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O pós-operatório de cirurgias de lipedema, especialmente em procedimentos de
maior porte, exige atenção a diferentes aspectos do cuidado, incluindo conforto,
higiene, segurança e recuperação da paciente. Nesse contexto, tecnologias não
invasivas de gerenciamento urinário externo começam a ganhar espaço como
aliadas no cuidado hospitalar e domiciliar.
Nos
primeiros dias após a cirurgia, é comum que pacientes apresentem sensibilidade
e desconfortos relacionados ao processo de recuperação. Durante o período
noturno, algumas pacientes podem demandar maior atenção aos cuidados de
conforto e segurança, tornando esses aspectos importantes nesse momento do cuidado.
“O
período noturno costuma ser um momento de adaptação no pós-operatório. Ter mais
praticidade nesse momento fez diferença no meu pós-operatório”, relata Renata
Frasson, paciente submetida à cirurgia de lipedema. “Para quem está
acompanhando de perto, qualquer solução que traga mais conforto e facilite os
cuidados acaba ajudando bastante”, complementa.
Especialistas
reforçam que a mobilização precoce e as caminhadas leves fazem parte da
recuperação adequada no pós-operatório de cirurgias de lipedema, contribuindo
para melhor recuperação funcional. Paralelamente, medidas voltadas ao conforto
e ao apoio à paciente durante o período noturno também podem contribuir para
uma recuperação mais tranquila.
“A
recuperação cirúrgica do lipedema não depende apenas do procedimento em si, mas
também dos cuidados adotados no pós-operatório. O tratamento clínico não para.
Em casos mais complexos, qualquer medida que contribua para o conforto, reduza
desconfortos desnecessários e favoreça a retomada gradual da mobilidade pode
ter impacto positivo na experiência da paciente e na condução da recuperação”,
afirma o diretor do Instituto Lipedema Brasil, Dr. Fábio Kamamoto, que operou a
paciente.
Outro
ponto importante no pós-operatório envolve o controle da umidade em regiões com
curativos e áreas sensíveis. A manutenção da pele seca contribui para preservar
a integridade cutânea e reduzir o risco de irritações e complicações
relacionadas à cicatrização.
“Manter
a pele seca é um cuidado importante nesse tipo de pós-operatório. A umidade
excessiva pode impactar curativos e interferir no processo de cicatrização,
especialmente em procedimentos mais extensos”, explica a gerente de operações
do Instituto Lipedema Brasil, Carla Chineze.
Dispositivos
de gerenciamento urinário externo surgem como alternativa por dispensarem
inserção interna e contribuírem para maior conforto durante a recuperação. Além
disso, ajudam a reduzir a exposição prolongada da pele à umidade e podem apoiar
pacientes e cuidadores no manejo noturno.
Entre
as soluções disponíveis está o PureWick¹, sistema de gerenciamento urinário
externo feminino desenvolvido pela BD, uma das maiores empresas de tecnologia
médica no mundo, indicado para pacientes em recuperação pós-cirúrgica. O
dispositivo utiliza sucção contínua de baixa pressão para direcionar a urina a
um sistema de coleta, contribuindo para mais conforto durante o período de
recuperação¹.
“No
começo é uma sensação diferente, mas a adaptação é rápida e confortável. Para
mim, foi uma solução prática no pós-operatório, principalmente durante a
noite”, completa Renata.
“Nosso objetivo é desenvolver tecnologias que contribuam para a segurança, o conforto e o bem-estar dos pacientes em momentos críticos do cuidado. Soluções não invasivas de gerenciamento urinário podem apoiar pacientes e cuidadores durante o período de recuperação”, afirma Juliano Paggiaro, presidente da BD no Brasil.
O uso desse tipo de tecnologia reflete um movimento crescente na busca por
soluções que conciliem conforto, apoio ao cuidado e qualidade de vida durante a
recuperação pós-cirúrgica.
BD
Para mais informações, acesse bd.com ou acompanhe a BD no LinkedIn (www.linkedin.com/company/bd1/), no X (@BDandCo) e no Instagram (@becton_dickinson).
Instituto Lipedema Brasil
@lipedemabrasil
@ongmovimentolipedema.
Referências
¹ J. Cooper; D.
Powell. An Observational Study Of The Purewick™ System in Women With Urinary
Incontinence at Home and in the Care/Nursing Home Setting.
dx.doi.org/10.14283/jnhrs.2024.1

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