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quinta-feira, 24 de junho de 2021

Suíça reabre as fronteiras para brasileiros vacinados a partir de 26.06.2021.


Os números de casos de infectados na Suíça vem diminuindo, de acordo com o crescimento da população vacinada, nas últimas duas semanas o país registrou 60 casos a cada 100.000 habitantes.

Desde o dia 31 de maio a Suíça já trabalha com medidas mais flexíveis com a reabertura de bares e restaurantes e agora na quinta fase da flexibilização, já não há restrições de número de pessoas e obrigatoriedade de uso de máscara com a apresentação do certificado de vacinação em eventos de grande escala, também não é mais necessário usar máscaras ou manter o distanciamento em eventos culturais e esportivos, além disso as escolas já retomaram as aulas sem restrições de capacidade, porém o país ainda recomenda o trabalho no modelo home-office.

 

Sobre o turismo 

Tendo em vista a evolução positiva da situação epidemiológica e os avanços no campo da vacinação, o Conselho Federal anunciou na manhã de 23 de junho a flexibilização das restrições das medidas de saúde na fronteira para as pessoas que entram na Suíça.

Os visitantes chegando de países do espaço Schengen/ União Européia ou países que não apresentam risco tiveram a quarentena suspensa. A exigência de teste PCR negativo é apenas para pessoas que chegam no país de avião e que não foram completamente vacinadas (duas doses) ou infectadas que ainda não se recuperaram do COVID-19. Os detalhes de contato ainda serão necessários ao chegar de avião, não mais necessários para viajantes que entram na Suíça de trem ou de carro.

 

Outros países 

A lista de regiões de risco elaborada até agora pelo Serviço Federal de Saúde Pública foi reduzida e agora contém apenas os países e áreas em que circulam variantes do vírus que preocupam a Suíça, o Brasil está incluso nesta lista. As medidas sanitárias na fronteira estão, portanto, focadas nas pessoas que vêm desses países ou áreas, mas já aliviadas para brasileiros. 

Os visitantes que foram completamente imunizados com duas doses da vacina (ou vacinas de dose única) nos últimos 12 meses terão permissão para entrar na Suíça a partir desses países sem precisar fazer o teste PCR ou cumprir quarentena, a regra é válida para viagens a partir de 26.06.2021. As vacinas aceitas atualmente são aquelas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde: BioNTech, Moderna, Pfizer, Janssen, AstraZeneca, Sinovac, Sinopharm e Serum Institute of India 

Resumindo as informações importantes aos brasileiros:

 

·      Após a segunda dose da vacina (ou vacina de dose única) é permitida a entrada no país no mesmo dia.


·      Necessário que a última dose da vacina (ou dose única) tenha sido nos últimos 12 meses.


·      Caso o viajante tenha a intenção de seguir a partir da Suíça para outros países, serão válidas as regras do país de destino.


·      Ao entrar na Suíça os contatos dos viajantes serão solicitados para controle de dados.


·      Crianças de até 16 anos acompanhada pelos pais são isentas de comprovação de vacinação.


·      Passageiros entre 16 e 18 anos não precisam apresentar o certificado de imunização, somente teste PCR negativo válido dentro das 72 horas.


·      Para passageiros em trânsito/ conexão é necessário verificar as regras com a cia aérea.


·      Para a comprovação de vacinados brasileiros, basta apresentar o comprovante de vacinação juntamente com passaporte. Necessário conter as informações:  nome, data de nascimento, data da vacina, nome da vacina administrada e nome e endereço do local de vacinação.


·      Para retornar ao Brasil é necessário sempre apresentar o teste PCR negativo.

 

No futuro, o certificado COVID deverá ser usado para atestar uma vacinação, uma infecção curada ou um teste negativo. O certificado COVID-19 da Suíça é compatível com o certificado digital COVID da União Europeia (UE).

 

www.myswitzerland.com/pt

https://bitly.com/35NTDYT


Como o "Dar um Google" mudou a forma de anunciar

"Dar um Google" é a expressão que veio para substituir a frase “procura na internet" ou "pesquisa isso online". Segundo estatísticas sobre o mundo digital, o Google deve processar em média 40 mil pesquisas a cada segundo. Ele é classificado como o website mais visitado do planeta. 

O Google foi fundado como uma empresa privada em setembro de 1998, e a sua oferta pública inicial só foi realizada em agosto de 2004. A missão, desde o início, era organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível a todas as pessoas. 

Em tantos anos de existência da multinacional é possível notar que as mudanças no âmbito tecnológico tendem a ocorrer de forma tão rápida que é preciso ficar atento para não perder o bonde. No caso do Google, uma série de serviços e produtos baseados na internet são hospedados pelo site. Isso gera lucro, principalmente por meio da publicidade envolvida no Google Ads.  

Antes conhecido como Google AdWords, o Google Ads é a plataforma de anúncio do Google. Os links que aparecem em destaque nos resultados de pesquisas, os banners, anúncios nas páginas de sites e até mesmo as propagandas que aparecem antes e durante os vídeos do Youtube são feitos através do Google Ads.  

Essas propagandas podem ser coordenadas diariamente pelos anunciantes, dessa forma há a possibilidade de potencializar ou reduzir o investimento quase que de forma instantânea. 

O Google Ads é capaz de gerar resultados imediatos para os mais diversos modelos de negócios. Essa capacidade de medir a performance de campanhas mais consistentemente se dá na capacidade de fornecer relatórios detalhados sobre qual foi o resultado que o anúncio gerou, ou seja, a apresentação de métricas para avaliação. 

Além disso, o Google Ads pode ajudar a descobrir novas palavras chaves para estratégias de SEO e trazer potenciais clientes em todos os estágios do funil de vendas. Esse processo permite produzir materiais que aumentem o ranqueamento do site que publica textos com SEO com exatidão. 

Todo esse conceito culmina em tornar maior a exposição do posicionamento da marca. Dessa forma há o aumento de engajamento que deixa a empresa na frente dos concorrentes, isso porque o Google é a maior plataforma de busca e pesquisa do mundo e se a empresa está bem exposta nela, os resultados sempre serão satisfatórios. 

