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segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Infecção de células da gordura visceral pode contribuir para o agravamento da COVID-19, sugere estudo

Cultura de adipócitos diferenciados: em vermelho os lipídeos; em verde a proteína ACE-2, que serve de receptor para o SARS-CoV-2; em azul o núcleo celular(imagem: Amanda Passos e Flávio Protasio Veras)

 

Experimentos conduzidos na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade de São Paulo (USP) indicam que a gordura visceral – aquela que envolve os órgãos vitais e é considerada um fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão – contribui mais para o agravamento da COVID-19 do que a gordura existente abaixo da pele, que dá forma aos infames “pneuzinhos”.

Para chegar a essa conclusão, o professor do Instituto de Biologia da Unicamp Marcelo Mori, um dos líderes da pesquisa, infectou em laboratório dois tipos de adipócitos: um obtido a partir de células-tronco humanas isoladas do tecido adiposo subcutâneo e outro diferenciado a partir de células-tronco do tecido adiposo visceral.

“Foi possível observar que o adipócito visceral é mais suscetível à infecção pelo SARS-CoV-2, pois a carga viral aumenta bem mais nesse tipo de célula de gordura do que no adipócito subcutâneo. Acreditamos que isso se deve, principalmente, à maior presença da proteína ACE-2 [à qual o vírus se conecta para invadir a célula] na superfície celular”, conta Mori à Agência FAPESP.

Além disso, os pesquisadores notaram que, ao ser infectado, o adipócito visceral produz uma quantidade maior de citocinas pró-inflamatórias – moléculas que sinalizam para o sistema imune a existência de uma ameaça a ser combatida.

A pesquisa, divulgada na revista Nature Communications, contou com a participação de diversos grupos de pesquisa da Unicamp, além de colaboradores da USP, do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio-CNPEM), do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (Idor). Entre os coordenadores estão os professores Luiz O. Leiria (USP), Mariana Osako (USP) e Daniel Martins-de-Souza (Unicamp). A investigação recebeu financiamento da FAPESP por meio de 20 projetos (17/08264-820/05040-420/04746-019/00098-719/05155-920/04583-420/15959-519/26119-016/00194-820/04558-020/04579-721/10373-520/08716-913/07607-820/04919-217/01184-917/23920-916/24163-419/04726-2 e 18/21635-8).

Reservatório viral

A equipe de Mori na Unicamp foi a primeira do mundo a mostrar – em julho de 2020 – que o SARS-CoV-2 era capaz de infectar células de gordura humanas e a sugerir que o tecido adiposo serviria de reservatório para o vírus (leia mais em: agencia.fapesp.br/33612/).

“Depois disso, outros trabalhos confirmaram que o adipócito de fato pode ser infectado. E, ao analisarmos amostras de pacientes que morreram de COVID-19, vimos que a presença do vírus no tecido adiposo é relativamente frequente, cerca de 50% dos casos”, conta o pesquisador.

O grupo então decidiu investigar se havia diferença na forma como as células adiposas viscerais e subcutâneas respondiam à infecção. No que diz respeito às doenças metabólicas, as evidências da literatura científica mostram que a gordura visceral é a principal vilã, enquanto a gordura subcutânea tende a ser neutra ou até mesmo benéfica.

“Queríamos avaliar se no contexto da COVID-19 havia uma relação semelhante”, conta Mori. “E de fato nosso modelo sugere que, quanto mais abundante é o tecido adiposo visceral no indivíduo com obesidade, mais chances o vírus tem de se replicar e isso acaba amplificando o processo inflamatório.”

No adipócito subcutâneo, por outro lado, o grupo observou que a infecção leva a uma diminuição da lipólise, como é conhecido o processo de quebra dos lipídeos em moléculas de ácidos graxos que podem ser usadas como fonte de energia durante atividade física ou períodos de jejum.

“Nossa hipótese é que isso representa uma resposta celular antiviral. Há estudos mostrando que a inibição da lipólise diminui a capacidade replicativa do SARS-CoV-2, o que pode ser explicado pelo fato de o vírus precisar de lipídeos para produzir seu envelope e, além disso, demandar energia da célula para fazer cópias de seu material genético”, explica Mori. Segundo o pesquisador, portanto, a diminuição da lipólise no tecido adiposo subcutâneo pode ser algo positivo para nós humanos e uma má notícia para o vírus.

Respostas antagônicas

Os adipócitos viscerais foram expostos a duas linhagens diferentes do SARS-CoV-2: a ancestral, oriunda de Wuhan, na China, e isolada de um dos primeiros brasileiros diagnosticados com COVID-19; e a gama (P.1.), que emergiu no fim de 2020 em Manaus. A diferença de suscetibilidade em relação aos adipócitos subcutâneos foi vista apenas com a cepa ancestral.

“Vimos que a variante de Manaus tem uma capacidade menor de infectar as células viscerais em comparação à cepa ancestral. E, por meio de proteômica [análise do conjunto de proteínas produzidas pela célula], observamos que, enquanto a linhagem de Wuhan leva a uma diminuição de diversas proteínas relacionadas à resposta de interferon na célula [mecanismo do sistema imune para combater vírus], a gama leva a um aumento. Ou seja, com a cepa de Manaus o adipócito produz mais proteínas que promovem uma resposta antiviral”, conta Mori.

Segundo o pesquisador, estudos recentes apontam que, com as novas variantes virais, há uma queda nos casos graves de COVID-19 entre pessoas com obesidade. “Mas esse fenômeno pode ter influência de outros fatores, como vacinação ou infecção prévia. Ou talvez esses indivíduos estejam se cuidado mais por saberem que pertencem a um grupo de risco”, diz.

Para tentar avançar na compreensão do tema, o grupo pretende fazer novos experimentos em culturas de adipócitos com as linhagens delta e ômicron.

Outro objetivo futuro é investigar possíveis impactos metabólicos da infecção pelo SARS-CoV-2 em médio e longo prazo. “Queremos descobrir se a infecção muda o risco de o indivíduo desenvolver diabetes ou doenças cardiovasculares, por exemplo. Para isso uma possibilidade é estudar amostras de pacientes que tiveram COVID-19 e depois foram submetidos a cirurgia bariátrica e verificar se com a infecção ocorrem alterações morfológicas e funcionais no tecido adiposo visceral”, conta.

