Pesquisar no Blog

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Irlanda busca profissionais estrangeiros



Um lugar vibrante e de imensa riqueza cultural que proporciona qualidade de vida para os moradores e oportunidade para uma carreira promissora. É com esse discurso que a Irlanda tem trabalhado para atrair profissionais estrangeiros para o país. O cenário é promissor para diversos segmentos, mas os grandes destaques estão nas áreas de ciência e tecnologia.

O país, que há alguns anos está entre os preferidos dos intercambistas, tem uma base de nove das dez melhores empresas de Informação, Comunicação e Tecnologia. Dentre elas estão as multinacionais Google, Facebook, LinkedIn, Apple, IBM e Twitter. Em expansão desde 2012, o setor é um dos que mais tem contratado talentos internacionais.

Com o mercado de trabalho em expansão, a previsão é que o país gere anualmente cerca de oito mil cargos de empregos nessas áreas. Para atender tal demanda, o governo lançou a campanha Tech Life Ireland que tem como principal objetivo atrair profissionais estrangeiros com qualificações necessárias para suprir as necessidades das empresas sediadas no país. O convite vale tanto para quem está começando quanto para aqueles que buscam mudanças na vida. Contudo, é importante ficar atento aos requisitos exigidos pelas companhias de seu interesse, como qual tipo de visto é aceito, se precisa ter cidadania, etc.

Para o governo irlandês, incentivar a contratação de trabalhadores estrangeiros é positivo graças ao valor da mão de obra que, em geral, é mais barata do que a local, fator esse que aquece ainda mais esse mercado. Em 2015, por exemplo, cerca de 81% das empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação contrataram profissionais estrangeiros. Contudo, ainda que nossa mão de obra seja mais barata para as empresas nacionais, os salários ainda são bem maiores do que os oferecidos no Brasil para os mesmos cargos, por exemplo.

Outro grande diferencial em escolher a Irlanda em comparação a outras potências mundiais está na qualidade de vida oferecida pelo país. A proposta não é ter uma população de workaholics, mas sim de profissionais bem sucedidos na arte de equilibrar o trabalho com o lazer. Não é à toa que os trabalhadores irlandeses são os mais felizes da Europa e estão em quarto lugar no ranking mundial de empregados felizes, de acordo com a última pesquisa realizada pelo site de recrutamento Indeed.

Agora, se mesmo com tantos argumentos, o país ainda não te convenceu a construir sua vida por lá, a boa notícia é que você pode fazer um test drive realizando um intercâmbio com trabalho e estudo. Entre em contato com uma agência especializada e confira todas as oportunidades que esse destino maravilhoso pode te oferecer!



Maurício Marques - diretor comercial da Global Study, franquia de intercâmbios.

Dia dos Avós: Pesquisa aponta que mulheres acima de 60 anos tendem a ter rotinas mais saudáveis do que as mais jovens



Pesquisa do Grupo Minha Vida mostra que as mulheres mais velhas e buscam
comportamentos que prolonguem a juventude e a saúde

No dia 26 de julho é comemorado o Dia dos Avós e, para celebrar essa data, o Grupo Minha Vida divulga resultados de sua Avaliação de Beleza, realizada com 18.500 mulheres maiores de 18 anos, de abril de 2015 a maio de 2016. A pesquisa, que possibilitou que as respondentes refletissem sobre seus hábitos e analisassem o nível de cuidados com seu próprio corpo, indica que é a partir dos 60 anos que as mulheres passam a se preocupar mais com a saúde e buscam levar uma rotina mais regrada. Dentre as respondentes, 48% das mulheres de acima de 60 anos declaram passar protetores solar todos os dias, contra apenas 20% de mulheres de 20 a 29 anos – faixa de idade que lidera uso desse produto ‘apenas quando lembra de passar’.

