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sábado, 17 de março de 2018

Cartões de crédito lideram dúvidas financeiras de ranking do Idec em 2017


Levantamento de atendimentos realizados no ano passado revela que questionamentos sobre Serviços Financeiros seguem entre os mais frequentes para os consumidores


O Idec divulgou nesta semana o ranking anual sobre dúvidas de consumo registradas em 2017. Na terceira posição, os atendimentos sobre Serviços Financeiros seguem entre as maiores demandas do Instituto, com 16,7% dos chamados. Apesar de sido identificada uma queda no percentual do setor em relação ao ano de 2016 (19,2%), o índice deste ano ainda maior do que os percentuais de 2015 e 2014 (13,7% e 15,3% respectivamente).

Dentro do segmento financeiro, os cartões de crédito lideraram o ranking com 25,7% dos chamados. Nesse assunto, merece destaque as alterações unilaterais de contrato, cobrança de tarifas sem prévio conhecimento do consumidor, e também a contestação de juros cobrados no crédito rotativo ou no parcelamento da fatura.

No segundo lugar do ranking financeiro figuraram os problemas relacionados a conta corrente/poupança, que são responsáveis por 23,6% dos atendimentos e apresentou importante crescimento em relação a 2016 (19,6%). As principais reclamações tratam de falta de informações adequadas e cobrança de tarifas bancárias em desacordo com o ofertado ao consumidor.

Veja abaixo os principais temas reclamados em 2016 e 2017:

Serviços Financeiros 2016
Serviços Financeiros 2017
Cartão de Crédito - 28,8%
Cartão de Crédito - 25,7%
Conta Corrente/Poupança - 19,6%
Conta Corrente/Poupança - 23,6%
Crédito Pessoal - 12,7%
Crédito Pessoal - 8,6%
Crédito Consignado - 5,7%
Seguros - 8,6%
Investimento e Previdência Privada - 5,7%
Financiamento de imóveis e veículos - 7,3%
Financiamento de Imóveis - 5,7%
Investimento e Previdência Privada - 6%

Crédito Consignado - 5,6%

Para Ione Amorim, economista do Idec, o alto índice de atendimento demonstra que as entidades financeiras ainda apresentam muitas falhas na relação com seus clientes. “O consumidor está cada vez mais exposto a oferta excessiva de crédito em plataformas virtuais com contratação automática ou por assédio por correspondentes bancários, sem comparar a taxa de juros, capacidade de pagamento e riscos embutidos nas contratações. Hoje vivemos uma epidemia financeira no País com 61,2% de brasileiros endividados de acordo com a pesquisa mensal da Confederação Nacional do Comércio. Esse quadro precisa ser revertido e o investimento em educação financeira da população e proteção dos consumidores são fundamentais para o País avançar neste sentido ”, destaca a economista.
Juntos, o primeiro e segundo lugares totalizam quase 50% das demandas de serviços financeiros. Outro problema relevante registrado nas relações entre instituições bancárias e consumidores está relacionado a operações de crédito em geral: juntas, as reclamações envolvendo o crédito consignado, crédito direto ao consumidor e financiamentos de imóveis e veículos totalizam de 21,5% dos questionamentos. Nessa subcategoria foram questionadas principalmente cobranças indevidas e os critérios para o cálculo de juros e saldo devedor.


Extintor de incêndio mal produzido pode trazer graves consequências


Pó químico e água. São esses os dois elementos usados em extintores de incêndio. Em todos os estabelecimentos, mesmo naqueles que contam com sistema de chuveiro automático, que é acionado assim que detectada temperatura elevada, é obrigatória a existência de pelo menos um extintor de incêndio.

Para fabricação e recarga de extintores de incêndio no Brasil, é necessário que a empresa possua registro no INMETRO. Em relação ao total de empresas com o registro no país, o sudeste possui o maior número absoluto de cancelamentos, com 41% das empresas, seguidas do sul com 24% e do nordeste com 12%. Considerando o pouco tempo transcorrido desde o início dos registros (2006), o número relativo de empresas com o registro cancelado é muito expressivo, sem contar as empresas com o registro suspenso ou vencido, cerca de 4% do total de empresas já registradas. (Dados de 2012 do Inmetro)

Ao escolher o fornecedor para equipar sua empresa ou indústria é necessário se certificar que o mesmo possui registro ATIVO no INMETRO e pode prestar o serviço de maneira segura. Como todo equipamento de segurança, a produção de extintores de incêndio requer cuidados especiais, tendo em vista que podem colocar nossas vidas em risco.

Todos os extintores devem obedecer a rigorosos controles de produção. Para os extintores de pó químico, o nível de exigência é ainda mais acentuado, pois são indicados nos casos de incêndios por líquidos inflamáveis e em casos de instalações elétricas ou equipamentos eletrônicos.

