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sexta-feira, 16 de março de 2018

Como utilizar as cores para despertar diferentes sensações


Os tons que escolhemos para pintar as paredes realmente são capazes de afetar o humor das pessoas e estimular sensações. Quem nunca passou pela experiência de entrar em um ambiente e se sentir relaxado ou o contrário, entrou no local e se sentiu mais desperto e energizado? Por isso é tão importante prestarmos atenção na hora de escolher a tinta das paredes da nossa casa, pois elas influenciam no astral dos cômodos.
Apesar de não existir uma regra, o importante na hora de definir a cor ideal para um ambiente é ter alguns pontos de partida. O primeiro passo é se perguntar: qual sensação quero transmitir naquele local? Tranquilidade, aconchego ou vivacidade? Depois disso, qual é a funcionalidade do cômodo? Por exemplo, se o ambiente for um quarto, é preciso levar em consideração as atividades que serão realizadas por ali, como ler e até mesmo trabalhar, além do descanso. Já uma sala mais ampla pode ser utilizada para reunir os amigos, fazer refeições, assistir TV e outras situações em que as pessoas interagem bastante entre si.
Em quartos, por exemplo, as pessoas costumam buscar cores que inspirem o aconchego e o relaxamento, enquanto ambientes usados para o lazer costumam estar relacionados à ideia de descontração e sociabilidade. Algo para ser levado em consideração também é o estilo de quem vive ali ou tons que tenham um significado emocional para aquele determinado morador. Após atribuir funcionalidade ao cômodo e pensar sobre essas sensações, chega a hora de definir a cor, e as opções para cada sensação são infinitas:
Tranquilidade e relaxamento : as cores mais indicadas para quem quer transmitir calma em um ambiente são as mais claras, como tons de branco, pastel e azuis, mas há uma cor que se destaca: o verde. Na simbologia, o verde é considerado uma cor equilibrada. Entre o quente do vermelho e o frio do azul, o verde é fresco e agradável. Entre o seco do vermelho e o molhado do azul, o verde é úmido. Ele acalma e traz segurança.
Elegância e sofisticação: se a intenção é fazer com que o cômodo passe essa ideia – seja em uma biblioteca ou no quarto de uma pessoa mais séria, por exemplo – é indicado usar tons escuros, principalmente os azuis e violetas.
Aconchego: os tons neutros e ligeiramente pigmentados, como marrons clarinhos e puxados para o rosa ou o laranja são uma ótima pedida para tornar um cômodo mais acolhedor. Esses tons transmitem uma busca pelo natural e exprimem o desejo comum de levar a natureza para dentro de casa, além de estabelecerem conexões mais profundas com a nossa essência e ancestralidade.
Descontração e alegria: Para os locais da casa que são destinados a receber os amigos e familiares para confraternizações, uma boa ideia é optar por tons vibrantes como vermelhos, rosas, azuis vibrantes, laranjas e amarelos. Essas cores estimulam a criatividade e a comunicação. Uma dica é que elas podem ser aplicadas em apenas uma das paredes do cômodo ou em móveis, como cadeiras e portas de armários em contraste com o restante do ambiente composto por tons mais neutros, como areia, bege claro ou cinza.
Depois de definir as cores a partir das sensações e da funcionalidade do ambiente, para o toque final basta personalizar a decoração da casa com sua cara, seja colocando fotos suas e da família e escolhendo objetos que conversem com o cômodo.


 Ana Kreutzer - consultora de cores para a Suvinil 


Chega de promessas!


Ano após ano, ao pular as sete ondas ou observar os fogos de artifício em comemoração ao novo ano que se inicia, refletimos e fazemos promessas como uma forma de mudar ou aprimorar aspectos de nossas vidas. Emagrecer, começar a estudar e comprar um imóvel estão entre os desejos mais comuns de homens e mulheres, mas nem todo mundo consegue cumprir metas.

A melhor forma de tirar do papel essas e outras promessas, sem acumular decepções, é focar no planejamento. Para começar uma dieta ou um curso, por exemplo, é preciso avaliar os hábitos praticados, planejar os próximos passos e quais serão as mudanças necessárias em busca dos resultados almejados.

Quando o objetivo leva em conta a compra da casa própria ou de um imóvel para investimento, a situação não é diferente. Reorganizar as finanças é o primeiro passo para avaliar como o dinheiro está sendo gasto e quais despesas podem ser cortadas do orçamento. Deixar um sonho no plano das ideias talvez faça com que ele nunca saia de lá. Por isso, é preciso agir - sem esquecer de refletir sobre o seu perfil financeiro - e escolher a forma mais adequada de investir.

