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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Quando o medo vira uma doença?



Entenda o trajeto da ansiedade ao pânico

Acima da média mundial, 18 milhões de brasileiros sofrem de transtornos de ansiedade

O “medo de sentir medo” é a uma das definições mais comuns por quem sofre de síndrome do pânico, doença ainda vista com preconceito por falta de informação. De acordo com a OMS, mais de 264 milhões de pessoas sofrem de transtornos de ansiedade no mundo, patologia que desencadeia a síndrome do pânico. Os brasileiros formam 9,3% da população mundial com esta doença.

Para compreender as diferenças entre o medo comum e a ansiedade que desencadeia a Síndrome do Pânico, a psicóloga da Doctoralia, Tatiane Paula Souza, pontua os sintomas mais comuns para identificar quando é o momento de procurar ajuda profissional.

O medo comum é uma “resposta física que nos direciona e nos alerta em situações que oferecem risco real no presente”, afirma Tatiane. “Já no transtorno de pânico, são emitidos os mesmos sintomas do medo, porém trata-se de uma sensação imaginária de que algo ruim acontecerá (projeção de futuro), mesmo que não haja motivos palpáveis que justifiquem”.

De acordo com a psicóloga, o próprio receio de passar por uma nova crise é uma das principais características do quadro da síndrome. “Os pacientes que experienciam esses sintomas desenvolvem novos medos de ter novas crises, comprometendo as áreas da vida pessoal, profissional e afetiva, pois as tentativas de se auto-proteger geram um mecanismo de defesa que tendem a desgastar os vínculos que a pessoa cultivava antes da acentuação das crises”.


Sinais da Síndrome do Pânico

Abaixo, algumas perguntas que o indivíduo deve   fazer para identificar se o medo está acima do normal e deve ser tratado:

·         Sinto que vou enlouquecer, frequentemente?
·         Fujo de situações sociais por medo?
·         Penso que o mundo é perigoso?
·         Sinto que o medo me paralisa e me faz perder o controle?
·         Antes que algo de ruim aconteça em minha vida, fujo de situações que poderiam me expor ao medo?
·         Tenho mudanças bruscas e aceleradas do pensamento, motivadas pelo medo?

Além dos sintomas psicológicos, há também alguns sintomas físicos que podem se manifestar:

·         Taquicardia;
·         Sudorese;
·         Visão turva;
·         Náusea;
·         Dormência nas mãos;
·         Sensação de morte e sufocamento.

Identificando-se com estes sintomas e condições, é importante procurar um médico psiquiatra e um psicólogo especialista em Saúde Mental para dar início ao tratamento.

“É importantíssimo procurar um psiquiatra para diagnóstico e prescrição do tratamento medicamentoso mais adequado que varia de paciente para paciente.  O tratamento medicamentoso é fundamental para estabilização do quadro”, recomenda Tatiane, complementando que o tratamento com um psicólogo “contribui para o  desenvolvimento e a capacitação do paciente em identificar os sinais que antecedem a crise, permitindo que a pessoa retome suas atividades do dia a dia.”




Doctoralia





SAÚDE DO BEBÊ: ENTENDENDO AS CARACTERÍSTICAS DO COCÔ



Bepantol® Baby alerta para a importância de saber identificar as cores das fezes dos pequenos, que podem indicar uma boa saúde ou sugerir problemas que merecem cuidados médicos


A maior preocupação dos pais é com a saúde e bem-estar dos filhos, já a partir do momento em que estes nascem. Desde os primeiros dias de vida do bebê, compreender as razões de cada choro, alterações de humor, frequência de sono e funcionamento de intestino é um dos desafios da família para se adaptar à rotina com a criança.

Pensando na saúde dos pequenos, é importante, por exemplo, que os pais estejam atentos às características do cocô do bebê, consistência e frequência, uma vez que isso pode indicar boa saúde ou necessidade de algum tratamento. Por outro lado, não existem regras, uma vez que o intestino de cada criança funciona de modo diferente.

Nos primeiros meses, quando a alimentação é exclusivamente o leite materno, é comum as fezes serem mais líquidas e pastosas e, com o passar do tempo, quando outros alimentos são inseridos, ficarem mais espessas e consistentes.


Para orientar os pais a identificar a tonalidade e o aspecto das fezes – um assunto que faz parte da conversa de toda mãe e pai –, Bepantol® Baby explica os tipos de cocô:

- Fezes escuras: cor normal para os primeiros dias de vida do bebê, ao longo do tempo elas vão para os tons esverdeados/amarelados. No caso da suplementação com ferro, a cor escura é normal, mas se não apresentar causa aparente e a cor muito escura voltar, deve-se procurar o pediatra.

- Fezes amareladas: cor normal para o cocô do bebê, principalmente para os que se alimentam apenas de leite materno.

- Fezes brancas: possível problema no fígado, responsável por produzir a bile, líquido que contribui para a boa digestão. Deve-se procurar um pediatra.

- Fezes vermelhas: a presença de sangue nas fezes indica possíveis infecções ou problemas gastrointestinais. Recomenda-se ir ao médico.

Fezes com formato de bolinhas indicam probabilidade de o bebê estar com prisão de ventre. O recomendado é dar mais líquido, e caso a criança já coma alimentos sólidos, aumentar a quantidade de fibras. Se os sintomas persistam, deve-se procurar o pediatra.

Além de observar as alterações nas fezes do bebê, é importante ficar atento se elas vêm acompanhadas de sintomas como febre, dor e irritação, o que pode indicar a presença de doenças. Nesse caso, é hora de procurar um pediatra.

Na hora da troca de fraldas, deve-se sempre passar o creme antiassaduras Bepantol® Baby, que hidrata e previne o bumbum de assaduras.





Bayer 





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