Porém, o que faz o Google Ads uma plataforma de anúncio tão fascinante?  

É que as empresas que anunciam podem se destacar para um público super segmentado, ou seja, não é só pagar para aparecer mais, é investir em audiência qualificada e que tenha relação com o seu negócio. Como isso não é necessário desperdiçar orçamento formas promiscuas de campanhas que não tem métricas e formas de medir os resultados com precisão. 

O melhor de toda essa história está na possibilidade de aprender a utilizar profissionalmente essa ferramenta, seja ela para aplicação no seu próprio negócio ou para prestação deste serviço para outras empresas. Porém, para analisar todos os dados de forma assertiva e com isso indicar o caminho certo é necessária uma pessoa capacitada e com pleno entendimento da dinâmica do Google Ads. Com isso, o orçamento disponibilizado é aplicado com maior segurança e expertise.

 


Clóvis Barreto - CEO na Guia-se Agência de Marketing Digital e atualmente é mentor de empresas que desejam aumentar as suas conversões no Google criando a melhor estratégia para investir no Google Ads e obter os resultados esperados.

 

Como investir ganhando pouco?

A frase “investir é só para quem tem dinheiro” ainda é vista como uma verdade por muitas pessoas, desta forma, cria-se um obstáculo e até um medo em começar a investir. O acesso à informação é o remédio para “curar” esse pensamento e pode ser o primeiro passo em direção a um planejamento financeiro a curto, médio ou longo prazo. 

O principal segredo para aqueles que querem começar a investir é ter disciplina, pois a partir de R$ 30,00 já é possível começar a aplicar o dinheiro, o Tesouro Direto é um exemplo. Já no mercado de ações é possível comprar uma única ação e também há fundos com valor de entrada de R$ 100,00. 

Vale ressaltar que não existe idade mínima para quem deseja começar no mundo dos investimentos, caso a pessoa seja menor de idade, basta que os pais ou responsáveis abram uma conta. Atualmente, a B3 registra mais de 16 mil jovens de até 15 anos que investem na bolsa. 

Um exemplo é dedicar 50% do salário ou receitas que devem ser destinados para os gastos essenciais como aluguel, alimentação e transporte, 30% para coisas consideradas “menos” essenciais como roupas e lazer e os 20% restantes podem ser destinados para os investimentos, pensando na aposentadoria, por exemplo. Porém, caso não seja possível seguir essa divisão, não tem problema, pois o importante é poupar. 

O Tesouro Selic pode ser uma boa opção para quem está começando, pois se trata de um título público no qual a rentabilidade está atrelada à taxa básica de juros, a taxa Selic, que atualmente está em 4,25% ao ano. Além disso, esse tipo de investimento têm um risco baixo e  alta liquidez, ou seja, se por algum motivo o investidor precisar sacar conseguirá acessar o patrimônio. Agora, quando o investidor consegue juntar seis vezes o seu custo mensal, é interessante começar a diversificar os investimentos. 

Para começar a economizar dinheiro, a disciplina é o maior aliado. Abaixo destaco cinco dicas que pode ajudar quem deseja poupar:

  • Ao receber o salário é importante priorizar quanto e com o que você poderá gastar;
  • Trace limites semanais, pois é uma boa forma de respeitar o gasto mensal;
  • Abra mão de gastos supérfluos;
  • Tenha um equilíbrio entre gastar conscientemente e economizar;
  • É importante ter um momento de lazer, por isso, não guarde todo o seu salário.

 


Guilherme Ammirabile - assessor de investimentos da iHUB Investimentos.

 

Idec questiona coleta de impressão digital em farmácias

Entidade pediu esclarecimentos sobre o uso dos dados biométricos dos consumidores à Droga Raia e à Abrafarma

 

Diante de relatos de consumidores que foram impelidos a fornecer a impressão digital em farmácias, nesta quarta-feira (23) o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) notificou extrajudicialmente a rede Droga Raia e acionou a Abrafarma (Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias). 

O Instituto pede esclarecimentos sobre a coleta e o uso dos dados e a segurança no tratamento dessas informações, além de demandar a interrupção de qualquer ato que viole a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). A norma entrou em vigor em agosto de 2020 e estipula critérios rígidos para a requisição de informações sensíveis - um conceito que engloba qualquer dado biométrico, como é o caso da impressão digital. A Droga Raia e a Abrafarma têm dez dias corridos para responder. 

De acordo com o Idec, solicitar dados sem informar claramente o que será feito com eles viola garantias básicas do consumidor, como o direito à segurança, à liberdade de escolha e à informação adequada. De maneira mais específica, a LGPD estipula que qualquer processo de tratamento de dados pessoais deve ser proporcional e adequado às finalidades pretendidas e estar norteado pela transparência, legalidade e segurança dos titulares das informações.  

No caso de dados biométricos, as exigências são ainda maiores: antes de dar o seu consentimento, por exemplo, os consumidores têm direito de saber exatamente quais são os riscos de que essas informações sejam vazadas ou utilizadas para outras finalidades. Nos casos analisados pelo Idec, todos esses protocolos foram atropelados.  

“Trata-se, como noticiado, de dados pessoais sensíveis dos consumidores, sobre os quais qualquer operação sujeita-se à necessidade de consentimento livre, informado, específico e destacado do titular ou o embasamento em uma base legal de forma transparente ao consumidor, o que não ocorre no caso”, diz trecho do documento.

“As pessoas vão à farmácia para adquirir um medicamento e são praticamente coagidas a fornecerem informações pessoais sem qualquer outra justificativa que não seja a de receber algum desconto. Agora as farmácias estão levando essa prática a um novo patamar sem respeitar os critérios mínimos da lei”, afirma Matheus Falcão, analista do programa de Saúde do Idec. “Em um contexto de sucessivos vazamentos massivos de dados, é urgente que estas empresas revejam seus protocolos e respeitem os direitos dos consumidores”, completa.


