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quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Dia Mundial do Macarrão: Vitarella sugere receitas com três diferentes cortes

Aprenda a preparar variações de um dos pratos mais tradicionais da culinária italiana


O Dia Mundial do Macarrão é celebrado em 25 de outubro, desde 1995. A data teve origem em Roma, no Congresso Mundial do Macarrão, que contou com diversos fabricantes da massa. No Brasil, só passamos a comemorar a data em 1998 quando a ABIMPAI, junto com alguns restaurantes, instaurou a comemoração no país.

Assim como Vitarella, marca líder no segmento de biscoitos, o macarrão é uma massa com diferentes cortes e opções. Para a data não passar em branco, a marca que acredita que se tem diferença, tem sabor, sugere três receitas com os cortes espaguete, ninho e parafuso.

Como primeira sugestão, temos o clássico Espaguete à Carbonara, finalizado com charmosas folhinhas de manjeiricão. Você também pode preparar a saborosa Macarronada de Ninho com Queijo Gratinado, com presunto no recheio. Para finalizar as sugestões, temos o cremoso Parafuso ao Molho de Linguiça, que promete uma explosão de sabores.

Convide a todos para experimentar as opções, garantindo um dia diferente e com muito sabor.

Para saber como fazer, confira as receitas abaixo:


Espaguete à Carbonara



Ingredientes:


1 embalagem de Espaguete com Ovos Vitarella
Parmesão ralado (400g)
Bacon em cubos (350g)
Dente de alho (1)
Creme de leite (2 caixinhas)
Gemas (5)
Ovos (5)
Sal (a gosto)
Pimenta preta (a gosto)
Parmesão ralado (a gosto)
Folhinhas de manjericão (a gosto)

 

Modo de Preparo:


- Bata os ovos com as gemas, o queijo parmesão e tempere com sal e pimenta do reino. Reserve;
- Doure os cubos de bacon com o dente de alho;
- Retire o dente de alho;
- Cozinhe o espaguete Ovos Vitarella conforme embalagem;
- Escorra imediatamente com uma pinça e coloque na panela junto com bacon;
- Adicione o creme de leite e aqueça;
- Retire do fogo e acrescente o creme de ovos. Envolvendo no macarrão;
- Sirva com parmesão ralado e pimenta do reino a gosto;
- Decore com folhinhas de manjericão.

Rendimento: 8 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos

 

Macarronada de Ninho com Queijo Gratinado



Ingredientes:


1 pacote macarrão Speciale Ninho Vitarella
400g Queijo Muçarela
400g Presunto
300g Parmesão ralado
400g Molho de tomate
2 litros Leite
100g de farinha de trigo
100g de manteiga
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

 

Massa
- Cozinhe a massa de uma por uma em água e sal. Por 3 minutos, para que o ninho não perca o formato. Reserve.


Molho Branco
- Coloque em uma panela: a manteiga e o trigo em fogo baixo, mexendo sempre. Até deixar uma camada leve dourada/ ficar com uma consistência arenosa;
- Acrescentar o leite e mexa sempre para não empelotar;
- Adicionar 200g de queijo parmesão. Temperar com sal e pimenta do reino a gosto.


Montagem:
- Em uma travessa disponha o molho branco no fundo;
- Envolva os Ninhos previamente cozidos com queijo muçarela. E colocar sobre o molho branco na travessa;
-  Recheie os Ninhos com molho de tomate, presunto em tirinhas um pouco mais de molho branco e queijo parmesão ralado;
- Cubra com papel alumínio e leve para o forno;
- Agora é só servir.

Rendimento: 8 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos

 

Parafuso ao Molho de Linguiça



Ingredientes

 

Para o Molho


6 gomos de linguiça frescal (600 g)
¼ de xícara (chá) de azeite (60 ml)
1 cebola grande picada (160 g)
3 dentes de alho picados (15 g)
3 latas de tomate pelado (1,2 kg)
2 ramos de manjericão fresco
sal a gosto

 

Para a Massa


sal a gosto
1 embalagem de Speciale Parafuso Vitarella
Lascas de parmesão a gosto

 

Modo de preparo:

Molho
- Retire a tripa da linguiça, esfarele a carne e reserve. Em uma panela grande, coloque o azeite e refogue a cebola e o alho, até murcharem e ficarem dourados. Acrescente a linguiça e frite, até que esteja dourada;
- Enquanto isso, pique os tomates pelados e coloque na panela, junto com o líquido da lata;
- Junte os ramos de manjericão, misture bem e deixe cozinhar, em fogo baixo, tampado, por cerca de 20 minutos ou até engrossar;
- Tempere com sal e, no momento de servir, retire e descarte os ramos de manjericão.