Nele o controle de temperatura e umidade são essenciais, pois se não forem realizados de maneira correta, pode ocasionar empedramento do material e quando precisar ser utilizado não agirá de forma eficaz. A temperatura deve oscilar entre 18ºC e 30ºC, e a umidade relativa do ar deve girar em torno de 55%. Essa exigência é feita pela Portaria do Inmetro 005/2011, que estabelece e regulamenta os serviços de inspeção técnica de manutenção de extintores. 

“Antes de comprar ou fazer uma recarga de um extintor, verifique no Inmetro ou no corpo de bombeiros de sua região se a empresa é cadastrada e se tem autorização para fazer o trabalho de acordo com os critérios estabelecidos.  É importante ainda verificar a validade da recarga e a validade do teste de pressão do casco.” alerta Dirceu Gonçalves, do Corpo de Bombeiros do Município de Itatiba. 

Grandes aliados na eliminação da umidade, os Desumidificadores da Linha Desidrat da Thermomatic disponibilizam à indústria de extintores uma gama de produtos que certamente contribuem para melhor eficiência e qualidade dos produtos.


 


10 fatos sobre pneus que todo motorista deveria saber

Os pneus são os únicos pontos de contato entre o veículo e o solo. Portanto, fazer a manutenção adequada é essencial para garantir a segurança. Pensando nisso, a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) elencou 10 fatos sobre pneus que todo motorista deve saber.


1 - Desgaste
Circular com pneus desgastados influencia a estabilidade do veículo e coloca em risco a segurança do motorista. Para saber se está na hora de trocar o pneu, basta conferir os TWIs (Tread Wear Indicators, em Inglês), saliências com 1,6 mm de altura presentes nos sulcos do pneu. Caso o desgaste esteja próximo ou chegado a este indicador, troque o pneu. Vale sempre lembrar que a resolução do Contran 558/80 estabelece que trafegar com pneus abaixo do limite é ilegal. O veículo pode ser apreendido.


2 - Calibragem
Os pneus devem ser calibrados semanalmente, sempre a frio, seguindo as orientações do manual do veículo. A baixa pressão deixa a direção mais pesada, aumenta o consumo de combustível e também o desgaste dos pneus. Além disso, eles ficam mais susceptíveis a danos e rompimentos por choque em buracos. Já quando os pneus têm excesso de pressão, o desgaste é mais acentuado no centro da banda de rodagem e pode resultar na perda de estabilidade em curvas. Quando for calibrar os pneus, aproveite para ajustar a pressão do estepe e verificar o seu estado. Ele deve estar sempre pronto para ser usado.


3 - Excesso de peso
Os pneus foram concebidos para suportarem índices de cargas específicos para cada modelo e aplicação, inclusive considerando os projetos dos veículos onde serão instalados. O excesso de peso pode prejudicar a estrutura do pneu. Para evitar que isso aconteça, verifique as recomendações do fabricante do veículo para não passar do seu limite.


4 - Alinhamento
Impactos mais fortes podem causar desalinhamento da suspensão, o que resulta em desgaste irregular e prematuro dos pneus, bem como em desalinhamento da direção. Um dos indicadores destes problemas é sentir o veículo puxando para um lado. Mesmo que isso não aconteça, o alinhamento das rodas deve ser realizado a cada 10 mil quilômetros rodados.


5 - Balanceamento
Assim como o alinhamento, o balanceamento deve ser realizado a cada 10 mil quilômetros rodados. Ele também deve ser feito caso sinta vibrações ou quando trocar o pneu.   


6 - Rodízio
Com o passar do tempo, os pneus do veículo podem ter níveis diferentes de desgaste. Para compensar esse desequilíbrio, deve ser realizado o rodízio de pneus, sempre de acordo com as orientações do manual do veículo. Além de corrigir a diferença entre os pneus, o rodízio também melhora a estabilidade, especialmente em curvas e frenagens.


7 - Produtos que atacam o pneu
Derivados de petróleo atacam a borracha dos pneus. Por isso, não estacione sobre poças de óleo e verifique se os produtos usados nas rodas têm alguns destes elementos.


8 - Saber "ler" o pneu?
Já reparou nas letras e números na lateral do pneu? Eles estão relacionados a informações sobre o próprio pneu como carga e pressão máxima, local e data de fabricação, limite de velocidade, dimensões, tipo de construção e modelo.


9 - Escolhendo o pneu certo
Chegou a hora de trocar o pneu e não sabe qual é o mais adequado? Consulte o manual do veículo. Lá pode encontrar o tamanho e os limites de carga e velocidade para que possa escolher o pneu certo.


10 - O que fazer com o pneu usado?
Já que vai trocar o pneu, que tal ajudar o meio ambiente? Basta deixar o pneu usado no ponto de venda quando for adquirir o novo. Dessa forma é possível destiná-lo de forma ambientalmente correta. Seus materiais podem ser usados para fabricar outros itens como asfalto-borracha, pisos de quadras esportivas e de playgrounds, bem como tapetes de borracha e solas de sapatos.





ANIP e Reciclanip


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