Saiba mais sobre a alta da terceirização do setor financeiro no mercado

Segundo dados divulgados pelo Sebrae, 25% das empresas brasileiras que fecharam em menos de dois anos tiveram como causa a falta de gestão, 20% encerraram por falta de capital e 7% por falta de lucro.


A gestão sempre foi um fator determinante no que diz respeito ao sucesso das organizações. No entanto, com o atual cenário pandêmico, uma boa gestão financeira nas empresas se tornou ainda mais importante.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com a pandemia do Covid-19, o comércio sofreu grandes consequências – 75,2 mil pontos de venda foram fechados. Isso comprova a relevância de um profissional capacitado para a gestão financeira de uma organização, mesmo que para os novos empresários isso represente um desafio.

Para aqueles que estão abrindo um negócio ou até mesmo para as pequenas empresas, uma alternativa que vem ganhando espaço no mercado é a terceirização do setor financeiro. Conhecido como BPO (Business Process Outsourcing) Financeiro ou Assessoria Financeira, o ato de terceirizar a gestão das entradas e saídas de uma empresa pode ser muito vantajoso.

Dentre os benefícios desta ação, está o fato de contar com uma equipe especializada para a administração financeira sem a necessidade de contratos CLT. Segundo João Esposito, CEO da Express CTB – accountech de contabilidade, “No começo de uma empresa, é comum que donos deixem o financeiro sob responsabilidade de conhecidos. Negócios recém-abertos não contam com uma grande quantidade de capital, muito menos com demanda suficiente para a contratação de um profissional capacitado”. E complementa “Com o BPO Financeiro, o serviço pode ser contratado por horas de trabalho ou por uma taxa mensal, o que traz custos menores para o empregador, que contará com um profissional capacitado para oferecer um serviço de qualidade e trazer mais organização para o negócio”.

Para Patrícia Maria, Assessora Financeira da Express CTB, “O acompanhamento de um profissional é indispensável! O conhecimento acerca de todo planejamento evita futuras surpresas no fluxo de caixa e mais, permite conhecer melhor o mercado em que seu negócio está inserido. A boa notícia é que tudo isso pode ser feito de forma online, com o auxílio de plataformas digitais”.

O serviço de BPO Financeiro é totalmente personalizável, atendendo a realidade e necessidade de cada negócio.

 


Express CTB

www.expressctb.com.br

 

F1 no Brasil terá êxito em tempos de pandemia?

 Depois de quase 2 anos sem realizar eventos com público, São Paulo volta a sediar a F1, marco para o inicio da retomada gradual no setor da indústria do entretenimento

 

Com previsão para ocorrer entre os dias 5 e 7 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o primeiro lote de vendas de ingresso se esgotou em poucos dias. Vale ressaltar que o ingresso mais barato para os três dias do evento, custam em torno de R$ 650 reias e os de valores mais elevados podem ultrapassar R$ 20.000 mil reais.

Embora a capacidade de ocupação do autódromo seja reduzida e os organizadores garantem seguir todos os protocolos de higiene e segurança contra o Coronavírus, a pergunta que muitos se fazem é “Convém realizar este evento no Brasil, com um número de óbitos alarmante, sendo São Paulo a cidade que registra o maior número de contaminados e óbitos no país?”.   

Na contramão dessas questões também se encontra outro dilema, com o contraponto da questão econômica para se realizar o evento. Sabemos que se trata de uma modalidade com um público de alto poder aquisitivo, que podem trazer recursos para setores que estão em crise na cidade e reaquecer a atividade econômica. Dentre eles: transporte aéreo e terrestre, turismo, hotelaria, bares e restaurantes, boates entre outros. 

Estudos indicam que em média a Formula 1 movimenta em apenas esses 3 dias um montante superior a R$ 320 milhões de reais (mais de R$ 100 milhões por dia), com um média de 150 mil pessoas presentes no evento, na cidade e no entorno, destes 85 mil são turistas e 20% estrangeiros. 

Muitas dúvidas ainda precisam ser esclarecidas, muito embora o evento já possua o alvará para ocorrer, com o consentimento da prefeitura, questões práticas precisam ser sanadas, como por exemplo: quanto à prefeitura investiu no evento? Será preciso ter tomado às duas doses da vacina para ter acesso? Como será o controle das equipes, dos pilotos e de todos os profissionais envolvidos? 

Estamos falando em números absolutos que cada equipe possuiu uma média de 1970 profissionais envolvidos. Ao todo são 10 equipes, então a estimativa de profissionais envolvidos gira em torno de 19.700 pessoas. Como estes ficarão hospedados em seus respectivos hotéis, o contato com outras pessoas? Como se dará o monitoramento para evitar se contagiar ou contagiar outros pela Covid-19? 

Em síntese sabemos que se trata de um evento colossal e consagrado, presente no calendário da cidade, que possui adesão da maior parte da nação.  Essa será a 73ª temporada e muitos querem ouvir o barulho dos motores, ver a velocidade dos carros e sentir a emoção da pista. Qual a sua opinião, deve ou não ser realizado a F1 no Brasil? 

 

 

Rodrigo Lico - graduado em Publicidade e Propaganda; jornalista diplomado; pós-graduado em Comunicação Organizacional; colunista editorial; comentarista; analista politico e econômico; estrategista em comunicação, mídia e marketing nos meios de comunicação; coach em formação, consolidação e consagração de imagem pessoal e institucional e digital influencer.

 

Lázaro Barbosa – serial killer ou psicopata?

Na iminência de ser capturado (ou não), Lázaro Barbosa, o assassino de um casal e dois filhos em uma chácara em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, encontrados com marcas de tiros e facadas, tem sido denominado como serial killer por uns e psicopata por outros. 