Massa
Em uma panela grande, ferva 5 litros de água e acrescente o sal. Coloque a massa e cozinhe por 6 a 8 minutos ou até que fique macia, mexendo de vez em quando;
- Escorra, misture o molho e sirva com lascas de parmesão.

Rendimento: 4 a 5 porções (1,3 kg de molho)
Tempo de Preparo: 30 minutos

Dica: caso prefira o molho mais picante, acrescente pimenta calabresa a gosto.

 

 



Vitarella
www.vitarella.com.br
www.facebook.com/vitarellaOficial e no Instagram @vitarella


*Fonte: Nielsen, Retail Index, TT BR INA + C&C YTD 22 – junho 21 a maio 22)


M. Dias Branco
www.mdiasbranco.com.br


25/10 Dia do Macarrão - Chef Isaias Soares ensina receita para comemorar a data

Um ravioli ao molho pomodoro é a dica do expert


No dia 25 de outubro é celebrado mundialmente o Dia do Macarrão, um dos pratos mais populares e apreciados do mundo, que faz parte da culinária de diversas culturas ao redor do mundo.

E para comemorar a data, o chef Isaías Soares, a convite da EKMA – uma das marcas líderes do segmento de molhos condimentados e atomatados para food service - colocou a mão na massa para criar um ravioli ao molho pomodoro.

 


INGREDIENTES DA MASSA

550g de gema (de preferência, de ovo caipira)

325g de semolina

325g de farinha de trigo

 

INGREDIENTES PARA O RECHEIO:

Pode ser feito de acordo com o gosto de cada um. A sugestão do chef é uma mistura de muçarela, tomilho e um pouco de molho branco, levado rapidamente ao fogo.

 

INGREDIENTES PARA O MOLHO

500 g de molho de tomate triturado EKMA

500 g de tomate

30g de manteiga

10g manjericão

15g de sal

25g de açúcar

30g de alho moído

2g de orégano

4g de lemon pepper

300g de água

 

MODO DE PREPARO DA MASSA:

Em uma tigela grande, misture a farinha de trigo e a semolina. Numa tigela pequena, quebre um ovo e separe a gema uma de cada vez e vamos pesar para fechar a receita correta italiana. Em seguida, transfira as gemas para o centro da tigela com farinha. Com um garfo, mexa apenas os ovos para misturar as gemas às farinhas, fazendo movimentos circulares do centro para a borda da tigela, em sentido horário.

Assim que a farinha incorporar as gemas, misture e amasse com a mão até formar uma bola. Leva massa para a bancada e amasse até ficar lisa. Esse procedimento leva cerca de 15 a 20 minutos. Embale com filme e deixe descansar em temperatura ambiente por 30 a 40 minutos.

Polvilhe a bancada de trabalho com farinha. Transfira a massa para a bancada e, com uma espátula e faça a divisão da massa em 4 partes, para que fique mais fácil de abrir. Polvilhe a farinha mais um pouco sobre a mesa e, com o rolo, abra uma das partes formando um retângulo de cerca de 40 cm x 20 cm a massa deve ficar bem fina, com cerca de 2 mm de espessura. Para o ravioli, corte pedaços de 6,5 cm por 6,5 cm.

Para rechear, coloque o creme de muçarela numa manga de confeitar, acrescente o recheio e sobreponha a massa sobre a outra, formando o ravioli, que pode ser fechado com um garfo.

Leve ao fogo alto uma panela grande com cerca de 7 litros de água para ferver. Coloque duas colheres de sal (se desejar) e acrescente a massa. Cozinhe de 4 a 6 minutos.

 

MODO DE PREPARO DO MOLHO:

Coloque a água no liquidificador e todos os tomates, dividido em quatros. Em seguida, acione o liquidificador no modo pulsar por 1 minuto (somente para picar o tomate em pedaços pequenos) e reserve. Leve a frigideira ao fogo com a manteiga e também o manjericão para saborizar a manteiga por 30 a 40 segundos. Acrescente o molho de tomate triturado da EKMA, o tomate picado e, na sequência, o açúcar. Adicione o sal, o alho moído, o orégano e o lemon pepper. A cada ingrediente colocado, misture bem por 8 minutos.  Molho finalizado, acrescente um fio de azeite.