Para a dermatologista Dra. Bhertha Tamura, especialista parceira do Minha Vida, a pesquisa traduz a realidade das pacientes que atende em seu consultório. “As mulheres mais jovens são vaidosas e se preocupam com a estética, principalmente com a recente onda de blogueiras de beleza. Elas buscam produtos e tratamentos, mas não seguem uma rotina muito regrada. As mulheres mais velhas, no entanto, entendem que precisam de cuidados mais intensos e frequentes para manter a beleza e a saúde”. A pesquisa mostra que 55% das mulheres de 50 a 59 anos e 66% das mulheres acima de 60 anos usam cremes hidratantes para o rosto, enquanto apenas 38% das mulheres de 20 a 29 anos fazem uso desse produto com frequência.

Um bom exemplo dessa realidade é Odete Selli, professora de educação física, mãe de 2 filhos e avó de uma menina de 1 ano e 3 meses. Aos 57 anos, Odete sempre foi vaidosa e teve uma vida ativa, devido à sua profissão, mas sente diferenças de como cuidava da própria saúde quando era mais nova. “Quando somos mais novos, queremos nos manter bonitos, mas não temos consciência do impacto das nossas escolhas na saúde. Antes eu buscava comer bem por motivos estéticos, hoje eu preciso manter uma dieta balanceada, devido à recomendação médica, já que tenho pré-diabetes. Eu sempre usei alguns produtos, mas hoje tenho uma rotina e acompanhamento médico. Todos os dias uso sabonete próprio para meu tipo de pele, aplico tônico e uso hidratante anti-idade, além de nunca sair de casa sem protetor solar”, explica.

Devido às mudanças fisiológicas, é natural que as mulheres tenham preocupações específicas com a sua idade. De acordo com a Avaliação de Beleza, enquanto as preocupações entre as mulheres de 20 a 39 anos são oleosidade da pele e celulite, as preocupações mais comuns em mulheres acima de 50 anos são flacidez e rugas. Dra. Bhertha explica o que as mulheres buscam em suas consultas “A mais recente tendência na dermatologia é o uso de produtos e tratamentos de alta tecnologia, que tragam bons resultados, mas que sejam menos agressivos do que as intervenções cirúrgicas, como anti-idades, lasers e aplicações de toxina botulínica e ácido hialurônico”. Odete, que já realizou cirurgia plástica, afirma que hoje prefere soluções menos invasivas: “Eu já fiz uma abdominoplastia, devido a muitas complicações depois que tive meus filhos, mas hoje eu prefiro outros tratamentos que sejam menos agressivos, uso de cremes, etc. o único procedimento que ainda penso em fazer é para tirar as manchas e pintas das mãos”.

Alimentação Saudável
Outro levantamento do Grupo Minha VIda, sobre Alimentação Saudável, realizado em 2015 com 11.200 internautas maiores de 18 anos de ambos os sexos, apontou que as mulheres mais velhas se consideram mais saudáveis do que as mais jovens: 79% das mulheres com mais de 60 anos declaram saudável ou muito saudável, sendo que esse número cai para 50% considerando mulheres de 25 a 34 anos. Esse mesmo levantamento aponta que 18,6% das mulheres com mais de 60 anos declara ter uma alimentação saudável e, dentre as respondentes de 18 a 24 anos, essa margem cai para 4,5%.

Dra. Bhertha, explica que isso acontece devido aos valores e hábitos de cada geração: “A geração mais jovem está sofrendo de uma epidemia de obesidade, relacionada à má alimentação, consumo de fast-foods e sedentarismo. As pessoas mais velhas estão mais conscientes sobre o impacto desses hábitos na saúde, por isso tendem a se alimentar melhor, dando preferência a comidas caseiras, e estão cada vez mais adotando hábitos que aumentem a longevidade”.

“Tento passar esses valores para os meus filhos e minha neta, pois as escolhas que fazemos desde cedo encontram a gente lá na frente. É por isso que precisamos praticar esportes e ter uma dieta balanceada, para o corpo e a cabeça funcionarem melhor”, complementa Odete Selli.



