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sábado, 17 de março de 2018

Paisagismo compartilhado: a beleza e qualidade de vida que a nova geração procura


Que as novas gerações têm uma preocupação maior com o meio ambiente, isso já não é novidade. Os adultos de hoje cresceram em meio a movimentos sociais e culturais que incentivavam a valorização do verde, assim como a busca pelo belo. Faz parte de quem eles são, e está incutido na educação que passam a seus filhos. As gerações mais novas tendem a valorizar esses aspectos ainda mais. Há uma mudança de mentalidade entre os mais velhos, e um pensamento já enraizado em quem começa a jornada agora.

Ao contrário do que muitas vezes parece, essa é uma mudança que começou bem lá atrás. Nos anos 1960, as coisas já começavam a mudar não só socialmente, mas, sobretudo, por necessidades práticas. Com o tempo, a maior parte da população começou a migrar de residências para edifícios. Seguiu-se a isso uma busca por espaço para mais prédios, o que os fez começar a diminuir o tamanho das moradias. Os apartamentos e salas comerciais ficaram bem mais apertados, sem um espaço fundamental: o de relaxamento. 

Há no ser humano a necessidade de ter um ambiente relaxante, belo, tranquilo e onde até o ar seja mais limpo. Esses locais ajudam na lida com estresse e permitem a prática de atividades físicas. Foi por conta dessa necessidade, que jardins dentro dos condomínios começaram a ficar tão populares. Com a vida agitada que se desenvolveu, não havia espaço, ou mesmo tempo, para se ter um jardim em casa. 

Apesar disso, a necessidade de caminhar, relaxar, manter a qualidade de vida em meio a uma beleza natural, nunca abandonou o ser humano. E os jardins compartilhados, dentro desses condomínios, passaram a atender perfeitamente a essas necessidades. As próprias construtoras, que antigamente colocavam lojinhas nos terraços de prédios comerciais, começaram a perceber que o lucro era irrisório, mas que jardins belos e bem planejados ampliavam os valores dos imóveis de 10 a 20%, agregando valor na venda do metro quadrado. As pessoas valorizavam esse tipo de edifício, onde o verde tem espaço.

Prédios ícone da cidade de São Paulo, como o Edifício Matarazzo, a WTorre Morumbi, as EZ Towers e o Hospital Sírio Libanês, por exemplo, são tidos como referências. Em Saigon, no Vietnã, o projeto Diamond Lotus, está unindo todos os edifícios que compõem o condomínio através de um imenso jardim suspenso no terraço, permitindo inclusive locomoção das pessoas entre as torres, através do jardim. A tendência é mundial.

Outras iniciativas também surgiram em residências, como o uso de telhados verdes. Eles são coberturas de vegetação especialmente arquitetadas sobre lajes ou coberturas. Já em prédios públicos ou antigos, paredões sem janelas foram usados para abrigar imensos jardins verticais. Em São Paulo, por exemplo, desde 2015 é permitido que construtoras, que desmataram alguma região, utilizem a construção de jardins verticais como uma compensação ambiental. Elas atendem à pedidos de moradores, que solicitam gratuitamente pela prefeitura que seus prédios abriguem um desses jardins.

Sem dúvida, há uma mudança progressiva de comportamento e pensamento. Soma-se a isso uma tendência a compartilhar, típica dos últimos anos, e já não é necessário que hajam jardins em cada casa. O importante é que haja bem estar e beleza - e o compartilhamento é muito mais vantajoso. Gasta-se muito pouco em manutenção. O investimento é das empresas e/ou construtoras. São toneladas de poluentes filtrados pelas plantas, gerando oxigênio para milhares de pessoas por dia - sem contar o resfriamento de temperaturas internas dos ambientes, o que traz a melhora da sensação térmica e gera uma redução de gastos com ar condicionado.

Contudo, é preciso escolher as plantas certas para cada local. A beleza é fundamental, uma base neutra com toques de cor e variedade de floração fazem parte do que traz o bem estar. Além disso, no aspecto prático, as plantas precisam ser resistentes ao sol, demandar pouca manutenção e não precisar ser trocadas com constância. 

Um dos aspectos mais importantes é a irrigação. Sistemas manuais demandam mão de obra e gastos com contas de água caríssimas que podem inviabilizar projetos. Isso mostra a importância de sistemas de irrigação automáticos que se utilizam de água de chuva. Eles captam água, armazenam em reservatórios, irrigam cada planta com a quantidade exata de água para cada uma, quase não precisam de manutenção e ainda garantem reservas para períodos de estiagem. Sistemas assim possibilitam até oito meses sem usar água de reservatórios públicos. 

A inteligência dos sistemas permite manter os jardins sempre belos, saudáveis e com economia de água. É evidente que melhorar a qualidade de vida é uma necessidade humana. Buscamos consciente e inconscientemente a beleza. O paisagismo compartilhado não é mais uma tendência, é a realidade do modo de pensar de uma geração inteira, que tende a se intensificar ainda mais com as que virão.







Danny Braz - engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções verdes e diretor geral da empresa Regatec.


No mês da mulher, Maju Canzi fala sobre o poder feminino no zodíaco



Segundo a Astróloga, todos temos em nós as energias femininas e masculinas, e é preciso desenvolver ambas para estar em equilíbrio. Para ajudar nesse desenvolvimento, ela mostra como encontrar o poder feminino no Mapa Astral.