Sirva cada prato com seis raviolis e molho à vontade. 



Chef Isaias Soares - Formado em Gastronomia e pós-graduado em Massas Italianas, o Chef Isaias é referência quando o assunto é pizza. Com ampla experiência nacional e internacional, é diretor da FIC (Federação Italiana de Cozinheiros) no Paraná, Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, e da API (Associação Pizzarias Italianas). Além disso, é diretor da FEBRAMEPI (Federação Brasileira de Mestres Pizzaiolos) e diretor do Instituto Gourmet da Pizza. Sua habilidade como pizzaiolo é reconhecida em todo o mundo, e sua especialização na Accademia Pizzaioli e Le 5 Stagione na Itália o destacam ainda mais como um verdadeiro mestre em sua arte.



Ekma
www.ekma.com.br


terça-feira, 24 de outubro de 2023

Protocolo de Diabetes Tipo 1 será debatido na Câmara Municipal de Chapecó no dia 30 de outubro

Associação dos Diabéticos de Chapecó e a Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e Obesidade estão em parceria para a discussão


Dados do último Atlas da Federação Internacional do Diabetes, o Brasil têm 16 milhões de pessoas com a condição e cerca de 50% de pessoas, entre 20 e 79 anos, que não sabem que têm o diagnóstico da condição*.

Um estudo não muito recente, mas que na prática os dados não fogem muito da realidade brasileira é: Prevalência e Correlações do Controle Glicêmico Inadequado: resultados de uma pesquisa nacional em 6.671 adultos com diabetes no Brasil. Os dados mostram que o controle glicêmico inadequado foi de uma média de 76%, sendo que 90% das pessoas com diabetes tipo 1 e 73% em indivíduos com diabetes tipo 2.

A junção da falta de diagnóstico precoce e da adesão ao tratamento traz um resultado alarmante. Segundo uma pesquisa do Ministério da Saúde realizada entre janeiro e setembro do ano retrasado, foram realizadas 12.639 cirurgias para amputações de membros inferiores, sendo uma média de 46 por dia, decorrentes do diabetes.

Pensando nesta situação, a Associação dos Diabéticos de Chapecó e a Coalizão Vozes do Advocacy solicitaram uma audiência pública na Câmara Municipal de Chapecó, no próximo dia 30, às 14h, para discutir melhorias no Protocolo de Atendimento de pessoas com diabetes tipo 1 no município, que inclui a inserção do sistema de monitorização contínua de glicose. 

Evidências de ensaios clínicos e de estudos de vida real demonstram que a utilização do sensor resultou em redução importante de hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) no nível 1, quando está abaixo de 70 mg/dl, e especialmente com relação à hipoglicemia nível 2, quando a glicemia chega abaixo de 54 mg/dl em pessoas com diabetes tipo 1***.

O uso do sensor também resultou em redução de 56,2% na ocorrência de internação por cetoacidose, complicação do diabetes que deixa o sangue ácido e pode levar à morte ****. Outro benefício acompanhado em estudo foi a redução de hospitalizações por complicações agudas do diabetes em 49% em pessoas com diabetes tipo 1. ***** 

A audiência pública ocorrerá presencialmente no Plenário da Câmara Municipal de Chapecó, no dia 30 de outubro, às 14h. O convite foi enviado para: Jader Danielly, Secretário da Saúde de Chapecó; e Lenir Matte, representante da Associação dos Diabéticos de Chapecó; Vanessa Pirolo, coordenadora da Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e Obesidade; Dra. Camila Cassol Brum, médica especialista da Secretaria Municipal de Saúde; Dr. João Israel Pereira Pito Junior, médico especialista da Secretaria Municipal de Saúde; Carmem Zanotto, secretária de Saúde do Estado de Santa Catarina; Sandra Adriana Alves, representante do Conselho Municipal de Saúde de Chapecó.

 

Sobre a Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e em Obesidade

Com a participação de 21 associações e de 2 institutos de diabetes, o projeto promove o diálogo entre os diferentes atores da sociedade, para que compartilhem conhecimento e experiências, com o intuito de sensibilizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoces do diabetes da obesidade e das complicações de ambas as doenças, além de promover políticas públicas, que auxiliem o tratamento adequado destas doenças no país.

