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quarta-feira, 12 de julho de 2017

9 Fatores Psicólogicos que Impactam no Desejo Sexual dos Homens



Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma vida sexual ativa e saudável é um dos pilares da qualidade de vida. Mas, para grande parte dos brasileiros, principalmente para aqueles que vivem nos grandes centros urbanos, conciliar a rotina agitada com o sexo pode ser um verdadeiro desafio. Prova disso é que 30% da população masculina brasileira tem dificuldades para ter e manter uma ereção, segundo a pesquisa Mosaico 2.0, realizada pelo Projeto Sexualidade da Universidade de Paulo (USP).

Segundo Ghina Machado, psicóloga e cofundadora da Clínica Estar, até bem pouco tempo atrás as disfunções sexuais masculinas tinham maior prevalência em homens mais velhos e as causas estavam mais relacionadas a doenças orgânicas, como diabetes e pressão alta. “Entretanto, atualmente é cada vez mais comum encontrarmos homens jovens com disfunção erétil, ejaculação precoce e falta de desejo sexual”, explica Ghina.

O que contribui para a redução o desejo sexual masculino?
 
A psicóloga explica que o estresse, a ansiedade e a depressão são os principais vilões do desejo sexual masculino. “De acordo com uma pesquisa realizada pelo ISMA-BR (International Stress Management), o Brasil é o segundo país do mundo com maior nível de estresse. Também temos uma alta prevalência de ansiedade e depressão, segundo dados recentes da OMS. Esses fatores interferem de forma significativa no desejo sexual”, explica Ghina. 

Embora grande parte das disfunções sexuais nos homens esteja ligada a causas orgânicas, cerca de 10 a 20% dos casos são de fundo psicológico, ou seja, fisicamente não há nenhuma explicação para a falta de ereção, desejo ou ejaculação precoce.

“Os problemas sexuais afetam a autoestima do homem, que passa a construir um conceito distorcido sobre si. Isso interfere nas relações afetivas, familiares e sociais levando a conflitos que agravam o distúrbio sexual e afetam a qualidade de vida”, diz a psicóloga.

Veja agora as 9 fatores psicológicos que explicam a disfunção sexual masculina:
  1. Estresse: Quando o estresse se torna crônico, há elevação dos níveis do cortisol e diminuição da produção da testosterona, o principal hormônio sexual masculino. O estresse também leva ao cansaço e à falta de motivação, que interferem na disposição para ter uma relação sexual.
  2. Ansiedade: A ansiedade está diretamente relacionada à ejaculação precoce. Porém, dados recentes mostram que quase metade dos homens com disfunção erétil também apresenta a ejaculação precoce. A explicação é que para não perder a ereção, estes homens apressam de forma intencional a relação sexual.
  3. Depressão: A depressão é um transtorno psiquiátrico que também apresenta causas orgânicas, reduz a libido, fazendo com que o indivíduo fique menos interessado por sexo.
  4. Baixa autoestima: Homens que não se valorizam, são inseguros, não se permitem errar, têm dúvidas sobre sua capacidade e que se sentem inferiores podem ter mais chance de desenvolver uma disfunção sexual.
  5. Timidez: Em geral, pessoas muito tímidas tendem a ter uma retração do impulso sexual, e podem ter mais dificuldade para expressar as emoções e para interagir. É comum buscarem se satisfizer sozinhas por meio da masturbação ou ainda de hobbies.
  6. Relação com parceira (o): Os problemas conjugais não resolvidos interferem no desejo sexual. Além disso, a sexualidade masculina entra em crise se a (o) parceira (o) apresentar queda do desejo sexual, não conseguir atingir o orgasmo, não participar das tentativas sexuais ou ainda desqualificar o desempenho sexual do homem. Por isso, a incapacidade de combinar a sexualidade com a afetividade são fatores que podem manter ou causar a disfunção sexual. 
  7. Conflitos na identidade sexual: É muito comum que o homem com dúvidas sobre sua orientação sexual apresente alguma disfunção sexual.
  8. Crenças religiosas e familiares: A educação recebida na infância e na adolescência tem um forte impacto do desenvolvimento da sexualidade. Se a educação sexual foi repressora pode afetar o desempenho sexual, fazendo com o que o homem crie inibições e tabus em torno do ato sexual.
  9. Crenças em mitos sexuais. “O homem sempre está interessado e pronto para o sexo”; “O sexo equivale à penetração”; “Sexo requer ereção”. Essas são algumas crenças que podem levar a disfunções sexuais. Mesmo que de forma isolada esse homem passe por um episódio de falta de ereção, por exemplo, pode desencadear crenças negativas sobre sua própria sexualidade. Essas crenças não só aumentam a chance de ter uma disfunção sexual, como desempenham papel fundamental na manutenção do distúrbio.
“Independente do fator emocional envolvido, o importante é que o homem procure ajuda. Quando há causas orgânicas é preciso procurar um urologista para tratá-las. Porém, como vimos, na maioria dos casos os fatores são mistos e o acompanhamento psicoterápico pode ser fundamental para o tratamento das disfunções sexuais masculinas”, conclui Ghina.





Você sabe o que é a metacognição?



Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação infantil, explica o que é e a sua importância em sala de aula


Você sabe o que é a chamada metacognição? Não? Vamos dar um exemplo. Quando você assiste à televisão e coloca seu lado crítico em evidência, você está exercendo uma atividade metacognitiva. Ou seja, a metacognição é o conhecimento que a pessoa apresenta sobre aquilo que armazenou na memória e aprendeu para a realização das atividades do cotidiano, estando consciente de suas habilidades e limitações.

