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terça-feira, 11 de julho de 2017

Feirinha Vegana Solidária de ONGs recebe especial "Patinhas Amigas"

Evento concilia ativismo pelos animais e incentiva o empreendedorismo colaborativo
 




No sábado, 15 de julho, o Instituto Surya Solidária realizará a “Feirinha Vegana Solidária de ONGs especial Patinhas Amigas”, que acontecerá no Espaço Surya Brasil (Rua Dr. Fabrício Vampré, 232 - Vila Mariana, SP). O evento acontecerá das 11h às 18h. Entrada gratuita.

Seguindo um novo modelo, o empreendedorismo colaborativo, as ONGs parceiras reunidas reverterão 20% da renda arrecadada no dia para ajudar os animais resgatados das ruas pelo projeto “Patinhas Amigas”, muitos deles necessitando de tratamentos especiais.

O evento terá artigos como caminhas, cobertores, cachecóis para cães e gatos, além de camisetas, canecas, e ilustrações exclusivas.   Na Praça de Alimentação comidas e bebidas veganas: hambúrguer de shitake, lentilha e de tofu; as famosas coxinhas de jaca, brócolis e de ervilha; nhoque de mandioquinha, cuscuz além de doces como tortas e bolos.

 Entre os participantes estão: Moça Gateira, Virgínia Caldas, Patinhas Amigas, Morrones, Bem Te VeganCandy Comeu e a ONG Bendita Adoção – convidada especial, isenta da doação de parte da renda. 




Instituto Surya.



Feirinha Vegana Solidária de ONGs especial “Patinhas Amigas”
15 de julho (sábado), das 11h às 18h
Espaço Surya Brasil
Rua Dr. Fabrício Vampré, 232 – Vila Mariana, São Paulo/SP – Telefones: (11) 5084.2591 / 5084.2582 (Próximo ao metrô Ana Rosa)
Entrada Gratuita





Alimentação natural oferece todos os nutrientes necessários para os cães




A qualidade da alimentação influencia diretamente a saúde e a expectativa de vida dos animais

 
A alimentação é muito importante para a saúde do pet. Cada vez mais as pessoas estão questionando se a melhor opção é dar ração ou comida. Estudos científicos baseados em grupos controle e observações empíricas, concluíram que, fisiologicamente, a alimentação natural é mais saudável para os cães.

Segundo Flávia Engles, veterinária e proprietária da Riviera dos Cães, uma dieta caseira oferece diversos benefícios, dentre eles a maior presença de água (umidade), o que facilita a digestão dos alimentos, o trabalho dos rins, do intestino e, com isso, estudos apontam um aumento na longevidade dos cães.

A ração contém aditivos químicos, como conservantes, palatabilizantes, corantes, aglutinantes, entre outros. “Muitos desses aditivos são prejudiciais à imunidade, à função hormonal, além de estarem associados a alergias e tumores”, destaca Flávia. Já a alimentação natural é bem mais atraente ao paladar dos cães, por ser úmida, cozida e fresca, preserva o sabor de cada alimento, como também, a inclusão regular de alimentos diferentes reduz o risco de intolerância e alergia alimentar, associadas à oferta de dietas sem variação de ingredientes”, explica a profissional.

Outro benefício garantido pela alimentação natural é a presença de proteína animal de excelente valor nutricional, combinada com ótimos níveis de minerais e ácidos graxos, que reduzem a queda de pelos e tornam a pelagem mais macia e brilhante.

A alimentação natural melhora a saúde de maneira geral, dando mais disposição para o animal, além de aumentar a resistência natural a parasitas, doenças e ainda produz uma diminuição sensível em quadros de vômitos, diarreia, otites e alergias quando causados por consumo de ração seca.

“ Além de sabermos, exatamente, quais alimentos estão presentes na alimentação do pet, com relação ao pequeno risco de transmissão de parasitas, a alimentação natural cozida é considerada mais segura que a alimentação natural crua, podendo ser oferecida com segurança até mesmo a cães com a imunidade comprometida”, destaca a veterinária.

Existe uma quantidade ideal de comida para cada pet, baseada no peso, nível de atividade física (atleta, sedentário etc.), condição fisiológica (prenhez, lactação etc.), idade (filhote, adulto ou idoso) e doenças pré-existentes. Por isso, antes de iniciar uma alimentação natural é importante entrar em contato com um veterinário nutricionista para calcular a quantidade de nutrientes, vitaminas e minerais. Cabe lembrar, que cada animal tem uma necessidade calórica diferente e a adaptação de cada cão a essa mudança, varia.

Além dos alimentos permitidos, é preciso ficar atento às restrições, como por exemplo, chocolate, macadâmia, frutas cítricas, carambola, massas cruas, cebola, alho, uva, passas, sementes de maçã e pêra.  “Outros alimentos potencialmente perigosos são: alimentos açucarados, frituras, osso de ave cozido (o cozimento altera a estrutura molecular do colágeno do osso, tornando-o mais rígido ao ser partido e com isso há o risco de perfuração gastrointestinal) e o “Osso” de couro branco (esses couros frequentemente são tratados com alvejantes como a soda cáustica para agradar aos nossos olhos) ”, finaliza Flávia.