O artigo SARS-CoV-2 infects adipose tissue in a fat depot- and viral lineage-dependent manner pode ser lido em: www.nature.com/articles/s41467-022-33218-8.
  

Karina Toledo
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/infeccao-de-celulas-da-gordura-visceral-pode-contribuir-para-o-agravamento-da-covid-19-sugere-estudo/40093/

Dezembro Laranja: cuidado com a exposição das crianças ao sol deve ser reforçado

Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul alerta para que pais mantenham sempre uma rotina de prevenção com os filhos



Com a pele mais sensível do que a dos adultos, as crianças exigem uma atenção especial nesta época do ano quando aumentam as temperaturas e a frequência com que os pequenos ficam expostos ao sol.

“Existem opções específicas para crianças de protetor solar, mas isso não significa que a criança possa permanecer de forma exagerada no sol. É importante sempre considerar um conjunto de medidas que incluem a permanência em horários adequados, uso de camisetas com proteção contra raios ultravioletas, uso de bonés e guarda-sol, por exemplo”, afirma o médico pediatra da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), José Paulo Ferreira.

Já o caso dos bebês com menos de seis meses é diferente. Uma vez que não é indicado uso de protetor solar, o melhor é evitar que eles se exponham ao sol. Isso acontece porque a pele nesta idade é muito sensível podendo facilmente sofrer queimaduras.

“É sempre bom ter em mente que a prevenção do câncer de pele passa por uma conscientização de longo prazo. No caso das crianças, se não protegermos a pele deles desde muito cedo, vão desenvolver mais chances de terem uma doença no futuro. Por isso, a segurança deles depende dos cuidados dos pais”, completou José Paulo.

Medidas adicionais são sempre bem vindas como a correta hidratação e alimentação. O indicado é que os pais estimulem o consumo frequente de água, sucos naturais, frutas, legumes e verduras.


Marcelo Matusiak


Sem cura, mas com tratamento, enxaqueca é uma das dores de cabeça mais limitantes

SMCC divulga vídeo com orientações de prevenção e cuidados com a doença, mais comum em mulheres dos 20 aos 60 anos


A enxaqueca é um dos tipos mais comuns de dor de cabeça e uma das mais incapacitantes. Mais frequente nas mulheres, pelo fator hormonal, não possui cura, mas tem tratamento. Um diagnóstico bem feito, com tratamento adequado, ajuda a pessoa a evitar as crises e a ter uma vida normal. O neurologista Dr. Donizete César Honorato (CRM 42.242) foi convidado pela SMCC (Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas) para gravar um vídeo sobre o tema, que pode ser acessado NESTE LINK. https://youtu.be/uN5B5XTmKPo.

“Existe uma diferença entre as várias dores de cabeça e a enxaqueca. As dores de cabeça são todas as dores que a gente vem a sentir desde acima dos olhos até a nuca. Entre as dores de cabeça, existem as primárias e as secundárias. Entre as primárias, a mais comum delas é a dor de cabeça por ansiedade. A segunda é a enxaqueca, a que mais prejudica as pessoas, com falta ao trabalho, mau humor, memória prejudicada”, explica o médico. “Trata-se de uma dor bastante forte, que vem com náusea, vômitos. Às vezes, as pessoas têm mosquinhas, coisas que parecem estar voando dentro dos olhos, o olfato fica prejudicado e elas não suportam cheiros”, comenta.

De acordo com o neurologista, a enxaqueca apresenta sintomas bem característicos entre as dores de cabeça. “É uma dor de cabeça que, costumeiramente, ocorre em um dos lados da cabeça, como a gente diz, no hemicrânio. É de moderadas a forte intensidade, pode durar de quatro a 72 horas e é extremamente incapacitante. Às vezes, é difícil entender porque a pessoa não foi trabalhar, porque a criança não foi na escola... “, diz.

Embora a enxaqueca seja mais frequente nas mulheres, principalmente durante o período produtivo, entre 20 e 60 anos, ela também ocorre nos homens e nas crianças. “A enxaqueca é caracterizada por distúrbios que existem em alguns neurônios. É uma doença hereditária, a gente sempre observa quando o pai tem, o vô tem, a tia tem... isso ajuda muito a fazer o diagnóstico”, explica Dr. Honorato.

Segundo o médico, como existem dores de cabeça causadas por outros fatores, como sinusite, problemas de visão, cansaço, disfunções das articulações temporomandibulares, problemas neurológicos ou neurocirúrgicos, é fundamental fazer o diagnóstico correto. “É importante você mesmo identificar a sua dor de cabeça. Faça uma agendinha: quando dói, como dói, como começa, como é a evolução dessa dor de cabeça. Isso vai ajudar muito a fazer os diagnósticos previstos”, orienta.


Quando procurar o médico?

Toda vez que as dores de cabeça são incapacitantes. Quando começam a aparecer náuseas, vômitos, alterações na vista, é o momento de procurar o médico. “Se você tentou tratamentos caseiros, mas se passaram alguns dias e essas dores de cabeça não melhoraram, é indicado procurar um médico. Será feita uma triagem adequada para ver onde se encaixa essa dor de cabeça. Não só como enxaqueca, mas como aquelas outras que, de repente, podem ser um problema neurológico mais sério”, diz.


Como prevenir?

Dormindo bem, se alimentando bem, tentando diminuir o máximo de estresse, tendo uma vida ativa. Não abusar do álcool e do cigarro. “Tudo isso colabora para a crise de enxaqueca não seja desencadeada. É importante realizar atividades físicas, manter laços de amizade, ter uma vida interativa, participar da academia. Tudo isso vai criar substâncias poderosas que podem inibir o desencadeamento das enxaquecas”, garante o médico.


Enxaqueca tem cura?

“A pergunta que sempre se faz e que não quer calar é se a enxaqueca tem cura. Na realidade, a enxaqueca não tem cura, mas ela tem tratamento. Se você pensar em uma pessoa que tem diabetes, ele não tem cura do diabetes, mas vive a vida normalmente, com os tratamentos, com os cuidados”, compara. “A enxaqueca é a mesma coisa. Se você evitar os fatores desencadeantes, ter um acompanhamento correto, pelo neurologista, pelo otorrinolaringologista, pelo oftalmologista, pelo dentista, é possível viver sem dor”, diz.

