageiros e empresas. Especialista explica impactos e limites legais.

 

A companhia aérea europeia Ryanair anunciou uma medida polêmica, mas que pode se tornar tendência no setor: a aplicação de multas aos passageiros que causarem transtornos durante os voos. A penalidade chega cerca de R$ 3,2 mil e tem como objetivo desencorajar comportamentos agressivos, discussões, brigas e qualquer ato que coloque em risco a segurança, o conforto e a pontualidade das operações. 

O motivo não é apenas evitar desconforto. Em muitos casos, atitudes de passageiros indisciplinados obrigam aeronaves a realizarem pousos não programados, o que gera prejuízos financeiros, perda de conexões, atrasos e uma série de transtornos para outros clientes. 

“A ideia da companhia é punir passageiros que gerem problemas nos voos. Porque, além do transtorno, isso pode gerar um dano muito maior. Imagine que, por conta de um passageiro agressivo, o comandante precise desviar a rota e pousar antes do destino. Isso gera prejuízo para a empresa, atraso para outros passageiros e até risco operacional”, explica o advogado especializado em Direito dos Passageiros Aéreos, Rodrigo Alvim.

 

Quem paga a conta?

Segundo o advogado, do ponto de vista jurídico, existe um entendimento de que, enquanto o passageiro está no voo, a companhia responde pelos danos que ele venha a causar, independentemente de culpa. Isso significa que, mesmo sem ser a responsável direta pela conduta do passageiro, a empresa pode ser acionada judicialmente por quem se sentir prejudicado. 

“A companhia responde pelos danos causados por aquele passageiro, justamente por ter permitido seu embarque. E muitas vezes, ao invés de processar a pessoa física, que pode ser difícil ou inviável, os prejudicados acionam diretamente a companhia aérea”, explica Alvim. 

Ele cita que a própria Ryanair já foi vitoriosa em uma ação de regresso, cobrando de um passageiro cerca de R$ 100 mil, após um episódio em que o comportamento inadequado forçou um pouso emergencial.

 

Multa como estratégia de prevenção 

A aplicação da multa, para a companhia aérea, pode servir como forma de prevenção. “A empresa quer que o passageiro pense duas vezes antes de ter uma atitude agressiva, impulsiva ou desrespeitosa. O custo financeiro imediato pode ser um freio para esse tipo de comportamento”, analisa Rodrigo. 

No Brasil, a aplicação de multas diretamente pelas empresas aos passageiros ainda não é uma prática comum e poderia gerar discussões jurídicas. 

“É perfeitamente possível a empresa cobrar judicialmente um passageiro que causou danos. A dificuldade está mais na execução contra pessoa física, que pode não ter patrimônio suficiente para pagar. Por isso, muitas vezes, a companhia acaba arcando com o prejuízo diante dos demais passageiros, mas pode buscar esse valor depois na Justiça”, conclui Alvim.

 


Fonte:

Rodrigo Alvim - Mestre em Direito pela PUC/MG. Graduado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com um semestre na Univesidad de Barcelona. Possui MBA em gestão empresarial pela FGV. É especialista em Direito dos Passageiros Aéreos


Psicologia do consumidor: como ela pode transformar a estratégia de vendas?

 

Em um mundo onde a atenção do consumidor é escassa e as opções são infinitas, o cliente não quer só ser ouvido: ele quer se sentir compreendido, de forma quase preditiva. Decifrar seu comportamento, desejos e expectativas não é mais um diferencial, mas sim uma necessidade estratégica para impulsionar vendas e construir relacionamentos duradouros – algo que pode ser muito bem estruturado e conquistado através da psicologia do consumidor. 

Vivemos a era do cliente híbrido: que transita entre o racional e o emocional, entre o físico e o digital. O desafio, portanto, não está apenas em coletar dados a respeito de seu perfil e preferências, mas em extrair significados relevantes em tempo real e agir com empatia e personalização neste atendimento. Afinal, seu comportamento evolui junto com o contexto, a tecnologia e o próprio sistema de crenças de onde está inserido. 