 

 

Referências:

*Federação Internacional de Diabetes: https://diabetesatlas.org/

**Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2020: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/vigitel/relatorio-vigitel-2020-original.pdf

*** Bolinder J, Antuna R, Geelhoed-Duijvestijn P, Kröger J, Weitgasser R. Novel glucose-sensing technology and hypoglycaemia in type 1 diabetes: a multicentre, non-masked, randomised controlled trial. Lancet. 2016;388(10057):2254–63.

**** ROUSSEL R, GUERCI B, VICAUT E, DEPOUVOURVILLE G, DETOURNAY B, EMERY C, et al. 68-OR: Dramatic Drop in Ketoacidosis Rate after FreeStyle Libre System Initiation in Type 1 and Type 2 Diabetes in France, Especially in People with Low Self-Monitoring of Blood Glucose (SMBG): A Nationwide Study. Diabetes. 2020
Jun;69(Supplement 1):68-OR.

***** Roussel R, Riveline J-P, Vicaut E, de Pouvourville G, Detournay B, Emery C, et al. Important Drop in Rate of Acute
Diabetes Complications in People With Type 1 or Type 2 Diabetes After Initiation of Flash Glucose Monitoring in
France: The RELIEF Study. Diabetes Care [Internet]. 2021 Jun 1;44(6):1368–76. Available from:
https://diabetesjournals.org/care/article/44/6/1368/138708/Important-Drop-in-Rate-of-Acute-Diabetes

 

 

Quando colocar lentes de contato nos dentes? Dentista explica casos mais indicados

Imagem de wavebreakmedia_microa no Freepik
As lentes são uma opção de tratamento em casos de queixa em relação ao formato, tamanho, estrutura e alteração na cor dos dentes


Ter um sorriso bonito, com dentes brancos e alinhados é o sonho de muita gente. Para quem está em busca do tratamento para alcançar esse objetivo, as facetas de porcelana são uma boa opção. Formada por finas lâminas de porcelana que são colocadas sobre a superfície frontal dos dentes, o tratamento tem como objetivo melhorar sua forma, cor e tamanho. Segundo a ortodontista Silvia Valentim, franqueada da Oral Sin, o tratamento é indicado para a melhoria da diastema (espaço entre dentes), até o restauro de dentes que sofreram algum trauma.

Conhecidas também como lentes de contato dental, elas podem corrigir imperfeições dentárias, como dentes manchados, desgastados, desalinhados ou com espaços entre eles. A estrutura feita em porcelana é recomendada para diferentes casos, como: restauração de dentes fraturados ou lascados, complementar ao tratamento ortodôntico, correção da coloração alterada na dentição — como manchas no esmalte dentário, ajuste no espaço dental extra, correção de ângulos, aumento do comprimento ou da largura dos dentes e acerto do contorno dos dentes.“Nesses casos, o preparo dental é mínimo, ou até mesmo ausente, e as lentes são coladas por meio de uma técnica adesiva, tendo grande longevidade, quando bem executado, entre 10 e 15 anos. É um tratamento que requer acompanhamento e é muito procurado atualmente”, afirma a dentista. Já as facetas são semelhantes às lentes de contato, porém elas são mais espessas, sendo o preparo dental maior para corrigir queixas como as citadas acima, além das alterações na cor nos dentes.

Existem também facetas em resina, porém o material possui limitações quando comparado à porcelana, sendo eles o desgaste e alteração de cor devido à porosidade e composição do material. “Já as facetas ou lentes de contato dental de porcelana possuem maior longevidade pela resistência ao desgaste e estabilidade de cor. É um tratamento estético sofisticado, podendo ser realizado no fluxo digital no qual a boca é escaneada e as facetas são fresadas em uma máquina específica, o que justifica seu alto custo”, explica a profissional.

Não existe regra e nem idade para colocar as lentes, porém a dentista explica que é indicado para maiores de 18 anos: “esse procedimento virou febre, com uma procura cada vez maior”, afirma Silvia.


Oral Sin


Estou grávida: quais chás posso tomar?

Não se engane: chás aparentemente inofensivos podem ser absolutamente restritivos durante a gestação. Nutricionista revela os vilões e mocinhos dos chás

 

Que os cafés e bebidas com cafeína são prejudiciais ao período de gravidez, já é sabido. Mas, eles não estão sozinhos. Apesar de diversos chás serem benéficos às mulheres e bebês durante a gestação, há opções que devem ser seriamente evitadas enquanto a mulher estiver grávida. Natalia Barros, Nutricionista Mestre em Ciências pela UNIFESP e fundadora da NB Clinic, revela os sinais verdes e vermelhos para o consumo de chás durante a gravidez. 