Para a Astróloga Maju Canzi, o poder feminino no Zodíaco está conectado com a lua: “é ela que muda nosso humor constantemente, já que “passeia” pelos signos, ficando em cada um deles cerca de 2 dias e meio, modificando constantemente nossas energias emocionais”, explica ela. E a Lua, conforme enfatiza Maju, está totalmente associada à mitologia das Deusas, detentoras do poder sobre a vida e morte, e com impulsos tanto para o amor e compaixão, como para o rancor e a crueldade. “Na verdade, esses aspectos intensos das deusas e da lua mostram nossos altos e baixos como humanos, representam as qualidades boas e más, inerentes de todos nós. A lua tem 3 faces, uma branca, uma vermelha e uma negra. E esses ciclos manifestam as 3 etapas da vida: criação, preservação e morte”.

Maju explica que toda mulher nutre em si essas qualidades: “algumas são mais "criativas", outras mais "mantenedoras", e outras são profundas "transformadoras". Ao longo das fases da vida, da nossa menstruação e das buscas por independência, amor e poder aprendemos muito sobre nós mesmas, sobre os ciclos de vida-morte-vida. Afinal, a morte está associada ao renascimento, há capacidade de transformação em algo novo. Nossa vida nunca termina, e que elemento da natureza mais propício para mostrar nossos ciclos do que a Lua? Que se move com início, meio e fim todo mês, ao longo de 29 dias”.

Veja como cada face da lua está associada às deusas da mitologia (de várias partes do mundo):


Lua Branca - Deusas de Criação: Atena, Ártemis, Afrodite e Ishtar
Independentes, livres e cheias de vida, essas deusas se manifestam em nossas vidas em momentos de criação de projetos e ideias, empreendedorismo,  início de romance, e momentos de conexão com a paixão pela vida/projeto/momento.


Lua Vermelha - Deusas de Preservação: Hera, Ísis, Deméter e Gaia
Cautelosas, mantenedoras e muito cuidadosas, essas deusas se manifestam em nossas vidas em momentos de preservação da família, lar e casamento. Quando estamos em busca de nutrir aos demais.


Lua Negra - Deusas de Morte e Renascimento: Lilith, Kali, Hécate, Freya
Intuitivas, silenciosas e profundas, essas deusas se manifestam em nossas vidas em momentos de transformação, de mudanças bruscas, fechamentos de ciclos e autoconhecimento profundo. Quando precisamos ir além da nossa zona de conforto, na busca por encontrar o espaço de silêncio e cura dentro de nós.

Segundo Maju Canzi, cada mulher tem em si um pouco de cada uma dessas "fases lunares", e cada energia pode se sobressair em determinada fase da vida, evidenciando, também, ciclos maiores de desenvolvimento humano.







Maju Canzi - Astróloga e Coach. Formada em Administração de Empresas, é criadora do Mulher Integral e da Terapia de Vênus, um programa de coaching holístico que já ajudou centenas de mulheres a potencializarem seus talentos e se desenvolverem na sua profissão, nos relacionamentos e na vida. É certificada em Meditação, Constelações Familiares, Florais, Kundalini Yoga, e estuda o desenvolvimento humano e as filosofias ancestrais desde 2009. Depois de viajar o mundo em busca de autoconhecimento, encontrou na Astrologia seu principal caminho.

Sobrancelhas caídas incomodam por entregar a idade


O ar de tristeza e cansaço nem sempre são disfarçados por produtos cosméticos

Costumamos ouvir que uma boa maquiagem pode fazer verdadeiros milagres. O make pode afinar o rosto, disfarçar as olheiras, engrossar lábios e até dar a sensação de olhos mais abertos. Porém, na prática, há pequenos defeitos faciais que são difíceis de disfarçar, especialmente para quem já se sente muito incomodado com o traço. Um deles são as sobrancelhas caídas, que costumam entregar a idade, além de dar um ar de cansaço e tristeza.

Entre os truques cosméticos muito utilizados no disfarce, a falta de firmeza nas sobrancelhas são a utilização de "prime" – uma espécie de pré-base -, e também o uso de sombras marrons; delineador na linha dos cílios superiores no estilo "olho de gato"; rímel nos cílios; o uso de cílios postiços e maquiar as sobrancelhas. Mas, se nada disso resolver, pode ficar mais aliviada, pois você não é a única pessoa com esta insatisfação!

As principais queixas, partidas de pacientes que já alcançaram a maturidade, que circulam nos consultórios cirúrgicos, são a aparência que a flacidez facial proporciona, principalmente na área dos olhos. "Este resultado vem da saliência da testa e das bochechas, que deixam as pontas das sobrancelhas levemente caídas. E apesar de darem um ar de simpatia e fragilidade, elas incomodam demais qualquer pessoa. A boa notícia é que a questão pode ser facilmente resolvida com uma simples cirurgia de correção", explica Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica.

O procedimento cirúrgico para levantamento de sobrancelhas é simples. A cirurgia leva em torno de uma hora. O paciente recebe anestesia local e sedação. Depois disso, o tempo de internação é de aproximadamente cinco horas e o de repouso pós-cirurgia dura cerca de quatro dias. "A cirurgia plástica é recomendada para todas as idades e o interessado deve sempre procurar a opinião de um bom médico", recomenda Korn.

A prática do rejuvenescimento facial está se tornando comum entre os brasileiros, devido ao aumento da expectativa de vida da população, principalmente na terceira idade. Nesta fase, as pessoas estão mais ativas no mercado de trabalho e na economia, por isso tem se preocupado mais com a aparência. Isso também se deve às facilidades de pagamento existentes na atualidade, como as oferecidas por empresas como o Centro Nacional - Cirurgia Plástica, que fazem uma intermediação entre o médico escolhido – que recebe à vista – e o paciente, que paga parcelado.

Esse tipo de procedimento vai muita além da estética, pois também eleva a autoestima daqueles que se sentem desgastados fisicamente com o passar do tempo e querem ter um ar mais saudável e descansado, independentemente da idade.


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