Para entender a diferença, o especialista em Direito Penal Antonio Baptista Gonçalves*, explica que um serial killer é uma pessoa sem empatia e emoção e consequentemente sem prazer. Já o psicopata tem prazer na morte em si. “O que caracteriza um serial killer é uma pessoa sem empatia e emoção e o fato de não ter os dois sentimentos significa que ele não tem prazer. E o prazer que ele tem é com a ritualística que ele cria na forma que ele mata, ele se satisfaz com isso. O psicopata gosta do crime. O seu prazer está na morte e não no ritual. O psicopata gosta de matar, o serial killer precisa matar. O impulso dele é maior e ele não consegue controlar. O psicopata não, ele gosta do resultado”. 

O especialista explica ser comprovado cientificamente que o serial killer tem uma alteração de serotonina no cérebro. “Isso não significa dizer que todas as pessoas que têm alteração desse neurotransmissor são serial killers. Mas têm predisposição. É preciso considerar, também, que todos nós somos frutos do meio em que vivemos. Assim, um indivíduo com essa predisposição pode ter sido abusado pelo pai ou espancado pela mãe. É preciso ter sempre um gatilho e no caso do serial killer o gatilho é a violência”. 

Assim como diz Ilana Casoy, um dos principais nomes no país quando o assunto envolve mentes psicopatas, crimes hediondos e até mesmo assassinos em série, o serial killer possui uma característica peculiar de humilhar suas vítimas e fazê-las sofrer. Gonçalves alerta que uma diferença consistente entre os dois tipos de indivíduos é que o serial killer cria um ritual para assassinar suas vítimas.“Ele precisa conhecer a rotina de seus alvos, elaborar, preparar, fantasiar e executar. O psicopata simplesmente mata”. 

Gonçalves também afirma que um serial killer tem uma assinatura e essa é perceptível. Como especialista com muitos anos de atuação na área, ele explica que essa assinatura é o modus operandi como o assassino pratica seus crimes. “Se ele sentir prazer em cortar um dedo de suas vítimas, vai fazer isso em todos os seus crimes e essa será sua assinatura. Isso é diferente para cada indivíduo porque cada um tem uma forma diferente de sentir prazer”. 

Diante das definições, Gonçalves avalia que Lázaro Ramos não é um serial killer. “Ele é um assassino cruel. Ele mata para sobreviver e por vários motivos e não por prazer ou por ser sádico. O Lázaro não tem uma assinatura. É um assassino que mata suas vítimas sem muita explicação”. 

O especialista explica que a confusão pode estar no fato de que, neste crime, Lázaro exigiu que suas vítimas ficassem nuas e matou muitas pessoas de uma mesma família. “Mas, o que se tem notícia é que isso aconteceu nesse crime e não em outros praticados por ele. Até mesmo porque uma vítima nua dificilmente sairá em busca de socorro tão rapidamente”, finaliza.

 

 

Antonio Baptista Gonçalves - advogado, pós-Doutor, Doutor e Mestre em Direito. Presidente da Comissão de Criminologia e Vitimologia da OAB/SP – subseção de Butantã.

 

Plataforma de educação financeira ajuda jovens a investirem

 Durante a pandemia, a necessidade de uma educação financeira para investir o dinheiro da forma correta surgiu entre os jovens; Pensando nisso, os sócios-fundadores da Bullseye, Pedro Marques e Marco Antônio, explicam a importância do estudo de investimento gamificado e listam as principais dicas para iniciar neste mercado

 

Aprender a ter uma boa relação com o dinheiro é o sonho de muitas pessoas. Mas, para muitos, durante o período de pandemia, esse sonho acabou tornando-se necessidade, até mesmo entre os jovens brasileiros. Para se ter uma ideia, de acordo com a Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, em agosto de 2020 foi alcançado o número de 379,6 mil investidores na faixa de 16 a 25 anos, conquistando um aumento de 130,5% nos oito primeiros meses do ano. Segundo a B3, os jovens foram os que mais procuraram por renda variável no ano passado.

 

Este crescimento mostra a necessidade de programas que ensinem as pessoas a investirem de forma correta e segura. Foi pensando desta forma que surgiu a Bullseye - startup que criou uma forma de investimento gamificada, para ajudar pessoas que não têm familiaridade com o assunto. “A nossa ferramenta é uma ótima proposta para quem está aprendendo sobre investimentos, mas ainda tem receio por não conhecer o mercado. Nós usamos um simulador gamificado e intuitivo, buscando sempre dar a melhor e mais segura orientação para os futuros investidores brasileiros”, explica Marco Antônio, sócio-fundador da Bullseye.

 

Quando se fala de investimentos, vale ressaltar que o melhor retorno vem de aportes constantes, não apenas de investimentos iniciais significativos. “Ainda que as pessoas mais jovens sejam investidores com menor capitalização, esse crescimento evidencia que eles estão começando a investir mais cedo. Além disso, já observam valor em montar sua carteira com posições em renda variável, algo que é extremamente positivo, uma vez que irão aprender mais cedo e contar com os juros compostos a seu favor, fazendo com que no auge de sua capitalização, estejam capacitados e seguros das operações que realizam”, entende Pedro Marques, também sócio-fundador da startup.

 

O investimento gamificado

 

Quando se fala de gamificação, vale entender que a recente geração cresceu juntamente com a popularização dos videogames, o que faz com que soluções que utilizem dinâmica similar a utilizada nos jogos sejam bem recebidas pelos jovens, uma vez que já conhecem e aprovam essa estrutura. “Por estarem acostumados com esse modelo de utilização, quando procuram alguma solução para seus problemas, preferem soluções intuitivas e gamificadas do que as soluções tradicionais que o mercado oferece. Tratando-se de dinheiro, que é algo que os jovens se esforçam para conseguir, a insegurança de perder esse dinheiro em algo desconhecido é grande”, acredita Marco Antônio.

 

Pelo fato da solução ser embasada na estrutura de games, em que se sentem confortáveis, a gamificação pode ser um ponto de partida no aprendizado do jovem ao dar seus primeiros passos nos investimentos. “É importante destacar que a gamificação também foque no caráter real e riscos que existem ao investir seu capital. Até porque diferentemente dos jogos de videogame, as decisões tomadas como investidor podem fazer com que você perca dinheiro no mercado real, só que contrariamente aos jogos, não é possível começar novamente e restituir o prejuízo”, complementa Pedro Marques.

