Leis federais, canais oficiais e sistemas de denúncia permitem interromper o tráfico sem identificação do denunciante
Durante o verão, o
aumento do turismo e dos deslocamentos amplia o número de pessoas que entram em
contato com vendedores informais de animais silvestres. Essas ofertas ocorrem
em estradas, feiras, redes sociais e grupos de mensagens. Pela legislação
brasileira, a captura, o transporte e a venda de fauna silvestre sem
autorização configuram crime ambiental, com penas que incluem multa e detenção.
Para o cidadão, a
principal ferramenta de enfrentamento é a denúncia. O Ibama mantém a Linha
Verde e sistemas eletrônicos que permitem informar localização, tipo de animal
e forma de oferta de maneira anônima. As Polícias Ambientais estaduais também recebem
comunicações sem exigir identificação do denunciante. Essas informações
alimentam ações de fiscalização e investigações sobre redes de tráfico.
O Instituto Líbio,
que atua no acolhimento e reintrodução de animais resgatados, difunde essas
orientações por meio da Campanha “Agora Você Sabe”, integrando
informação legal, ambiental e de saúde pública.
“Muitas pessoas
deixam de denunciar por medo de exposição, quando na prática os canais são
estruturados para preservar quem informa”, afirma Raquel Machado, CEO do
Instituto Líbio. “Divulgar esse passo a passo reduz a circulação de animais no
mercado ilegal.”
Conheça a campanha
no link:
https://www.instagram.com/reel/DRk25ZyDy_h/?igsh=OHgya2h2ODBveXFt.

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