O neurologista ressalta que, atualmente, há muitas opções de medicamentos, para as duas fases da enxaqueca, que são antes da crise e na crise. “Existem também tratamentos interativos, como ioga, massagem, toxina botulínica, acupuntura... existem várias outras maneiras de te tornar uma pessoa feliz, uma pessoa sem dores de cabeça”, afirma.

 

Copa do Mundo

 

Foto: Panrotas

70% do frango consumido no Catar é brasileiro

A Copa do Mundo alavancou as exportações de frango ao Catar em 2022 e, com a visibilidade do evento, há expectativa de aumento de turistas e, consequentemente, tendência de que essa relação comercial se mantenha promissora


Com a realização da Copa do Mundo, o pequeno país de quase três milhões de habitantes ganhou visibilidade mundial e algumas curiosidades se tornaram conhecidas, como as que se referem às relações comerciais entre Brasil e Catar. Você sabia, por exemplo, que cerca de 70% do frango consumido no Catar é brasileiro? E com a realização do mundial essas exportações em 2022 deram um salto – segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), nos dez primeiros meses do ano, em receita, o aumento foi de 67%, e, em volume, de 40%.

Mas por qual motivo a proteína brasileira ganhou tanto espaço naquele país do Oriente Médio? Primeiro é importante ressaltar que a população do Catar segue predominantemente a religião islâmica, ou seja, que tem o halal como um estilo de vida e rege suas ações, inclusive na alimentação. 

Dessa forma, como explica o diretor da CDIAL Halal, Ahmad M. Saifi, o Brasil não conquistou à toa a posição de maior exportador de carne de frango halal do mundo. “Foi pela qualidade dos nossos produtos, aliado ao respeito aos preceitos halal e ao preço competitivo que possibilitou ao Brasil conquistar e ter mantido essa relação sólida e promissora com os países árabes”.

Copa do Mundo – Ahmad ressalta que os bons números na exportação do frango brasileiro ao Catar tiveram sim a influência da Copa do Mundo. Com a expectativa de que, durante o evento, o país receba cerca de 1,7 milhões de visitantes, o aumento da compra de alimentos teria um salto.

Mas, para o diretor da CDIAL Halal, esta tendência de alta, mesmo que não seja nos mesmos patamares a esta de 2022, pode acontecer nos próximos anos. “A Copa está trazendo uma grande visibilidade ao Catar e isso pode motivar turistas do mundo todo a visitarem aquele país e, com isso, mantermos também bons números nas exportações”, enfatiza.

Mercado halal – Engloba quase ¼ da população mundial, em um quantitativo de mais de 1,8 bilhão de pessoas, com estimativa de aumentar para 2,8 bilhões em 2050, segundo o relatório State of the Global Islamic Economy. Este mercado gigantesco deve movimentar em torno de US$ 5,74 trilhões até 2024, de acordo com o relatório.

O que é o halal e o que envolve? - Halal significa lícito, permitido para o consumo do muçulmano. Mas, na religião islâmica, o halal reforça valores e envolve regras de conduta, comportamentos, alimentação, além de bens de consumo e serviços.

Dessa forma, o halal vai muito além da alimentação e engloba diversas categorias, como produtos químicos, farmacêuticos, cosméticos e até mesmo diferentes tipos de serviço. Porém, para ser halal, esses produtos não podem conter componentes de origem suína ou álcool.

Nesse cenário, indústrias de diversos segmentos podem se tornar aptas a exportar para os países muçulmanos.


Curiosidades sobre o islamismo

Islam em árabe significa “submissão” ou rendição a Deus

O islam é a segunda maior religião do mundo depois do cristianismo e tem mais de 1.8 bilhão de seguidores. O Islam se originou na Arábia e se espalhou por todo o mundo. Os países com maiores populações muçulmanas incluem Indonésia, Paquistão, Bangladesh, Nigéria, Egito, Turquia e Irã.

Muhammad é, de acordo com os muçulmanos, o profeta final em uma linha de profetas (incluindo Adão, Abraão, Moisés e Jesus) que foram escolhidos por Deus para atuar como mensageiros e ensinar a humanidade o caminho que Deus prescreveu para a salvação. Os muçulmanos acreditam que existe um único Deus e Criador, e as pessoas podem alcançar a salvação seguindo seus mandamentos.

 

CDIAL Halal - É a certificadora da América Latina acreditada pelos principais órgãos oficiais dos Emirados Árabes (EIAC) e do Golfo (GAC), o que confere seriedade e competência nos segmentos que atua. Também é a primeira da América Latina a conquistar a categoria cosméticos e fármacos. Esta certificação é aceita em todo o mundo, inclusive nos países de maior população muçulmana como Malásia, Indonésia, Singapura e Golfo Pérsico (ou Golfo Árabe).


Início da Copa do Mundo traz alerta sobre fogos de artifício

Fogos de artifício está entre as principais causas de queimaduras no Brasil
Pixabay
Artefatos desse tipo estão entre as principais causas de queimaduras graves no Brasil e o número de atendimentos cresce durante as festividades

 

A chegada da Copa do Mundo 2022 traz um alerta para quem gosta de organizar comemorações: a importância dos cuidados com o manuseio dos fogos de artifício. Esse tipo de produto está entre os principais responsáveis pela triste estatística de mais de um milhão de acidentes com queimaduras registrados no Brasil todos os anos. 

Recentemente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou um estudo que apontou que, entre 2008 e 2017, mais de 5 mil pessoas passaram por internação hospitalar causada por queimaduras de fogos, um importante alerta para a sociedade. 

De acordo com Antônio Rangel, enfermeiro especialista no tratamento de feridas e consultor da Vuelo Pharma, a maior parte dos acidentes acontece devido ao manuseio incorreto dos fogos. “É preciso ler as instruções atentamente e não fazer uso próximo de crianças, idosos ou aglomeração de pessoas. Os fogos por si só são perigosos e sua ativação deve ocorrer em locais apropriados, com um grande espaço de segurança”, diz. 

Os rótulos dos fogos de artifícios que são certificados trazem informações completas sobre o manuseio. Enfatizam, entre outras coisas, a importância de manter distância de qualquer substância inflamável ou rede elétrica. Outra recomendação importante é evitar o uso por pessoas que tenham ingerido bebidas alcóolicas. 