Segundo um estudo da Harvard Business Review, entre 85% e 95% das decisões de compra, hoje, são impulsionadas por fatores inconscientes e emocionais. O pertencimento e a validação social são pontos que se destacam nesse sentido, uma vez que o consumidor não quer mais, apenas, comprar um produto, mas se ver representado na marca, adquirindo uma causa, uma comunidade, e um estilo de vida. 

Marcas que criam experiências fluidas, rápidas e personalizadas geram uma maior sensação de cuidado, o que ativa o sistema límbico da decisão. O fator “segurança” se sobrepõe ao “preço”, onde provas sociais, garantia, comunicação clara e reputação se tornaram os grandes influenciadores atualmente. Estratégias, portanto, que criem conexões emocionais profundas com os consumidores, capazes de proporcionar resultados bastante positivos para o destaque competitivo. 

Empresas que colocam o comportamento do cliente no centro da estratégia conseguem reduzir o CAC (Customer Acquisition Cost) com mensagens mais assertivas; elevar o LTV (Lifetime Value) ao criar vínculos emocionais duradouros; e obter ciclos de vendas mais ágeis, antecipando objeções com conteúdos relevantes. Aquelas que tiverem esse norte estratégico não só encantarão seu público-alvo, como também criarão uma maior confiança e advocacy, o que no mundo digital, é o maior motor de crescimento orgânico que qualquer negócio pode ter. 

Mas, como captar esses dados com qualidade e segurança? Diversas ferramentas robustas podem ser incorporadas nos canais oficiais de comunicação da marca para coletar informações referentes a todo o movimento e jornada que cada usuário tiver em sua jornada no site, incluindo cliques, tempo de permanência, abandono, histórico de compras, interações e dores relatadas. Aplique essas métricas em todos os meios onde seus clientes estiverem (redes sociais, fóruns, reviews), que terão maior chance de compreender o que realmente pensam ou sentem sobre sua marca. 

Dê voz ativa a eles, criando um espaço de escuta ativa e sem filtro para que compreendam os sinais de mudanças que devem ser ajustadas imediatamente – o que pode ser feito através de feedbacks diretos ou pesquisas de satisfação, como o eNPS. A interseção desses dados, com inteligência, se transformará em um mapa emocional de decisão estratégico para embasar as tomadas de decisões futuras. 

Para transformar esses dados em insights que transformem a estratégia de vendas da sua empresa, aplicar uma segmentação emocional e comportamental é um ponto de partida essencial. Vá além da persona demográfica, e crie clusters por necessidade, valor percebido e estado emocional. Com essas informações em mãos, troque os famosos pitches de vendas por narrativas envolventes. O cérebro humano responde mais à emoção do que à lógica, e uma boa história converte mais do que uma lista de benefícios. 

Explore, também, a automação para entregar a mensagem certa, no canal certo, no momento certo — mas com autenticidade, não só escala. E, acima de tudo, não se prenda a um único plano: teste, aprenda e ajuste sempre. O que encanta um cliente hoje, pode ser irrelevante amanhã, o que não a torna uma ciência exata, mas algo vivo e em constante evolução. 

A psicologia do consumidor é um dos maiores ativos não declarados das empresas, capaz de gerar receita previsível, relacionamento duradouro e vantagem competitiva sustentável. Compreender seus desejos e anseios, atendendo essas demandas com empatia e personalização, é o que impulsionará a imagem de sua marca no mercado junto a uma prosperidade contínua. 

 


Renata Reis - CRO da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot e RCS.


Pontaltech


Dá tempo, sim: meio do já ano chegou, mas a rota da organização financeira ainda pode ser ajustada

Autoanálise, definição de prioridades, anotações de gastos e planejamento estão entre os passos que a consultora do will bank indica para o segundo semestre 

 

O meio do ano chegou e bateu aquela sensação de “já foi um semestre?”. Mas, calma: ainda tem muito chão pra correr atrás dos planos, organizar as finanças e fazer acontecer cada objetivo definido lá atrás. Mila Gaudencio, educadora financeira e consultora do will bank, destaca que esse é o momento certo para fazer um balanço e dar um recomeço nas finanças com mais leveza e direção. 