"A gravidez é um período de mudanças fisiológicas significativas no corpo da mulher, e muitas gestantes recorrem ao consumo de chás como uma forma de aliviar desconfortos frequentemente associados a essa fase. No entanto, a prática do consumo de chás durante a gestação é cercada por mitos e verdades que merecem uma avaliação rigorosa à luz da evidência científica", inicia a especialista. 

Ela informa que alguns chás contêm ervas que podem ser prejudiciais, afetando os hormônios e o desenvolvimento fetal. Além disso, acrescenta Natalia, os chás não podem entrar como substitutos da hidratação. "A água é fundamental durante a gestação para manter a hidratação adequada e garantir o desenvolvimento saudável do bebê. O consumo excessivo de chás pode levar a uma ingestão insuficiente de água", alerta. 

Diante disso, a nutricionista aponta, inicialmente, os chás autorizados e favoráveis ao processo de gestação:

 

Chá de Gengibre (Zingiber officinale): Amplamente conhecido por sua capacidade de aliviar náuseas e vômitos, sintomas comuns durante a gravidez. Estudos têm demonstrado que o gengibre é seguro quando consumido em quantidades moderadas durante a gestação. Acredita-se que seus compostos ativos, como os gingeróis, exerçam efeitos antieméticos e anti-inflamatórios. No entanto, é importante salientar que o consumo excessivo de gengibre pode aumentar o risco de sangramento, devido às suas propriedades antiplaquetárias.

 

Chá de Casca de Frutas: Chás de casca de maçã, pêssego ou laranja são geralmente considerados seguros durante a gravidez. Além de oferecerem uma variedade de vitaminas e antioxidantes, são pobres em cafeína e, portanto, representam uma opção menos arriscada para as gestantes. No entanto, é importante não exagerar no consumo, uma vez que cascas de frutas cítricas podem contribuir para sintomas de azia em algumas mulheres.

 

Agora, Natalia Barros indica os chás a serem evitados durante a gravidez:

 

Chá de Camomila (Matricaria chamomilla): Apesar de a camomila ser frequentemente recomendada como um calmante natural, seu uso durante a gravidez é motivo de preocupação. Alguns estudos sugerem que a camomila, quando consumida em quantidades elevadas, tem propriedades abortivas e emenagogas, ou seja, que estimulam a menstruação e o relaxamento uterino, podendo aumentar o risco de abortos. Alguns princípios tóxicos, como os terpenos, podem ser prejudiciais na gestação e causar efeitos adversos. Os terpenos promovem relaxamento no músculo do útero, dificultando a fixação do embrião, podendo ocasionar aborto. Estudos mostraram maiores indícios de aborto espontâneo e partos prematuros nas gestantes que faziam o uso constante da camomila.

 

 Chá Verde (Camellia sinensis): Fonte rica em catequinas e cafeína, que, consumida em excesso durante a gestação, pode estar associada a complicações como parto prematuro e baixo peso ao nascer. Portanto, chás contendo chá verde devem ser evitados.

 

Erva Doce (Foeniculum vulgare): A erva doce é frequentemente utilizada para aliviar problemas digestivos. No entanto, seu consumo em grandes quantidades pode estimular as contrações uterinas, o que levanta preocupações sobre seu uso durante a gravidez.

 

Erva Cidreira (Melissa officinalis) e Mate (Ilex paraguariensis): Ambos contêm cafeína, o que torna seu consumo desaconselhável durante a gravidez, devido aos riscos associados à cafeína já mencionados.

 

Natalia reafirma a importância de acompanhamento nutricional durante a gestação por este e outros motivos. "É fundamental que as gestantes consultem um nutricionista para orientações específicas sobre a dieta e o consumo de chás durante a gestação, visando assegurar a saúde materna e fetal durante esse período crítico".