O que fazer diante de eventuais queimaduras

A primeira recomendação, em caso de queimadura, é lavar a região atingida com água corrente, não cobrir o ferimento e não passar nada além de água. "Deve-se evitar soluções caseiras. Pomadas, pasta de dente, ervas, nada disso é recomendado e pode piorar a lesão", alerta Rangel.

O especialista recomenda ter em casa um curativo à base de celulose, fácil de aplicar, que acelera a cicatrização da pele e isola as terminações nervosas, diminuindo a dor. 

"A Membracel é fácil de encontrar na internet e em farmácias. O custo-benefício é ótimo porque regenera a pele em tempo recorde e não precisa ser trocado diariamente”, explica ele. 

O especialista destaca, ainda, que esse curativo é apropriado para pessoas de todas as idades. “É uma tecnologia acessível, 100% nacional, desenvolvida pela Vuelo Pharma. A Membrancel já é, inclusive, considerada o curativo do futuro pela sua alta eficácia em queimaduras”, relata ele.

www.vuelopharma.com


Copa do Mundo: o que diz a legislação trabalhista sobre a liberação dos empregados?

Especialista destaca principais pontos que empresas e colaboradores devem se atentar no período

 

Com a proximidade da maior competição esportiva do mundo, a Copa do Mundo, muitas empresas e funcionários começam a se deparar com alguns questionamentos, especialmente no que diz respeito à jornada de trabalho nos dias de jogos da seleção brasileira, pois algumas partidas acontecem em horário comercial. 

Durante a Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, a Lei nº 12.663/2012 estabeleceu que a União poderia declarar feriado nacional os dias em que houvesse jogos da Seleção Brasileira de Futebol. À época, inclusive, foi publicado um Decreto do Poder Executivo Federal permitindo a dispensa do trabalho, e a concessão de folga aos trabalhadores durante os dias de jogos da Seleção Brasileira.

Quanto à Copa de 2022, até o momento, não existe norma federal no mesmo sentido, razão pela qual podem as empresas se valerem do previsto na legislação do trabalho para definir como se dará a jornada de trabalho dos empregados durante os jogos, notadamente, aqueles que a Seleção Brasileira de Futebol entra em campo.

“A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), nada dispõe sobre este tema, de modo que inexiste qualquer obrigação legal de as empresas concederem folga ou dispensarem os seus colaboradores mais cedo nos dias dos jogos. Por isso, o horário de trabalho durante a Copa do Mundo de 2022 permanece o mesmo que foi estabelecido em contrato individual de trabalho”, explica Priscilla Santos, advogada do escritório Aparecido Inácio e Pereira Advogados e Associados.


Recomendações e acordos que podem ser feitas para as empresas

A liberação ou flexibilização da jornada de trabalho nessas datas é uma prerrogativa do empregador. Nesse caso, é importante que as empresas planejem e busquem soluções que sejam interessantes para ambas as partes. 

“Alguns jogos da Seleção Brasileira ocorrerão no período da tarde. Desse modo, a empresa pode colocar em prática possibilidades mais flexíveis, quais sejam: promover a dispensa total (folga nos dias dos jogos) ou parcial do trabalho (diminuição da jornada de trabalho), além da possibilidade de permitir a prestação dos serviços no regime de teletrabalho ou trabalho remoto ou podem criar um espaço para que se possa assistir aos jogos na empresa”, diz a advogada. 


Haverá a necessidade de compensação de horas? 

Na hipótese de compensação de jornada, quando o colaborador trabalha em jornada inferior ou superior à ordinária e compensa no mesmo mês, é possível a estipulação desse regime por acordo individual tácito ou escrito, entre o empregador e o empregado. 

Vale destacar que a compensação não significa, necessariamente, que o empregador precise liberar o empregado por todo o período de labor daquele dia, pois a compensação também pode se dar por períodos parciais.

“O tratamento dos funcionários deve ser isonômico. O que isso quer dizer? Todos devem ter os mesmos benefícios, ou seja, a empresa não pode discriminar e nem privilegiar colaboradores que trabalham no mesmo departamento e realizam a mesma função, sendo possível organizar as liberações em sistema de escala”, acrescenta Priscilla.   


Descontos do salário ou do banco de horas  

As horas não laboradas deverão ser regularmente remuneradas, pois a decisão de dispensar os seus funcionários para acompanharem os jogos da Copa cabe a empresa, portanto, precisa seguir o que foi firmado no acordo com o colaborador.

A empresa não é obrigada a liberar colaboradores nesse período de Copa, porém, caso a organização opte por dispensar os funcionários pode adotar além do mencionado sistema de compensação, o banco de horas.

Dessa maneira, caso a empresa já tenha o banco de horas institucionalizado, é possível compensar o período concedido para assistir aos jogos. Isso pode ser feito abatendo eventual saldo positivo que o empregado tenha ou incluindo saldo negativo para que o colaborador compense essas horas posteriormente.

“Cumpre destacar, que no regime de banco de horas, o legislador exige maior formalidade em sua estipulação, isto é, pode ser feita apenas por acordo individual escrito, sendo que a compensação pode ocorrer em até no máximo seis meses, o que dá uma margem maior para que o empregado compense o período não trabalhado”, finaliza a especialista.

 

Dra. Priscilla da Silva Santos - Bacharela em Direito pelo Centro Universitário de Brasília, em 2010 e inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil sob o nº 35.838. Atualmente, a doutora atua no escritório de advocacia Aparecido Inácio e Pereira Advogados Associados, localizado na capital de São Paulo.


Mercado de trabalho: Cresce o número de demissões

Pesquisas mostram que a geração Z tem 24% da força de trabalho global no mercado atual

 

Trabalhar em um ambiente inseguro psicologicamente, com baixos salário, seguido das questões de clima e relações interpessoais no trabalho, resultou em mais de 600 mil demissões voluntárias de brasileiros em agosto deste ano, segundo dados da LCA Consultores. O fenômeno também ocorre em vários países ao redor do mundo e têm preocupado as companhias.

Segundo Eliziane Jacqueline dos Santos, coordenadora do curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar EAD da Faculdade Santa Marcelina, hoje o desafio das organizações têm sido trabalhar a diversidade como fator competitivo, além de rever suas políticas de gestão de pessoas com a oferta de benefícios corporativos, apostas em novos modelos focados no desenvolvimento e aprendizagem permanente, bem como a nova arquitetura organizacional para contemplar as lideranças e as estruturas de carreira em Y. “O diagnóstico de clima é um termômetro importante para identificar os pontos de insatisfação na empresa quanto à gestão e processos de trabalho”, explica.