 

Para quem tem dúvidas sobre a melhor forma de começar a investir, os especialistas listam as quatro principais dicas. Confira:

 

1. Comece estudando: a melhor forma de começar no mundo dos investimentos é, primeiramente, buscando conhecimento sobre o assunto. “O mais importante é adquirir conhecimento sobre aquilo que deseja aprender. Acompanhar pessoas que são referência em investimentos também pode ser interessante, mas sempre é necessário se atentar às promessas que essas pessoas fazem, sem dúvida é necessário um filtro para encontrar quem trata sobre investimentos de maneira séria e verdadeira”, explica Marco Antônio.

 

2. Encontre os conteúdos certos: há muito conteúdo disponível na internet, porém é difícil saber se os mesmos atendem às necessidades e se ainda por cima trata sobre o assunto de maneira verdadeira. “Por isso, pode ser interessante exercitar o hábito da leitura e buscar livros que são referências no assunto. Na hora de se aventurar online, é interessante buscar especialistas ligados à corretoras com alto nível de satisfação do cliente, pois provavelmente eles tratam com seriedade o assunto”, complementa Pedro Marques.

 

3. Descubra o seu perfil investidor: é preciso descobrir o seu perfil de investidor, entendendo os riscos e retornos de cada tipo de investimento e o que se aplica ao seu perfil. “Uma vez que a pessoa conhece o seu perfil de investidor, vale a pena estudar os investimentos que são recomendados para esse perfil, para entender se é realmente isso que a atrai. A partir disso, é só criar uma conta em uma corretora que esteja mais alinhada com seus interesses, transferir o dinheiro e começar os aportes nos investimentos”, finaliza Marco Antônio.

 

4. Não procure por resultados imediatos: há quem acredite que, quando se trata de investimentos, os resultados sempre serão imediatos, mas na verdade as coisas não funcionam desta forma. “Esperar enriquecer no curto prazo, seguir conselhos e recomendações de influenciadores sem certificação, investir mais do que possui (alavancagem), investir através de corretoras com taxas abusivas, seguir recomendações de especialistas certificados sem ter conhecimento do investimento recomendado, ceder ao pânico de oscilações do mercado. Todos esses são pontos que necessitam de atenção. Os melhores resultados vêm sempre com o tempo certo de investimento”, conclui Pedro Marques.

 

Bolsa de valores: ações problemáticas são as maiores valorizações em 2021

Realizado pelo Yubb, levantamento considerou as performances de janeiro a junho

Empresas envolvidas em problemas financeiros, judiciais ou de governança são as com maiores valorizações na Bolsa de valores no primeiro semestre de 2021. É o que aponta um levantamento realizado pelo Yubb (https://yubb.com.br/), maior buscador de investimentos do país. No ranking das 10 ações com melhores performances entre janeiro a junho, o ticker FHER3, da empresa de fertilizantes Heringer, está na liderança, com valorização acumulada de 648,45%.

Confira o ranking completo:


Posição

Ticker

Empresa

Performance

1

FHER3

Heringer

648,65%

2

JBDU4

JB Duarte

429,20%

3

INEP4

Grupo Inepar

404,28%

4

JBDU3

JB Duarte

401,61%

5

INEP3

Grupo Inepar

394,59%

6

VIVR3

Viver

322,99%

7

PATI3

Panatlantica

274,99%

8

ATMP3

Atma

266,96%

9

NORD3

Nordon Med.

227,50%

10

PATI4

Panatlantica

214,89%

*ranking considerou performance das ações até o dia 21/06/2021


Para Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb, é importante ressaltar que são empresas não com as melhores ações, mas com as maiores valorizações. “A grande maioria das empresas que está neste ranking encontra-se em recuperação judicial ou com problemas de gestão ou fiscalização, recebendo, inclusive, punições da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). É o caso da JB Duarte que, mesmo aparecendo duas vezes no ranking, já foi penalizada por realizar manipulações de mercado. São empresas em situação crítica de governança e, em alguns casos, em deterioração financeira. Isso já traz um risco gigantesco para o investidor”, pontua.

Mas o que explica essas empresas aparecerem nesse ranking? Para Pascowitch, há apenas uma justificativa: o poder da especulação. “Essas valorizações podem estar muito mais relacionadas a movimentos especulativos por parte de investidores que querem se aproveitar de uma empresa ou de algumas empresas que estão passando por dificuldades para gerar movimentos de hipervalorização, inspirados nos investidores pessoa física dos Estados Unidos”, conclui.


Stablecoins são opção de investimento após queda de Bitcoin

Country Manager da SatoshiTango, Guilherme Quintino aponta outros investimentos em moedas digitais além do BTC

 

O Bitcoin iniciou a semana em queda, após a repressão chinesa quanto a moeda digital no país. Apesar da mais popular e a primeira do segmento, essa queda pode gerar insegurança ao investir em BTC. Mas, “ao contrário dela e de outras altcoins (moedas alternativas que surgiram depois do Bitcoin), as stablecoins, são ativos criptográficos com valor estável, onde flutuações em seus valores não ocorrem com tanta frequência e que são uma opção de investimento nesse momento do mercado”, diz Guilherme Quintino, country manager SatoshiTango Brasil. 

Guilherme, explica que uma stablecoin é um token digital cujo valor permanece estável. As mais comuns são geralmente garantidas por moedas fiduciárias (ou seja, euro, dólar, etc.). Da mesma forma, podem ser lastreadas por outros cripto-ativos ou, menos frequentemente, por algoritmos que garantem seu valor estável. É assim que elas alcançam parcialmente a sua estabilidade.