Riviera dos Cães
Tels: (11) 3641-9521/ (11) 94365-4321 ou acessar: www.rivieradoscaes.com.br




Cinco perguntas e respostas sobre gastroplastia endoscópica, novo tratamento para obesidade leve e moderada



Imagine uma mulher de 1,60 metros de altura. Seu peso normal deveria ser no máximo 64 quilos, mas, mesmo com todo regime que ela já fez, não consegue baixar dos 80 quilos. Ela quer emagrecer, sua autoestima está comprometida e sua saúde já inspira cuidados. Mas, como ela não é considerada obesa grau III – o que corresponderia a pesar mais de 100 quilos – não é uma boa candidata à cirurgia bariátrica. Até hoje, sua alternativa girava em torno de tratamentos de emagrecimento, dietas e exercícios. Agora, uma nova técnica endoscópica e sem cortes acena como possibilidade de tratamento da obesidade leve. Trata-se da gastroplastia endoscópica, técnica desenvolvida pelo médico Manoel Galvão Neto – que responde a cinco perguntas e respostas sobre essa novidade. 


1.   Como surgiu a gastroplastia endoscópica?

Manoel Galvão Neto – “Essa técnica foi desenvolvida há cinco anos, fruto de uma parceria entre a Florida International University (Miami), onde sou professor associado, com outras universidades dos Estados Unidos e um serviço de Endoscopia no Panamá. Fiz parte dessa equipe internacional atuando principalmente na idealização e execução da técnica. Depois, a levamos para a Espanha. No Hospital Universitário Sanchinarro (Madri), nós desenvolvemos a maior série de pacientes tratados com essa técnica, juntamente com o médico Gontrand López-Nava. Desde então, mais de duas mil cirurgias já foram realizadas em doze países – onde tivemos a oportunidade de treinar a maior parte dos médicos que executam essa técnica. Recentemente, o procedimento chegou ao Brasil. As primeiras cirurgias aconteceram no hospital da Faculdade de Medicina do ABC, onde sou professor afiliado da disciplina de Cirurgia, sob coordenação de uma equipe integrada também pelos médicos Eduardo Grecco, Thiago Souza e Gustavo Quadros”. 


2.   Quem é candidato a esse tratamento?

Manoel Galvão Neto – “Pacientes com obesidade grau I e II – que normalmente nem são candidatos às cirurgias bariátricas – são os que apresentam melhores resultados e podem se beneficiar muito com essa técnica. Não são métodos que se competem ou se comparam. Vale lembrar que a obesidade grau I vem logo depois do sobrepeso. Ou seja, quando o paciente atinge IMC 30 e em geral não consegue mais perder peso com exercícios físicos, mudança de hábitos e dieta, a gastroplastia endoscópica pode ser considerada uma opção de tratamento, com resultados eficazes, menor complexidade e pouco riscos”. 


3.   Como é a realizada a gastroplastia endoscópica?

Manoel Galvão Neto – “O procedimento implica na introdução de um tubo flexível pela boca, assim como acontece num exame comum de endoscopia, só que sob anestesia geral. Com ampla visão do estômago, o cirurgião endoscopista realiza suturas no órgão, deixando-o com a forma tubular fazendo uso de um equipamento chamado OverStitch. A gastroplastia endoscópica é realizada em ambiente hospitalar, dura em média 60 minutos, e exige apenas um período em torno de quatro a seis horas de observação. Eventualmente, dependendo do caso, pode ser necessário passar a noite no hospital –saindo no dia seguinte. O acompanhamento antes e depois do procedimento é feito em consultório, sendo que pode ser necessário realizar endoscopia ou exames de contraste para avaliação dos resultados”.


4.   Quanto peso a pessoa perde? Ela tem de tomar vitaminas para o resto da vida, assim como na maioria das cirurgias bariátricas?

Manoel Galvão Neto – “A sutura endoscópica não causa déficit absortivo, somente restritivo. Ela também altera o esvaziamento do estômago, levando à sensação de saciedade precoce e ajudando o paciente a identificar que já comeu o bastante. Ou seja, problemas como desnutrição, anemia e deficiência de vitaminas não foram registrados até o momento, no acompanhamento de até dois anos. Mas é necessário seguir uma dieta recomendada pelo médico. É claro que a pessoa não comerá como antes, porque reduziu bastante o volume do seu estômago. Em média, segundo resultado de estudos com essa técnica depois da cirurgia, o paciente perde em torno de 15% de seu peso de modo gradativo – com a vantagem de ser um procedimento minimamente invasivo, sem cortes e seguro”. 


5.   Além de reduzir o peso corporal, esse tratamento contribui para evitar outros problemas de saúde?

Manoel Galvão Neto – “De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o sobrepeso em adultos no Brasil passou de 51,1% (2010) para 54,1% (2014). A tendência de aumento também foi registrada na avaliação nacional da obesidade. Em 2010, 17,8% da população era obesa; em 2014, o índice chegou aos 20%, sendo a maior prevalência entre as mulheres (22,7%). Essa situação gera impactos importantes na saúde, já que a obesidade está intimamente associada a doenças do coração, ao diabetes tipo 2, hipertensão, câncer, problemas nas articulações etc.  Sendo assim, todo tratamento voltado para a obesidade, seja grau I, II ou III, é muito importante e deve ser considerado atentamente, levando sempre em conta o perfil do paciente bem como seu histórico de saúde. É importante reprisar que, com a redução efetiva do peso, ocorre significativa melhora nas doenças associadas à obesidade”.  





Hospital SAHA



 

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