A seguir, a professora Eliziane fala dos desafios de atrair e reter os talentos.

A geração Z é a conectada e suas relações e produtividade, estão interligadas às redes sociais, uso da tecnologia nos mais diferentes dispositivos e internet. Pesquisas mostram que a geração Z tem 24% da força de trabalho global no mercado atual. Contudo, hoje, comparada com as demais gerações, possui dificuldades de adaptação às estruturas organizacionais mais rígidas e que entram em choque com os valores desses jovens, principalmente no tocante à inclusão e diversidade. Nestes casos, torna-se pertinente que as organizações ofereçam políticas mais liberais e atrativas com foco na qualidade de vida, criatividade, remuneração e participação nos resultados.


Quais são os desafios de reter esses talentos?

O desafio é o RH criar várias estratégias que atendam às demandas dessa geração e as empresas reverem sua cultura organizacional no sentido de serem mais flexíveis às demandas da geração Z: transparência, equidade, diversidade e inclusão são as palavras de retenção para eles, além das políticas valorizarem o conhecimento e o reconhecimento em curto prazo.


Como as companhias podem reter os talentos?

  1. Desenvolver a inteligência emocional e a gestão das relações no ambiente de trabalho, para que essa geração saiba lidar com as pressões, metas e valorize os relacionamentos interpessoais.
  2. Oferecer oportunidades de desenvolvimento à curto, médio e longo prazo, associadas aos planos de carreira da organização, articulando com pacotes de benefícios atrativos.
  3. Preparar para a liderança humanizada, com foco na humanização das relações de trabalho, a fim de dialogarem sobre metas e prazos, de acordo com as necessidades de áreas e expertise dos jovens.
  4. Focar na qualidade de vida e incluir ações que permitam lazer e liberdade para os jovens, no sentido de sentirem reconhecidos em suas necessidades, com um ambiente acolhedor, diversificado, que valorize as opiniões e o diálogo com seus superiores, com jornadas flexíveis e possibilidades de inovarem seus processos de trabalho.
  5. E por fim, redefinir aos valores organizacionais no sentido de incluírem os novos perfis profissionais e aproximar as demais gerações que ali transitam para trabalharem em equipe com os jovens da geração Z, pois a troca de experiências potencializa o desenvolvimento das relações interpessoais, além de ser ótima oportunidade de aprendizado entre ambos.

 

Faculdade Santa Marcelina


Muito dinheiro no bolso...": como fazer o salário render mais neste fim de ano

Especialistas do Banco Cetelem dão dicas de planejamento financeiro para fechar 2022 sem sustos ou dívidas

 

O fim do ano se aproxima e, com ele, os gastos podem a aumentar. Datas como Black Friday e Natal se tornam uma tentação para os consumidores, que podem se perguntar: é possível fazer com que o salário renda mais? Especialistas do Banco Cetelem garantem que sim. Segundo eles, para ganhar fôlego e não se afundar em dívidas neste período, a palavra de ordem é organização. Para o dinheiro render mais no final do mês é preciso tomar as rédeas da situação e planejar o orçamento.

De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o orçamento das famílias de menor renda segue apertado, com alto nível de endividamento. Em setembro, este percentual chegou a 79,3%. Para não entrar nesta estatística, abaixo seguem quatro dicas de especialistas do banco para novembro e dezembro:


Não extrapole o limite de gastos

Para evitar entrar 2023 no vermelho, a regra número um é ter uma meta. Seja para as compras da Black Friday, presentes de Natal ou para a viagem no Ano Novo, o ideal é estipular um “teto de gastos” para cada período, lembrando que é importante sobrar uma reserva para janeiro. Nesta hora, a sugestão é fazer as contas a partir da renda líquida, ou seja, o salário que cai na conta e não aquele que está registrado na carteira. 


Aprenda a dizer “não” 

Para os especialistas, a forma mais eficaz de fazer o salário render mais é saber dizer “não” na hora certa. Se os gastos estão maiores do que o que seu orçamento permite, controlar gastos supérfluos é o que irá impedir que as dívidas de final de ano acabem consumindo seus recursos nos próximos meses. Mesmo que seja difícil resistir às ofertas especiais deste período, é importante ter em mente que será possível adquirir este mesmo produto/serviço em um outro momento, sem peso na consciência e com mais planejamento.


Cheque especial? Somente em emergências

Outra dica de ouro para controlar as despesas e fazer o salário render mais é lembrar que o cheque especial não faz parte da sua renda. Um dos principais erros de quem chega ao fim do mês (ou do ano) sem dinheiro é pensar que o cheque especial faz parte do orçamento mensal. É preciso ter muito cuidado com isso, pois ele é uma linha de crédito, que deve ser usada apenas em emergências. Caso contrário, seu salário ficará cada vez menor. Em determinadas situações, pode ser até mais vantajoso contratar um empréstimo consignado, que possui taxas mais baixas. 


De olho no amanhã

Por fim, os especialistas do banco afirmam, ainda, que é necessário manter a cabeça no lugar na hora de utilizar o 13º salário. Sim, é um salário a mais, mas isso não significa que ele tenha que ser gasto sem qualquer planejamento. Mesmo que o período de férias seja o momento propício para algumas extravagâncias, é possível se organizar e poupar pelo menos uma parte do valor que irá cair na conta para eventuais emergências. Assim será mais fácil chegar ao fim de qualquer mês com as contas pagas e com um valor residual para investir em lazer, sem culpa ou preocupações.



Banco Cetelem é uma empresa


Medo de falar em público? Veja 5 técnicas para se tornar um expert da comunicação

A comunicação é uma parte essencial da vida social, seja para se conectar com amigos e familiares ou para ter sucesso no local de trabalho. Estudos mostram que pessoas que não são boas em se comunicar com outras pessoas tendem a ter menos sucesso na vida do que aquelas que são. Se você deseja encontrar felicidade e realização e ser bem-sucedido, comece a aprender como se comunicar de forma eficaz trabalhando em suas habilidades sociais. 

Saber se comunicar é uma habilidade importante tanto para nossa vida pessoal quanto profissional. Ser capaz de se expressar com clareza pode te ajudar a desenvolver relacionamentos mais fortes, maximizar seu potencial e atingir seus objetivos. 