Se alguém estiver interessado em manter um ativo criptográfico sem a necessidade de depender de moeda fiduciária, mas sem estar exposto às mudanças potenciais no valor das criptomoedas tradicionais, aplicar em stablecoin é uma boa alternativa”, finaliza o country manager


Os diferentes tipos de stablecoins existentes: 


·        Vinculado à moeda fiduciária: 

As stablecoins mais conhecidos estão relacionadas ao dinheiro tradicional, como o dólar ou o euro. Uma paridade fixa é estabelecida entre a criptomoeda e a moeda real: um certo número de unidades de stablecoins valem certas unidades da moeda fiduciária. Ao contrário das altcoins, a emissão dessas moedas é centralizada. Seu regulador é a empresa que possui o sistema de blockchain que os executa. Uma das mais relevantes é a USD Coin (USDC), criada pela Circle Internet Financial (e comercializada pela SatoshiTango) e atrelada ao dólar norte-americano. Existe também a Euro Stasis (EURS), ligada ao Euro, entre muitos outros. 


·        Vinculado a criptomoedas: 

Ao contrário de outras stablecoins, este novo tipo de stablecoin tem uma base descentralizada. Não está relacionada a uma moeda fiduciária ou commodity, mas está ancorada em outras criptomoedas. Ainda existem poucas criptomoedas desse gênero. Seu exemplo mais conhecido é a Dai, que está associado ao Éter. Seu preço fixo é 1 DAI = 1 USD. Se o valor da DAI ultrapassar 1 USD, o algoritmo oferece incentivos econômicos aos usuários do Ethereum para trocá-lo por DAI (baixando seu preço); Caso contrário, se o valor for inferior a 1 USD, são oferecidos incentivos para trocar DAI por ETH (aumentando o seu valor). Você também encontrará a DAI entre as opções de stablecoin que oferecemos para compra. 


·        Apoiada por commodities: 

Nesse caso, a lógica é bastante semelhante à dos criptos vinculados à moeda fiduciária. Uma certa quantidade de cripto tem uma paridade fixa com uma certa quantidade de um produto, como ouro, cobre ou petróleo. O positivo é que seu valor não depende do banco, mas sim do valor das matérias-primas, cujo valor varia de acordo com o contexto econômico global. Uma das mais conhecidas desse tipo é o Petro, a criptomoeda venezuelana, ligada ao valor do petróleo. 


·        Não vinculada a outro ativo: 

Chamada de seigniorage, seu mecanismo é bastante semelhante ao dos bancos centrais de cada país. Um valor fixo é definido (por exemplo: 1 criptomoeda = 1 dólar); Se o valor se afastar do preço estabelecido, a empresa proprietária da moeda emite ou adquire os tokens em circulação, para que a cripto volte ao preço originalmente estabelecido. Um exemplo é NuBits (USNBT), cujo algoritmo regula seu valor. 

Estes são os tipos de stablecoins mais populares do mercado. A SatoshiTango, oferece DAI e USDC - lastreadas em dólares americanos. 

satoshitango.com ou Instagram: @satoshitangobr


A importância do Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura

Sofrimento, angústia, dor, suplício, tormento. São palavras usadas na tentativa de se definir tortura, um termo oriundo do latim que faz alusão ao ato de torcer ou deformar. Provavelmente você, assim como eu, nunca sofreu tal desprazer. E ainda que houvesse sofrido, não seria capaz de encontrar, na língua portuguesa, uma só palavra capaz de descrever o verbo em toda a sua plenitude, por maior que seja o seu acervo lexical, imaginativo e de dedução.   

O Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura é comemorado em 26 de junho, graças a uma iniciativa promovida pela Organização das Nações Unidas que, nesta data, no ano de 1987, promoveu a assinatura da Convenção contra a Tortura, Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes por parte dos Estados-membros da Organização, da qual o Brasil é signatário.

Diariamente, em todo planeta, pessoas são sistematicamente torturadas, independente do sexo ou da idade. A prática ocorre, sobretudo, em países com regimes ditatoriais, embora também sejam registradas em democracias já consolidadas.

O Brasil, apesar de ter assinado em 1948 a Declaração Universal dos Direitos Humanos, protagonizou, durante as décadas de 1960 e 1970, casos cruéis de tortura promovidos pelo Estado. A prática teve início a partir de 1964, quando o governo democrático sofreu um golpe de estado militar e foi sumariamente deposto.  

A data marcou, por todo país, o início de uma sucessão de barbaridades em larga escala, que ia desde o sequestro de pessoas contrárias ao regime até prisões e torturas brutais que, por vezes, evoluíam para mutilações e assassinatos. Tais práticas se intensificaram a partir de 1968, com a decretação do AI-5, o mais repressivo ato institucional promulgado pelo governo militar.

Mais de quatrocentos brasileiros – inclusive mulheres e crianças – entraram para as estatísticas oficiais de mortos e desaparecidos, em que pese as mais de mil ossadas encontradas em uma só vala na cidade de São Paulo. Estima-se que pelo menos vinte mil pessoas tenham sofrido torturas durante o regime militar no Brasil, a maioria em paus-de-arara e cadeiras do dragão. As sequelas físicas e psicológicas desta prática vil e covarde perduram nas vítimas até os dias de hoje, além de arranhar, irrevogavelmente, a imagem do nosso país perante os olhos do mundo.      

O Brasil, que em sua Constituição de 1988 prevê o crime de tortura como inafiançável, não tinha, desde a sua redemocratização, há cerca de quatro décadas, um governo que celebrasse a tortura, fato que torna o dia de hoje ainda mais relevante. Nesta data, por todo mundo, atividades são realizadas no sentido de se promover suporte emocional, jurídico e material aos vitimados.    

Além disso, a data figura como um contragolpe no obscurantismo que se alastra pelo mundo, nesses tempos em que a desinformação e o negacionismo parecem estar em moda. Por tudo isso, é preciso enaltecer a importância deste dia e bater, incansável e obstinadamente, na tecla contra o retrocesso e a favor das conquistas humanitárias. Só assim, resistindo e rememorando a nossa história, é possível não repetir os erros do passado, e continuar evoluindo no caminho da civilidade e do humanismo.   

 


Aroldo Veiga - professor, escritor, especialista em Língua, Linguagem e Literatura e autor do livro “Trono de Cangalha”.


