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sábado, 8 de agosto de 2026

Além dos medicamentos: 5 estratégias para um emagrecimento saudável e sustentável

 

Imagem: Herbalife
Divulgação

Os medicamentos injetáveis para perda de peso são apenas parte da estratégia para o emagrecimento saudável e sustentável. Entenda quais hábitos adotar para manter os resultados no longo prazo e preservar a saúde


Os novos medicamentos injetáveis para o tratamento da obesidade marcaram um avanço significativo ao possibilitar uma perda de peso mais expressiva. Porém, para alcançar resultados duradouros, é essencial associar o tratamento a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física, além de estratégias que ajudem a prevenir o reganho de peso, afirma o médico nutrólogo e especialista em obesidade Nataniel Viuniski, mestre em Nutrição e membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife. 

Ao reduzir a fome e, consequentemente, a quantidade de alimentos ingeridos, a ingestão de proteínas, vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes é impactada. Além disso, dos efeitos adversos como náuseas, vômitos, diarreia e constipação dificultarem ainda mais a alimentação. 

Por isso, cada vez mais especialistas defendem que o sucesso do tratamento depende de uma estratégia estruturada. “O objetivo não deve ser apenas emagrecer, mas preservar a massa muscular, evitar deficiências nutricionais e criar hábitos que permitam manter os resultados ao longo da vida”, explica o nutrólogo.

Dentro dessa abordagem, o especialista propõe cinco pilares que merecem atenção durante o uso desses medicamentos.
 

1. Invista em proteínas, vitaminas e minerais

Perder peso não significa apenas reduzir gordura corporal. Quando a ingestão de proteínas é insuficiente, parte da perda pode acontecer às custas da massa muscular. 

“Como a pessoa come menos, também tende a consumir menos proteínas e micronutrientes. Por isso, recomenda-se aumentar o consumo de proteínas durante o tratamento para ajudar a preservar a massa magra, principalmente associado à prática de exercícios de força”, orienta Viuniski. 

Além das proteínas, vitaminas e minerais continuam sendo indispensáveis. Nutrientes como vitamina B12, vitamina D, ferro, cálcio, magnésio e zinco participam da produção de energia, da imunidade, da saúde óssea e da manutenção muscular. 

“Cada refeição precisa entregar mais qualidade nutricional. Portanto, torna-se ainda mais importante priorizar alimentos com alta densidade nutricional, ou seja, que oferecem uma grande quantidade de nutrientes em relação à quantidade de calorias, como os shakes nutritivos”, explica o nutrólogo.
 

2. Aposte no colágeno certo

Perdas de peso rápidas costumam trazer mudanças importantes na composição corporal. Embora o excesso de pele dependa principalmente da idade, genética e quantidade de peso perdido, manter uma ingestão adequada de proteínas também contribui para a produção natural de colágeno. 

“Mas os peptídeos de colágeno hidrolisado também podem ajudar melhorar a elasticidade, hidratação e firmeza da pele quando associados a vitamina C e a uma alimentação adequada”, comenta o nutrólogo. Embora não eliminem o excesso de pele decorrente de grandes perdas de peso, podem contribuir para a saúde cutânea.
 

3. Creatina para mais força

A creatina é frequentemente associada à hipertrofia, mas seu papel durante o emagrecimento pode ser ainda mais relevante. 

Como existe risco de perda de massa muscular, preservar a força e a capacidade funcional torna-se uma prioridade. Nesse contexto, a creatina pode ajudar a manter o desempenho nos exercícios de resistência e favorecer a preservação da massa magra quando combinada ao treinamento de força. “Lembre-se que, quanto mais massa muscular for preservada durante o emagrecimento, melhores tendem a ser o metabolismo, a funcionalidade e a manutenção dos resultados no longo prazo".
 

4. Dá-lhe fibras

A prisão de ventre é um dos efeitos adversos mais frequentes durante o uso dos agonistas do GLP-1. Isso acontece porque esses medicamentos retardam o esvaziamento gástrico e diminuem a motilidade intestinal. 

As fibras ajudam justamente nesse cenário. Além de favorecerem o funcionamento intestinal, contribuem para a saúde da microbiota, auxiliam no controle glicêmico e aumentam ainda mais a sensação de saciedade. 

Frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas devem fazer parte da alimentação diária. “Quando necessário, fibras solúveis e suplementos de fibras também podem ser utilizadas com orientação profissional”, acrescenta Viuniski.
 

5. Hidratação e energia para ter disposição

Náuseas, vômitos e redução da ingestão alimentar aumentam o risco de desidratação durante o tratamento com medicamentos injetáveis para emagrecer. 

Manter um consumo adequado de água ajuda não apenas o funcionamento intestinal, mas também a circulação, o transporte de nutrientes e a prevenção de sintomas como fadiga, dor de cabeça e tontura. 

Outro ponto importante é garantir energia suficiente para manter a prática de atividade física e o bem-estar, uma vez que comer pouco demais pode comprometer o desempenho nos treinos e favorecer maior perda de massa muscular. 

“O desafio é encontrar um equilíbrio entre o controle do apetite promovido pelo medicamento e uma alimentação capaz de fornecer água, energia e nutrientes suficientes”, finaliza o médico. 

Nesse caso, o especialista recomenda consumir um copo de água a cada hora, a partir do momento em que a pessoa acorda, e fazer pequenas refeições ao longo do dia, respeitando a tolerância individual e priorizando alimentos nutritivos.

 

Herbalife Ltd
www.Herbalife.com

 

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