Gisele Alves é dona de uma vasta experiência como apresentadora de televisão, atriz e jornalista e também compartilha dicas valiosas para desenvolver uma boa comunicação e técnicas para conquistar a confiança de si mesmo e das pessoas. 

Saber se expressar em diferentes situações e envolver o ouvinte no momento certo e com as palavras certas pode te ajudar em vários aspectos, explicar ideias, estabelecer uma estratégia, defender um ponto de vista ou até mesmo conversar sobre assuntos informais de maneira mais eficiente. 

Pensando nisso, Gisele Alves cita algumas dicas para você começar a desenvolver sua forma de se comunicar, confira:

 

Eleve sua empatia

A comunicação é um caminho de mão dupla. Se você praticar o ato de enxergar pelo ponto de vista contrário, pode reduzir a dificuldade e a ansiedade que, de vez em quando, surgem quando tenta se comunicar verdadeiramente com os outros. Por exemplo, saber o que a outra pessoa realmente quer dizer, quando ela diz que está muito cansada para conversar. Desenvolver empatia te ajuda a melhor entender as partes não verbais da comunicação com os outros e a responder efetivamente.

 

Leitura é fundamental

Outra boa tática para melhorar a forma como você se expressa, é ler mais. Podem ser livros relacionados a negócios, comunicação, negociação ou a outros assuntos do seu interesse, jornais ou artigos da internet. A leitura ajuda a expandir o vocabulário, a melhorar o poder de argumentação e a ter uma boa noção de como organizar as ideias de maneira clara, todos estes são pontos que contribuem para que você se comunique melhor.


Treine, treine e treine mais um pouco

É bastante conhecida a teoria de Steve Jobs de que se leva dez mil horas de prática para dominar uma habilidade - tocar piano, jogar basquete ou jogar tênis. Acredita-se vivamente que isso também se aplica à habilidade de se comunicar. Muitas pessoas dizem que jamais serão tão refinadas quanto Steve Jobs ou outros grandes oradores do mundo dos negócios, porque simplesmente "não são boas em falar em público". Bem, Steve Jobs também não nasceu sabendo. Ele trabalhou duro para desenvolver essa habilidade. 

Em suas primeiras apresentações, incluindo o lançamento do Macintosh em 1984, Jobs se manteve rígido no palco, agarrado a bancada e lendo anotações. Ele foi melhorando a cada ano que passava. Na verdade, cada década testemunhou um grande avanço em seu estilo e suas técnicas de oratória. Jobs ficou famoso por ensaiar incansavelmente para uma apresentação - muitas, muitas horas ao longo de muitas, muitas semanas. E acabou sendo considerado um dos líderes de negócios mais carismáticos do mundo. O que muita gente não consegue perceber é que Jobs parecia se apresentar sem esforço porque se empenhou muito nisso!

 

Use técnicas de respiração para se concentrar

O nosso cérebro consome cerca de 20% de todo o oxigênio que passa pelo seu corpo? Isso acontece porque o órgão precisa bastante desse elemento para realizar suas principais tarefas, desde as automáticas, como garantir o batimento do coração, até as mais complexas, como os processos de atenção e comunicação.

Por esse motivo, utilizar técnicas de respiração para concentração é uma excelente maneira de aproveitar o que se sabe sobre a nossa cognição e ter mais produtividade nas tarefas. Isso sem contar que melhorar a oxigenação do corpo auxilia no controle da ansiedade, do estresse e do humor. 

Sabia que só o ato de prestar atenção na respiração pode fazer com que a sua concentração melhore? Isso porque, quando você volta o foco para uma determinada atividade, as distrações vão embora. Então, vale a pena tirar 1 minuto do dia apenas para sentir o ar saindo e entrando pelas narinas. 

Você pode usar também técnicas mais elaboradas, como, por exemplo, a respiração alternada. Essa técnica consiste em: 

Tampe uma narina, concentrando-se para que o ar passe por apenas uma delas. Em seguida, basta repetir o mesmo movimento no outro lado. 

Conhece o sinal de “hang loose”? Basta fechar a mão, deixando o polegar e o dedo mindinho abertos. A partir disso, é só seguir estes passos: 

  • respire fundo e segure o ar;

  • cubra a narina direita com o dedo polegar;

  • expire apenas pela narina esquerda;

  • inspire totalmente e segure novamente o ar;

  • cubra a narina esquerda com o dedo mindinho;

  • deixe o ar escapar pela narina direita;

  • repita todo o procedimento por, pelo menos, 4 vezes.

 

Seja natural e tenha sua própria opinião

Procure trabalhar nos pontos citados, mas de forma natural. Não tente copiar a maneira de alguém falar, por exemplo. A linguagem corporal exerce um papel tão importante quanto a fala na comunicação. É através dela que você coloca emoções em suas palavras, enfatiza suas frases, passa segurança e receptividade as pessoas. Imagine uma pessoa usando a mesma expressão facial para dizer que está triste ou feliz: é no mínimo estranho, não acha? O mais importante, nunca fuja de sua essência e do que acredita, você conquistará as pessoas certas pelo que você é.” finaliza Gisele Alves.


Gisele Alves - Atriz, jornalista e apresentadora, Gisele Alves afirma estar no melhor momento da sua carreira à frente do programa "Papo em Dia" - Rede Brasil. Gisele Alves conta que já foi dançarina e backing vocal do Terra Samba, apresentadora do programa de culinária Nestlé com Você e repórter do TV Fama, além de personagem nas novelas Flor do Caribe e Em Família e no longa O tempo e o Vento. Flor do Caribe foi um dos grandes sucessos da Globo, em que Gisele interpretou a personagem Zuleika “Zuzu”.


Rumo ao hexa: 13 criadores de conteúdo esportivos e ações exclusivas para acompanhar no Kwai

Além dos conteúdos originais, a plataforma disponibiliza uma série documental com as histórias dos jogadores da Seleção Brasileira e uma promoção exclusiva


O Campeonato Mundial de Futebol começou e logo mais a Seleção Brasileira entra em campo em busca da sexta estrela. Como aquecimento para os usuários da plataforma e fãs do esporte, o Kwai, app de criação e compartilhamento de vídeos curtos e patrocinador oficial das Seleções Masculina e Feminina de Futebol, separou alguns conteúdos, criadores e ações exclusivas focadas no mundo dos esportes para acompanhar e entrar em clima de hexa.