Próxima geração dos veículos Volvo terá supercomputador com inteligência artificial para ajudar a prevenir acidentes

 Os futuros carros elétricos da marca sueca terão a tecnologia LiDAR para intervir em acidentes de trânsito


O próximo SUV totalmente elétrico da Volvo Cars terá a tecnologia de segurança líder do setor como padrão, ajudando a salvar ainda mais vidas enquanto a empresa estabelece uma nova referência em segurança automotiva.

 

O sucessor totalmente elétrico do XC90 da Volvo Cars, previsto para ser apresentado em 2022, virá com sensores de última geração, incluindo a tecnologia LiDAR, desenvolvida pela Luminar, e um computador de direção autônomo alimentado pelo sistema NVIDIA DRIVE Orin™(system-on-a-chip), como padrão.

 

“A Volvo Cars é e sempre foi líder em segurança. Agora vai definir o próximo nível de um carro seguro”, afirma Håkan Samuelsson, presidente-executivo do Grupo Volvo Car. “Tendo este hardware como padrão, podemos melhorar continuamente esses recursos pelo ar e introduzir sistemas de acionamento autônomo avançados, reforçando nossa liderança em segurança”, conclui.

 

Ao combinar este hardware de última geração com os softwares Volvo, Zenseact e Luminar para a próxima geração de sua tecnologia anticolisão bem estabelecida, a Volvo Cars visa oferecer um novo pacote de segurança que reduz fatalidades e acidentes como um todo.

 

As novas tecnologias também são projetadas para lidar especificamente com as situações de tráfego que resultam em uma grande parte dos ferimentos graves e fatalidades encontrados hoje.

 

“Em nossa ambição de entregar carros cada vez mais seguros, nosso objetivo de longo prazo é atingir zero colisões e evitar acidentes por completo”, ressalta Henrik Green, diretor de tecnologia do Grupo Volvo Car. “À medida que melhoramos nossa tecnologia de segurança continuamente por meio de atualizações pelo ar, esperamos que as colisões se tornem cada vez mais raras e esperamos salvar mais vidas”.

 

Uma vez introduzida, espera-se que a tecnologia amadureça com o tempo, e se torne capaz de permitir que o carro ajude e melhore as capacidades de um motorista humano em situações críticas de segurança. Considerando que as gerações anteriores de tecnologia dependiam amplamente de alertar o motorista para ameaças imediatas em potencial, esta nova tecnologia de segurança irá, com o tempo, intervir cada vez mais conforme necessário para evitar colisões.

 

Embora salvar vidas e prevenir lesões continue sendo a primeira prioridade da empresa, a Volvo Cars também vê um potencial benefício de custos de seguro mais baixos, à medida que os acidentes envolvendo carros Volvo se tornem cada vez mais raros. Um pacote de cuidados, padrão em todos os carros totalmente elétricos da Volvo, inclui cobertura de seguro quando disponível.

 

Além do conjunto de sensores e desempenho de computação IA, o próximo modelo principal da Volvo também virá com sistemas de backup para funções chaves, como direção e frenagem, que o tornam um hardware pronto para uma direção autônoma não supervisionada e segura quando disponível.


 

Highway Pilot


Esses sistemas de backup juntamente com a tecnologia LiDAR, computação e software, permitirão a funcionalidade Highway Pilot, desenvolvida internamente em conjunto com a empresa de desenvolvimento de software de direção autônoma da Volvo Cars, a Zenseact.

 

O recurso de direção autônoma para uso em rodovias, o Highway Pilot é opcional e será ativado para clientes quando verificado que é seguro e legalmente permitido para localizações e condições geográficas específicas.


 

Parceira com a NVIDIA


No início deste ano, a Volvo Cars anunciou que usará a tecnologia NVIDIA para centralizar a computação. O computador central e o computador de unidade autônomo, ambos com tecnologia NVIDIA, permitem que seus carros se tornem mais seguros, pessoais e sustentáveis ao longo do tempo por meio de atualizações pelo ar, ao mesmo tempo que fornecem a potência computacional necessária para o processamento de visão e tecnologia LiDAR.

 

A nova tecnologia de segurança ilustra a crença da Volvo Cars em trabalhar em conjunto com líderes em tecnologia como Luminar, NVIDIA e Zenseact enquanto se esforça para fornecer os melhores e mais seguros carros possíveis para seus clientes. Essas e outras parcerias fornecem à Volvo Cars a base de tecnologia para ser uma das empresas que se movem mais rapidamente em uma indústria em rápida transformação.

 

A Volvo Cars revelará mais detalhes sobre seu futuro roteiro de tecnologia no “Volvo Cars Tech Moment”, no dia 30 de junho.


 

Sobre a Volvo Cars


A fabricante sueca de carros premium foi fundada em 1927 pelo engenheiro Gustav Larson e pelo economista Assar Gabrielsson, na cidade de Gotemburgo e, desde a sua fundação, tem as pessoas em primeiro lugar e no centro da marca. Com produção global na Europa, Ásia e América do Norte, a Volvo tem como objetivo oferecer aos clientes a melhor experiência em mobilidade segura, sustentável e pessoal. 

Em 2020, a Volvo Car Brasil fechou o ano na segunda posição do segmento Premium, com 17,6% de participação no mercado. A marca é líder isolada entre os eletrificados plug-in, com mais de 3.200 unidades comercializadas no ano, o que representa 63% das vendas no País. Segue ocupando o primeiro lugar entre os SUVs Premium no País e o XC60 é o veículo híbrido brasileiro que menos desvaloriza em um ano dentre todos os modelos comercializados no País, segundo pesquisa da Auto Informe.


Deputada quer "Programa Escolhi Esperar" em todo o Estado de São Paulo

Deputada estadual bolsonarista Leticia Aguiar apresentou projeto de lei de nome igual e conceito similar ao de seu colega vereador da capital


Nos próximos dias a deputada estadual Leticia Aguiar se reunirá com o vereador Rinaldi Digilio para trabalharem em conjunto na aprovação das leis tanto na esfera municipal quando na estadual.

