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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

QUINZE REGRAS DE OURO PARA COMEÇAR UM PROGRAMA DE TREINAMENTO



1 - O primeiro passo para iniciar uma atividade física seja para saúde ou estética é ter o objetivo bem definido para poder escolher a melhor modalidade para atingir a meta. Estabeleça o objetivo e a meta antes de iniciar e organize a sua agenda para não se auto sabotar.

2 - Uma dica é escolher o personal e à academia perto de casa ou do trabalho isso vai garantir uma maior adesão, comprometimento e assiduidade.

3- Busque orientação e nunca treine sozinha principalmente se você é um iniciante sedentário e leigo no assunto. Exercício mal executado machuca e aqueles treinos dos "famosos” não é adequado para todos os tipos de pessoas principalmente iniciantes.

4- Fazer à avaliação física com um professor de educação física é essencial antes de iniciar qualquer atividade. Dados como pressão arterial, frequência cardíaca, IMC (índice de magra corporal), dobras e circunferência são importantes para uma correta prescrição do treino e ajuda a determinar qual a melhor atividade física para cada perfil de pessoa, o que garante a segurança de um treino direcionado para emagrecimento, condicionamento, ganho de hipertrofia ou saúde. Se o seu professor nunca sequer pediu ou fez uma avaliação física considere mudar de treinador urgente pela sua segurança.

5 -Para quem não gosta de treinar sozinho o ideal é fazer aulas em grupo como corrida, dança, ...

6 -  Quem tem histórico de doença hereditária na família, ou alguma doença pré-existente como pressão alta, diabetes, cardiopatia e doenças degenerativas é preciso ficar atento aos exames periódicos e o professor precisa ser especializado para trabalhar com estas limitações e também precisa ficar atento para direcionar o seu treino corretamente. A dica é conferir a formação, experiência e se ele possui o CREF (registro no órgão regulamentar da profissão).

7-Escolha preferencialmente roupas tecnológicas apropriadas e compatíveis com o esporte que vai praticar, lembre-se que o seu corpo precisa de aquecimento no frio, proteção na chuva e ventilação e proteção UVB e UVA no verão, bem como leveza e flexibilidade para os movimentos durante a pratica esportiva e calçado apropriados e para corrida deve ser com amortecedor e escolhido conforme o tipo de pisada neutra, pronada e a supinada.

8- O teste ergométrico deve ser feito sempre por uma questão de segurança para todos e quem possui arritmia cardíaca, refere cansaço, ou desconforto no peito deve ter acompanhamento periódico com um médico cardiológico e treinamento de baixa intensidade com controle maior da avaliação física e exames conforme a prescrição médica.

9- Comece os exercícios devagar e aumente as cargas aos poucos afinal o seu corpo necessita de tempo para acostumar com o treino, mas um treino eficiente após a fase de adaptação necessita de variação para produzir melhores resultados, se elas mantem a frequência correta prescrita na academia e o seu professor não troca o seu treino há mais 2 meses é hora de falar com ele.

10 - Aproveite para usar os recursos naturais que encontra pelo caminho como subir as escadas do prédio, para almoçar vá andando e nos finais de semana ande de bike, faça uma caminhada no parque, leve o cachorro para passear.

11- Jamais pratique atividades física em jejum escolha sempre alimentos leves, carboidratos complexos e com baixo teor de gordura e coma com pelo menos 45 minutos antes da aula.

12- Vai praticar atividade física leve a sério a hidratação antes, durante e depois do treino.

13 - Alongar é recomendado sempre depois do exercício para todos. Entretanto para quem tem muita tensão muscular no pescoço e nos ombros, ou sente dores como tendinite e bursite, ciático e na coluna o alongamento deve ser feito também no início do treino para relaxar a musculatura antes do exercício.
14- Seja persistente dedique-se o máximo que puder para atingir os objetivos que estabeleceu com o seu professor e os resultados serão alcançados.

15 - Pare de se iludir com remédios milagrosos, sopas e shakes fantásticos eles ajudam, quando começar um programa de treino sério tenha em mente três fatores importantes que determinam o sucesso:
Você precisa treinar direito;
Comer bem e de forma saudável;
Dormir bem;
Não sabe como fazer isso? Não tem problema procure uma academia e  um bom profissional para auxilia-lo.
 






Iva Bittencourt -  personal trainer. Consultora, palestrante, apresentadora e ministra  cursos de atualização profissional para professores, estudantes de educação física e profissionais da saúde. Realiza palestras motivacionais e apresenta o programa GINASTICANDO COM AS ESTRELAS na Tv Cinec. Com mais de 20 anos de experiência profissional como personal trainer Iva, fez vídeos super práticos. Premiada como mulher do ano na área esportiva em 2014 é especialista em “Fisiologia do Exercício”, “Treinamento de Força” e “personal trainer”.

http://www.ivabittencourt.com.br





Novas dimensões nas relações de trabalho



Por mais que seja criticada a reforma trabalhista produzida pela Lei nº 13.467 de 13 de julho de 2017, os ajustes na reconstrução dos relacionamentos parecem inevitáveis tanto no âmbito das relações individuais de trabalho como nas relações coletivas. É comum em momentos de transição que o novo seja rejeitado porque incomoda a zona de conforto de quem sempre achou que tudo se resolvia no modelo estatal de proteção.  A partir da vigência das novas disposições o comprometimento e a responsabilidade contratuais ocuparão lugar de destaque nas relações trabalhistas.

Pode-se dizer, de plano, que, assim como na vida, nem tudo é bom e nem tudo é ruim. Mas, é inegável que a reforma recebeu a atenção da sociedade e todos discutem seus eventuais efeitos. Alguns diriam que a sociedade não teve oportunidade de debater o tema, mas não se nega que as Centrais Sindicais estiveram acompanhando todas as discussões.  Nunca se discutiu tanto sobre a reforma, suas incertezas, avanços, retrocessos e possíveis efeitos no combate ao desemprego. 