Perfis e criadores de conteúdo


Seleção Brasileira (+ 37,3 milhões de curtidas e 4,8 milhões de seguidores) - O perfil oficial da única seleção pentacampeã do Mundo reúne os melhores momentos e os bastidores dos jogadores convocados e todos os jogos.

Seleção Feminina (+ 636,7 mil curtidas e 907,1 mil seguidores) - Os usuários do Kwai terão acesso aos bastidores e jogos do time feminino do Brasil, que está em preparação para o Campeonato Mundial de Futebol Feminino em 2023.

Thiago Gitahy (+ 33,1 milhões de curtidas e 573,4 mil seguidores) - O criador compartilha sua opinião sobre os acontecimentos do mundo do futebol, além de apresentar e comentar as curiosidades e notícias sobre os jogadores e os principais times do esporte.

Live Sports (+ 13,4 milhões de curtidas e 1,8 milhão de seguidores) - A Live Sports é uma agência de criação de conteúdos esportivos que leva para os usuários do Kwai conteúdos opinativos e curiosidades sobre os times e jogos brasileiros, Seleção Brasileira e o futebol mundial. 

Futebol Brasil (+ 9,6  milhões de curtidas e 456,7 mil seguidores) - O perfil reúne os melhores lances do futebol mundial.

Ygor Edward (+ 8 milhões de curtidas e 348,9 mil seguidores) - Com muito bom humor, Ygor dá sua opinião sobre os acontecimentos, jogos e atletas do futebol.

Esse dia foi louco (+ 3,1 milhões de curtidas e 280,4 mil seguidores) - Carter Batista vai fazer a cobertura diretamente do Catar. O criador, que já está no país sede do Campeonato Mundial, sempre comenta e leva os melhores momentos dos jogos para os seguidores.

Canal do VSR (+ 2,8 milhões de curtidas e 684,1 mil seguidores) - O comentarista esportivo Vitor Sergio compartilha seu ponto de vista sobre os lances e acontecimentos do futebol. O perfil ficou em terceiro lugar no concurso Queridos do Brasil e vai fazer a cobertura do Campeonato Mundial diretamente do Catar.

Esporte Online Futebol Clube (+ 2,1 milhões de seguidores e 209 mil seguidores) - O perfil traz tudo sobre o futebol no Brasil e no Mundo.

Benja (+1,7 milhão de curtidas e 663 mil seguidores) - Apresentador esportivo e também criador de conteúdo no Kwai, Benjamin Back ficou em segundo lugar no concurso Queridos do Brasil 2022. Em seu perfil, Benja dá opiniões sobre jogos e jogadores.

Camisa 21 (+ 777,2 mil seguidores e 61,5 mil seguidores) - Com notícias do mundo do futebol, o perfil mostra as novidades e traz opiniões sobre os maiores acontecimentos do esporte.Adventures Sports (+544,7 mil curtidas e 555,3 mil seguidores) - Vencedor da categoria esportes do concurso “Queridos do Brasil”, o perfil reúne trechos de bastidores e acontecimentos esportivos, o perfil  reúne algumas histórias que vão além dos jogos.

Mauro Cezar (+395,3 mil curtidas e 385,1 mil seguidores) - Jornalista e colunista, Mauro comenta e traz notícias do esporte, além de trechos do programa esportivo do qual faz parte.

‘Seleção de Estrelas’
Além de todos esses perfis e criadores de conteúdos esportivos, os usuários do Kwai também podem conferir um pouco mais da história dos jogadores da Seleção Brasileira nos mini documentários que fazem parte da série Seleção de Estrelas, produzida pela plataforma em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF)

Os episódios mostram a trajetória de alguns dos jogadores convocados para disputar o Campeonato Mundial de Futebol com a camisa do Brasil. São 21 mini documentários exclusivos na plataforma, que contam a trajetória de grandes nomes da atualidade na Seleção Brasileira Masculina de Futebol.

O objetivo do projeto é explorar um formato mais pessoal, com o jogador narrando sua trajetória, além do uso de animações para dar vida aos relatos sem imagem, trazendo um olhar mais intimista. O projeto contou com um diretor, três pesquisadores e três roteiristas, que resgataram as memórias de cada jogador, resultando em mais de 90 horas de conteúdos gravados entre entrevistas e depoimentos. 

Os brasileiros poderão conhecer a história dos jogadores Alisson, Weverton, Daniel Alves, Alex Telles, Éder Militão, Thiago SilvaCasemiro, Lucas Paquetá, Antony, Gabriel Jesus, Richarlison, Rodrygo, Vini Jr., Danilo, Bruno Guimarães, Marquinhos, Fabinho, Fred e o técnico Tite.

#OJogoNãoPara
Em tempo de muita emoção pelo futebol, o Kwai não poderia escolher outro tema para uma promoção e para os desafios senão o esporte e a torcida pela nossa Seleção Brasileira no mundial. A campanha #OJogoNãoPara traz atividades dentro do app em que o usuário deve cumprir diferentes missões para garantir números da sorte e concorrer a prêmios diversos. São seis atividades dentro de um mês, todas com tema e prêmios diferentes, disponíveis na página especial da promoção na plataforma.

Ao final, todos que participarem de ao menos uma etapa concorrem a um sorteio de vouchers no valor de R$ 25 mil em dinheiro. Serão entregues mais de R$ 300 mil em prêmios até o dia 14/12. O regulamento da promoção e outras informações podem ser consultados na página especial de #OJogoNãoPara no Kwai. 



Kwai
App Store e no Google Play
kwai.com

União Estável: registrar ou não?

A União Estável é prevista na Legislação Brasileira, sendo caracterizada por uma relação de convivência pública, contínua e duradoura, com objetivo imediato de constituir família. Atualmente, a lei brasileira não estabelece prazo mínimo de duração da convivência para que uma relação seja considerada União Estável, e nem é necessário que o casal viva junto no mesmo imóvel. Basta estarem presentes os requisitos da união estável para ela estar configurada.

Importante frisar que casais que vivem em uma união homoafetiva também podem ter uma União Estável reconhecida, bem como realizar o casamento civil. Conforme jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, os direitos dos casais homoafetivos foram garantidos e pareados aos direitos conferidos aos casais heteroafetivos, tendo em vista o princípio da isonomia previsto na Constituição Federal, em seu artigo 5o, o qual dispõe que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”.