Foi após reunião virtual com o vereador paulistano, Rinaldi Digilio (que apresentou na Câmara de Vereadores o projeto "Programa Escolhi Esperar), que a deputada estadual Leticia Aguiar apresentou na Assembleia Legislativa de São Paulo o projeto de lei 392/2021, com objetivo de conscientizar a população adolescente sobre os riscos da gravidez precoce.

Ambos projetos de lei "Escolhi Esperar", tanto o estadual quanto o municipal, não propõem a "abstinência sexual", mas querem oferecer orientação para que os adolescentes tenham a livre escolha para decidir adiar o início de sua vida sexual como um maneira eficiente de prevenir a gravidez precoce.

"Na maioria das vezes, a gravidez precoce ocorre por falta de informações. O projeto garante o direito à informação e conscientização sobre os riscos de uma gravidez precoce e indesejada, contribuindo para impedir o crescente número de abortos durante a adolescência", disse Leticia Aguiar.

A deputada Leticia Aguiar destacou que o Programa Escolhi Esperar não trata de abstinência sexual ou visa retirar o direito, ou substituir os métodos contraceptivos existentes, "Precisamos orientar e conscientizar os adolescentes sobre as possíveis consequências da gravidez precoce, incluindo principalmente a participação da família" declarou.

Outros objetivos do projeto são promover palestras e capacitação dos profissionais de saúde, educação e dos demais agentes que atuam na promoção, proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente e integração com outros órgãos estaduais, como o Ministério Público, a Defensoria Pública, o Conselho Tutelar, Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e ONGs que atuam com o público jovem.

Mais detalhes do projeto de Leticia Aguiar serão passados nos próximos dias. O texto, já publicado no Diário Oficial, permanece na pauta da Assembleia Legislativa para conhecimento de todos os deputados e propostas de emendas. O projeto segue para análise nas comissões correspondentes e depois para votação em plenário. 


Quer ser um líder melhor? Descubra a personalidade e o potencial de cada profissional de sua equipe.


Não é de hoje que o mundo do trabalho vem passando por mudanças, mas de um ano para cá a pandemia acelerou ainda mais esse processo e acabou por colocar efetivamente as pessoas no centro das relações trabalhistas e decisões empresariais.

O trabalho remoto, as preocupações com o risco de contaminação, o aumento da atenção com a saúde mental dos colaboradores, entre outros aspectos, têm feito com que as empresas reavaliem muitas de suas estratégias de negócios, jogando luz sobre aspectos que antes não eram tão evidentes assim, como a importância de contar com líderes mais empáticos e a necessidade de entender e valorizar seus profissionais neste momento difícil.

E quando falamos em valorizar o ser humano, respeitar suas limitações ou até de que forma suas habilidades, sejam elas quais forem, influenciam em cada tomada de decisão, não podemos esquecer que por trás de tudo isso está a personalidade de cada pessoa.

Nesse sentido, o que pretendemos analisar hoje é de que forma a personalidade de um líder vai impactar positivamente ou não nos resultados de sua equipe e, por consequência, no sucesso da empresa.

Os especialistas dizem que personalidade é a combinação de valores, visões de mundo, respostas definidas, padrões de pensamento e características, que são aspectos relativamente estáveis de um indivíduo. Podemos dizer que são as qualidades inatas de uma pessoa que evoluíram por meio de uma combinação de fatores genéticos e ambientais, e podem ser desenvolvidas em uma idade precoce, mas que geralmente permanecem estáveis e constantes em uma pessoa por toda a sua vida.

Compreender os traços de personalidade de uma pessoa permite ter uma visão valiosa sobre como e por que um indivíduo desenvolve seu trabalho de uma determinada maneira e se algo relacionado a sua personalidade pode se tornar um ponto de atenção na carreira desse indivíduo.

Nesse sentido, a avaliação de personalidade oferece uma percepção profunda das características que orientam a maneira como as pessoas trabalham, fornecendo informações de como elas lidam com metas, estresse, mudanças, criatividade, risco e competição dentro de uma equipe ou entre equipes.

Hoje, as áreas de RH das empresas têm ao seu dispor diversas ferramentas que facilitam a identificação do traço de personalidade, e que dão uma visão preditiva sobre como os profissionais podem se encaixar em um cargo e até ajudá-los a apoiar, gerenciar e se comunicar com seu pessoal da melhor forma possível.

Quando um líder sabe exatamente quem são as pessoas de sua equipe tudo fica mais fácil, afinal ele conseguirá ter uma visão ampla sobre cada profissional, antecipando, inclusive, o potencial de cada um. Com esse "retrato” de cada profissional, a liderança acaba se beneficiando também, pois pode se enquadrar ou se adaptar para se comunicar com cada um da melhor forma, já que, sabendo qual é a sua personalidade, o líder pode desenvolver, ferramentas para facilitar o dia a dia do trabalho, a comunicação e o estabelecimento de metas de acordo com o potencial de entrega de cada profissional, entre tantas outras questões que podem melhorar os resultados da equipe e da empresa como um todo.

Em 1998, os especialistas Frank L. Schmidt e John E. Hunter, da American Psychology Association, realizaram uma pesquisa mostrando que os traços de personalidade dos indivíduos, bem como os traços comportamentais e as aptidões, são mais importantes para uma maior produtividade e desempenho do funcionário em sua função do que suas experiências anteriores.

Com isso, asseguramos que a avaliação de personalidade é uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento de liderança e recrutamento, já que contribui na identificação dos melhores perfis, inclusive aqueles com potencial para ocuparem posições de liderança.

Com a ferramenta de Avaliação de Personalidade, os líderes também podem conhecer mais a si mesmos e também os pontos que devem ser melhorados para otimizar o relacionamento com suas equipes, a partir da exploração dos níveis de cada personalidade de seus profissionais, tendo uma visão profunda do indivíduo e de suas características, e ajudando a construir uma força de trabalho produtiva e engajada.



Marcelo Souza – CEO do Grupo Soulan e Country Manager da Thomas International Brasil

 

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