 

NATALIA BARROS - Nutricionista - Centro Universitário São Camilo. Mestre em Ciências Aplicadas. Departamento de Nutrição da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Fundou a primeira Pós-graduação em Saúde da Mulher e Reprodução Humana do Brasil. Docente convidada - Pós-graduação em Nutrição Materno infantil (USP). Aprimoramento em Nutrição Humana e Metabolismo Stanford University. Extensão em Saúde da Mulher AGE Educação em Saúde. Extensão em Comportamento Alimentar Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq-HCUSP)

 


Saiba como o leite e o mel podem te ajudar a dormir melhor


Literatura científica aponta que introduzir os alimentos no processo de higiene do sono pode melhorar a qualidade do descanso e diminuir a dificuldade para adormecer


Leite e mel são uma combinação clássica na história, presente em diversas bebidas e usada para o preparo de algumas sobremesas. A junção dos dois ingredientes, inclusive, é tida por certos religiosos como símbolos de riqueza e prosperidade. O fato é que a mistura é calmante e reconfortante, comumente usada por pessoas com dificuldade para dormir para relaxar e amenizar a insônia. Mas afinal de contas, esse uso milenar tem alguma base científica? A resposta é sim! Diversos estudos realizados ao longo dos anos já avaliaram a eficácia desses alimentos no tratamento de uma série de distúrbios.


Leite + mel = sono melhor?

Um estudo, realizado em Israel, com crianças com problemas respiratórios, atestou que a administração dos dois alimentos em conjunto ocasionou melhoras em quadros de tosse e, o que ajudou os voluntários a dormir melhor.

Um segundo estudo clínico randomizado foi realizado com 68 pacientes idosos com doenças coronárias, internados em um hospital de referência na cidade de Semnan, no Irã. Logo após introduzirem o mix em suas dietas, consumindo duas vezes ao dia, os voluntários relataram melhoras em vários pontos na qualidade do sono.

Uma terceira pesquisa, realizada no Japão, atestou que tomar um copo de leite morno com mel cerca de 30 minutos antes de dormir diminui significativamente a dificuldade para chegar ao sono REM, o estágio em que ocorrem os sonhos, e quando, de fato, descansamos.

“Pesquisadores de diferentes locais entendem que o leite e o mel podem ser usados juntos e melhoram a qualidade do sono em diferentes públicos, que vão desde crianças com problemas respiratórios, até idosos portadores de cardiopatias. Para nós da Baldoni, é muito louvável saber que a sabedoria ancestral, que traz o mel como um remédio versátil no tratamento de uma série de transtornos, é corroborada pela literatura científica. Ainda mais gratificante é saber que fornecemos um produto de custo relativamente baixo, que pode ser de tão grande ajuda contra a insônia, que é um problema sério e presente na nossa sociedade atualmente”, destaca Daniel Cavalcante, doutor em Tecnologia de Alimentos, presidente da Associação Brasileira de Estudo das Abelhas (A.B.E.L.H.A.) e CEO da Baldoni.


Introduza leite e mel na higiene do sono

Com a superexposição às telas, cada vez mais pessoas vêm tendo maior dificuldade para dormir e uma qualidade de sono pior. Por conta disso, se faz necessária a adoção de uma rotina bem definida antes de se adormecer, a fim de garantir que o corpo realmente descanse. Confira a seguir alguns passos fornecidos pela Baldoni que podem te ajudar a dormir melhor e evitar os problemas decorrentes de noites sem descanso:

  1. Tenha um horário definido para dormir;
  2. Consuma apenas alimentos leves e de rápida digestão após às 20h;
  3. Evite o consumo de bebidas estimulantes, como café, chás e energéticos durante a noite;
  4. Tome um copo americano de leite morno, adoçado com cerca de ½ colher de sopa de Mel Baldoni Flores de Eucalipto;
  5. Vá para a cama apenas quando se sentir sonolento;
  6. Faça com que seu quarto seja um ambiente silencioso, aconchegante e que induz ao sono;
  7. Deixe o celular apenas perto o suficiente para ouvir o despertador, mas evite usar o aparelho em cima da cama;
  8. Não fique monitorando o relógio;
  9. Evite dormir demais, o ideal são entre 6h30 e 8 horas de sono por noite.

 


Baldoni
www.baldoni.com.br



Sua dor de cabeça tem causa emocional

Toda dor ou doença tem um sentido ou um código biológico conectado a uma situação traumática, vivida de uma maneira específica e guardada no inconsciente, e isso inclui sua dor de cabeça. Encontrar esse código pode ser o primeiro passo em direção à cura.


Se tem uma coisa que brasileiro conhece muito bem é uma bela dor de cabeça. Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia, somos mais de 140 milhões de brasileiros sofrendo com as mais diversas dores de cabeça. Se levarmos em conta os números do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022, isso significa mais de 50% da população brasileira.

