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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Como avaliar o seu comportamento no trabalho



O comportamento no ambiente de trabalho é muito importante. Na maioria das vezes, passamos mais tempo em nossas atividades profissionais do que com nossa família, o que aumenta as possibilidades de acomodação, rotina, irritação, entre outros problemas. A nossa tendência é a de "empurrar com a barriga" e tornar hábitos determinadas rotinas do nosso cotidiano profissional. Você já parou para avaliar se você está rendendo tudo o que pode na sua atividade?

Sem dúvidas não é um avaliação fácil, mas caso a resposta seja negativa é necessário encontrar maneiras de transformas as dificuldades em oportunidades para o desenvolvimento de sua carreira. As mudanças interiores e exteriores dependem da inteligência - emocional e racional - para se materializarem em resultados. Então, o primeiro passo é avaliar como você poderia render melhor.

Se você é uma pessoa negativa, o primeiro passo é tirar a palavra dificuldade de seu dicionário pessoal e profissional. Não existe nada que não possa ser mudado. Basta dar o primeiro passo. Certamente, se você não transmite boas energias, não receberá uma carga de ânimo para exercer suas atividades. Mude hábitos, comece agora.

E todo trabalho certamente tem uma remuneração. Se você paga as suas contas, a notícia que tenho é que o seu cliente é uma pessoa. Apenas pessoas pagam pessoas. Você lida com alguém, não tem como fugir disso.

“Ah, mas trabalho como distribuidor e não tenho contato com o cliente final”. Neste caso, o seu cliente (distribuidor) é a pessoa que paga o seu salário.

Quer fazer um teste para autoavaliar o seu serviço, seja ele qual for?

Imagine que você foi contratado por uma pizzaria para levar as pizzas até as mesas. Já que vai levar as pizzas, pode levar também as bebidas. Quanto tempo você demoraria para ser demitido ou se demitir?

Quando o cliente disser: quero a de mozarela, mas sem azeitonas, sem borda, com queijo ralado por cima e uma suave crocância na mordida. Te irritou só de pensar? Então repense sua inteligência emocional.

E quando o cliente disser que não era assim, que tem que voltar a pizza para o forno, que a bebida falta uma pedra de gelo, que o limão era pra ser cortado à francesa? E se o cliente se irritar?

Essas cenas geraram qual emoção em você? Raiva? Tranquilidade? Teve vontade de bater? Achou “normal”?

Esse simples exemplo faz refletir e traz uma forma eficaz de saber se você precisa de mais autoconhecimento e desenvolvimento. A acomodação e a rotina podem estar travando as possibilidades de transformação em sua carreira ou atividade.

A boa notícia é que existem treinamentos específicos para mudanças de hábitos e comportamentos.

Importante ressaltar que todos podemos e devemos ser líderes em nossa ações e atividades, sejam elas pessoais ou profissionais. Principalmente neste momento econômico e político que atravessamos, precisamos nos avaliar, desenvolver e transformar todos os dias, meses. É preciso encontrar novas maneiras de navegar, pois os oceanos estão mudando de rota de forma constante.






Tália Jaoui - Master Coach Trainer pela Prime Talent Brasil, formada em Psicologia pela PUC-SP e sócia-fundadora da DHUMA T&D. Autora dos livros “Quando! Quando… Quando?” e “A Revolução do Coaching”. É Co-autora dos livros “A Elite do Coaching” vols I e II. Atua também como palestrante comportamental




Fábricas inteligentes reduzirão custos de mão de obra em 25% até 2022



Com as mudanças das fábricas tradicionais para as inteligentes é esperada uma redução de 25% nos custos de mão de obra direta até 2022. A constatação é da pesquisa Fábricas Inteligentes da Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização. Embora a perspectiva de curto prazo não seja de crescimento para os empregos atuais, muitos fabricantes apontam a necessidade de desenvolver novas habilidades em seus profissionais e já tomam providências nesse sentido. Mais da metade (54%) dos entrevistados estão fornecendo treinamento em habilidades digitais para seus funcionários e 44% estão investindo na contratação de talentos com conhecimentos digitais para atender o novo perfil demandado pelas fábricas inteligentes.

Geralmente descrita como a pedra estrutural da “Revolução Digital Industrial”, uma fábrica inteligente faz uso de tecnologias digitais, como IoT (Internet das Coisas), big data analytics (análise inteligente de dados), inteligência artificial e robótica avançada, para aumentar produtividade, eficiência e flexibilidade. Os recursos da fábrica inteligente incluem robôs colaborativos, trabalhadores que usam componentes de realidade aumentada e máquinas que enviam alertas quando precisam de manutenção.

A pesquisa Fábricas Inteligentes entrevistou mil executivos que ocupam o cargo de diretoria para cima em empresas de manufatura com uma receita de mais de US$1 bilhão ao ano. O estudo foi conduzido em seis setores: manufatura industrial, automotivo e transporte, energia e utilities, aeroespacial e defesa, ciências da vida e produtos farmacêuticos, e bens de consumo. A pesquisa abrangeu companhias de países como Alemanha, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Reino Unido e Suécia, realizando entrevistas qualitativas e quantitativas.





Capgemini 






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