Pela primeira vez, mais de 70 milhões de brasileiros estão com contas em atraso — isso dá cerca de 42% dos adultos do país, segundo a CNDL. Um sinal de alerta que mostra como os primeiros meses do ano foram puxados para muita gente. “O bicho pode pegar, os imprevistos chegam sem avisar e, quando a gente vê, a dívida aparece. Mas, o mais importante é entender que você não é o vilão dessa história e pode sim dar o próximo passo rumo à solução”, comenta Mila. 

No início vale fazer uma autoanálise sincera da situação financeira atual e comparar com o cenário de seis meses atrás. Só assim dá para entender o que mudou e reajustar os objetivos de um jeito mais real e eficiente. A consultora do will pontua que, depois dessa análise, vale colocar as prioridades na mesa. Resolver uma pendência ou liquidar uma dívida por vez ao longo do restante do ano ajuda as mudanças a saírem do papel — sem pressão demais e com bem menos frustração no caminho.

 

Anotar é o primeiro passo pra virar a chave

Conforme o estudo Dismorfia Financeira, feito pelo will bank, 46% dos brasileiros sentem que um futuro próspero parece cada vez mais distante. Uma sensação que, muitas vezes, desanima antes mesmo do primeiro passo. Para dar um chega pra lá nesse sentimento, anotar cada avanço na organização das finanças pode ser uma baita aliada — porque ver o progresso, mesmo que aos poucos, faz toda a diferença. 

Organizar os gastos com a técnica ABCD — Alimentação, Básico, Conforto e Desnecessário — ajuda a enxergar para onde o dinheiro está indo. “Se você percebe que os percentuais da renda na categoria ‘desnecessário’ ou o volume de dívidas vêm caindo mês após mês, já é um sinal claro de que suas atitudes estão fazendo efeito”, explica a Mila.

 

É no planejamento que tudo se encaixa

Com a autoanálise feita, as prioridades no radar e o fluxo das anotações na mão, planejar fica bem mais leve. A dica da Mila é: experimente organizar os próximos 6 meses pensando em tudo — dos gastos do dia a dia até aquele presente de aniversário, passando pelo delivery e os deslocamentos via corrida de app. 

“Se guardar uma grana está entre suas prioridades, não precisa começar com tudo. Se R$ 200 pesar no bolso, começar com R$ 50 é um baita passo”, reforça Mila Gaudencio, consultora do will bank. “O que vale aqui é criar constância, se acostumar com o hábito”, diz.

 

Não ter medo de enfrentar as finanças

Falar de grana pode até parecer difícil — e não é à toa: 7 em cada 10 brasileiros não usam palavras positivas para descrever essa relação, segundo a pesquisa de Dismorfia Financeira. Mas, é justamente falando sobre isso que se começa melhorar a relação com o dinheiro, permitindo entrar no segundo semestre com o pé direito.  

“Quando o assunto dinheiro não entra na conversa do dia a dia, tudo que dizem sobre organização financeira parece distante demais. Aí acaba batendo a vontade de desistir antes mesmo de tentar”, orienta Mila. “Mas, quando a gente coloca o tema na roda, a sensação de ‘só eu tô atrasado ou na batalha’ vai embora. Porque, na verdade, todos estão no mesmo barco”.

Organizar as finanças não precisa ser um bicho de sete cabeças e nem um plano para “depois”. Com organização e consistência, é possível melhorar a relação com o dinheiro  e construir, aos poucos, um saldo emocional - e financeiro - mais positivo ao longo do segundo semestre.




will bank
willbank@giusticom.com.br

  

FECAP oferece bolsas de estudos voltadas a alunos de baixa renda em SP


 

A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) anuncia a abertura do processo seletivo para a “Bolsa Social”, que concede 16 bolsas de estudos parciais de 50% de desconto, para o segundo semestre de 2025. A iniciativa é destinada a estudantes com renda per capita familiar bruta de até três salários-mínimos estaduais e busca ampliar o acesso à educação superior de qualidade.