A grande questão é que, na maioria das vezes, as dores de cabeça parecem não ter uma causa certa e podem estar conectadas a muitos fatores, inclusive os emocionais., segundo a Biodecodificação. Encontrar soluções que sejam parcerias dos tratamentos convencionais pode ajudar a eliminar as dores.

A Biodecodificação é uma técnica descoberta pelo francês Christian Flèche,  que investiga a função do órgão doente para encontrar o sentido ou código biológico de uma dor. O objetivo é encontrar o que os biodecodificadores chamam de ressentir, uma “pista” que pode levar em direção ao evento dramático que seria a causa daquela dor ou doença .

A Biopsicoterapeuta Celia Fadul explica: “tudo que vivemos é sentido, certo? Porém, quando algo transcende nossa compreensão e nos causa dor, muitas vezes fica gravado, mesmo que de forma inconsciente, em nossas células, causando o que chamamos de ressentir, ou seja, estamos sempre revivendo aquela situação em diferentes ocasiões da vida, ressentindo a mesma dor, mesmo que de maneira diferente”.

Descobrir o evento que causou o ressentir permite ganhar consciência e tratar a dor ou a doença para além do corpo e do sintoma. “Vamos direto na causa, o que elimina novas situações de ressentir a partir dali”, enfatiza Celia.

No caso das dores de cabeça, o código pode ser mais simples do que imaginamos. “Para que serve o cérebro? Pensar, encontrar soluções, controlar, tomar decisões. Durante nossa vida fazemos tudo isso constantemente. E está tudo bem”, lembra Celia, que continua: “mas, para algumas pessoas, não poder controlar ou não encontrar solução para algo com sua cabeça, com sua mente, é inaceitável e até mesmo insuportável”.

Ela dá o exemplo de uma paciente que sofria com enxaquecas horríveis: “durante o tratamento, descobrimos que, quando ela tinha 6 anos de idade, presenciou o pai sofrer um ato de extrema violência dentro da própria casa, com assaltantes. Na ocasião, ela se sentiu incapaz de poder defender seu pai, de encontrar uma solução e esse foi o estopim para o ressentir”.

Celia complementa: “constantemente, ela repensava o que poderia ter feito para impedir o sofrimento do pai e isso ficou gravado em seu corpo, em seu inconsciente e, a partir dali, a sensação inconsciente era de ela tinha que encontrar solução para tudo e para todos. Esse ato de pensar, repensar, buscar uma solução para tudo, mesmo quando não existia, era o causador das dores de cabeça”.

Entender essa situação permitiu à paciente tomar atitudes diferentes em relação à vida, rumo a uma mudança de comportamento (desapegar das soluções) e a uma ressignificação do ocorrido (rejeitar o sentimento de culpa e a posterior impotência diante do fato), acabando com suas enxaquecas

A terapeuta lembra: “é inegável a importância do autoconhecimento e do acompanhamento terapêutico quando temos uma dor ou doença, especialmente quando já tentamos de tudo e nada parece efetivamente surtir efeito. A terapia não substitui o tratamento médico, ela atua como uma coadjuvante que corta o mal pela raiz, impedindo que ele volte”.

 

Celia Fadul - Começou sua carreira como fotógrafa e publicitária, no mundo da moda e eventos, trabalhando no Brasil, França, México e Estados Unidos. Paralelamente a esses trabalhos, nunca deixou de se conectar com sua verdadeira essência: ajudar o outro em sua busca pela saúde. Celia passou pelas mais diversas formações: Cruz Vermelha, Reiki, Xamanismo, leitura de Registros Akashikos, Bioenergética, Fraternidade Branca, leitura de mesa radiônica até se reconectar com os Maoris Healers da Nova Zelândia. Concluiu sua formação como terapeuta Maöri em 2018 com Atarangi Muru e Manu Korewha, em Ahipara, e continua aprendendo com seus anciões, indo para retiros na Nova Zelândia todos os anos. Em 2018, também começou sua formação em Biodecodificação, com o método francês de Christian Flèche. Hoje, é uma das poucas terapeutas Maöri no Brasil e atua como Psicobioterapeuta.


Câncer e depressão: qual a relação entre as doenças?


Estudo mostra que transtorno depressivo não causa aumento na incidência de tumores

Qual o papel dos sentimentos no desenvolvimento de um tumor? Será que as emoções negativas são capazes de “criar um câncer”? A relação entre depressão e câncer existe, mas não é de causa e efeito. Intrigando médicos e cientistas no mundo todo, não há nenhum estudo concreto que demonstre ligação entre estresse, ansiedade, tristeza e depressão para o desenvolvimento de neoplasias.  

