Pesquisar no Blog

sábado, 19 de setembro de 2026

Celulite aos 13? Médica explica por que os furinhos podem surgir ainda na puberdade

 

Créditos: @clinicaleger | CO ASSESSORIA

Na adolescência, o corpo muda rápido e é importante entender o que faz parte desse processo antes de pensar em tratar”, afirma Dra. Danuza Alves

 

A celulite pode aparecer ainda na puberdade e isso, por si só, não significa excesso de peso, sedentarismo ou algum problema no corpo. As mudanças hormonais dessa fase, a forma como a gordura se distribui e características da própria pele ajudam a explicar por que os “furinhos” podem surgir cedo, inclusive em meninas magras e fisicamente ativas. Mas se a celulite pode fazer parte dessa fase, em que momento ela deixa de ser apenas uma característica comum e passa a merecer avaliação ou tratamento? 

Existe uma hora certa para começar a tratar a celulite? A médica Danuza Alves, da Clínica Leger Porto Alegre, explica que a resposta passa primeiro por entender em que fase o corpo está. “A mulher atravessa diferentes momentos hormonais ao longo da vida, e cada um deles pode interferir na forma como a celulite aparece. Na adolescência, isso precisa ser levado em consideração antes de qualquer decisão”, explica. 

A celulite também pode mudar de aspecto com o passar dos anos. Em algumas fases, pode ficar mais evidente; em outras, menos. Por isso, observar o contexto de cada paciente é mais importante do que tratar apenas a aparência da pele de forma isolada, principalmente quando o corpo ainda está em desenvolvimento. 

Para Danuza, não existe uma idade única que determine quando a celulite deve ser tratada. O mais importante é avaliar o estágio de desenvolvimento corporal, o grau de incômodo e se existe uma indicação real naquele momento. “Na adolescência, muitas vezes o primeiro passo é observar e entender o que faz parte daquela fase. Se houver um incômodo importante, a avaliação precisa ser individual e responsável. A hora certa depende menos do número da idade e mais do que aquele corpo está vivendo”, conclui.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Posts mais acessados