O programa oferece bolsas para cursos como Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Ciências Econômicas, Relações Internacionais, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda. 

Os candidatos serão classificados com base na média aritmética das notas do ENEM ou do Vestibular Agendado. Em caso de empate, serão considerados critérios como a nota da redação e desempenho nas provas específicas. 

As inscrições e o envio dos documentos comprobatórios devem ser realizados até 15 de agosto, pelo site da FECAP: clique aqui. A divulgação dos resultados será realizada em 27 de agosto, e os selecionados terão até 05 de setembro para efetuar a matrícula.
 

Quem pode se inscrever? 

Para concorrer, o candidato deve atender aos seguintes critérios:

  1. Ser brasileiro nato ou naturalizado;
  2. Não ser formado em nenhuma graduação, ou seja, essa deve ser a primeira graduação;
  3. Ter participado do Enem de 2023 ou 2024 e possuir nota igual ou superior a 450 pontos na média, ou ser aprovado no Vestibular Agendado da FECAP;
  4. Não possuir vínculo acadêmico com outras instituições de ensino superior;
  5. Não ter tido vínculo com o Centro Universitário Álvares Penteado – FECAP, ou seja, ser aluno ou ex-aluno;
  6. Ter estudado o ensino médio integralmente em escola da rede pública, ou ter sido bolsista integral;
  7. Apresentar todos os documentos solicitados no Edital;
  8. Pessoas que tenham renda per capta familiar bruta de até 03 salários-mínimos.

Para manter o benefício, os bolsistas devem cumprir requisitos acadêmicos, como aprovação em pelo menos 75% das disciplinas cursadas em cada período letivo. Casos excepcionais poderão ser avaliados mediante solicitação de reconsideração.

O edital completo está disponível no site oficial da FECAP. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail bolsasfecap@fecap.br.

 

Intercâmbio: contratar seguro viagem com antecedência faz toda a diferença

Com expectativa de crescimento de 20% em 2025, programas de intercâmbio exigem atenção redobrada às questões burocráticas 

 

O setor de intercâmbio estudantil tem projeção de crescimento para 2025. Segundo levantamento da STB (Student Travel Bureau), a expectativa é de um aumento de cerca de 20% na procura por esse tipo de experiência. Para acompanhar essa tendência e garantir experiências internacionais seguras e bem-sucedidas, é fundamental estar atento aos trâmites burocráticos, e um dos itens indispensáveis é a contratação antecipada do seguro viagem. 

De acordo com Anna Angotti, gerente de seguros de vida individual e de viagem da Omint, o seguro viagem é um produto de fácil contratação, e pode ser adquirido até um dia antes do embarque. No entanto, ela recomenda uma abordagem mais estratégica: “O ideal é contratar o seguro assim que houver a confirmação das passagens aéreas, garantindo coberturas importantes, como a de cancelamento de viagem ao exterior”, comenta. 

Embora ainda pouco conhecida, essa cobertura é extremamente relevante, especialmente do ponto de vista financeiro. Ela assegura, até o limite do capital segurado, o reembolso de despesas não reembolsáveis, como passagens e hospedagem, caso um evento previsto em contrato impeça o estudante de viajar. 

“O seguro viagem não cobre apenas imprevistos durante o intercâmbio, ele pode ser decisivo antes mesmo do embarque. A contratação antecipada prevê o reembolso dos valores investidos se o estudante for impedido de viajar, como em casos de demissão, visto negado, roubo de documentos, cancelamento de férias ou não confirmação do curso”, ressalta Angotti. 

Além da cobertura médica, o seguro também contempla situações comuns em intercâmbios, como a necessidade de retorno antecipado por motivos familiares ou de saúde. “Muitos estudantes viajam pela primeira vez sozinhos e estão sujeitos a imprevistos que podem comprometer a experiência. Ter acesso a uma central de atendimento 24 horas faz toda a diferença nesses momentos”, destaca.