Um recente estudo holandês com mais de 300.000 voluntários da Holanda, Reino Unido, Noruega e Canadá, não notou aumento de incidência dos tipos mais comuns de câncer ao longo dos anos em pessoas com ansiedade e depressão. Comprovar cientificamente que hábitos, dieta ou doenças psíquicas são causas de um tumor é algo extremamente complexo, embora as variáveis que cercam a depressão e ansiedade também sejam fatores de risco para o câncer (sedentarismo, obesidade, tabagismo, alcoolismo). 

Mesmo quando o estresse ou a tristeza parecem estar ligados ao risco de câncer como “cofatores”, a relação entre emoção e câncer é indireta. É difícil apontar uma única causa para o desenvolvimento do câncer, mas já se sabe que cerca de 80% a 90% dos casos estão associados a causas externas, conforme aponta o Ministério da Saúde. Isso quer dizer que nossos hábitos comportamentais têm forte relação com o desenvolvimento de um tumor no futuro, principalmente aqueles que são associados ao cigarro, álcool, ambiente de trabalho (indústrias químicas), vírus e alimentação.  

Mas, não devemos minimizar os efeitos das emoções para nossa saúde. Outras doenças, que não o câncer, podem ser deflagradas por estresses psicológicos ou sentimentos negativos extremos.  

Apesar de a medicina ainda não deter a capacidade de cura de todas as doenças, ela vem registrando muitos progressos rápidos e revolucionários. A medicina personalizada, por exemplo, faz uso dos avanços da genética, da bioinformática e das influências ambientais. O seu alvo principal é a área do câncer, na qual várias alterações genéticas já foram identificadas como causadoras da doença, permitindo um tratamento preciso. O mesmo tratamento oncológico não serve mais para todos. O câncer é muito mais complexo do que se imaginava. Há diferenças marcantes dos mesmos tipos de tumor entre os pacientes. São como “digitais”, específicas para cada indivíduo.  

Com a medicina personalizada, ou de precisão, os indivíduos são tratados como únicos e não se adequam ao tratamento, ao contrário, o tratamento se ajusta ao paciente, trazendo uma gama de benefícios. Por exemplo, numa abordagem de prevenção, ela permite investigar a susceptibilidade a determinadas patologias, mesmo antes de se manifestarem clinicamente, possibilitando um acompanhamento e até a sua prevenção. Já na questão de tratamentos, a medicina de precisão indica uma escolha de tratamento que tenha maiores chances de resultado, uma vez que é personalizada. Além disso, a medicina de precisão promove o desenvolvimento de tratamentos alternativos personalizados para indivíduos que não responderiam aos tratamentos convencionais.  

Dentre as novas terapias que estão revolucionando a medicina está o Teste Onco-PDO, desenvolvido pela Invitrocue Brasil. Trata-se de um cultivo celular tridimensional, que melhor reflete in vitro as condições observadas in vivo do seu tumor de origem. O Teste Onco-PDO leva em conta que cada paciente é único, e isso ajuda o médico a traçar a melhor escolha para aquele paciente específico. Alguns tumores mostram-se resistentes a certos medicamentos e saber previamente as respostas das células tumorais do paciente aos diferentes tratamentos em laboratório contribui para a tomada de decisão dos médicos oncologistas. O benefício é que o Teste Onco-PDO permite verificar especificamente o efeito de diversos medicamentos no tumor do paciente e trabalhar diretamente com as células vivas que formam o câncer em cada caso. O teste é especialmente indicado para pacientes em estágio avançado, para aqueles em que se observou o retorno do crescimento do tumor após a primeira linha de tratamento, mas pode ser realizado nos demais estágios também.  

Disponível no Brasil para câncer de mama, pulmão, colorretal, pancreático, gástrico, próstata e ovário, o Teste Onco-PDO permite que o médico escolha 8 de 60 drogas para testagem e o resultado demonstra como as células responderam em laboratório. O relatório, gerado em até 21 dias, fornece informações de como os organoides derivados do paciente reagiram aos diferentes tratamentos testados. O Teste Onco-PDO está disponível para coletas em todo o Brasil. Para mais informações, consulte a Invitrocue Brasil.


Invitrocue Brasil 


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