A pretensão de reforma da legislação trabalhista sempre acompanhou a CLT ao longo de sua existência, sempre com comissões de juristas notáveis. É certo que tudo se mistura com o momento político em que o País vive e os interesses se cruzam no sentido da desqualificação da reforma.

O Direito do Trabalho não foi concebido para ser fechado no seu campo de atuação. Não foi concebido para ser imutável. Nas palavras de Evaristo de Moraes Filho e Antonio Carlos Flores de Moraes “Caminhando rente à vida, sentindo a própria realidade concreta, altera-se permanentemente a legislação do trabalho, procurando acudir aos mínimos pormenores das relações da estrutura econômica. O dinamismo é sua essência, como um organismo em desenvolvimento que cresce incessantemente” (Introdução ao Direito do Trabalho, 11ª ed. São Paulo, LTr, 2014, p. 59).Não fosse assim, não teríamos negociações coletivas pelas quais os grupos vão de aperfeiçoando às suas peculiaridades e necessidades próprias. O Direito do Trabalho prima pela verdade dos fatos, sempre privilegiando dois princípios: o protetor e o da primazia da realidade, restringindo abusos e práticas ilícitas.

A legislação trabalhista reflete a evolução das condições sociais e a transformação inquestionável dos novos modelos de entregar o trabalho e, se adapta, criando normas de proteção a fim de que abusos não sejam praticados a ponto de alcançar o equilíbrio social.

Fala-se muito em modernização das relações de trabalho com a Reforma.  Todavia, não se modernizam as relações trabalhistas por lei. Na verdade, a ordem é inversa pois existe um impulso de modernização do trabalho que a lei não acompanha, especialmente nos dias atuais em que a evolução dos meios informatizados e telemáticos ocorre com velocidade incontrolável.

O modelo de proteção trabalhista foi construído para trabalho sob o vínculo de subordinação, supondo que se trata de forma de garantia de continuidade no emprego e, por consequência,modo de efetiva subsistência do trabalhador e de sua família. Assim foi com a antiga estabilidade decenal, atualmente excluída do universo trabalhista. 

O emprego adquiriu características outras, tanto pelo lado dos novos ingressantes no mercado de trabalho quanto pela própria modernização da prestação de serviços: o trabalho na atualidade envolve a participação de trabalhadores em resultados mais imediatos e o emprego com carteira assinada pode ser o passaporte para integração dos trabalhadores nos negócios empresariais, celebrando com ele relações contratuais de participação em resultados, sem comprometer o vínculo de emprego. O empregador não deveria ser mais simples pagador de salários nem o empregado deveria se mover como mero cumpridor de jornada sem percepção do negócio que representa a atividade empresarial em que está inserido.

Talvez estejamos caminhando para relações de trabalho e de emprego que reproduzam maior segurança jurídica e maior responsabilidade contratual.

No campo das relações coletivas, os sindicatos e as empresas terão uma missão de construir novos relacionamentos. As empresas terão o desafio de aprender com a representação dos trabalhadores e os sindicatos com esta representação desvinculada da condição sindical, com atuação autônoma e capaz de apaziguar os conflitos trabalhistas.

Ainda no campo das relações coletivas, com a extinção da contribuição sindical obrigatória, os sindicatos terão que se alinhar e quem sabe abandonar o confinamento em categorias para pensar no conjunto de trabalhadores mais identificados na representação.

Muitos são os debates e reflexões feitos sobre as novas dimensões do Direito do Trabalho e somente a prática é que poderá conduzir à avaliação final da sua efetiva contribuição. 





Paulo Sergio João - advogado, professor de Direito Trabalhista da PUC-SP e FGV






A deflação é uma boa notícia? Cuidado! Sete dicas para economizar no cenário atual



Entre altos e baixos da economia do Brasil, o país viveu a sua primeira deflação em 11 anos. Julho fechou com variação negativa de -0,18


Apesar do cenário parecer positivo para compras, é necessário ter cautela. “Em meio à crise que o país enfrenta, a deflação aparenta ser uma notícia muito boa, visto que o quadro é promissor em médio prazo. No entanto, todo cuidado é pouco, pois ainda estamos em um momento instável” comenta João Lanzoni, gerente tributarista da Marins Consultoria.   
       
O tributarista preparou sete dicas para ajudar você a se organizar financeiramente neste período de instabilidade.          

1- Fazer um planejamento orçamentário: Sem um controle, você fica refém do seu dinheiro, não conseguindo usufruir como poderia.

2- Fazer o uso consciente do cartão de crédito: Prefira sempre o pagamento a vista, gastos assim são mais fáceis de serem controlados.

3- Sempre reservar 1/3 do salário para poupança ou investimentos: É importante reservar uma quantia para casos de emergência, pois nunca sabemos quando podem acontecer.  

4- Não assumir dívidas de grande valor em longo prazo: Em vez de assumir grandes dividas, como por exemplo, parcelar aquela TV de última geração que você tanto deseja, aplicar o seu dinheiro para que a longo prazo você adquira o produto á vista.

5- Mude os hábitos: Pequenas atitudes podem gerar uma grande economia do final do mês. Se você come fora, uma boa dica é começar levar a comida de casa. Se você pode ir a pé para um local, para que gastar com gasolina, transporte público e/ou estacionamento?

6- Fazer o uso de aplicativos de finanças: Hoje os celulares possuem uma gama enorme e variada de aplicativos que podem te auxiliar a controlar os gastos.

7- “Dinheiro não aguenta desaforo”: Nada de gastos desnecessários e consumismos.






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