Vale lembrar que o seguro viagem é obrigatório para a entrada em diversos países europeus e fortemente recomendado para qualquer destino internacional. Nos países que integram o Tratado de Schengen, como Alemanha e França, é exigida uma cobertura mínima de 30 mil euros para despesas hospitalares. Sem essa comprovação, a entrada pode ser negada.

 

Omint Seguros

 

Quadrilha, milho e... redação nota mil? Saiba como equilibrar diversão e responsabilidade no ano do vestibular

Especialista explica que dá para curtir as festas e seguir firme no foco com dicas de planejamento, disciplina e escolhas conscientes.
 

Pé de moleque, quadrilha, bandeirinhas, forró e… revisão de química? Para quem está em ano de vestibular, as festas juninas, e tantas outras comemorações ao longo do calendário, podem parecer verdadeiras armadilhas. A vontade de estar com os amigos bate forte, mas a pressão por resultado também. É aí que entra um ponto muito abandonado nessa fase: o equilíbrio

“Essa é uma das maiores lições que o vestibular ensina: saber fazer escolhas. E muitas vezes, elas não são fáceis”, destaca Valma Souza, diretora do PB Colégio e Curso, instituição especializada em preparação para os principais exames do país. “Isso não significa abrir mão de tudo o que é prazeroso. Significa saber se organizar e agir com responsabilidade, mesmo nos momentos de descontração.”
 

O desafio do ano de vestibular vai além do conteúdo

Medicina, Direito, Engenharia... quem sonha com carreiras concorridas já sabe: o caminho até a aprovação é exigente. Não basta estudar muito, é preciso estudar com foco e constância. E aí entra a importância de entender que o ano do vestibular não é um ano como os outros. 

“É um período de sacrifícios momentâneos por conquistas duradouras. Participar de eventos, sim, mas com consciência. Às vezes, um sábado de revisão pode valer mais do que uma noite de festa”, reforça Valma. 

Ela lembra que muitos estudantes que têm destaque nos vestibulares e nas provas do Enem são os que assumem o protagonismo da própria rotina, abrindo mão de excessos e apostando na disciplina como aliada.
 

Festa hoje, simulado amanhã?

É possível encontrar um meio-termo? Sim! Desde que exista planejamento. O primeiro passo é olhar para o calendário e ter clareza sobre as datas mais importantes: simulados, provas, revisões presenciais ou on-line. Com isso em mente, é possível encaixar momentos de lazer, com hora para começar e terminar. 

“O problema não é a festa em si, mas o quanto ela afeta seu rendimento. Se você vira a noite e não consegue render no dia seguinte, talvez seja hora de repensar”, sugere Valma. Para ela, a régua deve ser o seu objetivo: o quanto você está disposto a investir por ele?
 

Dicas para não se perder no meio do caminho:

  • Tenha um cronograma flexível, mas estruturado. Inclua momentos de descanso, isso também faz parte do estudo.
  • Se organize por metas semanais, e não apenas diárias. Isso permite maior autonomia e mais liberdade para adaptar a agenda.
  • Esteja presente nos momentos de lazer. Aproveite de verdade, sem culpa, mas sem esquecer do compromisso com seu sonho.
  • Escolha bem os eventos. Não dá para ir a tudo. Priorize os mais significativos e que não atrapalhem a sua performance.
  • Cerque-se de pessoas que entendem e respeitam seu momento. A pressão social pode ser um desafio, mas boas companhias ajudam a manter o foco.


O vestibular ensina sobre vida

Mais do que conteúdos, o vestibular é um grande treino de inteligência emocional, maturidade e escolha de prioridades. Aprender a dizer “não agora” pode ser justamente o que vai te permitir dizer “sim” para uma vaga na universidade dos sonhos no futuro. 

E, claro, depois da aprovação, a quadrilha da comemoração vai ser ainda mais animada!