A União Estável é, portanto, uma situação de fato e isso significa que, por mais que não haja documentos físicos de um matrimônio, não quer dizer que aquela união não exista, já que há diversas formas de prová-la. Por isso, muitos casais acabam vivendo em uma União Estável, mesmo que esta não tenha sido de fato formalizada perante o Cartório de Notas. Aliás, a maioria das uniões estáveis no Brasil são informais.

Válido esclarecer que, diferentemente do casamento, a união estável também pode ser formalizada através de um contrato particular de convivência entre as partes, as quais podem escolher o regime de bens da relação, como, por exemplo, o da separação total.

Porém, importante trazer à tona a recentíssima decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Resp. 1.988.228/PR, a qual entendeu que a União Estável não produz efeitos perante terceiros quando não há registro público. No caso em questão, a discussão era acerca da possibilidade de um credor vir a penhorar os bens de um casal por conta de dívida contraída pelo companheiro e a defesa do casal foi que havia um contrato particular de união estável elegendo a separação total como o regime de bens da relação, o que impediria a penhora dos bens que seriam da companheira.

O referido julgado é de extrema relevância, uma vez que não invalida o contrato particular de união estável com regime da separação total de bens, apenas determina que seus efeitos só valem para as partes, podendo ser aplicado em caso de eventual partilha e sucessão. Todavia, não produzirá efeitos perante terceiros enquanto não for registrado em cartório.

Com isso, torna-se de essencial o registro oficial da União Estável, indicando o regime de bens eleito para reger a união, para que o casal possua segurança jurídica no que tange aos efeitos dessa união perante terceiros. Se este registro não for feito, o artigo 1.725 do Código Civil prevê que o regime que irá reger aquela união, para terceiros, como, por exemplos, possíveis credores, será o da comunhão parcial de bens. Assim sendo, todos os bens adquiridos durante o relacionamento, não importando no nome de quem estiver, exceto os doados e herdados, serão considerados bens comuns e poderão ser penhorados em razão da dívida adquirida por uma das partes.

Para formalizar a união estável, aconselha-se o auxílio de um advogado especializado em Direito de Família, o qual certamente estará atualizado com as leis e jurisprudência de forma a trazer maior segurança jurídica ao casal. 

 

Bianca Lemos e Débora Ghelman - advogadas especialistas em Direitos de Família e Sucessões e sócias do escritório Lemos & Ghelman Advogados.


Liderança multigeracional: millenials e geração Z já representam 60% da força de trabalho global

Entenda como os líderes podem se preparar para lidar com as diferentes gerações de colaboradores na rotina corporativa

 

A chegada de uma nova geração ao mercado de trabalho é frequentemente considerada impactante. Repletos de energia e vontade de construir o novo, de agregar ideias revolucionárias aos métodos e rotinas replicados por longos períodos, os jovens cidadãos que passam a ingressar no mundo corporativo trazem essas características em comum – e que foi vivenciado, inclusive, pelos que hoje são considerados sêniores. De acordo com o Great Place to Work, as gerações Y (millenials) e Z já representam 60% da força de trabalho global. E como não poderia ser diferente, as lideranças devem estar preparadas para lidar com equipes cada vez mais diversas e homogêneas nesse sentido.

“Conflitos geracionais sempre existiram. O que vemos agora é a chegada de uma nova população economicamente ativa que já foi alfabetizada na era digital, o que não aconteceu com as gerações anteriores, que ainda carregam muitos pensamentos e crenças analógicas. Para que se alcance um equilíbrio entre todos, os líderes, por muitas vezes mais velhos, devem estar abertos para as novidades, quebrar antigos paradigmas que não fazem mais sentido e enxergar todas as possibilidades que a juventude tem a propor. Millenials e geração Z trazem, inclusive, outras prioridades como a qualidade de vida, jornadas de trabalho flexíveis e muita, muita saúde mental”, comenta Heloísa Capelas, escritora, palestrante e uma das maiores especialistas do país em autoconhecimento e comportamento humano.

Tendo essa gestão de mudança comportamental e de crenças como um dos principais desafios, a especialista pontua que a inteligência emocional pode ser a chave para que as lideranças consigam lidar com as diversas gerações, entender seus interesses e ideias, entretanto, sem colocar todos os anos de trabalho, aprendizados e conquistas em risco.

“É preciso desenvolver a capacidade de ouvir, legitimar o pensamento do outro e aceitar que os erros podem continuar acontecendo, seja aderindo às ações que sempre deram certo ou seguindo novas ideias. Para isso, a inteligência emocional é fundamental, independentemente do contexto. O líder precisa estudar, ficar bom naquilo que faz, compreender o sistema que ele lidera, mas antes de tudo, ele precisa ter consciência de si, de seu papel e de como ele impacta as pessoas. A inteligência emocional nos autoriza a existência e nos ajuda a permitir que o outro também vivencie essa experiência para que juntos façamos um bom trabalho”, explica.

Autora do livro “Inovação Emocional”, Heloísa Capelas evidencia a importância desse processo para que a evolução possa de fato acontecer, inclusive, no que diz respeito às relações de trabalho. “A inovação traz a capacidade de correr riscos e nada nos impede de errar de jeitos diferentes do que foi feito no passado, até porque é assim que aprendemos. Inovar emocionalmente é isso, é dar um novo significado a uma boa conversa, é o respeito pelo sênior e pelo júnior, é poder olhar para essa juventude com muito respeito e dignidade, sabendo que são eles que vão herdar o mundo. E eles vão fazer do jeito deles, sim. Ainda bem”, conclui a especialista. 

 

Heloísa Capelas - reconhecida como uma das mais brilhantes especialistas em Autoconhecimento e Inteligência Emocional do país. Autora best-seller, palestrante e empresária, é mentora de líderes e ministra treinamentos para profissionais que buscam evolução na vida e carreira. É criadora do Universo do Autoconhecimento, plataforma de cursos on-line, e considerada uma das maiores autoridades para aplicação do Processo Hoffman no mundo. CEO do Centro Hoffman, sua mais recente obra é “Inovação Emocional”, seguida de “Perdão, a Revolução que falta” e “O Mapa da Felicidade”.


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