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terça-feira, 10 de abril de 2018

Coworkings são responsáveis por mais de 3 mil postos de empregos diretos e indiretos no Brasil


Divulgação

 De acordo com pesquisa, o modelo de negócio gerou mais de 56 mil estações de trabalho espalhados pelo país

O conceito criado nos Estados Unidos, coworking, em tradução livre significa co-trabalho, que nada mais é do que escritórios compartilhados. No Brasil, os espaços colaborativos começaram a surgir entre 2007 e 2008. Hoje, é uma tendência. De acordo com dados do Censo Coworking Brasil de 2017, já são cerca de 810 espaços registrados, mais 114% em relação à 2016.  Ainda segundo a pesquisa, esse modelo de negócio gerou 56 mil estações de trabalho e aproximadamente 3 mil postos de empregos diretos e indiretos no país.

Em Brasília, esse novo conceito de trabalho está em ascensão e já conta com mais 20 escritórios dessa modalidade espalhados pela cidade e com expectativa de crescer ainda mais em 2018.  Entre as vantagens desses espaços, que atrai principalmente profissionais autônomos e novos empreendedores, é a economia em relação aos custos de aluguel e o networking, já que são várias empresas em um mesmo local, possibilitando a troca de experiências.

Além disso, segundo especialistas, a nova geração tem essa tendência de compartilhamento, o que fez com que os coworkings alcançasse o terceiro lugar entre as indústrias que mais cresceram no país em 2017. Não é à toa que grandes empresas como: google e uber tem investido nesse modelo de negócio.  

Perfil dos coworkers

O Censo Coworking Brasil de 2017 destaca, ainda, que mais de 210 mil pessoas passam mensalmente por esses espaços, seja para trabalhar ou para participar de eventos.  E uma pesquisa da Global Coworking Survey aponta que as idades dos coworkers, pessoas que trabalham em espaço colaborativos, ficam em torno dos  26 e 35 anos.


Rede colaborativa

Recém-inaugurado em Brasília, o Copa Network, dos empresários Flávio Freitas e Rodrigo Amorim, trouxe a oportunidade de unir o pólo da política brasileira ao pólo industrial do país, em São Paulo.  Além dos serviços comuns entre os coworkings como: internet, limpeza, recepção, endereço postal, o Copa tem como diferencial o acesso livre dos clientes de Brasília à unidade paulista e vice-versa.


Educação e comunidade empreendedora

Com a proposta de unir empresas, o Copa também é um ponto de encontro para empreendedores. A ideia do escritório colaborativo é oferecer diariamente cursos, palestras, eventos e workshop.  “É preciso não só colocar pessoas e empresas no mesmo espaço, mas sim aproximá-las, unir startups das aceleradoras, possíveis clientes e fornecedores, atrelar parcerias, com um ambiente facilitador da comunicação e de oportunidades de negócios”, afirma Flávio Freitas.


Comunidade judaica relembra as vítimas do Holocausto no dia de Iom Hashoá


 No dia 12 de abril, judeus de todo mundo homenageiam as vítimas do Holocausto


Nesta quinta-feira, 12/04, milhares de judeus espalhados pelo mundo inteiro irão parar para refletir e lembrar as vítimas do genocídio durante a Segunda Guerra Mundial. A data em hebraico chama-se Iom Hashoá VeHagvurá, o dia do Holocausto e da Bravura, e tem por objetivo valorizar aqueles que lutaram e resistiram ao Holocausto.

Em Israel, na manhã de quinta-feira, sirenes soarão pelo país, como ocorre todos os anos. As atividades serão interrompidas nas ruas, no comércio, em escritórios e em colégios respeitando um minuto de silêncio.  Até mesmo os motoristas param seus carros na via pública para ficar em pé ao lado dos veículos.

Em Porto Alegre, a Fundação Kadima promoverá uma sessão de cinema seguida de debate sobre o filme “A Viagem de Fany”, que se passa durante a Segunda Guerra Mundial. A atividade está programada para as 18h, no auditório da Federação Israelita do Rio Grande do Sul (FIRS).

O ingresso para o evento custará R$ 20 e poderá ser adquirido na hora ou antecipado na Fundação Kadima.


Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído, fono dá dicas para evitar a perda da audição


Com intuito de alertar e compartilhar ideias sobre a poluição sonora no país, a data de 25/04 será celebrada pela 7º vez no Brasil a campanha busca levar informação e educação sobre saúde auditiva para a população


A perda auditiva é uma das deficiências mais comuns na população brasileira. E o que muita gente não sabe que nem toda pessoa deficiente auditiva nasceu assim e que uma boa parte das dificuldades auditivas poderiam ser evitadas. Quem fala sobre o tema é a fonoaudióloga de São Paulo Nathália Zambotti que explica que todo mundo pode ter perdas auditivas por exposição excessiva ao ruído, uso de remédios, infecções, acidentes, decorrentes da idade ou causas de origem genética.  “O mais importante é cuidar da audição para que ela permaneça intacta e permita desfrutar todos os sons que a vida oferece. Para isso, algumas dicas simples podem se tornar essenciais”, diz a especialista.

  • Evite ambientes barulhentos por muito tempo;
  • Utilize sempre os acessórios de proteção auditiva (EPI) se as atividades profissionais exigirem muita exposição á ruídos intensos;
  • Evite ouvir música em volume acima da metade da capacidade dos aparelhos, principalmente com fones de ouvido;
  • Em casos de infecção de ouvido, procure um otorrinolaringologista e faça o tratamento indicado. Infecções, especialmente aquelas de repetição, são riscos potenciais de perda auditiva;
  • Cuidado com objetos pontiagudos ou cotonetes. Esse tipo de objeto pode empurrar a cera para o tímpano ou até perfurar a membrana timpânica e afetar a audição; 
  • Se perceber dificuldade em entender ou grande necessidade em aumentar o volume da televisão, procure um especialista para fazer um exame de audição. Quanto mais cedo se cuidar, melhor! 

Para finalizar, a fono comenta que a prevenção é o melhor remédio. “Perdas de audição são irreversíveis e poucas mudanças de hábito já surtem excelentes efeitos benefícios para a saúde auditiva, lembre-se de que ouvir é um privilégio”, diz.



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