Sobre o Grupo Minha Vida
Com 12 anos de atuação, o Grupo Minha Vida desenvolve produtos digitais que fazem bem à saúde. Entre suas unidades de negócio está o portal Minha Vida, maior site de saúde e bem-estar do Brasil, que atinge mensalmente mais de 20 milhões de pessoas; o aplicativo Dieta e Saúde, programa de emagrecimento saudável; além de outros produtos como Tecnonutri, Consulte.me e DS Kids, aplicativo voltado à alimentação saudável das crianças. Mais informações em: www.minhavida.com.br/corporativo/quem-somos

Obesidade e seu pedágio emocional: já no primeiro grau de obesidade, as crianças são mais propensas a serem excluídas



Crianças com problemas de peso lutam social e emocionalmente... É preciso ampliar a compreensão sobre a obesidade infantil, demonstrando que os problemas decorrentes do excesso de peso aparecem cedo e são piores entre as crianças com obesidade grave


A obesidade infantil quase quadruplicou entre crianças de 6-11 anos desde 1980. Hoje, cerca de uma em cada 20 crianças nos Estados Unidos é severamente obesa e esta ameaça à saúde pública custa bilhões de dólares anualmente ao governo dos EUA. “Um novo estudo descobriu que, já em seu primeiro grau, crianças severamente obesas são mais propensas a mostrar sinais de depressão. Elas também são menos queridas por seus pares, e mais frequentemente, são tema de piadas sobre peso do que seus colegas de peso saudável”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski (CRM-SP 36.349).

O estudo foi publicado na revista Child Development. Enquanto a maioria das pesquisas anteriores usou histórias sobre colegas obesos hipotéticos para determinar como as crianças obesas são tratadas, este estudo coletou informações de várias crianças reais em diferentes grupos de peso.

De acordo com os pesquisadores, a obesidade severa é um risco psicossocial claro para as crianças, mesmo aos 6 anos de idade. “As crianças que são hostilizadas, como as com excesso de peso, no estudo, sofrem graves danos psicológicos, com sentimentos de solidão, depressão e agressividade, são mais propensas a ir à escola e a desistirem dos estudos mais tarde”, informa o médico.

Os pesquisadores analisaram dados de 1.164 alunos da primeira série de 29 escolas rurais em Oklahoma para examinar as vidas sociais e emocionais das crianças obesas. Elas viviam em 20 cidades, em oito municípios, tinham taxas de obesidade de adulto, em sua maioria eram de baixa renda e de famílias brancas, cerca de um quinto dos estudantes eram de famílias de índios americanos.

Quanto mais excesso de peso as crianças tinham, piores as consequências, segundo o estudo. “Crianças severamente obesas eram mais provocadas do que as com excesso de peso. O estudo descobriu que as obesas não foram mencionadas pelos colegas quando as crianças foram convidadas a relatar com quem gostavam de brincar mais e menos”, diz Moises Chencinski.

Crianças severamente obesas foram ativamente rejeitadas por seus pares; elas eram frequentemente mencionadas por seus companheiros como menos favoritas e raramente mencionadas como as mais favoritas. “Em termos de saúde emocional, as crianças gravemente obesas apresentaram mais sintomas de depressão do que as que estavam acima do peso e com peso saudável. Além disso, em comparação com crianças com sobrepeso, ambas, tanto as crianças gravemente obesas, quanto as obesas, apresentaram mais sintomas físicos (por exemplo, queixas de dor e visitas à enfermaria da escola) que podem ter sido resultado de estresse ou preocupações psicológicas”, afirma o médico, que é membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Os autores do estudo dizem que ser provocado e rejeitado pelos pares e ficar deprimido, como resultado pode exacerbar as dificuldades das crianças de brigarem contra o excesso de peso ao longo do tempo. As crianças obesas podem se envolver no comer emocional e compulsivo para lidar com a dor da rejeição, podem evitar os exercícios físicos com os colegas para evitar provocações, comportamentos que levam ao ganho de peso adicional.

“As intervenções que abordam o comportamento dos grupos de pares podem limitar a exclusão e as provocações, além de ajudar as crianças obesas a formarem laços de amizades. Professores, pais e médicos precisam pensar juntos sobre o tema”, defende o médico.








Moises Chencinski - http://www.drmoises.com.br

Posts mais acessados