O consórcio imobiliário é uma das modalidades de compra que mais têm crescido nos últimos anos. Ao adquirir uma cota de determinado valor de crédito, o consorciado paga, ao longo de um período pré-estipulado, parcelas para a formação do saldo do grupo. Por meio de sorteio, realizado pela extração da Loteria Federal, e lance, o dinheiro do grupo é liberado para um ou mais participantes a cada mês. Na contemplação, o crédito pode ser usado para comprar, construir, reformar um imóvel, quitar financiamento imobiliário ou o saldo devedor de imóvel na planta e, até mesmo, para garantir uma aposentadoria tranquila, com a renda do aluguel de imóveis adquiridos através da modalidade.

No consórcio, não há pagamento de juros, apenas de uma taxa de administração, tornando os valores finais até 50% mais baratos em relação a outras formas parceladas de compra. Além disso, o processo para adquirir uma cota de consórcio é menos burocrático em comparação a operações financeiras que também oferecem crédito.

Ou seja, com planejamento é possível economizar, investir em imóveis e garantir uma aposentadoria tranquila. E agora? Chega de promessas?






Tatiana Schuchovsky Reichmann - diretora-superintendente da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário


A gestão da emoção: o desenvolvimento de habilidades socioemocionais


Vivemos em um mundo em que a maioria das pessoas está doente ou então contrairá algum tipo de doença psicossomática nos próximos anos. O Brasil tem a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade do mundo e o quinto maior com depressão. No total, 18,6 milhões de brasileiros viviam com algum transtorno de ansiedade em 2015 e 11,5 milhões de pessoas, com depressão no País. Dados publicados em 2017 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 322 milhões de pessoas pelo mundo sofrem de depressão.

Isso é muito grave. Todos nós devemos melhorar nossa qualidade de vida para sermos melhores pais, mães, amigos, profissionais e, consequentemente, sermos mais felizes.

Estamos esgotando a nossa mente ao ficar remoendo perdas e mágoas, sofrer pelo futuro, preocupar-nos muito com a opinião das pessoas, ter a necessidade neurótica de mudar os outros e cobrar demais de nós mesmos e de quem está ao nosso redor. Ao agir assim nos tornamos carrascos de nosso cérebro e de nossa qualidade de vida. 

Chegar a esse estágio de controle e gerenciamento das emoções não é uma tarefa fácil. Às vezes as pessoas adoecem sem se dar conta, pois vivem em um sistema contínuo de estresse.

Para gerir as emoções é preciso lançar mão de uma gama de habilidades socioemocionais como autocontrole, foco, autoestima, empatia, entre outras. O caminho não é fácil, mas hoje existem recursos que podem auxiliar na descoberta e gestão do próprio Eu.

Há várias formas de possibilitar tal desenvolvimento, que geralmente envolvem o conhecimento sobre si mesmo, percepção do outro, análise das relações sociais, adequação a regras de conduta, identificação de emoções e bom senso.

Dependendo da estruturação socioafetiva, tipos de relações estabelecidas, lugares institucionais frequentados e faixa etária, as pessoas têm possibilidades diferentes de desenvolver suas habilidades socioemocionais.

O ambiente familiar, o contexto interativo entre os pares e as instituições educacionais podem ser os domínios mais frutíferos para o desenvolvimento dessas habilidades, se estiverem em sintonia com esse objetivo.

As habilidades socioemocionais podem ser estimuladas pelos familiares de crianças e adolescentes ou ainda por educadores e professores na escola e até na universidade. As próprias vivências afetivas e experiências sociais também fazem com que a pessoa aprenda a lidar com suas emoções, de maneira a descobrir formas mais satisfatórias de manejá-las.

Gerenciar as emoções é algo possível. Para ter saúde psíquica e expandir os horizontes da inteligência, conhecer o funcionamento básico da mente humana, não há mágica, não há atalhos. Para alcançar a felicidade e o bem-estar é necessário conhecer técnicas e práticas para exercitar o intelecto e o emocional, ter a mente treinada, equipada, educada.






Augusto Cury - autor de mais de 39 obras de Psicologia Aplicada, publicado em mais de 70 países e considerado o escritor mais lido da década, com mais de 28 milhões de livros vendidos.

Camila Cury -Psicóloga e Diretora Geral da Escola da Inteligência, Programa Educacional idealizado pelo renomado psiquiatra, escritor e pesquisador, Augusto Cury, que tem como objetivo desenvolver a educação socioemocional no ambiente escolar.

Escola da Inteligência:


 

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