 

Nuvem híbrida e multicloud: as estratégias essenciais para a infraestrutura digital da sua empresa

No dinâmico cenário empresarial de hoje, a agilidade e a capacidade de adaptação são mais do que vantagens competitivas; são requisitos para a sobrevivência. E no coração dessa capacidade está a forma como as empresas gerenciam seus dados e sistemas de tecnologia da informação (TI).

Uma pesquisa da FGVcia em 2023 revelou que 42% das empresas brasileiras já utilizam a 'nuvem' – um conceito que, para muitos, ainda parece um mistério, mas que se tornou o alicerce da operação moderna – para processar suas informações. A expectativa é que esse número chegue a 50% em 2025. Isso não é apenas uma estatística; é um reflexo da busca incessante por maior eficiência, segurança e capacidade de inovação.

Nesse contexto de transformação digital, duas abordagens de infraestrutura em nuvem ganham destaque e são cruciais para o sucesso: a infraestrutura híbrida e a multicloud. Embora ambas operem no ambiente digital e busquem otimizar recursos, elas representam estratégias distintas, cada uma com suas particularidades.

Compreender as diferenças entre esses modelos não é apenas uma tarefa técnica; é uma decisão estratégica que pode moldar o futuro da sua organização. Diante disso, a infraestrutura híbrida, pode ser definida como a combinação estratégica de diferentes “locais” em que a empresa armazena dados e executa aplicações, todos trabalhando em perfeita sintonia. Na prática, é como ter o próprio centro de dados (o “on-premise”, ou “no local”), onde mantém seus servidores físicos e informações mais sensíveis, como se fosse o escritório principal com arquivos mais confidenciais e sistemas legados, porém o usuário tem o controle total.

Já o multicloud, envolve o uso de dois ou mais serviços de nuvem pública de diferentes provedores. Neste formato, o destaque está na diversidade de provedores, e não necessariamente na integração profunda entre os tipos de nuvem (pública ou privada). A vantagem aqui é a liberdade de escolha. É possível selecionar cada provedor de nuvem com base em qual oferece o melhor serviço, o melhor preço ou a funcionalidade mais específica para uma determinada aplicação, evitando a dependência de um único fornecedor. É uma estratégia para diversificar riscos e aproveitar as melhores ofertas do mercado, como ter vários fornecedores especializados para diferentes necessidades da cadeia de suprimentos.

Ambas infraestruturas oferecem benefícios estratégicos, como flexibilidade e resiliência, visto que a distribuição de cargas de trabalho promove a menor dependência de um único provedor; eficiência e otimização de custos, a partir do melhor aproveitamento de recursos e serviços específicos de cada ambiente; segurança e conformidade, com maior controle sobre os dados sensíveis e redução de "vendor lock-in"; e escalabilidade e inovação, uma vez que promove a capacidade de rápida expansão e suporte a melhoria contínua.

Por sua vez, mesmo que esses recursos brilhem aos olhos, cabe enfatizar que ambos os ambientes podem apresentar desafios técnicos e operacionais, como: integração e complexidade, tendo em vista a dificuldade em conectar e gerenciar ambientes diversos; governança e segurança, no qual é necessário manter políticas consistentes e proteger dados em múltiplos locais; latência e performance, levando em conta as variações de desempenho e conectividade entre ambientes que pode acontecer; e, sobretudo, a gestão de custos, tendo em vista a dificuldade em monitorar e otimizar gastos em plataformas distintas.

Considerando todos esses fatores, o sucesso da aplicação de um ambiente híbrido ou multicloud depende, exclusivamente, de um planejamento estratégico, uma gestão eficiente e, principalmente, da definição de uma estratégia clara alinhada aos rumos do negócio. Mais do que escolher uma opção por apresentar vantagens genéricas, é preciso definir o modelo com base na sua capacidade de aderência ao perfil da empresa, bem como ter os recursos corretos que favoreçam o gerenciamento da infraestrutura. É como escolher o melhor modelo de carro para sua empresa: não basta ser bonito, precisa atender às suas necessidades de transporte, orçamento e capacidade de manutenção.

