Pesquisar no Blog

domingo, 19 de março de 2017

Conheça os 3 tipos de câncer infantis mais comuns no Brasil



Você sabe quais são os três tipos de câncer infantis mais comuns no Brasil? Trata-se de leucemias, tumores cerebrais e linfomas. Por apresentar variados sintomas, o câncer em crianças e adolescentes deve ser rigorosamente vigiado. “Diferentemente do adulto, o câncer infantil possui comportamento clínico mais agressivo, mas responde melhor à quimioterapia e consequentemente possui maior taxa de cura”, afirma Jairo Cartum, membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE). O oncologista pediátrico explica que é necessário ficar atento aos sintomas como aumento da barriga, manchas roxas no corpo, palidez, perda de peso, dor ou qualquer outro sinal sem explicação.

De acordo com Cartum, o Brasil ainda apresenta taxas de cura do câncer infantil inferiores a vários países da América Latina, como Argentina, Chile e Colômbia. “Pode-se dizer que a taxa geral de cura de nosso País está em torno de 50%, bem distante de países como os Estados Unidos, em que a taxa é de 80%”, informa.

O especialista enfatiza ainda que o tratamento do câncer deve contar com uma equipe multidisciplinar composta por médico, enfermeiro, farmacêutico, assistente social, nutricionista, fisioterapeuta, psicólogo, dentista, entre outros. “Ainda com todo esse auxílio, a participação da família é imprescindível durante o tratamento que é intensivo, mas com taxa de cura elevada”, finaliza Cartum.

Saiba mais sobre os três tipos:


 
Leucemia
Quando o assunto são os dados desses frequentes tipos de câncer, a leucemia fica em primeiro lugar, sendo o principal tipo de câncer infanto-juvenil, com 33%. O especialista explica que sintomas como palidez, sangramentos anormais, febre, dores nos ossos e articulações aparecem rapidamente.    



Tumores cerebrais
Os tumores cerebrais representam 20% dos tumores da infância e podem causar dores de cabeça intensas, náuseas, vômitos, convulsões e até mesmo dificuldade para se caminhar ou manipular objetos.  

 

Linfomas
Já os linfomas, atingem 12% dos pacientes e se manifestam com o aumento dos gânglios (ínguas), acompanhada de febre, emagrecimento, no subtipo Hodgkin.  Nos linfomas não Hodgkin, observa-se em crianças pequenas massas extensas no abdômen, tórax ou em outra parte do corpo.










Conheça as causas da Infecção urinária e previna-se!



Aparentemente simples, a doença pode levar a casos mais severos e comprometer os rins em estágio avançado. Especialista alerta para alguns sintomas da doença


Infecção urinária é a infecção bacteriana mais comum no ser humano. Essa doença, que surge tão facilmente entre os indivíduos, não causa tanta preocupação quanto deveria. A infecção urinária é um quadro infeccioso que pode ocorrer em qualquer parte do sistema urinário, como rins, bexiga, uretra e ureteres. É muito comum principalmente entre as mulheres de 20 a 40 anos e grávidas. Já os homens sofrem com a doença na infância e depois dos 55 anos.

A infecção urinária tem alguns sintomas bastante conhecidos como dor forte ao urinar; necessidade de urinar com frequência; urina escura ou com presença de sangue, dor pélvica, entre outros. Mas, segundo o nefrologista da Fundação Pró-Rim, Dr. Arthur Ricardo Wendhausen, existem outras situações especiais que surgem e devem ser levadas em conta:


1.      Obesidade

2.      Segurar o xixi

3.      Intestino preso

4.      Cálculos renais


“Em todas as situações acima são consideradas condições propícias de proliferação bacteriana, o que propicia o quadro de infecção. Já em pacientes com cálculos renais, eles devem ser tratados com urgência para não ocorrer processo infeccioso”, explica o especialista.

Segundo Wendhausen, o aspecto da urina pode também trazer informações valiosas. “A urina turva e/ou avermelhada -pela presença de sangue -, causada por cálculo ou pelo próprio processo inflamatório é um alerta importante.

O médico alerta também que as mulheres são mais suscetíveis a infecção urinária. “Isso se dá pelas condições anatômicas da mulher. A uretra é mais curta e tem maior proximidade com vagina e com ânus”, explica.

Outros fatores que aumentam o risco nas mulheres são episódios prévios de cistite, o ato sexual, o uso de géis espermicidas, gestação, diabetes e a falta de higiene.

Para evitar a doença, o médico indica algumas medidas:


- Ingerir bastante líquidos;

- Urinar em intervalos de 2 a 3 horas

- Urinar sempre antes de deitar

- Evitar o uso de diafragma ou preservativos associados a espermicida

- Evitar banhos de espuma ou aditivos químicos na água do banho (para não modificar a flora vaginal)

- Tratar a constipação intestinal;

- Tratar casos de incontinência ou urgência miccional


“Tratar a infecção urinária de forma correta é de extrema importância. Com ações simples do dia a dia, geralmente é possível prevenir as infecções urinárias. Mas, no caso de qualquer sintoma, procure imediatamente um médico de sua confiança, para que possa indicar o tratamento correto”, conclui o médico.




Fundação Pró-Rim


Descubra quais são os benefícios de correr descalço na areia



Fisioterapeuta especialista em ortopedia e traumatologia afirma que correr descalço na praia é a prática mais indicada


O uso de tênis para corridas e caminhadas é mais do que indicado por especialistas, é item obrigatório. Apesar do senso comum, para alguns tipos de terrenos a indicação pode ser outra, como é o caso da areia. E, neste caso, o treino pode ser feito descalço.

A fisioterapeuta e especialista em traumatologia e ortopedia, Patrícia Prieto, explica que correr descalço na praia além de exigir menos do corpo ainda é um maravilhoso exercício de propriocepção já que por ser um terreno acidentado, a areia exige que o corpo encontre o seu equilíbrio.

Ela explica que o treino descalço na areia é uma ótima maneira de estimular a propriocepção, que é a capacidade de reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação, a força exercida pelos músculos e a posição de cada parte do corpo em relação às demais sem utilizar a visão. “E isso se aplica tanto para a areia fofa quanto para a areia firme. Ao correr descalço na praia, além de aumentar a propriocepção, você ainda massageia a sola do pé, proporcionando um relaxamento na musculatura”, diz.

Por se tratar de um terreno que gera menos impacto sobre as articulações, treinar na areia pode ser uma ótima forma para quem deseja de elevar o volume semanal de treinos e poupar articulações e ossos. “Mas é bom lembrar que embora o treino tenha menos impacto, há ainda uma exigência muscular grande, já que fazemos uma muita força no momento da propulsão, ou tirar o pé da areia, por exemplo. O melhor é não exagerar”, finaliza.

 


Espaço Pathrícia Prieto 




Posts mais acessados