Segundo Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, a metacognição possibilita a identificação dos conhecimentos necessários para a realização e a análise de uma situação dentro das possibilidades da pessoa, de maneira que ela esteja cada vez mais consciente de suas escolhas, e de como realiza e processa cada aprendizagem construída.

No âmbito da educação infantil, quando trabalhada de maneira adequada pelos professores, ela possibilita e encoraja as crianças a explorar de maneira significativa suas habilidades. “Dentro de uma perspectiva que compreende a importância das crianças tomarem consciência de suas aprendizagens desde cedo, é possível ressaltar que para elas estarem aptas a tomar grandes decisões é necessário que os professores estejam preparados e em suas práticas pedagógicas estejam referenciados a lecionar com atitudes metacognitivas, sendo esse um passo importante ao facilitar o processo de amadurecimento de seus posicionamentos”, comenta a especialista.

Segundo Ana Regina, essas crianças ingressam na escola com um conhecimento prévio de mundo e das relações estabelecidas com os seus pares. E a partir daí que os professores devem se dedicar a desenvolver a metacognição em sala, fazendo isso o docente auxilia na construção de uma aprendizagem consciente e controlada, nas quais pode ser visível o significado de cada decisão.

Quando a professora ou professor acompanham a aprendizagem da criança, mediando este processo, favorecem um ensino voltado à construção da autonomia de sentido e significado das informações, assim como a autoconfiança por parte de quem aprende. “A criança quando revela suas habilidades e limitações, também demonstra para o professor/professora em sala de aula os aspectos que precisam ser mais elaborados para que o seu desenvolvimento e aprendizagem aconteçam significativamente”, explica.

No entanto, a psicopedagoga alerta que uma das dificuldades presentes em sala de aula, é o tempo disponível para esse trabalho, o que acaba não possibilitando que o desenvolvimento da metacognição aconteça diariamente. “O professor/professora em sua prática, por vezes, está direcionado ao papel de manter a criança em determinada tarefa, sem a preocupação de observá-la mais de perto e verificar se ela está ativa em sua aprendizagem”, completa.

Para finalizar, Ana Regina lembra que a presença da metacognição como atitude docente é primordial para a diferença em sala de aula. O exercício metacognitivo favorece uma ação voltada tanto ao processo como ao resultado das aprendizagens. É o início de um movimento em direção a uma prática pedagógica reflexiva, autônoma e de qualidade.






Falta de comunicação é a principal causa de problemas no ambiente corporativo



Para solucionar esse tipo de problema interno nas empresas, os treinamentos com a programação neurolinguística (PNL) estão sendo cada dia mais utilizados


O desenvolvimento de competências e atividades numa empresa é sempre filtrado pela comunicação entre as pessoas. Por isso, não surpreende que uma pesquisa da Harvard Business School tenha constatado que 70% dos problemas das empresas estão ligados, direta ou indiretamente, a problemas de comunicação. Afinal, a comunicação está embebida em liderança, planejamento, finanças, treinamento, cooperação, compras, vendas, em tudo que fazemos.

 Pensando nessa dificuldade crescente nas corporações, a Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL) – pioneira em programação neurolinguística (PNL) no Brasil – desenvolve programas de treinamento customizados, diagnosticando e criando soluções caso a caso.

Entre os pontos mais afetados por essa má gestão da comunicação, estãoa capacidade de gerenciar pessoas (entendendo e respeitando cada indivíduo); o bom relacionamento entre os interlocutores; saber expressar posicionamentos com clareza (o que gera credibilidade na equipe), criatividade na solução de problemas, entre outros. “Esses são alguns aspectos que quando desenvolvidos, adequadamente, evitam retrabalho, acomodação dos membros da equipe, melhor distribuição de tarefas e um ambiente de diálogo aberto entre colegas e, entre a equipe e seu líder”, afirma Gilberto Cury, presidente da SBPNL.

A programação neurolinguística é um conjunto de ferramentas e técnicas de comunicação, por meio do qual se levam muito em consideração fatores que determinam a inteligência emocional de um indivíduo, sua sensibilidade, capacidade de percepção, intuição e flexibilidade, permitindo que possamos aprender e modificar modelos de comunicação interpessoal e intrapessoal em pouco tempo e de maneira eficaz. Permite, também, o autoconhecimento, que gera maior inteligência.

A qualidade do sucesso na liderança, por exemplo, depende da qualidade das habilidades pessoais de se comunicar e da qualidade da relação durante o processo comunicativo. É importante expressar nossos posicionamentos e objetivos com clareza, gerando uma atmosfera de confiança, com habilidade para influenciar nosso interlocutor.

Saber reconhecer sinais verbais e não verbais, distinguir qualidades de voz e entonação, conhecer estratégias e modelos de negociação, utilizar a criatividade para a solução de problemas, são alguns dos caminhos que a PNL oferece.

Assim, é preciso aproveitar as diferentes formas de pensamento para fortalecer a equipe e isso só se consegue por meio de uma gestão adequada, ou seja, por meio da comunicação efetiva. Para tanto, é preciso desenvolver essa capacidade, tanto na gerência, quanto nos colaboradores, fazer com que todos assimilem essa necessidade. Mas, não basta simplesmente falar, é preciso, realmente, se fazer entender. “É justamente oferecendo as ferramentas certas para cada indivíduo que a PNL auxilia o grupo e, consequentemente, a empresa a prosperar”, finaliza Cury.





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