Nesse contexto, a tecnologia, a partir do uso de ferramentas de gestão, é uma medida eficaz. Esses recursos apoiam a simplificar a integração, desde a conexão até a orquestração dos ambientes. Além disso, auxiliam na unificação e proteção de dados de acessos, bem como promovem automação e visibilidade de forma centralizada. É como ter um painel de controle unificado para gerenciar todas as suas operações de TI, por mais distribuídas que estejam.

O ambiente híbrido é ideal para empresas que precisam manter dados sensíveis ou sistemas legados on-premises por questões de segurança, conformidade ou performance, mas desejam usar a nuvem pública para escalabilidade e flexibilidade em outras áreas. Enquanto o multicloud é indicado para organizações que buscam otimizar riscos, custos e aproveitar os melhores serviços de múltiplos provedores de nuvem, evitando a dependência de um único fornecedor. Mas, antes de optar pela escolha mais assertiva para a empresa, é imprescindível que haja o consenso de que o modelo a ser aderido esteja em concordância com os objetivos do negócio, o orçamento disponível e a capacidade interna da equipe de TI e, tudo começa pela infraestrutura.

 



Heberton Roger Carneiro - diretor de insfraestrutura e cloud da SPS Group.

SPS Group


Férias de julho: cuidados essenciais para viajar em segurança com crianças e pets


Com a proximidade das férias escolares, muitas famílias se preparam para pegar a estrada e curtir momentos de lazer. Para quem viaja com crianças e animais de estimação, o planejamento deve incluir cuidados ainda maiores com a segurança e o conforto de todos os ocupantes do veículo.  

Um dos pontos mais importantes é o uso dos equipamentos de segurança adequados. Cadeirinhas, assentos de elevação e cintos específicos para pets não são apenas recomendados, mas obrigatórios segundo a legislação vigente. “É fundamental garantir que todos os dispositivos estejam certificados, bem instalados e ajustados de acordo com o tamanho e o peso das crianças e dos animais. Isso faz toda a diferença em caso de frenagens bruscas ou acidentes”, destacam os especialistas da AutoZone Brasil, referência nacional em peças e acessórios automotivos.  

Pensando nisso, a equipe da AutoZone Brasil preparou uma lista com algumas dicas para motoristas que desejam preparar o carro antes de viajar e investir na segurança de toda a família: 

 

·         Mantenha o interior do carro organizado: 

Utilize compartimentos ou bolsas organizadoras para armazenar itens essenciais como água, alimentos, brinquedos das crianças e acessórios para os pets (potes portáteis, mantas, etc.). Isso evita distrações durante a viagem e facilita o acesso ao que for necessário. 

 

·         Proteja contra o calor e os raios solares: 

O uso de películas de proteção solar nos vidros ajuda a manter o interior do veículo mais fresco e reduz a exposição direta ao sol, o que é especialmente importante para crianças e animais mais sensíveis ao calor. 

 

·         Faça a revisão do sistema de ar-condicionado: 

Verifique o funcionamento do ar-condicionado, troque os filtros e, se necessário, faça uma limpeza completa do sistema. Crianças e pets são mais sensíveis a variações de temperatura e um sistema de climatização em dia garante conforto e evita problemas respiratórios durante a viagem. 

 

·         Cheque a manutenção geral do veículo: 

Além dos cuidados específicos com o conforto dos passageiros, faça uma revisão básica: cheque pneus, freios, óleo, iluminação e sistema elétrico. Uma parada inesperada pode ser ainda mais desconfortável com crianças e pets a bordo. 

 

·         Leve entretenimento a bordo: 

Invista em tablets, livros, jogos de viagem e playlists de músicas infantis (lembrando sempre de manter um carregador portátil disponível), que ajudam a manter os pequenos entretidos e diminuem o risco de distrações ao volante. 

 

·         Tenha uma malinha de emergência: 

Leve uma muda de roupa extra, lenços umedecidos, álcool em gel e uma farmacinha com itens básicos para evitar qualquer imprevisto dentro do carro. 

  



AutoZone
www.autozone.com.br


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